Os jovens titans não são uma criação minha, mas vejo direito de escrever essa fic.

Foi o ultimo erro de sua vida. Um erro que pagou com a própria vida. Tudo começou com a entrega de uma encomenda, mas tudo deu errado com uma traição dos compradores.

Sua visão fica escura lentamente, sua respiração fica mais pesada e o calor do seu corpo se ausenta mais e mais. Não há nada a pensar, não há nada a sentir, logo as dores causadas pelos espertos de aços atravessados em seu corpo logo deixa de existir. Sua garganta está seca tendo um forte desejo de beber um simples copo d' água. Logo sua visão escurecesse totalmente e deixa de respirar assim deixando de existir.

Capitulo I: Mutano realmente existiu?

Ravena esta lendo em seu quarto tentando terminar mais um livro que por sinal está muito interessante, não é todo dia que se interessa por romances quanto mais gosta desses livros. É incrível imaginar como os princeses nas historias se declaram por princesas isoladas, mas infelizmente esses romances utópicos só acontecem nos livros. Se fizer uma comparação Ravena é isolada, mas não é uma princesa e sim uma bruxa cuja todas as pessoas tem medo, inclusive seus amigos.

Claro com uma única exceção. Ela se achava uma ameaça para todos e ter ainda uma antecedência paternal tão... horrível ainda reforçava esse pensamento. Queria se isolar, nunca se aproximar de ninguém para enfim poupar todos de sua própria presença, o maldito sangue que corre em suas veias. Incrível imaginar como alguém teria coragem de se aproximar nela.

Mas mesmo depois dos titans descobrirem suas origens, mesmo depois de um mundo quase acabar, os titans aceitaram como amiga. E ainda aquela pessoa ainda a procurava para tentar arrancar um sorriso de sua face inexpressiva. E por falar nele está perto da hora dele aparecer.

Se fosse tempos atrás logo expulsaria o ser que se convida para está perto de sua companhia, mas a insistência dele mostrou que é capaz de passar por cima de sua arrogância e frieza. Quantas vezes já o chamou de estúpido? Idiota, mongol, sem graça, tormento e outros predicativos que nem fale a pena de falar, mas no final esse ser estava sempre tentando.

Sempre investindo.

Sempre se arriscando.

Sempre tentando a fazer feliz.

Sempre tentando fazer a rir com aquelas piadas sem graças. Talvez seja certo exagero dizer que é totalmente sem graça. Talvez o mais engraçado seja o ver tentando fazer que suas piadas sejam engraçadas.

Ele sempre esteve perto dela.

Sempre demonstrou que queria companhia.

Sempre mostrou disposto a dar a vida por ela.

Não tarda para que aquele ser chegue mais uma vez. Um sorriso é escapado na face da empata. Só que tem alguma coisa errada. Está certo disse errado é exagero, mas algo está estranho. Pela primeira vez Mutano não está gritando pelo seu nome e batendo na porta. Apenas está batendo na porta, mas diferente das batidas tradicionais essa está com baixa intensidade como se ele tivesse... hesitando.

Agora Ravena fica preocupada. Será que ele se enjoou? Será que perdeu a vontade de fazê-la sorrir? Será que finalmente desistiu dela? É melhor logo abrir a porta. Quando faz essa ação encontra o Mutano parado.

- Oi Rae – disse Mutano com as mãos nas costas meio que evitando olhar nos olhos dela como se tivesse receoso.

- Sim? – respondeu em seu jeito monótono, mas não corrigiu o metamorfo para não usar o apelido (se bem que gosta quando ele a chama assim). Queria falar algo mais... carinhoso para ele, mas sua atual natureza impede de realizar ação semelhante. O 'sim?' respondido foi o máximo que conseguiu.

- Sabe... eu gostaria.... de .... hum... de falar algo.

É impressão da Ravena ou Mutano está vermelho (claro que o Titan ainda é verde, mas sua face está um pouco avermelhada). A empata não diz nada apenas ergue a sobranceira. O metamorfo espera alguma reação dela, mas ver que a mesma espera uma continuação de suas ações.

