Oieee, olha só essa fic eu escrevi a muiiito tempo atras (tp uns 8 ou 9 anos) com uma amiga minha, entao se algum de voces ja leu outras fics minhas vao perceber a diferença... rsrs
Só que essa fic tem uns pequenos poréns:
1- Ela nao esta terminada e eu NÃO vou termina-la, justamente por ter cido escrita a muitos anos atras.
2- Eu e minha amiga viajamos muito nessa fic, entao terá personagens que nao existem em Harry Potter.
3- Vou posta-la aqui só por consideração.
4- Pode haver alguns erros de pontuação na fic ou alguns outros errinhos que eu não vou conseguir consertar (pq eu vou querer mudar a fic inteira)
5- A fic foi escrita antes do lançamento do 7 livro, portanto não tem nada a ver com o que realmente acontece.
6- Sim, essa fic está sendo reescrita e assim que eu terminar de escrever a fic "Recomeço" eu continuarei a reescrever essa e a mesma será postada aqui no site.
Boa leitura. =D
- CAPÍTULO UM -
A Predição de Harry
Hoje Harry esta "comemorando" seu décimo sétimo aniversário, mas como sempre sozinho em seu quarto. Ele esta apoiado na janela observando o céu azul quando vê um pequeno borrão marrom vindo em sua direção, quando ele se aproxima Harry vê que é apenas a coruja de seu melhor amigo Rony Weasley trazendo um pacote demasiado grande para ela. Quando a pequena coruja chamada Pichitinho alcançou a janela depositando o pacote lá, começou a sobrevoar a cabeça de Harry. Ele ofereceu-lhe a água e a comida na gaiola de Edwiges que ficou meio contrariada. Harry desembrulhou seu pacote ansioso, ele recebeu um grande bolo de aniversário, um cartão e mais alguns embrulhos.
Harry leu o cartão antes de abrir os outros embrulhos:
Caro Harry,
Desejamos a você um feliz aniversário e esperamos que goste de nossos presentes, podem não ser grande coisa, mas é de coração.
Ah, também estamos te convidando para vir passar o resto das férias conosco aqui na Toca, espero que aceite.
Atenciosamente,
Toda família Weasley.
Depois de ler o cartão começou a abrir os presentes. O primeiro foi o da Sra. Weasley, ela deu um suéter verde com a letra "H" bordada de amarelo. O segundo foi de Gina, ela deu uma miniatura de uma Firebolt com o nome de Harry e alguns corações gravados no cabo. O terceiro era um saquinho com caramelos incha-língua feitos por Fred e Jorge. Rony lhe deu o bolo de chocolate com algumas cerejas em cima.
Algum tempo depois chegaram mais duas corujas com mais dois pacotes. Um dos pacotes pertencia a sua melhor amiga Hermione Granger e o outro ao guarda-caça e professor de Trato das Criaturas Mágicas de Hogwarts, Hagrid havia lhe dado o livro que usariam esse ano e um bolo de aniversário com um cartão:
Harry,
Olá! Tudo bem Harry? Bem espero que sim. Este é o livro que usaremos este ano em Hogwarts. Como este é seu ultimo ano na escola espero que se divirta bastante, mas com juízo! Desejo-te um feliz aniversário e até mais ver.
Hagrid.
Hermione também havia lhe mandado um bolo de aniversário com um cartão e mais uma miniatura dos jogadores do time de quadribol que Harry gostava, os Chudley Cannons. Harry pegou o cartão e começou a lê-lo:
Feliz aniversário Harry! Espero que goste do meu presente. Esta tudo bem por ai? Espero que esteja, por aqui esta tudo bem. Rony me chamou para passar o resto das férias na casa dele e falou que ia te chamar. Eu vou e espero que você também vá por que tem alguém que vai ficar muito feliz com sua visita.
Hermione.
Harry guardou seus presentes e seus bolos para comer mais tarde, viu que horas eram e se sentou na cama pensando em seu padrinho que infelizmente morreu quando Harry estava no seu quinto ano em Hogwarts. Dois anos se passaram e Harry ainda sente muita falta de seu padrinho.
