Mais que palavras

INTRODUÇÃO

Rin Miyazawa apaixonara-se por Sesshoumaru Taisho seu chefe, porem, ela não sabia que ele estava noivo de uma super modelo, Kagura Saki. Será que Rin agüentará ser a outra?

Muitas coisas acontecem nesse romance intenso... (UA. CUIDADO CENAS EXTREMAMENTES HENTAI)

Capitulo I

A outra

De sua janela, Miyazawa Rin avistava o subúrbio de Tókio. Distraída, Rin teve a impressão de que um edifício ao norte desaparecia subitamente, como se todas as janelas se apagassem. A impressão confirmou-se quando um segundo edifício também sumiu. Em segundos todo o norte da cidade mergulhou na escuridão. Depois foi a vez do oeste se apagar de uma só vez, e em seguida a região onde estava também escureceu.

O Ventilador silenciou e Rin ficou onde estava.

- Um blecaute - sussurrou. O calor do dia devia ter causado uma sobrecarga no sistema de fornecimento de energia da capital.

Na rua as pessoas gritavam, aplaudiam e assobiavam, manifestando aprovação ou desgosto.

- Que ótimo assim ele vai demorar ainda mais para chegar... - sussurrou novamente. -"O que minha família iria pensar disso tudo?"

Rin e Sesshoumaru Taisho, o empresário mais cobiçado do Japão, tinham um caso a seis meses. Ela sempre detestou essa idéia, porem não teve como resistir a ele. Afinal, estávamos falando de Sesshoumaru, um homem maduro, rico, serio e extremamente sexy.

Rin havia pedido a ele para que viesse naquela noite. Eles não se viam há um mês e ela estava precisando dele. Ela não sabia se aquela informação seria o suficiente para excitá-lo mais se pelo menos despertasse sua compaixão...

- Oh! Que ótimo! É isso o que você quer ser? - exclamou irritada enquanto procurava uma vela na gaveta da cozinha. - Uma mulher com quem os homens dormem por piedade.

Encontrou uma vela e um castiçal de vidro e usou uma caixa de fósforos para ascender o pavio.

- Iluminação romântica! - disse irônica.

Rin foi até o quarto e deixou a vela na cômoda ao lado de sua foto favorita. Em que ela e Sesshoumaru estavam em um restaurante em paris. Era sua primeira viajem para o exterior.

Vendo o relógio, Rin foi rapidamente tomar uma ducha rápida e fria, livrando-se do suor gorduroso de um dia de temperatura recorde. Terminou de enxugar-se no quarto, olhando para a camisola que deixara sobre a cama, aquele pedaço de seda verde havia sido presente de Sesshoumaru, ele adora vê-la de camisola ainda mais aquela feita pela mais fina seda encontrada em paris.

Rin parou diante do espelho. Alças finas sobre os ombros representavam a única sustentação para a peça ousada, e uma abertura lateral expunha uma das pernas até a porção mais alta da coxa. O decote mergulhava até o umbigo, fechado por cordões que, entrelaçados, terminavam na metade dos seios. Sem dúvida a intenção era essa. A camisola operava milagres por seu corpo, realçando os seios e deixando-os visíveis através do tecido fino. Ajeitando os cabelos negros, deixou-os caírem livres sobre os ombros e sorriu. Nunca estivera tão sedutora. Tinha de reconhecer que a sensação era inebriante. A vela ainda queimava no candelabro, mas a luz era insuficiente para ler. A única coisa de que dispunha para ocupar a mente era o nervosismo ansioso que ameaçava dominá-la, afinal há um mês que não o via direito. Mudou de posição em busca de um pouco mais de conforto, apesar do calor, e decidiu fechar os olhos só por alguns minutos.

Uma sensação tênue deslizando por seu braço perturbava seu sono. Depois de algum tempo a sensação cessou e ela sentiu os dedos em sua testa, afastando seus cabelos.

