Disclaimer: Essa história pertence a bellaklutz2010, que me autorizou a traduzir, e os personagens pertencem a Stephenie Meyer.
This history belongs to bellaklutz2010, who allowed me to translate, and the characters belongs to Stephenie Meyer.
EPOV
O coração da minha Bella estava morrendo rapidamente. O ouvi pulsar rapidamente até que estava em sua batida final. Coloquei minha cabeça cuidadosamente sobre seu coração e ouvi.
Thump, thump, thump.
"Eu te amo Bella." Eu sussurrei para ela. "Para sempre e por toda a eternidade. Por favor, apenas volte para mim, meu amor."
"Dois minutos." Alice disse entrando na sala. Ela parecia tão despedaçada quanto eu. Isso me surpreendeu vendo que Alice tinha sempre desejado secretamente que eu transformasse Bella. Ela nunca falou, mas ela parecia gritar em sua mente.
"Alice, o que foi?" eu perguntei me tornando preocupado. Eu tentei examinar sua mente, mas ela estava me bloqueado. Em vez disso, ela substituiu por imagens de eu e Bella no passado. Eu implorando para o celular de Bella cooperar o sacudindo furiosamente. Bella animada e chocada no momento em que nos encontramos quando ela chegou a Forks.
"Edward, me desculpe." Ela disse simplesmente. Ela correu para fora da sala soluçando secamente e repetindo suas desculpas. Por que ela estava se desculpando? O que ela queria dizer? Bella iria ficar bem? Eu não tinha tempo para fazer essas perguntas já que o fim de Bella estava chegando. Uma última batida escapou de seu coração, e então ela não era mais humana.
"Carlisle," eu disse em voz alta. Carlisle tinha entrado e estava ao lado de Bella em segundos.
"Ela está perfeita, Edward," Carlisle suspirou de alívio. "Eu sabia que você podia fazer isso, filho. Nem consigo dizer o quanto estou orgulhoso de você."
"Obrigado," eu disse agradecidamente. Bella começou a se mexer na cama parecendo incrivelmente ansiosa. Esperei por ela abrir os olhos e olhar para mim. Eu precisava ouvir diretamente dela que ela estava bem e que tinha me perdoado pelo que eu causei a ela.
"Bella," Carlisle disse finalmente. "Bella você é capaz de me ouvir?"
"Por que você está gritando?" ela perguntou abrindo os olhos em choque. "Onde estou? Quem eu sou? O que vocês fizeram comigo? O que há de errado comigo?"
BPOV
Eu sabia que algo estava drasticamente diferente. Em um momento eu estava sonhando com um garoto que me amava e que lutava por mim. Ele tinha tentado me salvar de outro homem que queria me matar. De alguma forma eu sabia quem ele era, mas não conseguia mais lembrar. Era como se em um momento minha vida fosse completamente normal, e a seguinte eu tivesse em um lugar estranho.
"Ela está perfeita, Edward," eu ouvi um homem dizer. "Eu sabia que você podia fazer isso, filho." Do que o homem estava falando? O que havia sido feito comigo e quem era o responsável? "Nem consigo dizer o quanto estou orgulhoso de você." Por que ele estava orgulhoso?
"Obrigado," eu ouvi uma voz muito familiar dizer. Eu conhecia. É como se... poderia ser possível ele ser o garoto do meu sonho?
"Bella?" eu ouvi o primeiro homem falar novamente. Quem nesse mundo era Bella? "Bella você é capaz de me ouvir?" Parecia que ele estava gritando com toda a força de seus pulmões. Por que ele tinha que gritar tanto?
"Por que você está gritando?" eu perguntei desesperadamente tentando tampar meus ouvidos. "Onde estou? Quem eu sou? O que vocês fizeram comigo? O que há de errado comigo?" Eu me sentia tão perdida, tão assustada. O que estava acontecendo?
"Bella, não," o garoto perto de mim disse. Ele era insanamente lindo. Ele tinha o corpo mais lindo que eu podia imaginar e ele estava falando comigo.
"Você fez isso comigo?" eu perguntei rapidamente percebendo a conversa anterior entre ele e o homem perto dele. "Você me deixou assim?"
"Sim," ele disse. Naquele momento eu queria arrancar sua garganta. Um pequeño rosnado saiu de meu peito enquanto ele começava a parecer triste e derrotado. "Bella, eu sinto muito, meu amor." Ele pegou minha mão entre as suas e começou a soluçar. Por que ele não estava produzindo lágrimas? Eu tinha ido parar num hospício?
"Por que está me chamando de Bella?" eu perguntei. "E porque está me chamando de amor seu doente maluco? Eu não tenho idéia de quem é você!"
"Bella, por favor," ele implorou. "Por favor, lembre-se de mim! Eu sou Edward e você é Bella. Você me ama e eu a amo mais do que tudo nesse mundo."
"Não, você é louco," eu o corrigi. Me encontrei voando no ar e quebrando o telhado de vidro. Surpreendentemente eu não senti dor por essa ação, parecia incrivelmente estranho e improvável.