Harry só se deu conta da hora quando tia Petúnia o chamou para jantar, olhando o relógio desceu para comer pensando se aceitaria o convite de seu amigo, quando entrou na cozinha percebeu que todos já haviam comido há um bom tempo. Sentou-se para comer e percebeu que tia Petúnia estava na sala cochichando algo a seu respeito com tio Valter, ele tentou escutar a conversa, mas ela estava falando baixo demais para ele poder ouvir, mas sabia que não era coisa boa.
Ele terminou de comer, lavou seu prato e se dirigiu para a sala com intenção de ouvir o que seus tios estavam falando, mas quando se aproximou da sala seu primo Duda apareceu e começou a falar que ele estava espionando seus tios:
- Mãe! Pai! Harry estava espionando vocês.
Tio Valter e tia Petúnia vieram correndo para ver o que estava acontecendo.
- O que esta acontecendo aqui? – perguntou tia Petúnia.
- Por que toda essa gritaria? – perguntou tio Valter olhando bravo para Harry.
- Harry estava espionando vocês dois. – disse Duda com um olhar malicioso.
- Você ouviu alguma coisa do que falávamos? – falou tio Valter já vermelho.
- Não. – respondeu Harry rapidamente.
- Vá para o seu quarto e não saia de lá até amanhã. – falou tia Petúnia apontando para a porta que levava até a escada.
Harry subiu as escadas e entrou no seu quarto, colocou seu pijama e se jogou na cama pensando no que ia fazer, por que ali não ficaria por muito tempo. Ele não agüentava mais viver em uma casa onde todos o ignoravam e só falavam com ele para brigar ou para mandá-lo fazer alguma coisa.
Ele se sentou na cama, abriu a gaveta da escrivaninha e pegou um pedaço de pergaminho e uma pena e começou a escrever uma carta para sua amiga Hermione.
Mione.
Tudo bem por ai? Espero que esteja por que aqui não esta. Eu queria lhe pedir um favor, resolvi aceitar o convite do Rony de passar o resto das férias na casa dele, mas não tenho como ir e gostaria de saber quando você vai. Aguardo sua resposta.
Atenciosamente
Harry.
Ele dobrou o pedaço de pergaminho e amarrou-o na pata de Edwiges. Essa saiu voando pela noite ate a casa de Mione.
Ele resolveu se deitar enquanto esperava sua coruja, e acabou dormindo, mas não tão bem quanto queria. No dia seguinte Edwiges já estava lá com a resposta de Hermione.
Harry acordou com o pio alto de sua coruja, levantou-se e tirou o pedaço de pergaminho da pata dela e começou a lê-lo.
Olá Harry. Por aqui está tudo ótimo, que bom que aceitou o convite, eu vou daqui dois dias, eu falei com meus pais e eles disseram que podíamos passar ai para te pegar! Ah você já falou com seus tios?
Hermione.
Harry pegou um pergaminho e uma pena e escreveu sua resposta para Mione.
Oi Mione. Bem eu ainda não falei com meus tios, mas eles deixando ou não eu vou, não agüento mais ficar em um lugar onde todos me ignoram por tanto pode vir sim e muito obrigado.
Harry.
Ele dobrou rapidamente o pergaminho, o amarrou na pata de Edwiges e a mandou atrás de Hermione. Harry se trocou rapidamente, foi ao banheiro se lavar e desceu para o café, chegando à cozinha encontrou os três Dursley sentados à mesa tomando seu café. Todos os três viram Harry entrando e o olharam com desprezo como se fosse alguém estranho.
- Bom dia. – disse Harry, todos o olharam com mais desprezo ainda – Bem, eu queria avisar que vou passar o resto das férias na casa de meu amigo.
- Por mim tudo bem, é até melhor sem você por aqui. – disse Duda abrindo um sorriso malicioso.
- Esta bem você pode ir. – disse tio Valter olhando por cima do jornal.
- Contando que não volte mais. – falou Duda soltando risinhos.
- Eu irei daqui dois dias com minha amiga, os pais dela passarão aqui para me pegar.