Abriu os olhos e despertou assustada. Mãos pesadas tocavam seus ombros. O quarto estava mergulhado na escuridão, e a única fonte de luz era a lua cintilando além da janela aberta. A vela chegara ao fim enquanto ela dormia.

Mal podia ver o homem sentado a seu lado na cama, mas os outros sentidos compensavam a precariedade da visão. Sentia o calor emanado do corpo musculoso, o perfume sutil e másculo da pele suada devido o calor.

-Imaginei que gostaria de ser acordada. - A voz era um murmúrio rouco e profundo. - Acho que cochilou enquanto esperava por mim.

-Sim, acho que sim...

-O tráfego está uma terrível confusão, com todos os faróis apagados e os notívagos vagando pelas ruas, sem as boates e discotecas para acalmá-los. Fiquei impaciente dentro daquele táxi abafado, e por isso caminhei nos últimos quarteirões do trajeto.

Sesshoumaru não devia nem ter notado que massageava seu braço enquanto falava. Era a carícia íntima de um amigo, não de um estranho. Bem, aquela não era a primeira vez que se encontravam, afinal, faz seis meses desde a primeira vez. Rin relaxou um pequeno milagre, considerando a natureza do encontro e o fato de estar usando a camisola mais sexy que ele a dera. E ela sabia onde procurar.

Pela primeira vez, sentiu-se grata pelo blecaute.

- Lamento pelo incomodo.

- Você não tem culpa. A menos que tenha sido responsável pelo blecaute...

Rin sorriu.

- Bem, estava com o ventilador ligado.

- Deve ter sido isso - ele riu.

Sentindo os olhos fixos nela, deduziu que a visão noturna de Sesshoumaru devia ser perfeita. O colchão afundou quando ele mudou de posição. Sentiu o toque suave em seu rosto, uma espécie de sopro morno que acompanhava os contornos do nariz, da boca e do queixo. Os dedos tocaram o pescoço e desceram devagar, alcançando os seios sem nenhuma hesitação. Sabia que ele podia sentir as batidas de seu coração e por isso prendeu o fôlego, desejando poder ser tão controlada quanto ele. Longe de compartilhar de sua agitação, Sesshoumaru se mostrava muito à vontade.

- Soube escolher a roupa para a ocasião - ele comentou. Tocando o cordão que segurava o decote da camisola.

- Esperava mesmo que gostasse.

- Adorei. É uma pena que não possa ver melhor. - A mão deslizou por sobre o ventre e tocou uma coxa, submetendo o resto de seu corpo à mesma inspeção detalhada. Era como se o calor dos dedos deixasse marcas gravadas em sua pele.

Reunindo coragem, Rin sentou-se e mudou de posição, abrindo espaço para que ele se deitasse na cama. Forçou um sorriso, mesmo sabendo que o gesto não seria visto.

- Não se sinta obrigado a perder muito tempo conversando ou... - Engoliu em seco. - Prolongando as preliminares. Podemos ir direto ao ponto, se preferir.

Sesshoumaru ficou em silêncio por alguns instantes antes de responder:

- Acho que essa não é uma boa idéia.

As palavras a atingiram como um soco no estômago.

- Quer dizer que... não quer...

- Não estou com muita disposição. Nada pessoal.

A humilhação queimava em seu rosto e ardia nos olhos. Sesshoumaru havia mudado de idéia.

- Nós dois sabemos que a idéia não foi minha.

- Sim, mas... Bem, lamento desapontá-lo. Desculpe-me.

Começou a levantar-se, mas ele a deteve.

- Espere um minuto. Acha que não me sinto atraído por você? – Sesshoumaru indagou – Rin estamos juntos a seis meses...

- Não se preocupe. Não vou encarar a rejeição como uma afronta pessoal.

- Só para esclarecer os fatos, minha decisão não tem nada a ver com você. São as circunstâncias.

- Circunstâncias?

- Estou habituado a tomar todas as iniciativas. O que está acontecendo aqui é algo que vai contra minha natureza. No entanto... - Ele deslizou a mão por seu braço até tocá-la novamente no rosto. - Você é muito atraente. Desejável.