- Rae... digo Ravena... há muito tempo... cara não sei para onde começar.

- Comece no princípio.

- No principio, criou Deus os céus e a terra. A...

- Não nesse principio, mas no onde você quer chegar – supri a vontade de rir.

- Desculpe – Mutano fala todo atrapalhado e mais uma vez a empata faz o mesmo esforço para não rir.

- E então.

- Então o que?

- O que você quer falar? – mesmo não demonstrando já está ficando um pouco irritada.

- Sabe o que esqueci – coloca a mão na nuca e sorri sem graça.

- Vou te da uma motivação para se lembrar rapidinho. Ou você se lembra ou você vai ser o primeiro homem a descobrir o que existe na quinta dimensão.

- Tudo bem – disse suando frio. Não por causa da ameaça em si, mas por está falando em realizar seu objetivo. Tinha que realiza-lo e agüentar as conseqüências sendo boas ou não. Na verdade é que ele já não suporta esconder esses sentimentos – eu... eu... euteamoravena.

- Como é que é?

- É isso!

- Isso o que?

- É isso que falei.

- Não entendi nada o que você falou.

Mutano coloca nas mãos na cabeça e fica com a boca bastante aberta. É uma cena bastante cômica e não tarda para que os efeitos aparecerem. Efeitos de uma contração na face da empata e um ar saindo pela boca fazendo um som bastante familiar.

- RA! RA! RA! RA! RA! RA! RA! RA! RA! RA! RA! RA! – Ravena tem um ataque de risos.

- Ra! Ra! Ra! Muito engraçada – desta vez Mutano falou sarcasticamente, mas depois repara em um detalhe – espera aí! Ravena você está rindo?

- Parece que sim – tentou ser sarcástica, mas não consegue fazer com perfeição já que continua rindo sem parar.

- Que demais. Eu sempre achei que você ficaria mais bonita quando sorrisse. Por isso que a amo tanto – quando Mutano deu por si que falou essas tais palavras coloca a mão na boca.

- O que? – Ravena praticamente se congela quando escuta a ultima frase. Esperava qualquer coisa menos aquelas palavras.

Palavras de declaração.

Palavras que mostram o reflexo da alma.

Palavras que sente indigna de escutaras.

Mutano espera alguma reação da Ravena, mas a mesma está em estado de choque. Se seu plano é se declarar então é melhor continuar.

- Ravena era isso que eu queria falar. Pode parecer meio estranho, mas sempre gostei de você. Sempre admirei você. Sempre quis fazê-la sorrir. Sempre quis... – Mutano da uma pausa -... ficar perto de você.

- Mutano eu... – Ravena não tinha palavras. Depois de um tempo sem resposta Mutano

- Eu entendo – abaixa o olhar para não deixar algumas lagrimas saírem – mas fico feliz por ter revelado isso pra ti Ravena. Espero que ainda possamos ser a...

Mutano é interrompido pelo abraço de repente da Ravena. A empata não conseguia falar nenhuma palavras, então resolveu dizer isso nas ações. Lagrimas são derramadas no rosto da garota. Lagrimas de felicidade. Pensava que era um sonho impossível de alguém ama-la, principalmente esse alguém que já tem posse do seu coração.

Já o metamorfo não consegue segurar as lagrimas, mas desta vez são lagrimas de felicidade. Não pensava que sua amada retribuiria esse sentimento. Só cabia a ele retribuir o abraço.

Ambos ficaram um bom tempo abraçados sem dizer uma palavra, mas nesse certo tempo o abraço já era insuficiente para completar os corações dos dois adolescentes. Ambos queriam sentir o sabor do outro através do contato primordial de um casal: um beijo. Só foi preciso se separarem um pouco, mas sem sair do abraço, olharem nos olhos e aproximarem lentamente os lábios.