- Como eles virão? – perguntou tio Valter assustado.
- Acho que de carro. – disse Harry tentando segurar o riso quando viu a expressão de medo no rosto dos tios.
Harry terminou seu café, subiu para seu quarto foi até a gaiola de sua coruja, começou a acariciá-la e falou.
- Que bom Edwiges nós vamos sair dessa casa logo.
Sua coruja deu um pio de felicidade e uma leve bicada em sua mão, nisso uma pequena coruja marrom entrou no quarto de Harry trazendo uma carta em sua pata, ela deixo a carta em cima da cama de Harry e foi embora. O garoto então foi até sua cama, pegou o pergaminho e começou a ler reconhecendo ser a letra de Gina.
Harry,
Tudo bem? Espero que sim, bem queremos saber se você vai aceitar o convite de vir passar o resto das férias aqui. Mamãe esta ansiosa para te ver, por que esta com saudades, o resto do pessoal e eu, também estamos com muita saudade de você.
Beijos
Gina.
Harry terminou de ler a carta e ficou pensando que dali a dois dias ele poderia sair daquela casa e visitar seus amigos. Ele se divertiu pensando nas coisas legais que iria fazer com eles, coisas que ele não podia fazer na casa dos Dursley. Ele ficou ali na cama por um bom tempo, até que despertou de seus pensamentos ouvindo a voz irritante de sua tia para ele ir comer.
Depois do almoço Harry começou a juntar suas coisas dentro de seu malão e começou a comer um pedaço de bolo. Depois de comer Harry resolveu se deitar um pouco, não queria descer porque sabia que iria encontrar seus tios lá, e não estava a fim de ouvir desaforos de seu primo idiota. Ficou deitado a tarde inteira e também não quis descer para jantar, antes de dormir ele comeu mais alguns pedaços de bolo.
Dois dias depois Harry já tinha tomado café e estava guardando o resto de suas coisas no malão. Hermione chegou quase na hora do almoço, Harry desceu com suas coisas cumprimentou sua amiga e seus pais, despediu-se dos Dursley e foram embora.
No caminho Harry contou à amiga que não contara aos Weasley que iria e também que recebeu uma carta de Gina. Quando eles chegaram a Sra. Weasley saiu de dentro da casa e foi recebê-los e ao avistar Harry disse:
- Que bom que você veio Harry. Olá Hermione. Vamos entrem.
Eles entraram e todos apareceram na sala para cumprimentá-los, conversaram e logo os pais de Mione foram embora. Rony e Gina levaram Harry e Hermione para seus quartos e deixaram suas coisas, logo depois eles foram para o jardim, Harry e Gina de mãos dadas, eles sentaram debaixo de uma arvore e ficaram conversando por um tempo até a Sra. Weasley os chamar para almoçar.
Depois do almoço todos se reuniram na sala exceto o Sr. Weasley e Percy que estavam trabalhando no Ministério da Magia. Todos estavam conversando.
- Harry, vai fazer o que quando terminar seus estudos em Hogwarts? – perguntou a Sra. Weasley.
- Bem eu pretendo trabalhar como auror. – disse o garoto sentado ao lado da namorada, Gina.
- Que bom você escolheu um bom trabalho, mas tome cuidado porque ser auror é perigoso. – Aconselhou a Sra. Weasley.
- Pode deixar, eu tomarei cuidado. – disse Harry entusiasmado.
Continuaram conversando por um tempo até que cada um foi para um lado. Harry e Gina foram para fora, sentaram debaixo de uma arvore e ficaram abraçados sem falar nada por um tempinho, só curtindo o silencio, Gina então olhou para ele e perguntou:
- Por que você não me avisou que viria?
- Eu queria fazer uma surpresa para vocês. – disse Harry, mas Gina o olhou com cara de que não acreditava no que ele estava falando.
- Aconteceu alguma coisa na casa de seus tios?
