Finalmente Cronos estava morto!

Liana deixou cair a espada no e caiu de joelhos. O Olimpo estava em ruínas, os palácios,os jardins,as estátuas,estava tudo destruído, com excepção da sala de trono que ainda estava condições,raças ao sacrifício de muitos semi-deuses, mortos em combate.

" Finalmente, acabou tudo " pensou Liana antes de desmaiar devido a perda de sangue, causado pelos enumeros ferimentos.

- Liana!

Poseidon correu na direcção a Liana assim que chegou ao Olimpo. Ajoelhando-se, ele virou a filha e o que viu o deixou angustiado: a cara da Liana estava em sangue, o seu corpo apresentava enumeros ferimentos, causado pelo foice de Cronos.

- Oh céus! - Murmurou Poseidon.

O Deus dos Mares pegou na filha ao colo e invocou uma grande quantidade de agua, em forma de esfera e, com cuidado, colocou a filha no seu centro.

- Poseidon?

Poseidon virou-se e viu o seu irmão Zeus, acompanhado pela sua filho Thalia, que tinha sido curada pelo Apolo.

- Como esta ela? - Perguntou Zeus, olhando preocupado para a Liana.

- A beira da morte - respondeu Poseidon, observando as aguas a tentarem curarta filha-, as suas feridas são tão graves que em sei se vai sobreviver ate amanha...

- Talvez Apolo... - começou Thalia mas foi interrompido por Poseidon.

- Estas aguas são especiais - disse Poseidon -, tem um grande poder curativo, maior do que do Apolo, se elas não poderem a curar...

Poseidon não continuou, parecia ter uma bola na garganta. So de pensar que a sua filha, a sua menina, não pudesse sobreviver, o deixava desesperado, doente. "Tudo por causa daquela maldita profecia!" pensou Poseidon que jurou que, se a Liana viesse a morrer, ele iria fazer aquele maldito Oraculo desejar nunca ter existido!

- Poseidon, não há nada que possas fazer - disse Zeus, pousando a mão no ombro do irmão. - Vem...

- Nao...

- Não se preocupe, tio - disse Thalia, aproximando-se. - eu fico aqui a vigiar o Cabeça de Algas e se acontecer alguma coisa, eu irei avisa-lo!

Poseidon pareceu hesitar.

- Não o podes ajudar se estiveres esgotado, Poseidon - refilou Hades, que se tinha aproximado. - Vai descansar.

Resignado, Poseidon seguiu Zeus através das ruínas do Olimpo ate a sala do trono, transformado em enfermaria. Thalia sentou-se no chao, observando a prima no meio das aguas, lembrando-se do combate entre Liana e Cronos. Nunca vira nada assim, eles mexiam-se tão rapidamente que era quase impossível ver os golpes. Em 5 anos, Liana tornara-se incrivelmente poderosa, não deixando duvidas que era a semi-deusa mais poderosa que alguma ver existiu. Não admirava que Poseidon a amasse tanto, que pai não ficaria orgulhoso por te-la como filha. Ate Zeus e Hades, que nunca simpatizaram com nenhum sobrinho, tinham afeição por ela!

- Como esta ela?

Thalia virou-se e viu a Clarisse e o Nico, acompanhados por outros semi-deuses.

- Pelo o que ouvi, mal muito mal - respondeu Thalia, preocupada. - Como estão as coisas?

- Os deuses tomaram conta da situação, eles encaminharam os feridos para a sala do trono e Apolo esta, neste momento, a efectuar uma cura colectiva. - Informou Clarisse. - Hades esta a tratar dos mortos.

- Quantos?

- Dos quarenta? Cerca de 20 morreram - informou Nico sombremente. - 5 filhos de Ares, 3 de Apolo, $ de Hefesto, 3 de Atenas e 5 de Hermes.

Thalia suspirou.

- O que vai acontecer agora?

- Os deuses irão evocar os ciclopes e os gigantes para a reconstrução do Olimpo já amanha e quando a Liana acordar, e vai acordar, iremos celebrar a nossa vitoria com uma grande festa! - Informou Nico.

Todos sorriram e, juntos, velaram pelo sono reparados da Grande Heroína do Olimpo.