Essa poderia ser uma ótima cena de um ultimo capitulo de uma fanfic dos Jovens Titans. Seria um beijo inesquecível e memorável abordando dos os detalhes físicos e emocionais dos dois personagens. Mas infelizmente 'seria'.

O destino é um infortunado que vai atrapalhar o auge da cena romântica. Milímetro dos lábios se encontrarem uma luz branca forte intensidade se aproxima. Quando uma luz foi perigosa? Não seria melhor ignorar? Mas existe uma sensação estranha no peito de Mutano, uma sensação de perigo.

- Rae! Cuidado! – o metamorfo empurra Ravena para seu quarto a fim de protegê-la pela luz que está muito próxima de ambos.

- MUTANO – grita a empata enquanto cria uma áurea para se proteger na luz. A próxima cena que viu em seus olhos foi Mutano tragado pela luz, a Ravena entra na luz (que não tardaria de avançar nela também) para a fim de salva-lo.

Não perderia seu amor por nada. Não deixaria nada o separar. Finalmente a ficha caiu para empata e desta vez não vai errar. Consegue ver o Mutano na luz e tenta segurar sua mão, mas de repente aparece uma sensação muito estranha nela. Como se todo o espaço tivesse sendo deformado. Parece que estava para... acordar.

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- MUTANO – disse Ravena em um auto bom tom, quase como grito, que faz os outros Titans se assustarem com ela.

A empata olha para os lados e descobre que não está no seu quarto mais, mas sim na sala principal da torre sentada em uma cadeira com um livro branco na mão. Parecia que estava dormindo. Espera aí! Significa que aquela declaração de amor foi apenas um sonho?

- Amiga Ravena. Você está bem? – pergunta Estelar que está com Silkie no colo.

- Foi... – a empata demora um pouco a se orientar, mas logo descobre que todos os titans estavam na sala. Estelar cuidando no seu animal de estimação, Robin com um jornal na mão perto de sua namorada alienígena (provavelmente estava lendo as noticiais), Cyborgue estava jogando vídeo-game e aparentemente estava Mutano jogando versos com ele (ela não está conseguindo ver algum traço do metamorfo) -... apenas um... sonho – falou a ultima palavra com amargura. Não está gostando nem um pouco em saber que tudo aquilo que passou momentos atrás foi nada menos imagens feito no seu subconsciente.

- Não se preocupe Ravena – disse o Robin – Trigon já foi derrotado.

- Hum... – Ravena estranha esse comentário – eu sei disso. Afinal já passou um ano depois daquele incidente.

- Hã? – disseram Robin e Estelar juntos.

- O que foi?

- Amiga Ravena tem certeza que você está bem? – pergunta Estelar.

- Claro que estou bem.

- Ravena. Bem eu não quero te falar isso, mas foi ontem que... – Robin tenta caçar melhor as palavras -... derrotamos Trigon.

- Acho que vocês estão namorado demais – diz Ravena ironicamente, mas por algum motivo que ela não entenda os dois coram.

- Ravena. Eu e o amigo Robin a gente não namora... pelo menos não ainda... quer dizer... – Estelar esta bastante envergonhada.

- Acho que você está delirando Ravena – disse Robin – eu e Star não temos nada alem da amizade... não é que não queria ter nada... eu e Star nos damos bem... talvez um dia... esquece... Ravena. Você entendeu – até o menino prodígio está meio atrapalhado para falar e sem ter as palavras certas para falar.

- Deixa eu ver se entendi. Ta me dizendo que vencemos Trigon ontem?

Robin e Estelar balançaram a cabeça.

- Que bom retornei ao tempo – disse com o seu melhor sarcasmo – que dizer que vamos enfrentar a Irmandade Negra novamente?

Robin e Estelar olharam com cara de duvida.

- Amiga Ravena. Sei que você não é de contar piadas, mas se você ta tentando contar uma, não está conseguindo. Está nos assustando – disse Estelar.

- Por acaso tenho cara do Mutano?

