Saint Seiya não me pertence e sim a Kurumada além dos respectivos meios... Como sabem é uma diversão sem fins lucrativos e toda aquela história que estamos cansados de ler.
Beta: Sem.
Resumo: Até onde o amor de uma pessoa suportaria a dor da perda? Será que a aparência é mais importante que o sentimento? Uma morte, um pacto, um Deus e um homem cego de amor poderiam destruir a tudo e a todos?
Aviso: Sim vou retornar algumas fics aos poucos e antes que alguém venha com mais um comentário falando besteira é porque não sabe o que algumas pessoas passam.
Essa história sujeita a mudanças. Infelizmente não posso classificá-la como Yaoi nem Hetero e os motivos serão explicados no decorrer da trama. Peço gentilmente que tentem compreender essa pessoa que escreve por diversão. Bem para quem não esta nem ai... Boa leitura!
Nunca te esqueci. Sempre te amei.
Prólogo
Uma jovem de longos cabelos loiros, pele alva e olhos verdes; trajando um vestido de uma alça só no estilo grego semitransparente, desfilava altiva, demonstrando toda a sua beleza.
Caminhava pelo sinuoso palácio seguindo para uma sala onde sentiu que havia alguém, nunca recebia visitas, pois as poucas vezes que receber os visitantes não tiveram um destino glorioso.
Assim que adentrou a sala ricamente decorada com peças de várias partes do mundo, tanto do passado, como do presente e do futuro, o viu. O jovem de longos cabelos azuis claros, olhos azuis límpidos e pele bronzeada; trajava uma roupa grega na cor azul turquesa, estava deitado em cima de almofadas indianas, esboçava um sorriso gentil e olhou os dois vultos atrás da jovem.
- Seus guardas são interessantes.
- O que veio fazer aqui? – Ela o olhou com ódio e os dois vultos saíram da escuridão revelando ser um lobo e um leão. – Espero que você não faça mal ao estômago deles.
- Creio que a notícia que tenho vale a pena o risco – Olhou os dois felinos. - Vir até aqui e ser quase comido pelos seus animaizinhos.
- Diga logo o que deseja. – Os dois felinos se afastaram. – E se não for...
- Posso usar o seu espelho? – A interrompeu antes que virasse outra coisa.
Fez um gesto majestoso com a mão, concedendo liberdade para que ele se dirigisse até um enorme espelho, onde se podia ver o corpo inteiro refletido. Contudo, a função daquele espelho era para ver o mundo dos humanos. Com um gesto o jovem mostrou uma imagem.
- O que tem haver o Santuário de Atena com a sua visita? – Ela o questionou.
- Tive uma visão do futuro.
- E?
- As coisas não são tão simples minha cara. Ele irá voltar...
- Fala de Ares?
- Sim. – Ela o observou bem. – Mas o plano dele não sairá como deveria ser.
- É uma boa notícia...
- Seria uma boa notícia se o pacto feito entre ele e o humano não desse a um mortal pleno poderes. – Viu a jovem se sentar em um dos divãs que havia na sala. – E dominar o mundo.
- E o que isso tem a ver conosco? – O lobo se sentou perto dela e o leão continuou em guarda perto da porta. – Eles são humanos e nós, Deuses...
- Se nós, os Deuses, não estivéssemos ameaçados. Acha que o mundo vai ser o bastante para ele? Haverá fatos que o levará a loucura e ele culpará os Deuses, não só Atena, ou Hades por ter levado a pessoa que ele ama, mais Poseidon e os outros. Aos poucos ele vai conseguir nos destruir...
- Espera! – Aquela informação não podia se espalhar para os outros Deuses, senão haveria uma caça ao mortal. - Você está me dizendo que um mortal vai acabar com os Deuses. Todos os Deuses. – Frisou bem a última frase.
- O ódio irá consumi-lo aos poucos e nada será bom o suficiente. Nem mesmo acordos o pararão. O mundo será devastado por um novo Deus. E as pessoas serão escravizadas, ficando a mercê de um mortal que reinará por toda a eternidade.
- Isso é uma visão do inferno. – Não estava gostando de nada naquela visão. – Ou talvez pior.
- Por isso vim aqui.
- E em que eu posso ajudá-lo?
- Tenho um plano que poderá colocá-lo no eixo, mas isso terá consequências. Antes de vir aqui, fui procurar Zeus e ele ordenou que eu mencionasse o nome do mortal. Mas fiz um acordo.
- Que acordo?
- Eu e você vamos domar a fera...
- Você é louco.
- Não. – Talvez fosse um pouco. Sorriu. – Sou esperto.
- Mas quando colocarmos o plano em prática, Zeus não irá tentar algo?
- Fizemos um acordo e ele vai cumprir a sua parte.
- Diga logo qual é o seu plano. – Estava com medo das causas e consequências. – Se não conseguirmos, o que Zeus fará?
- O eliminará, mesmo ele sendo um valoroso cavaleiro de Atena.
- E posso saber o que vai levar a morte da pessoa amada desse mortal?
- A imagem não era nítida, mas seja qual for a forma que essa pessoa irá morrer, os sentimentos dele iram trazer um mal inimaginável. Ares vai entrar em seu coração, mas nem mesmo o poderoso Deus da guerra conseguirá dominar um mortal apaixonado que perdeu sua razão de viver...
- E por que não ressuscitar? – A solução estaria em trazê-lo de volta dos mortos.
- Ares destruiu a alma do mortal antes mesmo que Hades tivesse a chance de revivê-lo.
- Eu não quero saber de nada. – Levantou e começou a andar em círculos. – Quando começamos?
O jovem começou a relatar o seu plano e viu a expressão da jovem a sua frente mudar entre alegria e tristeza. Tinham de sacrificar alguns sentimentos para o futuro ser modificado.
Passaram horas e horas conversando até decidirem começar. Começariam assim que vissem o sinal da mudança, antes que o mortal morresse, eles entrariam em ação. Só esperavam que as provações que os dois passariam não piorassem a situação ou tivesse consequências piores.
Agora quem tomaria as rédeas da vida deles e dos Deuses, seria o destino.
Continua...
Bem essa história é um sonho antigo, tinha lindo algo sobre gravidez masculina e a transformação de homem em mulher. Então fiz uma pesquisa legal e fiz, não digo uma versão, mais uma história inovadora que vai deixar você sem saber se torce por um ou por outro. Sei que no primeiro capítulo ninguém percebe o que a história nos reserva, mas como eu já mencionei não posso classificá-la como algo se no desenrolar da trama as coisas iram mudar radicalmente. Deixo com um pouco de mistério com relação aos personagens e o que os reservam no próximo capítulo.