A carícia simples privou-a do ar. Sentiu os seios rígidos sob o tecido fino que os cobria. A reação do corpo a envergonhava. Se Sesshoumaru a considerava tão atraente, devia estar fazendo aquilo a que se propusera, quaisquer que fossem as circunstâncias. Rin empurrou as mãos dele.

- Escute, agradeço por seu empenho galante, mas não precisa mentir para poupar meus sentimentos. Sei que não sou especial pra você.

- Galante? Nunca fui acusado disso antes. - De repente agarrou a mão dela e aproximou-a do próprio corpo, colocando-a sobre o zíper do jeans.

Sua ereção era evidente sob o tecido grosso. Os dedos agarraram os dela, forçando-a a ter uma medida exata das proporções do desejo que sentia. Por um momento Rin sentiu-se tão aturdida que não foi capaz de mover-se ou respirar. Era como se o coração houvesse parado de bater.

Sesshoumaru inclinou-se sobre ela e a voz transformou-se num sussurro rouco.

- Só queria que entendesse o que estou dizendo. Não é nada pessoal. - E beijou-a na testa.

Trêmula, ela tentou remover a mão e não encontrou resistência.

Muito bem. Definitivamente, não era nada pessoal.

Na medida em que assimilava a descoberta, começou a experimentar a mesma sensação inebriante que a invadira pouco antes, quando havia parado na frente do espelho. O poder de seus encantos femininos.

O homem a desejava. O corpo ansiava pelo dela. Era a mente que o impedia de agir. A seu modo, devia estar tão incomodado quanto ela com a situação. Precisava sentir que estava no comando, tomando todas as iniciativas.

Rin cruzou as pernas, tentando demonstrar uma calma que estava longe de sentir.

- Devo admitir que, de certa forma, sua decisão é um alívio -disse, levando as mãos à nuca para erguer os cabelos, consciente de que o gesto revelaria as curvas de seu corpo.- Puxa, está quente aqui!

- É verdade. Por quê?

- Por que o quê?

- Por que é um alivio?

Rin encolheu os ombros e apoiou o peso do corpo sobre as mãos.

- Sabe como é... Toda a pressão de uma situação planejada, a falta de espontaneidade...

- Eu sei.

- Sexo não é uma coisa que se possa marcar na agenda. Você já provou que não se sente atraído pela idéia de fazermos hoje, e é bem provável que eu nem consiga ficar excitada.

Silêncio.

- Por isso disse que é um alivio. Acho que ainda sobrou um pouco de sorvete no freezer. E vai acabar derretendo, se não acabarmos com ele. Quer dividir?

- Não. Isso não seria um problema.

- O que não seria um problema?

- Minha habilidade para excitá-la Tenho certeza de que conseguiria... se levássemos essa historia até o fim.

-O que não vai acontecer.

- Certo.

- Então jamais saberemos, não é? Não vou deixar que aquele delicioso sorvete de chocolate acabe no lixo. - E virou-se para deixar a cama.

-Nós sabemos - Sesshoumaru persistiu com tom sério. - Eu sei, está bem? Excitá-la não seria um problema. Depois de todas às vezes você ainda duvida?

- Claro que não. Se você diz ...

Ele a segurou pelo braço no momento em que Rin ficou em pé.

- O que foi isso?

-O quê?

-O que acabou de dizer.

-Eu disse, é claro que não.

- E também disse, se você diz... Ouvi muito bem.

- Se ouviu, por que está perguntando o que eu disse? Importa-se? - E olhou para a mão em seu braço.

Sesshoumaru não a soltou.

- Duvida que eu seja capaz de excitá-la.

- Isso não é importante. Estamos aliviados por termos escapado da pressão. Agora gostaria de relaxar com uma imensa taça de sorvete de chocolate. Isto é, se você não se incomodar.

Ele a soltou.

