Voltando ao castelo de Mahora , Konoka não conseguia tirar aquela menina dançante da sua cabeça "realmente preciso encontrar ela de novo".

- Konoka – chan, estava com Asuna – chan? Eishun perguntou a sua filha.

- Sim papai, mas ela precisou ir. Konoka falou

- Certo, eu preciso lhe dizer que eu e seu avô decidimos fazer uma grande festa de aniversário pra você. Eishun sorriu com aquele característico de Konoka.

- Papai! Ah uma festa, que maravilhoso faz tempo que não há um baile aqui no castelo. Konoka falou super animada e várias idéias surgiam em sua cabeça.

- E você vai escolher o tema Konoka – chan. Eishun sentou em sua poltrona observando a felicidade de sua filha.

- Já sei! Vai ser um baile de mascaras, onde todos devem estar com as suas. Konoka com olhos brilhando.

- Mas já escolheu realmente você ira fazer um belo trabalho com a festa. Eishun ficou muito feliz por sua filha empolgada com a festa, ela era uma criança muito alegre, mas às vezes bastante solitária devido a sua situação de ser a única princesa do castelo.

- Vou começar a organizar tudo hoje mesmo e claro preparar os convites. Konoka estava radiante.

- Ah não se esqueça de mandar o convite aos Sakurazaki eles são os nossos aliados há muito tempo e esse baile também é pra fazer você ter contato com eles ok. Eishun disse.

- Ah sim papai Asuna me disse que lá também tem uma princesa. Konoka voltou de sua forma brilhante.

- Sim e ela é uma garota muito séria, mas eu acho que vocês se darão muito bem. Eishun falou confiante ninguém nesse mundo resistiria ao charme de sua filha.

E Konoka se despediu de seu pai e foi direto pro seu quarto iria organizar toda a festa ela teria muita agitação durante esses dias que antecederão sua festa. Ela não conseguia tirar duas coisas da cabeça a menina dançante que ela viu pela tarde e agora sua festa.

- Queria poder encontrar ela de novo e assim convidar pra vim a minha festa, ela era tão kawaii. Konoka pensava alto – Eu vou amanha lá de novo.

Em Uzoku

Setsuna voou ate seu castelo aterrissou em frente à entrada, cumprimentou os guardas e entrou.

- Setsuna você não estava de novo no conselho. Amateru um homem alto de cabelos longos e brancos não de idade, mas uma característica, sentado em sua poltrona confortavelmente.

- Pai, me desculpe eu estava treinando. Setsuna deu um sorriso meia boca.

- Eu entendo você é muito nova para querer saber sobre os assuntos de um bando de velho. Amateru falou gentilmente.

- Não é isso pai. Setsuna sorriu.

- Mas mesmo assim preciso lhe deixar informada do que nós conversamos. Amateru se ajeitou melhor em sua poltrona.

- Sim pai o que teve de tão importante? Setsuna disse séria.

- Não fique tão séria minha filha, era apenas sobre nossos aliados os Konoes vivemos em uma era de paz e por isso não devemos vacilar com os nossos vizinhos e como você já conhece as Rainhas de Ostia queremos que você também tenha uma vida social também com a princesa Konoe. Amateru resumiu a reunião.

- Eu entendo preciso ser, mais social. Setsuna deu um sorriso debochado.

- Mais ou menos assim. Amateru deu uma risada – Se prepare logo, vamos jantar.

Setsuna saiu da sala, aos olhos de outras pessoas lhe dava aparência séria, mas no fundo ela sabia que era tímida muito tímida. Já conhecia Ayana e Asuna e tinha se divertido quando elas ficaram no castelo – É a Konoe – san deve ser legal também.

Em Ostia.

- Sempre fugindo Asuna. Ayana deu uma voadora em Asuna.

- Ara sua... Asuna desviou deixando a sua irmã bater na parede mais próxima.

- Estava com a Konoka – chan né. Ayana se recompôs

- Sim, mas o que você queria de tão urgente pra me tirar do meu descanso. Asuna falou irritada

- Tá! Agora preciso que você preste bastante atenção, nossos espiões descobrirão que alguns demônios estão se disfarçando de humanos para instigar novas rebeliões. Ayana falou seria.

- Como assim? Qual o interesse de fazer o nosso país em um campo de guerra. Asuna se exaltou.

- O rei desses demônios é Hades, não sabemos ainda qual seu objetivo de fazer confusão em nosso país o certo que seus olhos sempre foram voltados a Mahora e não entendo o porquê desse interesse na gente. Ayana concluiu.

- Ele ta querendo guerra então ele vai ter. Asuna falou decidida.

- Calma eu mandei chamar algumas pessoas que se tornaram bastantes populares nas fronteiras de Ostia e são Nagi Springfield e o seu filho Negi Springfield, Mana Tatsumiya, Kaeda Nagase, Ayaka Yukihiro, Takahata. T. Takamichi e Kuu Fei estarão chegando amanha aqui no castelo e vou entregar essa missão a eles. Ayana disse.

- Qual missão? Você não esta me dizendo que vai mandar eles pro submundo? Asuna disse nervosamente.

- Sim mandarei, pra descobrir o objetivo de Hades. Ayana cruzou os braços.

- Eu irei junto, se o meu povo vai, eu também vou. Asuna falou convicta.

- Entendo e respeito o seu ideal sobre o nosso povo, mas não posso permitir que você a futura rainha vá ate o submundo. Ayana falou como uma mãe.

