No Amor e na Guerra vale tudo certo? Mas o que fazer quando a rival é uma modelo profissional que arrebatou primeiro o coração do rapaz? Rukia vai ter que lutar para conquistar a atenção de Ichigo, e afasta-lo de sua noiva Orihime! Vou tentar mostrar romance, cenas divertidas, ação novelesca...Enfim leiam pra saber! Mas só pra alertar, esta fic é completamente IchiRuki! Então quem curte Inoue... não leiam, não vão gostar! rsrsrsrs
Disclaimer: Infelismente Bleach não é meu, mas a estória sim, então neste mundo alterno eu vou me esbanjar com os personagens e fazer tudo aquilo que gostaria que fizessem! Ah! Ouviu isso Tite? - Ops, corre, corre!
– O que a faz acreditar, que o que sinto é algo importante? – Perguntou Rukia, na defensiva.
– Seria porque você não tem comido direito a mais de um mês, não dormiu no mesmo período, e anda explodindo por qualquer coisinha? O curioso é que faz exatamente um mês que o filho de nossos queridos vizinhos, vem frequentando a nossa casa! – Apertou o queixo, fazendo pose de Sherlock Holmes.
– Deixa de besteira, Ran! Não tem nada a ver com Ichigo! E sabe muito bem disso! – Saiu batendo a porta a trás de si.
– É prima, você foi flechada pelo amor, e o pior, que é pela pessoa errada! Não tem como alguém como você conseguir arrebatar aquele pedaço de mau caminho da voluptuosa Orihime!
Rangiku se acomodou na cama da prima. Compartilhavam o quarto desde que veio morar com a tia Hisana, e sua prima Rukia há dois anos. E a conhecia muito bem para saber que a pequena morena estava morrendo de amores pelo lindo Kurosaki Ichigo, que voltou para visitar os pais, depois de se formar em Harvard, em medicina, e apresentá-los sua noiva Inoue Orihime, uma modelo profissional canadense. O pouco contato que a loira teve com a ruiva, já lhe deixou claro que a moça não era flor que se cheire, e estava desesperada ao ver que a inocente prima estava perdidamente apaixonada pelo rapaz.
Rukia era além de sua prima, sua melhor amiga e confidente. Sabiam tudo uma da outra. A prima a havia apoiado quando ela terminou seu longo noivado com Gin, onde se desesperou e atentou contra a própria vida. Sua tia e Rukia a acolheram com carinho e muito amor, e isso lhe deu força para continuar a viver, e agora tinha em companhia seu novo namorado, Renji, melhor amigo de Rukia, responsável por unir os pombinhos. Devia isso a ela. Rangiku sabia que Rukia ainda era "BV", e nunca tinha se apaixonado por ninguém, a não ser a paixão platônica que sentiu por seu professor de Biologia, Shiba Kaien, e nada mais que isso. A tia vivia dizendo que a filha havia puxado ao pai, que só sabia ter olhos para o trabalho, e mais vivia viajando que em casa, coisa que já se acostumaram, de todo modo.
– Preciso fazer alguma coisa por você priminha! – Matsumoto pegou o celular e discou rapidamente para Neliel, sua colega de trabalho no hotel luxuoso do centro de Karakura. Como tinham praias limpas e de areias brancas, muitos turistas se hospedavam na cidade para aproveitar o sol de verão do Japão, que não era tão forte como em outros lugares, mas belo e cálido o bastante para aproveitar-se dele.
– Alô, Nel? Tudo bem menina? Precisamos conversar urgente! A Kia está em perigo, e preciso de sua ajuda!
Ouviu uma reclamação inteligível de Nel, do outro lado da linha. Sabia que a bela garota dormia durante o dia para estar mais apresentável à noite, aonde serviam como garçonetes de luxo no hotel.
– Até parece que eu sinto algo por aquele idiota de cabelo ridículo! Aff! Só a Ran-chan pra ter essas ideias...
– Idiota de cabelo ridículo? Quero acreditar que não esteja falando de mim, correto?
