Uui, ui bom vamos lá. Eu quero agradecer a todo mundo que pelo menos deu uma passadinha aqui... eu sei que vocês vêm dar uma olhada na ff, mesmo que não deixem reviews. Claro que receber reviews é maravilhoroso. Um grande obrigada à Dhaime, que deixou seu review *--*' nas duas ff. Bem vamos parar de papo e vamos ler =D Ah sim, sim, sim. o vídeo para ver senhorita bellitcha dançando. Bem o vídeo ja tem as duas danças dela ok? Por isso ele é tão grande, a primeira dança(do véu) tem cinco minutos e a outre é o resto do vídeo. Substituam as palavras pontos por um ponto.
http://www(ponto)youtube(ponto)com/watch?v=ovKeL6sWsaE
IMPORTANTE: Tudo aqui é da titia SM. Eu apenas brinco com eles de vez em quando.
Capítulo 2
Esta estava sendo a pior semana da minha vida. Sem dúvidas. Enquanto ficava lá vegetando no meu sofá, olhando para uma TV sem realmente ver nada nela. Que merda eu tinha na cabeça quando eu fui fazer o maldito exame. Porra eu sou macho, e macho que se preze nunca faz exame lá embaixo!
Continuei olhando para a televisão por não sei quanto tempo mais, e deixei meus pensamentos me levarem para onde tudo começou.
- Hm amor? Preciso conversar uma coisa com você.
Estávamos os dois deitados em nossa cama depois de mais uma noite de sexo. Agora estava sendo assim quase todo dia. Isso porque Tanya queria engravidar. Quando ela me disse isso eu não pude ficar mais feliz, afinal ela é a mulher que eu amo. Olhei para a aliança de noivado em seu dedo, em breve nos casaríamos. Acho que não ia mudar muita coisa, já que vivíamos uma vida de casados, em todos os sentidos.
- Pode falar meu amor. – respondi e depois dei um beijo em sua cabeça, que estava apoiada em meu peito.
- Você sabe que a gente tá tentando engravidar há um tempo já e não estamos tendo nenhum resultado. Eu fico pensando se não tem algo errado com algum de nós dois. Porque, puxa a gente só tenta, tenta e tenta e não conseguimos nada. Não que eu não goste da parte de tentar. – ao falar isso ela sorriu de leve.
- Também não tenho nada a reclamar dessa parte. – virei seu rosto para o meu e pisquei.
- Haha, ok, de volta ao assunto. Eu fiquei aqui pensando que se tem realmente algo de errado, a gente não vai saber se não fizermos exames. Então eu pensei se você não poderia fazer o exame pra ver se está tudo bem com você.
- Opa, péra aí. Você quer que eu faça o exame? Por que você não faz o exame? Além do mais não quero saber de ninguém me tocando lá embaixo não. ELE é muito precioso. – o que ela tinha na cabeça, homem nenhum deixa mexerem em seu precioso.
- Amor eu tenho medo. – ela disse com aquela voz manhosa – E você é homem. Homens são mais fortes e corajosos que vamos fazer assim você faz o exame primeiro e assim que sair o resultado, e não tiver dado nada eu faço. – ela me olhou com aquela cara de cachorro abandonado. Sabia que já havia perdido essa guerra.
- Ai, ta bom. Hoje mesmo vou fazer esse exame, tudo bem?
Tanya sorriu e subiu em mim. Segundo round.
Resolvi parar por aí com as lembranças. Antes elas poderiam me deixar duro como rocha, mas agora elas eram totalmente broxantes. Acho que nunca conseguiria tirar algo bom disso pelo resto da minha vida. Tudo bem, estou sendo dramático. Mas o que eu posso fazer, se eu ainda a amo? Mesmo que ela tenha me largado.
Após nossa conversa eu fiz o tal exame. Não foi nada horrível, só tive que gozar em um potinho realmente estranho e fazer alguns exames de sangue. Avisaram-me que três dias depois os resultados estariam prontos. Enquanto isso segui normalmente com minha vida.
As noites não mudaram muito. Continuavam sendo preenchidas com sexo e eu realmente não tinha muito que reclamar sobre isso. Em uma noite Tanya disse algo que me assustou um pouco, não era muito dela dizer tais coisas.
