Capítulo I
Quando as coisas tem que acontecer...
"Quatro meses... Só faltam esses míseros dias para me tornar mestra em poções, depois de longos quatro anos estou tão perto de conseguir... finalmente."
Hermione estava deitada na cama quando o relógio soou a realidade a chamava de volta. Estava atrasada, o sol que adentrava pela janela só confirmava isso. Mais um dia de aula mais um dia estudando incansavelmente, afinal era sua obrigação fazer justiça a bolsa de estudos que recebeu da UBB (Universidade Bruxa da Bulgária), uma das mais renomadas do mundo bruxo. Mais um dia que amanhecia sozinha em sua cama, nenhum namorado, marido ou amante, até o bichento havia ido embora, o gato quase morreu de fome, já que a dona não o alimentava com a regularidade necessária devido à falta de tempo.
O tempo no momento estava escasso na vida dela, nem se lembrava a última vez que encontrou os amigos ou saiu para simplesmente jogar conversa fora.
"A culpa não é só minha" pensava "Rony viaja toda a semana para jogar quadribol no time em que é goleiro e agora com a copa se aproximando ele mal para em casa É mais fácil saber da vida dele pelas revistas de fofoca, onde ele sempre está acompanhado de alguma modelo anoréxica, um dia ainda vou descobrir o que ele vê nelas. Não que eu esteja com ciúmes, ele é apenas meu amigo, afinal, como eu disse pra ele, o beijo dado durante a guerra não significou nada além de uma explosão de hormônios em meio a uma explosão de feitiços."
Hermione se enroscou um pouco mais nas cobertas, aproveitando o calor que ela lhes proporcionava, já que obviamente ainda iria demorar muito para sentir o calor de um homem lhe esquentando, paciência. Estava em pleno inverno Búlgaro, a chuva caia em tempos irregulares e com uma fúria que competiria acirradamente com as tempestades de Hogwarts.
"Hogwarts, onde tudo começou. Tantos anos sem vê-la. Ah! Mas eu irei retornar, e não como aluna, mas como professora... E modéstia a parte, uma das mais renomadas..."
Hermione foi tirada de suas divagações pelo barulho que vinha da janela do seu apartamento e lá estava a coruja branca tão conhecida. Ela foi até a coruja desatar a carta, recebendo uma bicadinha carinhosa em resposta.
"Olá Srta Sumida, muito obrigada por ter ficado esses quatro meses em silêncio absoluto sem responder uma única carta, quase organizei uma busca, afinal pensávamos que éramos seus amigos? Pelo jeito me enganei Gina está ao meu lado dizendo para eu deixar de ser dramático, que só porque sobrevivi a Voldemort não quer dizer que o mundo gira ao meu redor. Mas enfim, estamos escrevendo para dar as boas novas, Gina está grávida! Sim... Sim... Sim... Nós somos coelhos... *risos* Mas as crianças (Lily, Sirius, James, Alvo, Nathan e Tasha) mandam beijos e dizem está com saudade da "tia Mione". Claro, que elas são facilmente subornadas pelos lindos presentes que você mandou no natal passado, mas pelo amor de Deus, até eles já entenderam que você parece está nos evitando... Sei que isso deve ser por causa dos seus estudos, responsabilidades e coisa e tal, e blá blá blá.
Ah, Ron apareceu noite passada com uma loira peituda (Gina me socou neste momento) acho que o nome dela era Baby, Gaby, Dady, ou algo que o valha. Disse que encontrou o amor da vida dele, provavelmente vai durar uma semana. Ainda acho que você deveria ficar com ele, alguma possibilidade?
Vi você em uma foto no jornal ao lado do primeiro ministro bruxo búlgaro, como sempre bem relacionada?! Bom, vou parando por aqui, mas peço encarecidamente se for possível você apenas me enviar uma coruja, ou um sinal de fumaça, ou mesmo aparecer via Flu, afinal, isso não pode atrapalha tanto o seu tempo assim. Beijos e abraços da Família Potter."
Ps: Minerva perguntou por você, estou cansado de dá desculpa em seu nome.
