Olá pessoal!

Esta é minha primeira fanfiction.

Eu ainda não sei se esta história seguirá o canon ou será um universo alternativo. Conforme a história se desenrola, eu atualizarei a mesma.

Eu não sei a frequência que os capítulos serão postados. Depende da vontade de escrever, mas vou fazer o meu melhor para isto.

Nem todos os capítulos terão notas iniciais. Postei alguns avisos no primeiro, mas só postarei notas quando achar necessário.

E para aqueles que já leram a história, eu peço desculpas. Meu amigo me lembrou das notas e a colocação de um título. Aproveitei e estou fazendo uma revisão da história.

Eu espero que vocês gostem!

Qualquer dúvida, crítica ou sugestão, basta postarem aqui nos comentários!

Bem, chega de falar: Vamos a história!

A carta

Alice Lerry era uma criança pequena, com cabelos pretos lisos e era bastante magra.

Morava apenas com sua mãe, já que seu pai fugira de casa após uma briga com a esposa e nunca voltou, nem contatou a filha nem a mulher.

Alice, infelizmente, teve um nascimento complicado e acabou perdendo a visão. Se não fosse à intervenção de alguns médicos qualificados, ela não estaria viva.

Ficava mais em seu quarto, lendo. Ela não era uma menina que não era uma fã dos estudos, mas, como ela não tinha outras coisas a fazer, e como sua mãe, apesar de trabalhar muito, não tinham condições financeiras de auto nível para uma vida de completo lucho, ela se obrigava a arranjar coisas para se ocupar, e a leitura era o que ela fazia mais.

Claro que Alice ganhava algumas coisas caras, quando sua mãe podia pagar, mas era a exceção da regra.

Mesmo amando muito a sua mãe, gostando de ler e geralmente sendo feliz, já que, uma das coisas que aprendeu desde sedo, é que sua deficiência não a impedia de alcançar esta felicidade, Alice sofria com a falta de amigos e com o ódio de seus colegas de escola.

Ninguém gostava dela lá. a maioria, deles ha deixavam sozinha.

Mas havia Morgana e Bete. As monstras, como Alice as chamava mentalmente, e uma vez em voz alta. Ela acabou levando um soco na cara e um chute que fez ela ser atirada uns 3 metros para trás, batendo a cabeça no chão no processo e tendo que ir para o hospital.

As meninas riam, zombavam, arrancavam as coisas dela, chingavam e gritavam, para quem quisesse ouvir, as coisas mais cruéis.

Com o passar dos anos, a situação dela ficava cada vez mais pior. Certa vez, Alice estava comendo calmamente, sentada em um banco no pátio da escola. Sua bengala estava ao seu lado.

Então, para sua raiva e medo, sim, Alice tinha até um certo medo das meninas, ela ouviu Bete falar em alto e bom son::

Olha lá! A cega louca! o riso maldoso de Morgana chegou aos ouvidos de Alice.

Ela se preparou. Sabia que viria uma implicação no mínimo.

Mas foi pior:

Alice ouviu quando a bengala foi arrancada do seu lado.

"Devolve!" Disse Alice

"Devolve!", falou Morgana, em uma voz de bebê.

"Devolve, agora!" falou, ficando mais enfurecida

Ela iria se levantar, mas para sua raiva, ela sentiu algo sendo puxado de sua mão. Era seu lanche.

Ela pediu mais 3 vezes. Alice tremia de raiva e um pouco de medo. E se eles colocassem a bengala fora? Era sua ferramenta de ajuda para voltar para casa.

Então, como por vontade, a bengala caiu do lado dela e o lanche voltou para sua mão.

As meninas saíram correndo, gritando todo tipo de coisas, chamando de louca do mal, encapetada, etc.

Depois disso, se por um lado as implicâncias com Alice pararam, o receio, medo e desgosto das pessoas ficava até mais evidente, e para piorar, o desgosto dos professores era perceptível. Seu único conforto era sua mãe, mas isso começava a não surtir tanto efeito. Quanto tempo ela conseguiria aguentar?

Era aniversário de Alice, 12 de julho.

Ela se levantou, fez suas coisas, e desceu, já sentindo o cheiro maravilhoso de café da manhã sendo preparado.

Ela acabou levando um susto, quando, inesperadamente, sua mãe a apertou em um abraço, e logo depois, para um pouco de constrangimento, começou a ser beijada por todo o rosto.

Parabéns, meu amor! Estou tão orgulhosa de você."

Mais algumas palavras foram trocadas, e, para o alívio de Alice, elas se soltaram e se sentaram para tomar café. Não que ela não gostasse do carinho de sua mãe, era uma das únicas coisas que ela tinha, mas ela estava crescendo.

Depois de receber alguns presentes de sua mãe roupas e alguns brincos, as duas iam se sentar na sala para assistir televisão, quando algo começou a fazer um barulho de batida na janela.

"Mãe, o que é isso na janela fazendo barulho?" Alice perguntou.

"O que você está… Meu Deus! Não pode ser!"falou sua mãe, assustada.