— Oh Edward, eu não sei como vou viver sem isso! – disse ela após nossa segunda vez naquela noite.
— Viver sem o que? – perguntei confuso com o que ela falou.
— Sem nossas noites de sexo, sabe você realmente é muito bom nisso.
Aquilo só estava ficando mais estranho. Sério, não que eu esteja reclamando, mas o jeito que ela falava parecia que ela me deixaria. Como se nós não fossemos mais ter nossas noites. Como se nós não fossemos nos casar.
— Bom parece que isso não será algo com o que você terá que se preocupar, afinal daqui alguns meses nós vamos nos casar e então você me terá todas as noites.
— Realmente parece tentador... – ela respondeu e depois se virou de lado para poder dormir. Eu em compensação não consegui dormir logo, ainda tentava entender o que ela quis dizer nessa breve conversa.
No dia que o resultado do exame ficou pronto eu resolvi que iria até o laboratório pega-lo ao invés de olhar o resultado pela internet, desse modo poderia andar um pouco e tentar me acalmar para o possível resultado.
Chegando ao laboratório eu tive que esperar um pouco até que chamassem o número da minha senha. Depois o processo foi rápido e em poucos minutos eu estava saindo do laboratório com o resultado em mãos. Resolvi parar em um banco e abrir o resultado ali mesmo. Vagarosamente abri o lacre do envelope e desdobrei o papel. Nele havia vários nomes estranhos que eu não entendia o significado, mas foi quando bati meus olhos na linha onde estava escrito "Resultado final:" que eu congelei.
Reli o que estava dizendo ali na esperança de que fosse tudo uma ilusão da minha cabeça, mas não era. Eu sou estéril.
Fiquei por mais algum tempo ali sentado, olhando as pessoas andando nas ruas de Chicago alheias ao meu problema. Queria ser uma delas, a como eu queria.
Voltei pra casa um pouco tarde e estranhei que não tivesse ninguém. Queria muito falar com Tanya, ela me entenderia. Pelo menos era o que eu achava até eu encontrar um bilhete seu em cima da mesa ao lado da porta.
Edward,
Estava muito ansiosa para saber o resultado do exame e como você não chegava eu resolvi olhar o resultado pela internet, com o papelzinho que tinha a senha, aquele que você deixou na cozinha. Sinto muito pelo resultado, sei o quanto você queria ter filhos, e você sabe o quanto eu também quero. Por isso resolvi que não daria para continuar nossa relação. Desculpe.
Tanya.
P.S.: O anel está nessa caixinha preta.
Encontrei a caixinha e abri-a lentamente, esperando que tudo aquilo fosse apenas uma brincadeira de mau gosto. Mas não era.
Foi aí que eu parei de ter vontade de viver. Mas quem não teria? Perdi a mulher que eu amo porque eu era problemático o suficiente para não conseguir ter filhos.
É aí que voltamos a um Edward Cullen vegetando no sofá.
Devo ter dormido enquanto viajava porque fui acordado por fortes batidas na minha porta. Levantei e me arrastei até a porta para abri-la.
– O que você está fazendo aqui? Você tem que se arrumar para a despedida de solteiro do Jasper. Olha só pra você! Esta parecendo que foi atingido por um raio!
Assim que abri a porta um Emmett furioso começou a me dar bronca, como se ele possa a merda do meu pai.
— Sério? Você acha que eu estou em condições de ir à tal despedida de solteiro?
— Mas é claro que você vai, do mesmo modo como vai ao casamento amanhã. Cara você é um dos padrinhos você não pode faltar aos eventos. Não é porque a Ta... – interrompi-o antes que ele falasse o nome dela.
— Emmett, não...
— Tudo bem, mas não é por causa dela que você não vai. Poxa você já está aqui trancado há uma semana! Já deu tempo de você se recuperar. Além do mais aquelas gatinhas dançarinas de dança do ventre que você me deu o telefone vão estar lá dançando, quer alguma coisa melhor do que duas lindas mulheres naquelas roupas sexy?
Havia esquecido das dançarinas de dança do ventre. Emmett havia perguntando se eu sabia de algumas já que eu trabalho na embaixada do Egito. Bem não é meu grande sonho, não no cargo em que estou agora, mas fazer o que? Tenho que trabalhar com o que me formei e sei que algum dia eu chegaria a um cargo mais alto.
