DISCLAIMER: Saint Seiya (a série, não somente o pangaré alado) pertence a Masami Kurumada e Cia. E essa cambada não sabe a sorte que tem... (suspira)

RESUMO: OOC. Porque o Tio Kuru provavelmente nunca abriu um livro de Astrologia na vida... como seriam os dourados se tudo estivesse mesmo escrito nas estrelas?

DEDICATÓRIA: a toda a família Kuruta Sorovar, que amo de paixão. Mas especialmente, claro, à minha querida fiota BEAUTYMOON, que está fazendo níver (beija a integrante mais equilibrada da família) e me pediu de presente para desencavar esse projeto que já tenho há um bom tempo. Também a minha outra fiota querida VIRGO NYAH, que foi a primeira a rir da minha idéia besta XD

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Olá a todos! Antes de mais nada, gostaria de que lessem esta introdução para que pudessem compreender a dinâmica que a fic terá.

Foi uma idéia meio besta, na verdade. Todos costumamos adorar (ou pelo menos ter uma simpatia especial por) o cavaleiro que representa o nosso signo – graaaande Aldebaran, hehehe! Ahem! E um dia, estava eu pensando... afinal, os cavaleiros de ouro não representam as constelações do Zodíaco? Sim, sim. E por que cargas d'água não condizem com as características de cada signo?!

Antes que algum cético me contradiga, eu sei: as constelações astronômicas hoje divergem das que são consideradas astrologicamente. Eu mesma – juro! – gosto tanto de Astronomia que considero a Astrologia como um hobby, e não baseio TODA a minha vida por ela (apesar de não resistir a ler meu horóscopo sempre que dá). Um hobby meio doentio, admito (olhando a penca de livros a respeito no armário), mas ainda assim, só isso. Portanto, não me considerem uma reacionária maluca que quer ver o Kurumada reescrever a série inteira. Os dourados são irresistíveis do jeitinho que são n.n

Mas ficou a curiosidade: como seria a série se o Kurumada fosse adepto desse modo zen de ver o Universo? E daí apareceu o projeto...

Trata-se, na verdade, de uma série de one-shots independentes umas da outras, ou seja, um capítulo não será a continuação do anterior, e sim um conto diferente. Fiquei em dúvida se seria melhor apenas parodiar cenas da série, mas me aconselharam (no que concordo plenamente) a criar a própria história.

Apesar de serem independentes, os contos terão os mesmos vilões (sim, no plural), personagens originais meus (que vou patentear porque não sou boba Todo mundo faz, também quero meu quinhão robert). A razão para isso é mostrar como cada signo se comportaria em batalha.

São esperados, além deste prólogo, doze capítulos (contos), cada um enfatizando um signo do horóscopo ocidental e um epílogo. Não pretendo alinhar a publicação de cada signo com o mês de publicação, até porque não posso garantir uma periodicidade na postagem (facul é isso aí u.u).

Antes de cada conto, haverá uma breve descrição do arquétipo zodiacal a ser abordado, junto com um rápido "Estudo de caso". Nesse trecho, tecerei alguns comentários sobre o modo com que o personagem é abordado na série, traçando um paralelo com o que a Astrologia professa.

Próxima parte: o texto propriamente dito. O personagem da vez terá sua personalidade modificada para se adequar ao próprio signo. Que fique claro: os outros personagens terão as características semelhantes às que lhes são conferidas pela série ou pela maioria das fics. Ou seja: no capítulo "Câncer", Máscara da Morte será o canceriano mais canceriano que existe, mas Mu não será um típico ariano e permanecerá sereno como de costume. Qual a finalidade disso? Simplesmente ressaltar aquela modificação, e não transformar o Santuário na casa da mãe Joana. Portanto, no capítulo "Câncer" teremos um canceriano verdadeiramente regido pela Lua... e no capítulo "Leão" teremos de volta o italiano colecionador de cabeças.

Mais ainda: não considerem a personalidade nova como uma transformação. Na história, será como se o personagem sempre tivesse tido aquelas características.