- Eu não posso deixar isso só com eles e ficar de covarde no castelo. Asuna se irritou.

- Com licença minhas rainhas o jantar estar na mesa – Uma empregada falou.

- Iremos continuar essa conversa outra hora. Ayana fez um cafuné na cabeça vermelha de sua irmã.

- Tudo bem, eu preciso me alimentar agora. Asuna tirou a cara emburrada.

Em Mahora

- Konoka – chan. Konoemon falou saltitante ele era velho e muito velho, mas sua aparência não condizia com personalidade tão jovial.

- Vovô! Já estou fazendo todos os preparativos da festa. Konoka animada senta do lado de seu avô.

- Ara que bom Konoka – chan, seu pai me disse que vai ser um baile de mascaras. Konoemon sorriu.

- Sim vovô e amanha mesmo já vou mandar os convites para Asuna e Ayana – chan. Konoka sorriu.

- Muito bem e não se esqueça de mandar para os Sakurazaki ok. Konoemon falou.

- Ok vovô e Itadakimasu. Konoka disse.

Nas fronteiras de Ostia.

- Então quer dizer que eu fiquei famoso. Nagi falou confiante.

- Você não, ficou famoso sozinho seu velho. Ayaka falou irritada.

- Ei aniki o castelo deve ser muito bonito e melhor do que dormi por aqui. Kamo disse fumando ele era um animal mágico de estimação de Negi.

- Sim Kamo – kun. Negi falou animado e também prestando atenção antes que comece uma guerra entre Ayaka e seu pai.

- Tudo pronto para partimos. Takahata entrou na tenda um homem em seus trinta e poucos anos o mais velho do grupo seguido por Nagi.

- Minhas armas são a única coisa que me importa. Mana se levantou com uma sacola com armas, sua expressão séria dava medo em quem olhasse.

- Mana degozaru sempre pronta, mas você ta esquecendo que não vamos para batalha agora e sim para o castelo. Kaeda tão alta quanto Mana, mas muito gentil nem parecia que viva nas trincheiras de conflitos.

- Aru, Asuna ojou sama tem um poder realmente surpreendente aru quero muito conhecer. Kuu Fei muito energética.

- Os Pegasus estão prontos, precisamos ir. Takahata falou.

Os Pegasus são um meio de transporte mais rápido em Ostia, cada um subiu no seu e foram em direção ao castelo e ninguém sabia ao certo o motivo do chamado, mas com certeza seria uma grande aventura.

Em Uzoku

Setsuna estava em sua biblioteca lendo, ela adora a literatura Mahoriense tão diferente das estórias de seu país.

-Hime o jantar está servido - Uma empregada idosa do estilo águia disse.

Setsuna se levantou e foi ate a sala de jantar, onde encontrou sua mãe.

- Minha filha junte se a nós. Motoko tão parecida com Setsuna, cabelos negros, olhos escuros e pele branca como a neve.

- Desculpe a demora mãe. Setsuna se sentou.

- Tudo bem, como foi o seu dia? Motoko perguntou.

- Ah tudo normal eu treinei e depois fiquei o resto do dia lendo. Setsuna respondeu calmamente.

- Ela não apareceu no conselho Motoko. Amateru falou.

- Ela é muito jovem pra ficar nessas reuniões Amateru. Motoko piscou pra sua filha.

- Eu também acho pai. Setsuna retribuiu a piscadela da mãe.

- To vendo um complô aqui. Amateru deu uma gargalhada.

O resto da noite para todos foi tranqüilo, Setsuna com sempre levantou cedo, tomou café fez exercícios e foi para a floresta, resolveu ir andando assim se aquecia melhor o sol já estava alto ela andou querendo achar o mesmo lugar do dia anterior ate que se deparou com margem do rio.

- Estou de novo nas redondezas de Mahora, melhor não chamar atenção. Setsuna continuou buscando o seu lugar perfeito de treinamento.

Enquanto isso Konoka sempre acordava cedo se juntou ao seu pai e avô para tomar café, falou novamente sobre a festa e como ia avisar a Asuna.

- Pai, estou indo vê se encontro Asuna, se não mando o mensageiro ok. Konoka saiu animada.

- Ok. Eishun ainda revirava alguns papeis na mesa de seu escritório.

- Essa ponte, só pode ser a divisa de Mahora com Ostia eu estou muito longe. Setsuna caminhou de volta, até que ouviu alguns barulhos da direção que ela ia – Preciso me esconder – Setsuna se escondeu atrás de umas arvores.

- Mou Asuna ainda não chegou aqui, vou esperar um pouco. Konoka sentou tirou suas sandálias e colocou os pés dentro da água.

Setsuna observou aquela jovem se aproximar da beira do rio, algo no intimo da espadachim despertou, seu rosto começou a esquentar a media que os cabelos chocolates voavam com vento que batia, aqueles olhos tão carinhosos que a menina dava ao horizonte.

- Que linda menina. Setsuna corou com sua frase que saiu sem pensar em um sussurro.

Konoka ouviu alguns barulhos e lembrou-se do dia anterior. – A menina dançante, será que ela esta aqui de novo- A maga se levantou, mas antes de ir atrás do barulho ela viu algo no céu, alguns pegasus – Que kawaii nunca vi pegasus por aqui.

A distração da menina foi perfeita pra Setsuna ela aproveitou para escapar, mas antes deu uma ultima olhada na bela menina – Ela é muito linda- E saiu.

- Estamos quase chegando. Takahata falou.

Continua.