- Então é isso. Não está nem curiosa.

A pausa prolongada foi tão eloqüente quanto as palavras que a seguiram.

- Sabe de uma coisa? Para ser bem franca, sei que seria capaz de levar-me à loucura. - Bateu no braço dele e sorriu, virando-se para a porta. - Não tenho a menor dúvida disso.

Não precisava de luz para saber que Sesshoumaru estava indignado com a evidente tentativa de aplacar seu frágil ego masculino. Mas tudo que ouviu na voz dele foi determinação.

- É melhor esclarecermos tudo de uma vez. - E tomou-a nos braços.

A boca apoderou-se da dela e os dedos seguraram seus cabelos, imobilizando-a. A outra mão pressionava suas costas, puxando-a de encontro ao corpo. O calor, o cheiro de sua pele, o poder reprimido dos músculos, tudo se juntava para formar uma mistura que a embriagava e incendiava.

Sesshoumaru a beijou com uma intensidade impressionante, forçando uma resposta que ela se recusava a dar.

Apesar de ter sido esse seu objetivo, convencê-lo a agir, temia perder-se. Afinal, ele nunca a havia beijado daquela maneira. Ele assumira o controle.

Ele a acariciava através da seda fina, testando suas formas. As sensações ganhavam intensidade e, depois de alguns minutos, Rin perdeu o controle sobre si mesma. Ávida, abraçou-o e correspondeu ao beijo, invadindo-o com a própria língua.

Ouviu o suspiro satisfeito que ele deixou escapar e não se importou. Não tinha importância se ele queria apenas provar um ponto de vista, O desejo era como uma força incontrolável devorando-a por dentro. Só sabia que precisava daquilo, e de muito mais.

Sesshoumaru encerrou o beijo, mas não se afastou, mantendo os lábios bem próximos dos dela. Rin fitou-o e foi recompensada pela primeira visão nítida de seus olhos, negros como a noite e profundos como um poço misterioso.

Um estranho desconforto a invadiu. No instante seguinte a causa do incômodo, se é que ela existira, desapareceu tão tênue e fugaz quanto o bater de asas de um inseto.

- Provei meu ponto de vista? - ele perguntou mais ofegante do que quando terminara de subir os vinte e dois degraus.

- Não. - Sua voz era tão trêmula quanto à dele. - Foi um esforço admirável, mas... - E encolheu os ombros.

- É muito feio mentir. Não quer reconsiderar? - E acariciou um de seus seios, concentrando-se no mamilo ereto e sensível.

Rin o segurou pelo pulso, sufocando um gemido de prazer.

- Não há nada a reconsiderar.

- Entendo. Deve ser a temperatura baixa que causou esta reação. - E tocou novamente seus seios.

- Isso não prova nada.

- Ah! Então insiste em uma prova definitiva? É adepta do método científico? - Rápido, soltou-se e agarrou os dois pulsos de Rin com uma única mão, usando a outra para acariciar seu ventre e brincar com a região sensível em torno do umbigo. -Por que não admite que estou certo? Pare de brincar comigo pequena.

Notando que ela não pretendia responder, continuou deslizando a mão até encontrar a fonte de calor entre suas pernas.

- Se a tocasse aqui, o que encontraria? Uma prova concreta? Algo como... umidade?

- Quer dizer que está disposto a aceitar minha palavra? - E afastou as pernas. - Não há nada de científico nesse método de pesquisa.

Sesshoumaru se manteve imóvel por alguns segundos, como se considerasse o convite ousado. Depois moveu uma das mãos e encontrou a abertura da camisola.

Rin prendeu o fôlego ao sentir o primeiro contato; estava mais que excitada. Sabia que o gemido primitivo emitido por Sesshoumaru não tinha nada a ver com triunfo por ter comprovado sua teoria. Era uma resposta instintiva, primitiva e sexual.