Para a surpresa da empata Estelar e Robin tem a mesma expressão de duvida. Ela sente que o casal não está brincando já que está sentindo suas emoções e isso está fazendo uma coisa que poucos conseguiram, está assustando Ravena.

- Quem é Mutano? – pergunta Robin.

- Como assim quem é Mutano? – está quase de descontrolando – por acaso se esqueceram do baixinho, verde, imaturo, que conta piadas sem graças, que todo dia se matar junto com Cyborgue de jogar vídeo-game? – pela primeira vez aqueles insultos para o metamorfo doeram no peito, mas o motivo de falar isso porque não está a fim de revelar seus sentimentos para frente dos outros.

- Amiga Ravena não conhecemos ninguém com essas características – disse Estelar.

- E quem está jogando com Cyborgue agora. Por acaso é ninguém.

- Ganhei! – disse uma voz animada após vencer o titan cibernético no vídeo-game – eu sou a melhor.

- É depois de ter pedido dez vezes – disse Cyborgue com sarcasmo, mas em um tom de brincadeira para seu companheiro de jogo – se não ganhasse pelo menos uma se mata.

- Não tou nem aí. O importante que eu venci. Na sua cara – se levanta para fazer uma dança da vitória.

O normal seria o Mutano provocar Cyborgue logo após vencer uma partida de jogo, ou melhor, seria normal ele está agora na sala, mas existe outra pessoa que está no seu lugar.

- O que ela está fazendo aqui? – disse Ravena já deixando transparecer uma raiva.

- Quem? – disse a pessoa Ravena está se referindo olhando para trás.

- E por que Terra está com a roupa da Patrulha do Destino? – pergunta Ravena não acreditando.

É a Terra que estava jogando vídeo-game com Cyborgue, mas ela está com uniforme da Patrulha do Destino. Uma roupa que lembra muito da Mulher Elástica.

- Ué? Se esqueceu que fui atuava na Patrulha antes de me ajuntar com os Titans? – falou Terá.

- Ravena. Você realmente está bem? – pergunta Robin já ficando muito preocupado.

- O que você fez com Mutano? – disse Ravena deixando nítida uma ameaça na voz.

- O que você está falando? – disse Terra com uma cara de duvida.

- Quem? – perguntou Cyborgue.

- Amiga Ravena. Tente entender não conhecemos nenhum Mutano – disse Estelar bem preocupadíssima com sua amiga está agindo muito estranho.

- Como assim que nunca ouviram falar dele – Ravena já está chegando ao nível de desespero. Pode ver quer seu poder está saindo fora do controle em alguns objetos na sala. Algumas janelas estão começando a rachar – o que acontecendo com vocês? Ou melhor ainda são vocês mesmos?

- Ravena se acalme – disse Cyborgue se levantando e aproximando.

- Não se aproximem de mim – uma carga de energia é dissipada acidentalmente assim causando um impacto para aqueles que estavam perto, ou seja, Estelar e Robin, para o azar deles eles caíram no ataque.

- Titans. Segure a Ravena – disse Robin se levantando.

Começou as tentativas de segurar a empata. Cyborgue tentou segura-la com sua força física, mas nem conseguia se aproximar por causa do poder. Estelar estava tendo mesmo problema de Cyborgue. Terra tentava terremoto, que funcionou nos primeiros segundos, mas Ravena já usa levitação que impede de se afetado pelo terremoto. Poderia usar seus poderes com mais intensidade, mas isso significaria colocar a Torre em risco. Já Robin tenta acertar Ravena com ataques rápidos, mas todos são defendidos pelo escudo criado.

- Cyborgue.

- Entendi – Cyborgue entende o plano elaborado pelo seu companheiro, Robin. Ele saca o canhão sônico e dispara um tiro, mas Ravena defende com escudo, porem concentra energia apenas no lado frontal. Enquanto isso Robin passa rapidamente por trás da empata e saca no seu cinto um dardo tranqüilizante que saca no pescoço da empata.

- Estelar.