— Você não vai desistir, vai?
— Não mesmo. Não saio daqui sem você.
Suspirei me rendendo e fui me arrumar. Barbeei, tomei banho e me vesti, em seguida passei um perfume e calcei.
– Vamos.
– Já era hora! Estava até parecendo uma mulher quando se arruma. – ele sorriu sacana pra mim.
– Muito engraçado. – rolei meus olhos diante da piadinha.
Em instantes já estávamos no seu grande carro indo para o hotel onde seria a despedida de solteiro. Não falamos muito no caminho, eu realmente não estava muito no clima para conversas. Quando dei por mim já havíamos estacionado.
Desci do carro e fui praticamente me arrastando para o salão que ficava no terraço do hotel. Não haviam muitas pessoas lá, somente Jasper e alguns amigos seus, os quais eu não tinha muito contato. Fui cumprimentá-lo.
— Hey Jazz. – falei ao me aproximar.
— Edward? – incredulidade preenchia sua voz - Você veio! – disse mais animado.
— Oras, não podia faltar a ultima noite do meu amigo como um solteiro! – tentei parecer tão animado quanto ele.
— Sei... Você não me engana Cullen. Quem te arrastou até aqui? Emmett?
— Pois é...
Eu conheço Jasper desde que era uma criancinha. Nos conhecemos quando ele se mudou para Chicago, ainda bem pequeno, mas com seu sotaque característico do sul. Ele era motivo de piadas na escola, mas eu não me importava muito com isso. Aproximei-me dele e então viramos melhores amigos desde então.
Ele iria se casar com Alice, uma menina que morava na mesma rua que minha família. Ela e Jasper se conheceram em uma das muitas vezes que meu amigo ia lá em casa. Alice era como uma irmã para mim e no começo foi difícil aceitar o namoro dela com meu melhor amigo. Eu morria de ciúmes da minha pequena.
— Eu acho que vou sair pra respirar um ar. Até daqui a pouco Jazz.
— Tudo bem cara. Vai lá.
Resolvi descer e andar um pouco na frente do hotel. O ar fresco batia em meus cabelos rebeldes e esvaziava minha mente de qualquer pensamento. Andava pra lá e pra cá, e quando me virei para recomeçar havia uma mulher de longos cabelos ruivos na minha frente. Meus olhos desceram por todo seu corpo. Ela era realmente bem bonita, mas não o meu tipo.
— Hm, será que o senhor sabe me informar onde será uma despedida de solteiro aqui no hotel? Eu sou uma das dançarinas. – percebi que ela também me avaliava e vi quando um olhar de cobiça se fez presente.
— Claro, estou indo pra lá agora mesmo.
— Obrigada.
Caminhei com ela até o elevador.
— Então, qual é o seu nome? – ela perguntou enquanto o elevador não chegava.
— Edward. – respondi simplesmente. Nesse momento o elevador chegou.
Entraram mais algumas pessoas e o elevador ficou cheio. A mulher ficou em minha frente, seu corpo pressionado ao meu.
— Eu sou Victória. – ela disse já no elevador. Deu uma pequena mexida nos quadris, roçando bem em cima dele. Dei um pigarro, tentando manter a calma.
Quando o elevador chegou ao terraço saí o mais rápido possível sem me importar se Victória me seguia ou não e rapidamente fui à procura de Emmett.
— Hey Em, sua dançarina chegou e acho melhor você ir esperar pela outra lá embaixo, é provável que ela não consiga chegar aqui.
Saí sem nem dar a chance dele me responder. Não tinha problema nenhum em esperar pela outra dançarina, mas se ela fosse igual a essa Victória, eu preferiria manter distância.
Fiquei perambulando pela festa enquanto via mais algumas pessoas chegarem. Alguns eu conhecia do colegial e os recebia com um aceno de cabeça. Estava indo pegar mais bebida quando alguém esbarrou em mim.
— Hey, preste mais atenção!
— Desculpa. – respondeu uma voz feminina, deveria ser a outra dançarina. Parecia acanhada quando respondeu. Tentei ver seu rosto, mas seus belos cabelos castanhos funcionavam como uma barreira.
— Opa, calminho aí maninho. Tenha mais respeito com a moça. – exclamou Emmett. Fiquei um pouco sem graça por ser tão rude, mas não estava de muito bom humor esses dias.