Ele aprofundou a exploração e Rin fechou os olhos, abrindo a boca para um grito silencioso. Nunca em toda a vida sentira-se tão excitada. Um dedo a invadia lentamente, e os joelhos ameaçavam ceder sob o peso de seu corpo. Então ele soltou seus pulsos e passou um braço por suas costas, sustentando-a.

Os quadris imitavam os movimentos do dedo, e em poucos momentos ela pode sentir a aproximação do clímax,

Sesshoumaru removeu a mão. O grito de frustração foi inevitável.

Tremendo, ele a empurrou com um misto de delicadeza e firmeza.

Por que resistia? Àquela altura, que importância tinha quem tomara a iniciativa? Seu orgulho masculino seria frágil a ponto de não suportar uma inversão de papéis?

Ouvia a respiração arfante e sabia que ele lutava para conter-se.

- Vou dormir no sofá - Sesshoumaru anunciou com voz perturbada.

Oh, não, de jeito nenhum, pensou. O que será que você esta pensando me deixando desse jeito?- pensou Rin

Rin segurou a ponta do cordão que segurava o decote da camisola e puxou-o, desfazendo o laço. A seda escorregou por seus ombros, desnudando-a até a cintura. Sem parar para pensar, segurou as mãos dele e colocou-as sobre os seios. Incapaz de resistir ao chamado da natureza, Ele moveu os dedos numa carícia provocante e deliciosa.

Tomada por uma confiança que jamais sentira antes. Rin terminou de despir-se, erguendo um pé de cada vez para sair do lago formado pelo tecido verde e sedoso. Depois tocou sua ereção e acariciou-o através da calça jeans. Sesshoumaru prendeu o fôlego. Estava ainda mais excitado que antes.

- Não sei de onde tirou essa bobagem machista de ter sempre de tomar a iniciativa, mas isso já se tornou cansativo - ela disse, - Tire a roupa.

- Não. Você vai me despir.

Rin sorriu na escuridão. Sesshoumaru podia ter vencido uma batalha, mas era evidente que ela ganhava a guerra.

O prazer que encontrou nos braços de Sesshoumaru Taisho foi envolvente, intenso e novo. Jamais havia sentido nada parecido. Apesar da dor provocada pelo início da penetração, uma conseqüência do mês que passara sozinha, ondas sucessivas de calor a inundavam como mel quente, despertando-a para as delicias que jamais sonhara poder encontrar ao lado de um homem. Não reconhecia a mulher ousada e sensual que o acariciava sem reservas, incendiando seu corpo com a força do próprio desejo. Como se as mãos e a boca não fossem suficientes, usava também a voz e as palavras para excitá-lo e levá-lo ao mais completo descontrole.

Chegaram ao clímax juntos, e Rin sentiu o jato quente dentro dela.

Trêmula, tocou o rosto de Sesshoumaru.

- Eu te amo - murmurou.

Sesshoumaru a envolveu nos braços e fechou os olhos, aquela noite sem duvida foi a melhor entre todas as outras.

- Segurem este ônibus! – gritou Rin ao correr para o ponto mais próximo.

A boa notícia era que o blecaute chegara ao fim no meio da noite. A má notícia era que havia acordado sozinha. Parte dela, a porção racional que temia as confusões geradas por envolvimentos emocionais e afetivos com um homem daquele calibre, insistia em dizer que essa também era uma boa notícia, afinal.

Mas outra parte, um pequeno e sombrio recanto de sua alma, imaginava como teria sido fitar aqueles olhos dourados à luz do dia. Todas as manhãs.

-"Devo me policiar sempre. sou proibida de me apaixonar por ele, apesar de ser tarde demais."

Rin desviou o olhar para uma revista, na verdade para a capa da revista de moda "Fashion up". Na capa dizia: "Modelo Kagura Saki volta ao Japão"

- Que linda! Realmente é uma linda modelo. – Rin deu uma risadinha e concluiu - se eu tivesse o dinheiro que ela tem também seria linda e ainda ficaria com o homem que eu amo...

17h40min, empresas Taisho, escritório do diretor geral.