A princesa de Tamaran nada diz só vai para frente do tiro de Cyborgue com suas mãos para evitar de Ravena ser acertada quando cair inconsciente. E não demora para que a empata caia inconsciente pelo dardo de Robin.

- Mas o que aconteceu com ela? – pergunta Terra.

- Eu não sei – diz Robin.

- Será que Trigon manipulou a mente dela enquanto estava dormindo? – perguntou Cyborgue.

- Meio improvável. Mas de qualquer jeito a Ravena precisa de descanso – responde Robin.

- Quando ela me olhou pensava que iria me matar – disse Terra – ta certo que ela nunca foi com a minha cara, mas hoje foi pesado.

- Calma Terra – disse Cyborgue – deve ser só estresse.

- Tomara. Mas também fica trancada boa parte do tempo no próprio quarto e só ler aqueles livros sem graças como não se estressa.

- Amiga Terra. Você não acha que está sendo dura demais com a Ravena? – perguntou Estelar.

- Talvez tenha um pouco, mas como ela sabe da existência da Irmandade Negra?

- Você sabe o que se trata quando Ravena falou Irmandade Negra? – perguntou Robin.

- Claro. Essa organização são os inimigos numero um da Patrulha do Destino.

- Vamos descobrir mais tarde. É melhor esperar a Ravena acordar e ficar mais calma.

De repente o alarme toca.

- Essa não – disse Terra reclamando – quem a essa hora vai querer roubar a essa hora da noite.

- Vamos logo descobrir – disse Robin – Cyborgue leve Ravena para enfermaria e titans vamos ao ataque.

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Em um setor da cidade onde se guarda tecnologia militar encontra-se dois vilões encontram-se parados um de frente ao outro como se tivesse planejando o próprio passo.

O primeiro é uma mulher adulta de cabelos curtos, lábios carnudos, face magra e olhos azuis acompanhando uma expressão fria e imparcial sendo que ao mesmo tempo revela sua nacionalidade francesa que combina com um corpo bem esbelto. Vestindo uma roupa vermelha vinho sem mangas, com longas botas indo até as coxas de cor preta, um cinto que da a impressão que são dois cintos juntos, luvas negras que ocupam boa parte do braço e uma gola negra. Esse é a Madame Rouge, componente da Irmandade Negra.

Outro vilão é desconhecido. Possui baixa estatura (um pouco mais baixo do que Robin). Está usando um traje que cobre todo o corpo parecendo uma versão masculina da roupa de Madame Rouge tendo a diferença que as luvas são curtas só cobrindo os ante-braços, e no lugar das botas é um tênis preto com alguns detalhes vermelhos, um cinto de metal preto, mangas são longas e usa uma mascara semelhante a do Saco-Tek só que totalmente preta e com alguns traços vermelhos no lado da bochecha dando a impressão de uma raposa.

- Mère. Por que a gente teve que tocar o alarme silencioso? – disse o segundo ser com um sotaque francês, mas não da para saber como é a verdade nitidez da voz por causa da mascara dando a impressão que é uma voz mecânica.

- Faz parte do meu plano atrair os heróis da regiões para cá. Não se preocupe com isso fils – responde com o mesmo sotaque

- Por que a gente não rouba logo de uma vez e não escapa daqui.

- Está tudo sobre controle. E ainda mais os heróis daqui são um bando de adolescente.

- Pra mim isso não é nada afinal também sou um adolescente. Qual o nome da equipe.

- Jovens Titans. Mas não são perigosos.

- Grandpa Immortus sempre diz para não subestimar seu adversário.

- Vejo que você escutou muito aquele velho. Mas eles não são tão desconhecidos assim. Afinal um deles é a mais nova da Patrulha do Destino.

- Nossa aquela loirinha atrapalhada ta aqui? Isso vai ser divertido.

- Então quero que você os distraia enquanto eu me encarrego de realizar o roubo.

- Pode deixar mère. Prometo que não vou decepciona-la, ou não me chamo Night Fox.