Hermione terminou de ler a carta com um enorme sorriso no rosto, mais um Potter para o mundo, e na opinião de Hermione ninguém no mundo merecia mais isso do que o garoto-que-sobreviveu.
"Gina grávida de novo, se forem gêmeos vão superar o Sr e a Sra Weasley. Três gravidez, três gêmeos. No primeiro ano de casamento logo após a escola, ela teve Lily e James , depois de um ano vieram Tasha e Sirius, e no ano anterior foi a vez de Nathan e Alvo, esses últimos sem dúvidas são seguidores do Gêmeos Weasley, confusão é com eles mesmos, com apenas um ano conseguem fazer a maior algazarra. Agora mais um ou dois Potter's. Fazia sentido, de um jeito estranho, no final das contas Harry merecia uma família de verdade"
Harry conquistara o que sempre quis o emprego dos sonhos, a mulher dos sonhos, e a família dos sonhos. Hermione suspirou pensando no que ela conseguira até agora?
"Não é que como se ninguém me quisesse, só não encontrei a pessoa certa, a que faça o meu coração disparar só de saber que estou no mesmo lugar que ela. Ao invés disso, continuou sendo perseguida pelo Vítor, que depois que eu me mudei para a Bulgária não larga do meu pé, me enchendo de mimos,mas não adianta, os dias dele já se foram. E tem também o David, mas esse é um caso irremediável, desde o primeiro ano de faculdade ele vem tentando sair comigo, chegando a um estágio de inimizade (da minha parte é claro) que ele recebe praticamente um fora por dia... Já tentei de tudo: conversei, gritei, ameacei, menti dizendo que tinha um namorado (quem dera). Mas nem David vai me tirar do sério hoje. Só de imaginar que daqui a quatro meses não vou mais precisar ver a cara dele todos os dias, já me dá ânimo para continuar."
Hermione pegou uma pena e pergaminho que estavam na cabeceira da cama e escreveu uma resposta curta para Harry.
Caros membros da família Potter (fica difícil colocar o nome de todos).
Parabéns, mais um ou dois membros para se juntarem a vocês. Gina, estou super feliz por você, se cuida e toma cuidado com o(s) meu(s) sobrinho(s), e Harry vê se cuida dela direitinho. Muito trabalho no departamento de aurores?
Quanto a Rony, não falo com ele há algum tempo, espero que está nova "inominável" seja melhor do que aquela loira azeda do natal de dois anos atrás.
Mande beijos para a Minerva, e diga que falta pouco para eu retornar, e que estou com muitas saudades (não só dela, de todos) e voltarei a Hogwarts, talvez antes que ela imagine. Daqui a quatro meses vamos nos vêr, por que obviamente vocês vem para a defesa do meu TCC. (Convide os professores de Hogwarts por mim, por favor) Estou lhes esperando...
Beijos para todos (principalmente aos meus sobrinhos, a tia ama vocês... )
Não ficou tão curta como imaginou, mas mesmo assim valeu à pena. Entregou o pergaminho para a coruja, que logo em seguida já estava sumindo entre as nuvens, retornando para casa.
Hermione olhou para o relógio digital ao lado da cama, no visor agora estava escrito em grandes letras púrpuras "Você está realmente atrasada... Hora da faculdade!", levantou , arrumou a cama com um aceno de varinha, e ainda se espreguiçando foi para o banheiro.
Enquanto mergulhava na banheira, ela divagou como seria interessante sumir do mundo por alguns instantes, mas não fora tão longe para desistir no final da caminhada. Voltou ao quarto, deu uma olhada no guarda-roupa.
"Isso tá uma bagunça"
Depois de se vestir, ajeitou os cabelos em um rabo-de-cavalo, fechou o apartamento e aparatou direto na universidade.
- Alvo vamos ao ponto, por favor – disse Snape que já estava entediado em uma conversa sem fundamento com o diretor.
- Se é assim que você prefere – disse o diretor– Você aceita ser candidato a Ministro da Magia?
- Não teste a minha paciência, diga logo, por que me tirou das masmorras?
