Cinderela E O Príncipe De Gelo

by Nicka I


Esplicação básica: A Natássia da estória é a mãe do Hyoga e não a irmã do Alexei! Kamus aparecerá em "semi-OOC" em algumas partes. (ele apenas vai estar mais expontâneo, mas não fará paiadas nem nada do tipo.Não vou mexer muito na perssonalidade dele)

E agora sim, vamos a Fic! Boa leitura a todos!


A estória se passa na França do século XVI, onde dois jovens Kamus Desmoulins e Natássia Philipeaux se apaixonam porém, nossa estória começará um pouco antes deles se encontrarem, na verdade bem antes disso, quando Natássia tinha apenas 9 anos.

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Capítulo 1º: Ganhos e Perdas

- Natássia, tente não se desarrumar por favor! - disse a velha serva.

- Tudo bem, eu vou fazer o possível.

- Não, você vai fazer o impossível também! Afinal de contas a condessa já deve estar chegando e você não quer que ela te veja toda desarrumada quer?

- Não, eu quero que ela tenha uma boa impressão de mim.

- Então, só por hoje, comporte-se como uma dama sim?

- Tudo bem.

- NATÁSSIA! - gritou uma voz infantil.

- O que você quer Gustave? - perguntou Natássia ao se aproximar da janela de seu quarto.

- Vamos brincar?

- Eu disse que hoje eu não sairia lembra?

- Porque?

- Por que eu não posso me sujar hoje.

- Credo, desse jeito você está parencendo uma garota!

- Eu SOU uma garota, seu tonto.

- Eu sei, mas hoje você está parecendo com uma.

- Mas, mesmo assim eu ainda consigo acabar com você!

- Duvido! - provocou o garoto.

- Ah, é? Espera aí... - Natássia sai correndo de seu quarto.

- Lá se foram os bons modos e a boa aparência. - disse a serva.

30 minutos depois...

- O Conde já chegou! - diziam os empregados ao mesmo tempo em que organizavam-se em uma fila.

- Olá! - disse o Conde ao descer de seu cavalo negro.

- Olá! - responderam todos os empregados em unissono.

- Onde está Natássia? - perguntou o Conde.

- Já deve estar chegando, monsieur. - respondeu a serva.

- Já chegamos, Georges? - perguntou uma voz feminina, que vinha de dentro da carruagem.

- Sim, Claudine. - respondeu o conde.

Eis que de dentro da carruagem surge uma garotinha de cabelos lisos e negros assim como seu olhos, seguida de uma outra loira de olhos azuis e de uma mulher de cabelos negros lisos e olhos azuis.

- Papai! - gritou a pequena Natássia ao se aproximar de seu pai, totalmente coberta de lama.

- Chegou na hora certa chéri. - disse Georges ao abrassar a filha toda suja.

- Natássia, olhe para sua roupa! - disse a serva.

- Eu sei... - disse ela envergonhada.

- Não está uma princesa, mas nós podemos fingir não é mesmo? - disse Georges sorrindo.

- Podemos... - respondeu ela com um lindo sorriso.

Natássia sempre foi uma garotinha muito sorridente e brincalhona. Vivia correndo e brincando pelo feudo com seu melhor amigo Gustave, um garotinho que tinha a mesma idade que ela.

- Bem, estas são a Condessa Claudine, sua nova mãe, e suas duas filhas, suas novas irmãs, Pandora e Esmeralda. - disse Georges.

- Comprimentem sua meia irmã meninas.

- Enchanté! - disseram as duas em únissono enquanto faziam uma leve reverência.

- Mon nom est Natássia, enchanté! - respondeu Natássia, fazendo a mesma reverência.

Mais tarde no quarto de Natássia...

Natássia está deitada em sua cama e seu pai está sentado a seu lado.

- Eu trouxe este livro para você.

- Danton, le processus de révolution. - disse Natássia ao ler o título do livro.

- Você vai gostar.

- Revolução? - disse ela.

- É um conto sobre a vida de um revolucionário.

- Ele existiu de verdade?

- Não chéri, é só uma história.

- E o senhor vai ler um capítulo pra mim hoje, não vai?

- Hoje não chéri, eu estou muito cançado da viajem, aliás, eu tenho que ir para Avignon daqui a duas semanas.

- Por quanto tempo?

- Três semanas.

- Uma. - disse a garotinha.

- Não, chéri, três!

- Uma!

- Duas. - disse Georges

- Uma! - insistiu a garota.

- Par... - disse ele levantando a mão direita.

- ímpar! - disse ela também levantando a mão direita.

- Três! Ganhei! - disse Natássia.

- Bon, vous gagnez, uma semana. - disse ele.