- Bem há uns três dias atrás eu desci para jantar e ouvi que meus tios estavam cochichando algo na sala sobre mim, depois que terminei o jantar eu resolvi ir até lá tentar ouvir o que falavam. – Harry deu uma pequena pausa e continuou – Então meu primo Duda me pegou indo para a sala e começou a fazer um escândalo, ai meus tios vieram e me mandaram para o quarto, no outro dia fui tomar café e os três estavam lá quando falei que viria para cá e Duda começou a me irritar novamente. Eu não agüentava mais ficar naquela casa, aqueles trouxas só me irritam e também me odeiam!
- E o que você vai fazer? – perguntou Gina.
- Bem ainda não sei, mas para lá eu não volto! – exclamou Harry.
Gina abraçou Harry e eles se beijaram, ficaram assim por mais um tempo até que Rony, os gêmeos e Hermione apareceram.
- Vamos jogar uma partida de quadribol Harry? – perguntou Rony.
- Claro! – disse Harry – Vou pegar minha firebolt e já volto.
Harry se levantou puxando Gina pela mão e eles entraram juntos para pegar a vassoura de Harry. Depois Gina e Hermione ficaram sentadas olhando os garotos jogarem quadribol até o anoitecer. Quando o jogo acabou, eles desceram de suas vassouras e entraram em casa com as meninas, os quatros garotos foram tomar banho e voltaram para jantar.
Mais tarde todos já haviam ido se deitar Harry porem resolveu se levantar, pois não conseguia dormir, saiu do quarto sem fazer barulho e desceu as escadas até a sala, sentou-se no sofá, pensativo.
- Por que você esta aqui? – perguntou uma voz que Harry reconheceu ser de Hermione.
- Eu não consigo dormir, então resolvi descer um pouco. Mas e você por que desceu? – falou Harry olhando sua amiga que se sentou ao seu lado.
- Eu ouvi alguém descendo então vim ver quem era! – respondeu Hermione – Algo esta te preocupando?
- Bem não exatamente, mas estou com um pressentimento de que algo vai acontecer em Hogwarts este ano.
- Tem a ver com Você-Sabe-Quem? – perguntou Hermione.
- Não sei, alguma coisa me diz que irá acontecer algo muito importante para todos os bruxos e bruxas do mundo. Por favor, não comente nada com Gina e os outros.
- Esta bem, não se preocupe, não comentarei nada com ninguém! – confirmou Mione.
Depois dessa conversa os dois resolveram subir e dormir um pouco.
Algumas semanas depois... Eles estavam na cozinha tomando café quando uma coruja apareceu trazendo algumas cartas de Hogwarts. Nelas estavam às listas de materiais que usariam este ano, então a Sra. Weasley resolveu ir com os garotos até o Beco Diagonal comprar seus livros e completar seus estoques para poções.
Depois do almoço a Sra. Weasley, Rony, Hermione, Harry e Gina saíram via flu para irem ao Beco Diagonal. Chegando lá passaram pelo Gringots e foram comprar suas coisas. Depois de algum tempo, eles decidiram dar uma volta.
- Esta bem, nos encontramos aqui em duas horas! – disse a Sra. Weasley para os quatro.
Todos concordaram e saíram andando, olharam as vitrines das lojas e pararam para tomar um sorvete. Estavam sentados conversando quando ouviram uma voz muito irritante que reconheceram na mesma hora como sendo a voz de Malfoy.
- Ora, ora, ora, veja quem esta aqui! É o Potter idiota e sua namoradinha Weasley. – disse ele para Crabbe e Goyle.
- Cai fora Malfoy. – Disse Rony.
- Ninguém te chamou para nossa conversa. – continuou Hermione.
- Não fale assim comigo sua sangue-ruim. – disse Malfoy olhando feio para eles.
- O que você quer Malfoy, encher o saco como sempre? – perguntou Gina.
- Ora, cale a boca garota. – falou Malfoy levantando a mão para Gina.
Harry se levantou rapidamente, se pos na frente de Gina e disse:
- Não se atreva a encostar um dedo se quer nela.
- E o que você pretende fazer? – perguntou Malfoy num tom de desafio. Harry ia pra cima de Malfoy quando foi segurado no braço por Gina.