Estava na minha frente com as mãos na cintura, vestido com seu jaleco branco, e por baixo a roupa impecavelmente passada, com seu sapato lustroso. Seu sorriso brincalhão, denotava com os rebeldes cabelos laranja, que me chamaram atenção desde o primeiro dia em que o vi. Ele parecia o deus grego, que minha colega de faculdade me mostrou há algumas semanas. O que dizer? Ele era um sonho. Médico de Harvard, voltou a Karakura com suas notas e diploma de louvor. Estava trabalhando há algumas semanas no hospital central da cidade, e já se preparava para ser o responsável pelo setor cirúrgico, devido seus bons serviços e conhecimento. Além de ajudar o pai na pequena clínica contígua a sua casa. Os Kurosaki eram nossos vizinhos há cinco anos, e não havia tido a oportunidade de conhecer Ichigo, quando minha família comprou a casa ao lado da deles. Ele já havia partido para os Estados Unidos para cursar sua prestigiada bolsa de estudos. Sempre escutava com curiosidade os relatos de Masaki-san, a mãe de Ichigo, sobre o desempenho exemplar do filho, sem falar no pai que o venerava por escolher a mesma profissão. Suas duas irmãs mais novas, o tratavam como herói, e não era à toa, apesar de ser um exímio estudioso, era um atleta, adorava esportes como futebol americano, futebol tradicional, natação e surf... Enfim, me deixava sempre sem fôlego. Mas ele tinha um terrível defeito! Afinal ninguém é perfeito, é?
– Kurosaki-kun? Você vem ou não?
Uma ruiva de fartos seios, largo quadril, acenava eufórica do jipe estacionado em frente à garagem dos Kurosaki. Era o defeito de Ichigo: Inoue Orihime. Uma descrição mais detalhada dela? Bem ela é linda, por isso é modelo profissional, tem a mesma idade que Ichi, e por acaso sou seis anos mais nova que o "laranjinha". Ela era uma mistura de canadense com japonês, já que sua mãe era canadense e seu pai japonês. Sua voz era estridente, mas ela não precisava dela, já que o que importava era seu corpo escultural com o qual vendia revistas femininas de trajes de banho, um verdadeiro descaro se me permitem dizer.
– Vai logo morango-san, senão sua noiva vai se irritar igual na semana passada, que fez um escândalo quando sua prima Tatsuki veio lhe visitar, e te arrebatou dela! – Falei com escárnio, ainda lembrava a cena.
Foi muito divertido ver a karateka avançar contra a ruiva e quase arruinar sua carreira com um olho roxo, do soco que deu. Era isso o que mais gostava em Tatsuki, sua coragem, por que por vezes senti vontade de fazer o mesmo.
– Pode ser! Mas depois conversamos mocinha!
Me brindou com o mais lindo sorriso, e saiu acenando de costas pra mim. Sinceramente não sei o que um cara como este fazia com essa... Ah esquece; qualquer um em seu juízo ficaria com uma mulher como Orihime! Eu não tenho salvação.
Observei ele se jogar a direção, sem fazer questão de abrir a porta, e arrancar com o carro, recebendo dezenas de palavrões da namorada, que temia perder o penteado que deveria ter levado horas para fazer.
– Ai Kia, se enxerga! Bem! Deixa a deprê pra lá! Tenho que ir ao mercado comprar tofu, nabos e missô pro jantar de hoje! Mamãe vai ficar até tarde no escritório! E ainda tenho aqueles trabalhos maçantes da faculdade de biomedicina pra terminar. Vamos à luta!
Saio correndo pela calçada.
Essa é minha vida: ter dezoito anos e ser uma universitária exemplar da faculdade de Tókio. E como se não bastasse, ser apaixonada pelo vizinho mais cobiçado da cidade.
– O que será de mim?
Me envergonho de minha pessoa. Mas fazer o que, essa sou eu.
Espero poder ter a aceitação de vocês! O que mais desejo é que se divirtam com esta fic e me mandem reviews para que eu possa saber se estou realmente progredindo ou não! No mais espero que estejam no próximo capítulo! Grande beijo, e sejam bem vindos a mais nova fic de muá!
JJ
