Oi Meus amores... Tudo bem com Vocês? Bom estou postando uma adaptação, esperem que gostem, esse é um romance contemporanêo... Então se preparem, essa é uma adaptação é do livro de Helen Bianchin ~ Doce Descoberta (Serie Herlequin Paixão)
– Você está chateada?
A voz masculina tranquila, um pouco fria fez com que Sakura olhasse calmamente para o marido que estava no outro lado da suíte principal.
Era um quarto espaçoso, com dois armários e pequenos quartos de vestir anexos, assim como dois banheiros. A mobília revestida com tecido aveludado em tons pastel de verde claro e bege realçava os belos moveis antigos com detalhes esculpidos.
– Por que acha isso? - Ela não queria falar do horrível dia que teve. Agora tudo o que mais desejava era um longo banho de banheira e ir para cama mais cedo. Em vez disso, teve que encarar uma engarrafamento, chegou tarde em casa, subiu as escadas correndo e foi tomar um banho para se trocar rapidamente.
Não estava nem um pouco empolgada com a ideia de ter que participar de um evento beneficente em um hotel da cidade, ser sociável, empenhar-se em um jantar completo, tomar apenas uma taça de champanhe e atuar no jogo do fingimento.
O Olhar ônix do marido estava atento e, por um momento, ela pensou que ele teria lido seus pensamentos.
– Você deveria tomar alguma coisa para dor de cabeça antes de sairmos
– E porque você acha que estou com dor de cabeça? - Respondeu um pouco rude
Ele levantou-se com aquele porte definido, alto, exibindo os músculos forte e bem definidos. O belo corpo estava coberto apenas com uma cueca de seda negra. Os cabelos negros ainda molhados do banho que acabara de tomar e o rosto de expressões fortes e angulosas, estava bem barbeado.
E os olhos negros estavam fixos nela
– Que comentar sobre isso? - Ele perguntou e de ela já esperava que ele perguntasse isso
– Não propriamente - Respondeu tranquilamente
Ele levantou uma das sobrancelhas de forma cínica, lhe deixando um sorriso de canto antes de retomar o que estava fazendo.
Uchiha Sasuke era um homem e tanto, Sakura ponderou, ao entrar no banheiro da suíte para se maquiar. Um homem vigorosamente atraente que por onde passava suscitava respeito entre colegas e arrasava muitos corações femininos. Ela conhecia muito bem algumas dessas qualidades. Ela já atraia a atenção de Sakura desde que ela muito jovem, e a adoração de uma criança transformou-o em seu herói, para alguns anos mais tarde se transformar em seu amor.
Uma realidade que facilitou para ela a aceitação de sua proposta.
O conglomerado Uchiha-Haruno foi fundado por seus respectivos avós era um negócio muito bem-sucedido. A instituição foi posta a prova há um pouco mais de três anos, quando um acidente de avião fatal levou tanto os pais de Sasuke quanto o pai viúvo de Sakura.
As perdas no mercado de ações foram recuperadas quando Sasuke assumiu o controle da diretoria. O restabelecimento da confiança dos acionistas fez com que os três trimestres consecutivos fossem um sucesso financeiro. Apesar da instabilidade futura o solteirão Uchiha Sasuke ganhou status; enquanto isso Haruno Sakura não demonstrava o menor interesse em escolher um marido.
Os Avós viúvos - A matriarca Haruno Emiko e o patriarca Uchiha Seiji - Apresentaram o que julgavam ser a solução perfeita. Nada melhor do que os filhos provenientes do casamento entre Uchiha Sasuke e Haruno Sakura para perpetuarem a quarta geração Uchiha-Haruno. O fato de Sasuke e Sakura terem concordado, por suas próprias razões, deixou os avós bem satisfeitos.
A união foi considerada o casamento do ano, com uma lista de convidados contendo as pessoas mais importantes da sociedade japonesa. O evento teve a cobertura da televisão e as fotos foram publicadas em várias revistas importantes.
Um ano depois, ainda eram considerados o casal de ouro e a presença deles nos eventos era sempre noticiada pela mídia.
Em público ela desempenhava o papel de esposa perfeita. Apesar disso, estava consciente sobre uma barreira invisível.
Que loucura, ela se castigava em silêncio. Colocava a aliança no dedo, dividia a cama com ele e desempenhava o papel de anfitriã social com muita desenvoltura. Tudo para ele. Só não possuía o seu coração nem sua alma.
Disse para si mesma que era o bastante. Mas sabia que estava mentindo
Droga, qual era o problema com ela? Introspecção não leva a lugar nenhum, e agora precisava pentear o cabelo e se vestir.
Vinte minutos depois voltou ao quarto e encontrou Sasuke esperando tranquilamente. Ele examinava cada centímetro do seu sofisticado terno preto e ajeitava o nó da gravata para que ficasse perfeitamente alinhado.
O coração dela disparou, fazendo-a sentir um forte calor correr por suas veias. Respire disse a si mesma, praguejando em silêncio o modo como seu corpo reagia a presença dele.
Será que ele sabia? Na cama sem dúvidas. Mas fora delas ?
Ela não desejava fazer o papel de vítima diante de tanta vulnerabilidade. Não era justo.
Comentários, Criticas ?
Bjos