- Não tenho nenhuma intenção de experimentar o seu humor negro assim tão cedo – disse Dumbledore com os olhos brilhando – A minha pergunta foi direta, você quer ser ministro da magia? E merece uma resposta simples, sim ou não.
- Você está realmente falando sério? – seus olhar avaliador sobre o diretor.
- Por que mais eu te chamaria às sete da manhã em meu escritório? Poderia está desfrutando muito bem das minhas horas de sono.
- Não.
- Não o quê? – brincou o diretor – Não, eu não deveria desfrutar das minhas horas de sono ou você não aceita a indicação?
- Não, eu não aceito a indicação – suspirou profundamente, Dumbledore tinha um dom singular para irritá-lo e ainda não eram nem seis da manhã.
- Posso saber o porquê? – questionou o diretor como se estivesse apenas curioso.
- Nunca tive ambições ministeriais – disse sério – Ninguém votaria em mim. Sou um ex-comensal. Mais alguma coisa?
- Acho bom começar a ter tais ambições. E parece que você que se esqueceu de completar a frase "ex-comensal e herói de guerra". A opinião das pessoas sobre você mudou muito desde o dia em que a minha suposta morte foi esclarecida. Você ficou conhecido como aquele que é capaz de tudo para fazer o que é certo, fazer aquilo que deve ser feito. E essa é uma atitude que se espera de um governante seja ele quem for.
- Ainda não vejo motivos suficientes para aceitar.
- Considere isso um favor pessoal seria bom ter alguém de confiança dentro do ministério. Não podemos deixá-lo cair em mãos erradas, como aconteceu durante a guerra.
Snape riu ironicamente... "Quem o velho pensa que engana?"
- Alvo, Alvo. A última vez que você pediu um favor pessoal tive que fingir matá-lo, fui mordido por uma cobra, quase morri, fiquei sendo odiado por todos. Diria que ainda sou odiado por alguns, não serei novamente mais uma das "suas peças de xadrez", não tente me colocar em pontos estratégicos para proteger o mundo bruxo, não dessa vez.
- Além de tudo, você sairia de Hogwarts – continuou Dumbledore como se Snape não houvesse interrompido – Você ficaria longe das "cabeças- ocas", teria mais tempo livre para retomar seus projetos de pesquisas sobre poções. Sem provas para corrigir, alunos para perturbá-lo, ou campeonato das casas com que se preocupar. E o melhor, sem Minerva para ficar te perseguindo.
- É uma proposta tentadora – disse Snape, começando a pensar seriamente sobre o assunto – E você?
- O que tem isso haver? – falou se fazendo de desentendido, mas o olhar expressando óbvio divertimento.
- Sem você para espionar minha vida?
- Isso não posso garantir.
- Foi o que pensei – disse Snape ferino "Afinal o velho nunca vai me deixar em paz"
Snape ficou calado, olhou através da janela do escritório para o campo de Quadribol que se estendia ao longe.
"De repente pode não ser uma má idéia"
- Vou avaliar sua proposta, até o entardecer me posicionarei sobre o assunto.
Fez uma pequena reverencia com a cabeça em direção ao diretor e saiu sem dar chance para Dumbledore falar nada. Ele precisava pensar.
Hermione chegou à universidade e seguiu apressada para a sala de aula, atravessou o pátio, que agora estava totalmente vazio, sem os alunos perambulando por ele. Chegou à sala ao mesmo tempo em que o professor Richard Broow, ainda com o rosto afogueado pelo esforço ofereceu um sorriso a ele.
- Bom dia, Srta Hermione!
- Dia professor!
- Ora... professor? Pode me chamar de Richard, já somos quase colegas de profissão.
Hermione sorriu sem graça, afinal nunca tivera esse tipo de intimidade com nenhum professor, tanto em Hogwarts como na própria UBB, não obstante a amizade que tinha com Minerva, mas durante os anos escolares o relacionamento sempre foi muito polido e cheio de respeito. Hermione parou por um momento para analisar o professor.
"Ele até que é charmoso, um corpo sarado, nem aparentava a idade que tinha, supondo que ele tenha uns 35 anos, cabelos loiros, branquinho, olhos de uma cor diferente... Seriam lilás, iguais os da rainha? Tudo complementado com um sorriso... Meu Merlin que sorriso é esse?"