- OBA! - festejou ela. - Veja pelo lado bom papai, agora você é um marido, não pode se ausentar durante muito tempo.

- Sim, a gora eu sou um marido, mas antes de qualquer coisa eu sou e sempre vou ser um pai. O seu pai!

- E eu sempre vou ser sua filinha! - disse ela sorrindo.

- Eu sei. - disse ele passando a mão no rostinho da garota.- agora vá dormir, porque já está muito tarde para uma mocinha como você estar acordada.

- Tudo bem, bonne nuit papai.

- Bonne nuit, chéri! - respondeu ele, cobrindo Natássia.

Duas semanas depois...

Todos se encontravam em uma fila do lado de fora do castelo assim como no dia da chegada, mas dessa vez a fila era para ver Georges partir.

- Ai meu braço. - murmurou ele ao tentar segurar as rédeas do cavalo.

- Está bem monsieur? - disse um servo.

- Oui! - respondeu ele.

- Au revoir! - disse Natássia.

- Au revoir! - disse Georges e saiu cavalgando em direção a saída.

A condessa e suas duas filhas comessaram a se retirar.

- Esperem, ele sempre acena nos portões. É tradição! - disse Natássia.

Claudine e Pandora entraram no castelo, enquanto Esmeralda permanesseu parada no mesmo lugar e Natássia correu em direção aos portões para ver seu pai acenar.

Quando se aproximava dos portões Georges sentiu uma forte dor no peito e caiu do cavalo.

- PAPAI! - gritou Natássia, enquanto corria em direção a seu pai.

A Condessa e sua filha, Pandora ouviram o grito e sairam correndo em direção aos portões, assim como Esmeralda e os servos.

- Georges! - chamou Claudine, que jazia ajoelhada com Georges em seus braços.

- Papai! - disse Natássia, chorando, ajoelhada diante de seu pai.

Por alguns segundos Georges olhou para Claudine, mas logo depois desviou seu olhar para Natássia e segurando o pequeno rosto, molhado pelas lágrimas, da garotinha em sua mão direita, ele proferiu suas últimas palavras:

- Je t'aime... - logo em seguida os olhos azuis se fecharam para nunca mais se abrir.

- Georges, Georges, você não pode me deixar aqui! - gritava Claudine, que foi retirada de lá por um servo.

- Papai. Não me deixe! - dizia a pequena Natássia, que se mantinha abraçada a seu pai.

Duas servas tentaram tirá-la se lá mas, a pequena gritava enquanto se mantinha abraçada ao corpo já sem vida de seu pai.

- Natássia, soute-o. - dizia uma serva.

- Deixem-me em paz!

- Natássia!

- Papai, não me deixe sózinha, por favor! - emplorava ela aos prantos.

- Você não está sózinha Natássia. Você tem a mim, a minha irmã e a minha mãe. - dizia a pequena Esmeralda, ajoelhada ao lado de Natássia.

- Papai... Por favor! - dizia Natássia.

Continua...

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A estória está começando bem morninha, mais no próximo capítulo ela terá mais emoção!

Para quem não assistiu o Filme: "Danton, o processo da revolução" e não entende francês (assim como eu!rs), os sobrenomes de Kamus e Natássia se pronúnciam, Desmolans e Filipô, respectivamente.

E chegamos ao "Momento Tradução", desta vez eu terei ajuda do Kamus.

Nicka I: Vale! Vamos a empezar!

Kamus: O que?

Nicka I: Ok! Vamos começar!

Kamus: Ah, sim...

Nicka I: Primeira palavra: Monsieur

Kamus: Senhor.

Nicka I: Enchanté

Kamus: Prazer

Nicka I: Mon nom est Natássia, enchanté!

Natássia: Eu traduzo esta (ía ficar muito estranho Kamus falando isso!rs) Me chamo Natássia, prazer!

Kamus: Merci, mon chéri.

Natássia: Não foi nada.

Nicka I: Prosseguindo, a próxima frase é: Danton, le processus de revolution.

Kamus: Danton, o processo da revolução.

Nicka I: Bon, vous gagnez

Kamus: Ok, você ganhou

Nicka I: Bonne nuit!

Kamus: Boa noite!

Nicka I: Oui.

Kamus: Sim.

Nicka I: Au revoir!

Kamus: Adeus!

Nicka I: Je t'aime!

Kamus: Eu te amo!

Milo: Ai, eu também!

Kamus: ¬¬

Milo: Desculpe Kamyu, eu não podia perder a piada! hahahaha!

Nicka I: De onde você apareceu criatura?

Milo: Eu tava aqui assistindo a novela.

Nicka I: ¬¬

Kamus: ¬¬

Natássia: ¬¬

Milo: Que foi?


Beijokas pessoal, e comentem!