Capítulo 1:

Autoria: Sim, depois de um longo recesso, a Parceriaoficial está de volta à ação!

Revisão: Ora uma, ora outra.

Classificação: 16 anos – por conter violência, palavras de baixo calão e outros aspectos inerentes ao programa.

Sinopse: Dessa vez, não vamos escrever sinopse. Quem quiser se arriscar, leia e seja o que Deus quiser.

N/As: Não sei se vamos conseguir manter o pique, mas o objetivo é fazer um texto leve e, pela primeira vez, postar enquanto escrevemos *aiquemedo*. Então, os comentários e pitacos de vocês serão de grande valia para o andamento do enredo. Não se acanhem e boa leitura.

Det Rood e Crica

***Aviso aos navegantes: UNIVERSO ALTERNATIVO!

oooooOOOooooo

CAPÍTULO 1 :

Meu nome é Sam Winchester. Sim, igual ao rifle, mas sem nenhum parentesco, eu acho, com o fabricante. Tenho 25 anos e vocês devem estar se perguntando o que raios estou fazendo sentado na varanda de um ferro velho, com um copo de limonada gelada na mão e uma perna engessada. Não se preocupem. Estou bem. Pelo menos agora, estou bem.

Voltando à questão da minha perna ferida, bem... Essa é uma longa história... Que, se tiverem algum tempo, posso até contar.

Tudo começou há mais ou menos uma semana quando eu e meu irmão Dean estávamos perto de New Haven, Connecticut.

O que estávamos fazendo lá? Isso também vem de uma outra longa história. Mas, resumindo, passamos os últimos seis meses caçando uma vagabunda inglesa que nos roubou um Colt capaz de matar demônios. Eu sei que parece loucura, mas é a mais pura verdade.

O fato, é que o meu irmão mais velho fez um pacto com um demônio pra me trazer de volta à vida, depois que um sujeito chamado Jake me esfaqueou pelas costas, por causa de uma competição inventada por aquele maldito Demônio de Olhos Amarelos. Okay...Okay... Estou sabendo que é muita informação. Até pra mim, às vezes é difícil acreditar.

Voltando ao pacto, precisávamos recuperar a arma porque estávamos ficando sem tempo ou alternativas para salvar Dean. Com o Colt, poderíamos matar o demônio que detinha o contrato pela sua alma e todos os nossos problemas estariam resolvidos.

Mas já deu pra perceber que as coisas não saíram bem do jeito como planejamos, não é?

Seguimos a pista que nos levou à possível localização da Bella, a ladra safada que nos passou a perna, mas como sempre, era tarde demais.

Foi aí que o meu irmão teve uma daquelas suas idéias brilhantes. É um perigo quando Dean começa a arquitetar planos infalíveis. Está certo que o cara é o meu irmão mais velho, um grande caçador, um rastreador de primeira, corajoso a toda prova e meu herói, mas convenhamos que estratégia nunca foi o seu forte. Ele faz mais o estilo chutar a porta e partir pra cima, entendem?

Só pra variar, discutimos por horas a fio. Tentei argumentar de todas as formas possíveis e imagináveis, mas fui um total fracasso. Não consegui demovê-lo, um milímetro, daquela idéia maluca, totalmente insana e completamente idiota.

_ Mas é lógico que não vai dar certo, Dean!

_ Claro que vai, Sam. Só precisamos achar um Trapaceiro ou um Gênio e, pronto! – Ele continuava revirando aqueles livros empoeirados atrás de um encantamento de invocação e aquilo estava me dando nos nervos.

_ Está bem – Eu tinha que tentar trazê-lo à razão e, continuar simplesmente negando, não nos levaria a lugar algum. Então, decidi mudar de estratégia _ Vamos supor... Apenas supor que, por alguma obra do acaso, a gente consiga invocar um desses malucos e, ainda supondo, que por uma sorte inimaginável, essas abominações concordem em atender ao nosso pedido, o que te faz pensar que conseguiremos encontrar Samuel Colt nessa cidade e convencê-lo a nos dar 'O' Colt?

_ Na verdade... – Acho que finalmente consegui fazê-lo parar para pensar _ Não faço a menor idéia, mas não podemos ficar parados aqui ou passarmos o pouco tempo que me resta atrás daquela doida. Então, irmãozinho, se vai entrar nessa comigo, ótimo. Mas você sempre pode ficar sentado aí enquanto eu dou o meu jeito.

Fracasso. Total fracasso, outra vez.

Como vocês podem perceber, meu irmão estava determinado a levar a cabo aquela maluquice e eu, por minha vez, idiota que sou, decidi segui-lo. De novo...

Aí é que entra o Bobby.

Por falar em Bobby, ele é o dono dessa casa e nosso melhor amigo. Um pai, na verdade. O cara é muito bom no que faz, apesar de ter um gênio do cão. Às vezes penso que Dean herdou dele o seu senso de humor e o talento para as piadinhas infames.

Vale dizer que não revelamos ao Bobby nosso verdadeiro intuito quando ligamos pedindo ajuda com o tal do encantamento. Se ele soubesse o que Dean estava planejando, jamais teria nos ajudado. Provavelmente xingaria uma lista interminável de palavrões antes de bater o telefone na nossa cara.

Foi no domingo, eu me lembro bem. Era madrugada ainda quando preparamos toda a parafernália pra realizarmos o feitiço. Há exatos oito dias. Os oito dias mais longos e loucos da minha vida...

Devemos continuar?...

oooOooo