- Miyazawa, fez o relatório que eu pedi? – disse Sesshoumaru, pelo interfone.

- Sim senhor Sesshoumaru, vou levá-lo imediatamente. - ao pegar a pilha em tua mesa Rin escuta certo alvoroço. Quando foi ver o que era se espantou.

Kagura Saki com seu corpo exuberante estava ali no escritório de advocacia Taisho. Rin notou que ao vivo ela era muito mais bonita. Sua pele branca e perfeita e seus cabelos negros realçavam seus olhos. Cada vez que ela se aproximava, a garganta de Rin ficava seca e suas pernas bambeavam, como se algo ruim estava para acontecer.

- Hello estou procurando o meu noivo ele esta? – disse enquanto ia em direção a porta. Rin rapidamente se pôs na frente da modelo.

- desculpe senhorita Saki mais o seu noivo é? a senhora marcou hora?- disse inocentemente.

Uma gargalhada irritante ecoou na sala.

- COMO OUSA! QUERO VER O MEU NOIVO, O SEU CHEFE AGORA!

- Sesshoumaru... Seu noivo? – disse paralisada

- É CLARO IDIOTA AGORA SAIA DA MINHA FRENTE! – Kagura empurra Rin para o lado jogando toda a pilha no chão e abre a porta da presidência.

-Sesshy! Meu amor estava com saudades! – disse correndo para abraçá-lo

- Kagura! O-oque faz aqui? – disse Sesshoumaru enquanto olha em direção da porta avistando Rin recolhendo os papeis que derrubara.

Rin se levanta, e vai a tua direção ainda estática não podendo conter as lagrimas rolar pelo seu rosto.

- Rin... É...- Sesshoumaru sem palavras fitou Rin com o olhar que Rin realmente não soube decifrar.

- Senhor Sesshoumaru o relatório... - Rin coloca os papeis sobre a mesa. – são 18h00min estou indo para casa.

- Tudo bem depois conversamos...

"depois conversamos" Essas palavras ecoaram na cabeça de Rin sem parar no decorrer do dia. Rin já estava em casa com seu roupão servindo-se uma xícara de chá.

" Sou a outra...sempre fui a outra...o que há comigo? Por que estou surpresa? Ele é o homem mais cobiçado do Japão ele não ter nenhum relacionamento."

Rin pegou o chá lentamente e se sentou na cadeira bebericando-o devagar. Escutou o telefone tocar, era a 8° vez em 2 horas.

- Idiota não perca seu tempo...- murmurou

Rin se debruçou na mesa enquanto escutava sua voz na gravadora.

-OLÁ! Você ligou para Miyazawa Rin, devo estar ocupada no momento então... Deixe seu recado! Obrigada por ligar!

- Rin sou eu de novo! Escuta sei que você esta aí então da pra atender o telefone?

Cada vez que ela escutava a voz dele se contraia na mesa.

-Rin preciso falar com você... Por favor, atende...

Rin se levantou e pegou o telefone.

- Moshi moshi...- disse friamente

-Rin? Graças a deus! Escuta posso ir ai precisamos conver...

- ME DEMITO!- Rin interrompe bruscamente. – NÃO QUERO VELO. PARE DE LIGAR PRA CA. EU...eu... eu te odeio. – Rin desliga o telefone.

Menos de um minuto depois a campainha toca.

Rin se enrola no roupão e vai atender a porta. Ao abrir Rin se depara com dois olhos âmbar olhando-a fixamente.

- Vai me deixar entrar...- disse friamente.

FIM DO PRIMEIRO CAPITULO!

Yoo o/ minna san! ^^~

Bem essa é minha primeira fic. Um pouco apimentada mais boa ^^ ~

Cuidado crianças não lêem essa fic.

Muita coisa vai acontecer no próximo capitulo querem uma palhinha?

Não vou dar! Quem sabe outro dia ^^~

Espero que gostem! Reviews please! Necessito delas. ^^