- Ótimo – os dois se separam.

Enquanto Rouge vai para o local especifico dentro do prédio atrás do objeto que queira roubar o tal ser que se denominou Night Fox fica esperando os jovens titans. Para se distrair um pouco pretende alongar um pouco.

Com essa distração é capaz de ver a capacidade maleável de seu corpo já que levanta a perna direita até o alto da cabeça facilmente. Depois de um tempo abaixa a perna e levanta a outra fazendo o mesmo procedimento. Depois começa a chutar no ar para treinar um pouco. Seus golpes são rápidos e precisos mostrando que foi muito bem treinado.

Um outro detalhe do vilão é que não apresenta de cara algum tipo de poder, mesmo na elasticidade e dos golpes não apresenta nada de diferente de um ser humano comum, talvez a única diferença é o seu treinamento que pode da impressão de algum efeito sobrenatural.

De repente seus instintos alertam que quatro pessoas chegaram ao lugar. Com uma velocidade de uma raposa e o furtividade de um gato vai à direção onde chegaram os convidados, os Jovens Titans.

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Enquanto isso no Nevermore Ravena encontra-se levitando para encontrar alguém. Ela quer respostas.

Resposta de que aconteceu com Mutano.

Resposta do porque que Terra está no lugar do metamorfo.

Resposta de como retornou no tempo.

Resposta de que diabo está acontecendo afinal.

E existe outro ser pode da essa resposta. É sua própria personificação. Aquela de capa amarela. Conhecimento.

Assim viaja dentro da sua mente para conseguir todas as respostas. Chegando lá para sua surpresa não encontra apenas o Conhecimento, mas sim todas as emoções reunidas e ainda o que mais deixa surpresa é que todas emoções não estão com as expressões que caracterizam suas representações, mas sim uma única expressão que pode ser descrita como tristeza.

Ravena se aproxima das oitos e sem cerimônias já começa a falar.

- Conhecimento eu quero respostas – diz da sua maneira imparcial.

- Eu imaginava que cedo ou tarde você apareceria aqui, então chame todas. Presumo que queria saber o que aconteceu com o Mutano, correto? – diz a emoção de óculos.

- Continue.

- O que aconteceu foi o seguinte...

CONTINUA

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Essa é a minha nova fic sendo agora a terceira fic minha (ou quarta se contar a fic conjunta que ta postada exclusivamente no Nyah) Pela primeira vez um roteiro de uma fic me martelou tanto na minha cabeça que me obrigou a escrever (também que mandou tomar Coca-Cola sem gás hehehehehehehhehe).

Realmente essa fic vai ser o roteiro mais ousado que já escrevi e vai ser a primeira fic em português que vai aprofundar sobre a Madame Rouge. Bem eu gostaria de ter algum tipo de conhecimento de Francês, mas meu conhecimento é zero. Portanto vou me limitar em buscar algumas palavras, veja aqui algumas palavras que usei:

-Mère: mãe;

-Fils: filho;

-Grandpa: vovô;

Essas palavras foram pesquisados na net, ou seja, não tenho certeza de sua grafia e significado.

É a primeira vez que tou trabalhando com personagem Terra, portanto para os fãs da personagem peço perdão por se algum momento fugir da personagem. Me baseio um pouco no cartoon onde sua personalidade tem semelhanças com Mutano é claro que algumas partes vou ter que diferencia-las.

Sobre o destino do Mutano por enquanto vai ser um segredo. Aqueles com a mente mais aguçada vão descobrir facilmente. Sobre as minhas outras fics estou com dificuldade de escrever a continuação de Quadrado Perigoso o que não pode dizer do mesmo de Confusões ao Quadrado.

Sobre Night Fox é um personagem baseado nos HQs da DC. Logo vou revelar sua real identidade. Espero que vocês tenham gostado. Nos encontramos nos próximos capítulos (para aqueles que tão acompanhando minhas outras fics vamos nos encontrar mais rápido hehehehehehhee).