Um detalhe importante: apesar de alguns cavaleiros de bronze provavelmente também aparecerem durante os contos, não pretendo modificá-los em momento algum. Ou seja: no capítulo "Aquário" teremos um excêntrico Camus ao lado de um Hyoga que ainda chora pela mãe u.u O mesmo vale para Shion e Kiki, arianos que não terão suas personalidades alteradas.

Kanon? Bom... é um caso a se pensar.

O primeiro capítulo, já postado, é referente ao signo de Áries. Espero que gostem! Críticas e sugestões (bem-fundamentadas, claro, e com MUITA educação, que meus olhos não são penico) são muitíssimo bem-vindas. Hummm... e elogios também, lógico!

Vemo-nos no próximo capítulo!

Lune Kuruta Sorovar.

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Referências:

- FIORILLO, M.P.; SIMONSEN, M. Use & abuse do seu signo: tudo o que você queria saber sobre o seu signo e nunca lhe contaram. Porto Alegre: L&PM, 2005.

Comentário: sabem a página esotérica do portal Terra? Os textos das descrições dos signos e das combinações foram inteiramente chupinhados deste livro de bolso. Eu recomendo! Com uma linguagem descontraída e textos deliciosos, as autoras descrevem de forma simples cada um dos doze signos. Para iniciantes e curiosos é perfeito.

- HARRISONx, M; LI, M. O livro de bolso da astrologia: um guia prático para o seu autoconhecimento. Porto Alegre: L&PM, 2003.

Comentário: este livro é um pouco mais completo. Traz um resumo da história da Astrologia, astrólogos famosos ao longo da História, os doze arquétipos zodiacais, os dez "planetas". Mapas astrológicos, o que são os modos dos signos (as grandes cruzes), o que significam as casas astrológicas, as grandes eras (os Grandes Meses do Grande Ano de Platão - afinal, todos falam na tal "Era de Aquário", mas poucos sabem o que isso significa) e os aspectos que vivem aparecendo em horóscopo de jornal (Lua em oposição a Saturno? Anhé?!), além de um interessante glossário de termos astrológicos. Ainda traz um apêndice com o qual o leitor pode calcular seu ascendente de forma simples, rápida e com poucos erros (bom, comigo deu certo...). Vixe! Deu pra ver que não é uma leitura light, mas é bastante didática. Indicado para aqueles que querem entender um pouco mais (e bota "mais" nisso) do assunto. Riquíssimo!

- CRAWFORD, S; SULLIVAN, S. O poder dos aniversários: a influência dos dias, estrelas e números em sua vida. Tradução de Walter Agostinho. 2. ed. São Paulo: Ediouro, 2005.

Comentário: na verdade, este livro tem doze volumes, um para cada signo. A premissa é simples: por meio da análise de signo, decanato, numerologia, estrelas fixas e Sol progredido de cada dia do ano (os 366, mesmo), as autoras descrevem as características inerentes aos indivíduos que nasceram nele. Claro que o volume que eu tenho em mãos é o de Touro, mas o que vou usar dele neste projeto é apenas o começo, que é comum (creio) aos outros onze: uma introdução que fala também dos arquétipos zodiacais. Ficar pensando em numerologia e o escambau foge aos propósitos deste projeto.

- Manual da Maga e Min. Abril, 1973.

Comentário: ooh, nem me perguntem a autoria (com certeza foi antes de eu nascer). Meu pai (até hoje não acredito: o cético do meu pai!) comprou esse livro há pelo menos uns vinte anos, e calhou de vir parar nas minhas mãos. Não tem capa e algumas páginas foram perdidas, portanto carece de dados bibliográficos. Mas pelo que pude pesquisar, a primeira edição desse livro infantil brasileiro (siiim, da Disney do Brasil) data de 1973, lançado pela Editora Abril. Fala de folclore, lendas brasileiras, personagens mitológicos, além de historinhas em que Madame Min e Maga Patalójika (quem nunca ouviu falar nessas duas não teve infância) tentam roubar a famosa moeda número 1 do Tio Patinhas. Ah, e ainda ensina a fazer truques de mágica bem simpáticos. Certo, é pra crianças, mas tem muita coisa legal.

Pra quem chegou até aqui... parabéns! E agora, por favor, basta apertar a setinha aqui no canto para ler o primeiro capítulo! Inté!