- Harry não. – pediu ela, Harry então se virou para ela e os outros e saiu andando, deixando Malfoy para traz.
Um tempo depois eles se encontraram com a Sra. Weasley no Caldeirão Furado e foram embora. Quando chegaram em casa, Gina puxou Harry para fora e o levou um tanto longe de casa para ficar com ele a sós.
- Obrigado por me defender dele. – disse ela dando um beijo na bochecha de Harry.
- Não foi nada, eu não ia deixar esse idiota fazer aquilo com você. – falou ele – Mas bem que ele merecia aquela surra.
- Não, por mais que ele encha o saco vocês não podem bater nele. – falou Gina que segurou o rosto de Harry obrigando-o a olhar para ela – Não é assim que devemos resolver as coisas, Harry. O Malfoy não tem mais jeito, mesmo apanhando ele não vai mudar.
- Você tem razão, não vale a pena sujar minha mão com ele. – disse Harry que logo foi beijado por sua namorada.
- Esquece isso. – disse ela quando terminaram o beijo – Vamos. Vamos dar uma volta.
Ela se levantou puxando-o pela mão, quando se levantaram Harry a agarrou pela cintura e a beijou apaixonadamente, como se não a visse há anos.
Rony e Hermione estavam sentados do lado de fora da casa olhando a paisagem e esperando Harry e Gina voltarem.
- Mione eu... eu queria falar que... – tentou dizer Rony quando foi interrompido por sua mãe que estava à procura de Gina.
- A Gina esta por ai? – perguntou ela.
- Não ela ainda não chegou. – respondeu Hermione.
- Esta bem. – disse ela entrando novamente.
- O que você ia me falar Rony? – perguntou Mione curiosa.
- Nada, deixa pra lá Mione. – respondeu Rony.
Depois de algum tempo Harry e Gina voltaram e encontraram Rony e Hermione sentados do lado de fora da casa, os dois se entre olharam e sentaram-se ao lado deles.
- Gin, a mamãe estava te procurando. – avisou Rony.
- Esta bem, vou ver o que ela quer e já volto. – disse Gina dando um beijo na bochecha de Harry.
Depois de algum tempo ela voltou e os chamou para jantar, Hermione entrou junto com Gina e Harry ficou lá com Rony.
- Aconteceu alguma coisa com você e a Mione? – perguntou Harry.
- Bem não exatamente, eu tentei falar para ela... bem você sabe, mas não consegui. – respondeu Rony.
- E por que você não conseguiu? – perguntou novamente Harry.
- Minha mãe apareceu procurando minha irmã. – disse Rony infeliz.
- O que tem eu ai no meio? – perguntou Gina encostada na porta.
- Nada! – respondeu Rony. – Vamos entrar e comer!
Rony saiu andando e entrou passando direto por sua irmã.
- O que deu nele? – perguntou Gina olhando para Rony.
- Não faço idéia! – mentiu Harry.
- Vocês estão me escondendo algo. – disse Gina desconfiada.
- Bem, vamos jantar estou morrendo de fome. – disse Harry abraçando Gina e entrando para comer.
- Depois te conto o que aconteceu. – cochichou ele em seu ouvido.
Logo depois da janta Harry sentou-se no sofá junto com Gina e contou-lhe porque ele e Rony estavam agindo estranhamente antes do jantar.
- Ele devera ter mais sorte na próxima vez que for falar com ela! – brincou Gina.
Alguns dias depois, eles estavam indo para a estação de King's Cross na plataforma nove e meia que ficava entre as plataformas nove e dez. Chegando lá eles atravessaram a parede discretamente para os trouxas não desconfiarem deles. Rony, Harry, Hermione e Gina se despediram do Sr. e da Sra. Weasley, e entraram para guardar suas coisas.
Eles estavam dentro da cabine sentados um de frente para o outro conversando, quando ouviram a voz de Malfoy no corredor, Hermione fechou rapidamente e silenciosamente a porta da cabine. Malfoy se aproximou e todos da cabine ficaram quietos, ele olhou para eles e abriu a porta.