— Não se preocupe, eu sou mesmo desajeitada. Não se preocupe. – isso só fez me sentir pior.
— Hmm... Desculpe-me – foi tudo o que consegui responder.
Emmett me lançou um olhar reprovador e saiu com a moça. Resolvi ficar quieto um pouco e sentei na primeira mesa em frente ao palco. Quem sabe as danças iriam me distrair um pouco.
Quando percebi já estavam anunciando a tal Victória. Ela estava vestida com uma roupa vermelha com detalhes brancos. Sua música era um pouco lenta demais, mas ela dançava muito bem. Ela pareceu me notar e então saiu do pequeno palco e andou entre as mesas, para por fim parar em minha frente. Ela começou a mexer seus quadris um pouco demais enquanto me olhava diretamente nos olhos, um sorriso sedutor em seus lábios. Os outros homens no recinto pareciam cachorros uivando. Houve uma hora em que ela quase sentou em meu colo. Não sei por que, mas acho que aquilo era demais. Vendo que eu não estava prestando tanta atenção ao que ela fazia, Victória resolveu voltar para o pequeno palco e terminar sua dança lá.
Ela agradeceu e se retirou. Em seguida entrou a mesma mulher em quem esbarrei mais cedo. Ela usava uma roupa rocha e uma espécie de asa. Mesmo estando perto dela, não consegui distinguir muito bem seu rosto, mas pude ver que ela era linda.
— Com vocês, Isabella Swan! – anunciou o DJ.
Ela começou sua dança. A música me envolveu no mesmo instante, me fazia sentir como se estivesse em algum lugar místico. Isabella girava com suas asas, parecendo um anjo. Em alguns momentos ela dançava de frente para todos, mexendo seus quadris ao ritmo da musica. Numa hora ela soltou a asa e nós pudemos observar melhor ela dançando. Eu estava hipnotizado pela sua dança, seu charme. Ela sim sabia dançar, ela passava todas as emoções da música com apenas seu olhar e seu sorriso. Em nenhum momento ela perdeu a graça de sua dança. Cedo demais sua dança acabou e ela saiu, a última batida da música ecoando em meus ouvidos e alma.
Sério o que está acontecendo com você?
Me mexi inconfortável na cadeira. Ótimo além de hipnotizado estava duro, como há muito tempo não ficava.
Parece que ela não tocou só sua alma.
Já estava pensando em ir ao banheiro e cuidar daquele probleminha, mas então ela voltou. Dessa vez sem suas asas.
Mas ainda assim parece um anjo.
O que aconteceu com minha cabeça hoje? Pelo amor de Deus!
Essa música era um pouco mais animada e a cada batida ela marcava com um movimento seu. Parecia até que o instrumento, qual quer que seja ele, estava dentro de seu corpo. Essa dança não foi de longe tão marcante quanto à primeira, mas ainda era bem bonita.
Dessa vez antes de sair do palco ela agradeceu e saiu aplaudida por todos ali.
Parece que a noite não foi tanto desperdício assim, mas de repente ela parou de ser interessante. Desde o momento em que Isabella saiu do palco.
Fiquei mais um pouco na festa e resolvi ir embora. Dei um breve tchau para Jasper e Emmett e desci. No estacionamento ouvi uma voz praguejando. Segui em direção a voz e cheguei em uma camionete velha. Qual foi minha surpresa ao saber que era Isabella.
— Precisando de ajuda? – perguntei, me aproximando dela, que estava inclinada olhando alguma coisa no motor.
— Han? – e então ela virou.
Ali na minha frente estava o rosto mais bonito e delicado que já havia visto. Seu rosto em forma de coração, sua boca delicada e rosada e seus olhos. Perdi-me naqueles olhos de um forte marrom, parecido com chocolate derretido.
— Tão linda quando um anjo... – deixei escapar num sussurro.
Ela ia responder alguma coisa, quando eu a beijei.
Tadinho do Ed.... esteril, poxa que vida eim?? Hey mas ele não é inutil ok? =D *evil*
Esse foi grandinho eim, espero que tenham gostado. Já sabem o esquema... não exijo reviews, mas que eles me deixam super feliz eles deixam.
Beeijos
Camila