Ela mesma se surpreendeu com seus pensamentos impróprios, e logo com um professor.
"Hermione Jane Granger, controle-se, tá subindo pelas paredes por acaso? Vai atacar o professor? Ele só estava sendo gentil, não te convidando pra ir dormir com ele. Pelo amor de Merlin, se alguém escutasse o que você estava pensando iriam achar que está desesperada, tudo bem, de fato você está um pouco desesperada, mas ninguém precisa saber."
- Quer nos dá o prazer da sua presença, Hermione – disse o professor que já estava sentado à mesa, olhando para Hermione de forma divertida.
"E eu aqui, parada, feito uma idiota, Acorda pra vida, Hermione."
Hermione assentiu, entrou na sala andando devagar, procurando ao redor um lugar vago para sentar. "Droga, só pode ser brincadeira. Eu grudei chiclete na cruz por acaso? Eu matei a princesa Diana? Afundei o Titanic? Salguei a Santa Ceia? Ou, explodi a bomba atômica? Não! Então, por que quando eu penso que as coisas já estão ruins ao limite, descubro que elas podem piorar?"
Só havia um lugar vago naquele imenso auditório, na segunda fileira, seria um ótimo lugar para se sentar se não fosse o fato de David Smith está sentado ao lado. Hermione não teve escolha, já estava chamando atenção e o professor a estava aguardando para iniciar a aula. Foi andando vagarosamente, querendo ter certeza que não havia outro lugar, seu humor que já não estava dos melhores, agora só pioraria. Quando chegou próxima a carteira, David se levantou e fez uma reverência exagerada, como se ela fosse uma princesa ou algo assim, em uma intenção óbvia para irritá-la.
"Como se precisa de algo além da simples existência dele para me irritar?!"
O movimento dele arrancou risadinhas de alguns alunos mais próximos, mas tudo o que ele conseguiria arrancar dela era o café da manhã, pena que não teve nem o prazer de tomá-lo.
- Bom dia Hermi! – disse David baixinho enquanto o professor dava início à aula. Ele sabia que Hermione odiava aquele apelido idiota, que ele lhe deu como prova do seu "amor à primeira vista" no primeiro dia de aula – Sonhou comigo?
- Não me chame assim – murmurou ela "Senhor daí-me paciência" – Dormir muitíssimo bem, se você não entendeu isso quer dizer que você passou muito longe dos meus sonhos.
- Sei que você me ama, está tudo aí no fundo do seu coração.
- Nem uma retroescavadeira encontraria esse tipo de sentimento por você no meu coração. – disse ela cansada, continuando com um ar quase de súplica – Dá um tempo. Vê se me larga.
- Eu te amo já te falei – disse ele cínico – E você, por que você não me dá uma chance?!
- Por que tenho namorado e sou muito apaixonada por ele – mentiu descaradamente.
- Ciúmes não é um sentimento que faça parte da minha vida – riu maroto – Vamos dividir nossos problemas e felicidades, vamos dividir uma vida juntos...
- Já faço um esforço enorme dividindo o mesmo ar com você, não me peça o impossível. – disse ela alterada.
- Vamos lá, confessa, você deve sentir alguma coisa por mim...
- Não sinto nada.
- Fala a verdade, por favor...
- Ok, sinto muitas coisas por você, repulsa, nojo, irritação, pena, raiva... Toda vez que eu te vejo da vontade de vomitar.
- Pelo menos já é um começo – disse ele sorrindo (sabia que isso irritaria Hermione ainda mais) – É como dizem, o amor e o ódio andam de mãos dadas.
- Hum...hum...hum... – o professor estava chamando a atenção deles – Agora que o Sr. Smith parou de importunar a Srta Granger, podemos voltar a falar da questão principal de hoje.
- Continuando... Essa caixa – pegou uma caixa negra sobre a mesa – Contém os assuntos que serão abordados por vocês no TCC, o trabalho será feito individualmente – David bufou, já tinha feito vários planos para um possível trabalho em dupla com Hermione – Chamarei os nomes e cada um de vocês, virá aqui sortear o seu assunto.