"O que é isso, mãe?" Falou Alice,

"É, é, uma coruja!"

Vendo que o animal batia ainda com insistência, sua mãe, muito nervosa, abriu a janela. O bicho rapidamente passou por ela, largou algo aos pés de Alice, se virou e voltou.

No momento que o animal vinha ao seu encontro, Alice rapidamente deu 3 passos para trás. Não sabia o que era, e estava meio assustada.

Sua mãe, ainda parada pelas ações da coruja, se virou e ofegou:

uma carta, falou ela. Sua mãe se abaixou, pegou a carta e a examinou. Alguns momentos se passaram, e depois ela disse: "é para você, filha.".

ALice, hesitantemente, pegou a carta. O envelope era estranho aos dedos. O toque parecia áspero e de um material grosso. Havia desenhos pela carta. Um dos desenhos ela percebeu uma cobra. Os outros ela não conseguiu identificar. Ela não era boa com o reconhecimento de desenhos ou formas.

Sua mãe explicou que ela estava certa. Havia uma cobra, em volta de uma letra h.

O resto na volta deste, h, eram um texugo, um leão e uma águia.

Abrindo, Alice ficou um pouco chateada que a informação neste estranho papel só estava em tinta. Revirando ainda mais o envelope, ficou agradavelmente surpresa quando ela encontrou, incrivelmente, do mesmo tipo de papel, o conteúdo em braile.

Também encontrou 4 papéis. Ela supôs que cada 2 papéis continham a carta e a transcrição para braile.

A maioria do material como notas de classe, bilhetes, entre outros era enviado somente em tinta, obrigando sua mãe a ler para ela.

Ela abriu o maior e começou a ler:

Escola de Magia e Bruxaria De Hogwarts

Diretor: Albus Dumbledore

(Ordem de Merlin, Primeira classe, Grande feiticeiro, Bruxo chefe, Cacique supremo, confederação internacional de bruxos)

Prezada sra Lerry,

Temos o Prazer de informar que tem uma vaga na escola de Magia e Bruxaria de Hogwarts. Estamos anexando uma lista dos livros e equipamentos necessários.

O ano letivo começa em 1° de setembro. Aguardamos sua coruja até o dia 31 de Julho, no mais tardar.

Eu, encarregada do compromisso de ajudar os alunos nascidos tronchas (pessoas não mágicas), visitarei a sua residência amanhã, as 10 horas, para lhe ajudar com a viagem de aquisição dos materiais necessários, e no esclarecimento de dúvidas.

Atenciosamente

Minerva Mcgonagall.

Diretora Substituta.

Ela entregou o papel para sua mãe, e removeu o segundo em braile da carta. Isto dizia:

Uniforme:

Os estudantes do primeiro ano precisam de:

1 Três conjuntos de vestes comuns de trabalho (pretas)

2 Um chapéu pontudo simples (preto) para uso diário

3 Um par de luvas protetoras (couro de dragão ou similar)

4 Uma capa de inverno (preta com fechos prateados)

As roupas do aluno devem ter etiquetas com seu nome.

Livros:

Os alunos devem comprar um exemplar de cada um dos seguintes:

Livro padrão de feitiços (1ª série) de Miranda Goshawk

História da magia de Batilda Bagshot

Teoria da magia de Adalberto Waffing

Guia de transfiguração para iniciantes de Emerico Ewitch

Mil ervas e Fungos mágicos de Fílida Spore

Bebidas e poções mágicas de Arsênio Jigger.

Animais fantásticos e onde habitam de Newt Scamander

As forças das trevas: Um guia de autoproteção de Quintino Trimble.

Outros Equipamentos:

1 varinha mágica

1 caldeirão (estanho, tamanho padrão 2)

1 conjunto de frascos

1 telescópio

1 balança de latão

Os alunos podem ainda trazer uma coruja ou um gato ou um sapo.

LEMBREMOS AOS PAIS QUE OS ALUNOS DO PRIMEIRO ANO NÃO PODEM USAR VASSOURAS PESSOAIS.

choque. Apenas, choque.

Eu? Ela falou.

Sua mãe, parecia, estava um pouco engasgada para falar.

Depois de algumas respirações profundas, ela respondeu, com a voz tremendo levemente:

Meu Deus, como pode ser?

Mas, pensando profundamente durante o dia, Alice não encontrava outras explicações. Por mais que ela se achava extremamente comum fora sua deficiência, as estranhas coisas que ela fazia, principalmente quando estava chateada, com medo ou quando queria algo particularmente difícil, nada mais se encaixava, a não ser, magia.

"Magia!" ela falou. Um sorriso começara a se abrir no rosto.

Era seu tipo de livro favorito, a fantasia, e ver isso em realidade, e mais, podendo participar, parecia um mundo totalmente novo e fantástico. Mal sabia ela que era verdade.

Com 1000000 de perguntas percorrendo a cabeça e ainda com um sorriso no rosto, ela foi dormir, imaginando o que à aguardaria no outro dia.