À medida que foram sendo chamados, os respectivos alunos se levantavam e dirigiam-se a mesa do professor.
- Srta Granger, aproxime-se.
Hermione enfiou a mão na caixa, puxou um pedaço de pergaminho cuidadosamente cortado, onde estava escrito em letras grafais "POÇÃO MATA-CÃO".
- Pelo visto, a Srta terá muito trabalho pela frente – disse o professor, continuando quase em um sussurro – Se não fosse contra as regras da faculdade, poderia ajudá-la, mas é melhor contatar um mestre de poções o mais rápido possível.
- É o que pretendo – falou voltando para se sentar.
- E aí, que poção você tirou? – David perguntou assim que ela chegou.
- Mata-cão.
- Meus pêsames – disse ele – Eu sorteei a poção do amor – continuou malicioso – Isso não te dá ideias? Talvez seja o destino.
- Claro que me dá ideias... – respondeu com um sorriso irônico forçado no rosto - Quem sabe você descobre um pouco de amor próprio.
Hermione saiu da aula, tentando buscar na memória um mestre de poção para ajudá-la, só conhecia um que sabia fazer a poção mata-cão e Snape definitivamente seria sua ultima opção.
Snape andou pelos corredores do castelo tão absorto em pensamentos, que não reparou na algazarra que os alunos estavam fazendo ao seu redor, nem mesmo quando uma bomba de bosta estourou a poucos centímetros da sua capa. Entrou nos seus aposentos, atravessando a ampla sala-de-estar em direção a sua poltrona preferida, servindo-se da garrafa de wisk de fogo que estava próxima.
"Severus Snape, Ministro da Magia. O nome soou bem... O todo poderoso do mundo mágico – menos poderoso que o Alvo logicamente – É uma ideia a se considerar, uma proposta tentadora, ficar longe dos alunos, de tudo que me liga a Hogwarts... Isso vai me fazer bem... Pena que Alvo Dumbledore ainda vai está nos meus calcanhares, me seguindo a onde quer que eu vá".
Snape adorava o fato de Dumbledore se preocupar com ele, mas nunca admitiria isso em voz alta, já que o diretor fora e ainda era o seu único amigo que tivera durante todos esses anos.
"Eu, um quarentão sem famílias e sem amigos, apesar de que até o Alvo tem uma esposa, não que eu queira uma Minerva pra mim, Merlin me livre desse carma. Mas seria interessante ao menos uma vez na vida receber um olhar de carinho de outra pessoa que não seja um velho de 70 e poucos anos. Pelo menos se eu aceitar ser ministro pararei de pensar nessas bobagens, mas se eu ganhar vai ser como antes, um monte de pistoleira atrás de mim e da minha fama, e o pior, nem vou poder me aproveitar da situação...
Ministro...Onde é que o Potter trabalha mesmo? Isso... Ministério da Magia, Sessão de Aurores. Infernizar a vida dele pelas próximas décadas, vai ser perfeito. Ainda mais agora que a Granger não está lá para dá às respostas certas a ele, posso mandá-lo para o Polo Norte em uma missão secreta. De repente eu comece a viver de verdade...
Quem sabe não é esse o meu destino?! Ser um homem marcado, viver sozinho, morar sozinho, morrer sozinho, mas em compensação ser Ministro da Magia. Vou ficar em uma sala assinando papéis, ganhando montanhas de ouro para assinar papeis, brigar com os funcionários, de preferência o Potter, e depois ir para minha casa, para mais um fim de dia solitário, hum.. Parece ótimo para mim. "
Snape brindou sozinho à sua decisão, uma decisão que mudaria completamente o rumo da sua vida. E ele nem imagina o quanto.
N/A: Espero que gostem =)
N/B: EEEE estamos de volta! Amo essa fic e já deu pra ver que vem muitas emoções pela frente! Severo Snape – Ministro da Magia... Posso dizer... AMEI a ideia! Kkk E mione... dizem que os últimos serão os primeiros... será?! Kkk Vamos q vamos que a historia so começou!