"Não," eu ouvi o garoto gritar. "Bella, não corra! Não, Carlisle, faça alguma coisa! Alice não a deixe escapar!" Eu não poderia me importar menos com o que eles pensavam. Eu precisava fugir daqui e rápido. Talvez eu lembrasse pelo menos de algo que me guiasse para casa se eu deixasse esse lugar enigmático. Eu saltei de árvore em árvore fugindo dos cinco vampiros que estavam atrás de mim.
"Edward você é o mais rápido, bloqueie-a," eu ouvi a menor vampira falar com uma voz de sino. Então esse era seu nome, Edward. O que ele queria comigo? Por que ele simplesmente não me permitia sair em paz?
"Não," eu gritei. "Edward, me deixe ir!"
"Não, Bella," ele gritou me fazendo tremer de dor. "Eu te amo; não posso permitir você se destruir desse jeito."
"Se você me ama então por que está me prendendo?" eu perguntei. Ele pareceu um pouco magoado com minhas palavras. "Apenas me deixe ir, Edward." Eu não posso deixá-la ir, eu o ouvi dizer embora nenhuma palavra tenha passado por sua boca perfeita. Ela tem que se lembrar de mim. Ah, por que eu ainda não consigo ler sua mente? Suas palavras me assustaram. Por que ele não conseguia ler minha mente e eu era capaz de ler a sua?
Eu praticamente voei na floresta perdendo a família atrás de mim. Embora isso tenha rasgado uma parte de mim já que eu lembrava todos os seus rostos. Eles pareciam tão magoados e traídos. Eles pareciam indefesos e carentes. O único rosto que nunca deixava minha mente era o dele. Senti uma onda de culpa dentro de mim enquanto pensava nas palavras sem coração que eu tinha me permitido falar.
"Você," eu ouvi uma voz furiosa falar. "O que está fazendo aqui?" eu finalmente encontrei coragem para encarar o estranho alto que parecia furioso e intrigado. "Então você veio aqui para morrer? Por que se é isso podemos com certeza arranjar tudo facilmente."
"Do que você está falando?" eu me encontrei rosnando. "Eu não fiz nada errado."
"Ah fez," ele disse. "Está vendo esse território particular? Vocês crianças não são autorizados a pisar nessa terra. É o tratado, como você deveria saber."
"Tratado?" eu perguntei em tom incrédulo. "Que tratado?"
"Eu sei que você está com os Cullen," a voz disse ficando brava. "Eu posso sentir o cheiro deles em seu corpo nojento."
"Quem é você?" eu perguntei com medo. Essa pessoa parecia como se quisesse me matar.
"Meu nome é Sam," ele disse. "Sam Uley e agora você violou o território de La Push."
"Eu não sabia," eu disse. Eu podia sentir meu corpo começar a ter tremores.
"Diga isso ao resto da matilha," ele rosnou. "Você vem comigo."
"BELLA NÃO," eu ouvi Edward gritar com terror. "BELLA NÃO VÁ COM ELE! SAIA!"
"Por favor, não faça isso," eu implorei. "Se eu tiver que ir embora com eles, eu irei. Só estou implorando que não me leve."
"Tarde demais, sanguessuga," ele rosnou mais uma vez. "Você devia ter pensado nisso antes de seus amiguinhos a transformarem."
"EDWARD," eu gritei por impulso. Eu não tinha idéia de porque isso parecia tão natural. Por alguma razão tudo que eu queria era estar de volta em seus braços. A próxima coisa que eu sabia era que esse Sam tinha me jogado em seus ombros. Eu chutei e gritei em protesto, mas foi absolutamente inútil, embora às vezes pareça ter o machucado.
"Sam, o que é isso?" um jovem garoto que parecia ser um ou dois anos mais novo do que eu perguntou. "O que você está fazendo?"
"Fique fora disso, Jacob," ele intruiu. "Isso não é da sua conta!"
"Sam," ele hesitou. "Eu a conheço."
"O que?" Sam e eu perguntamos em uníssono. Do que esse garoto estava falando? Como ele podia me conhecer quando nem eu sabia quem ou o que eu era. Sam me jogou no chão no meio da floresta.
"Ela é a filha de Charlie," ele suspirou. "Eu a conheço."
"Você me conhece?" eu perguntei sem acreditar. "Como você me conhece?"
"Quer dizer que não se lembra de mim, Bells?" ele perguntou com um biquinho falso. "Devo dizer que estou um pouco magoado com isso."
"Parece que estou fazendo muito isso hoje," eu disse de repente me sentindo vazia. "Talvez você apenas deva me deixar ir para que eu não machuque mais ninguém."
"Quem você matou hoje?" Sam perguntou com uma fúria cega. "Eu devia arrancar sua cabeça, sanguessuga. Fale agora ou morra!"
"Ninguém," eu gritei em resposta. "Eu nunca matei ninguém na minha vida, bem, pelo menos pelo que eu posso lembrar. Além disso porque eu mataria alguém? Eu não sou uma assassina."
"Você tem alguma idéia de quem você é Bella?" Jacob perguntou. Porque estava todo mundo me chamando de Bella?
"Não," eu respondi honestamente. "Não consigo me lembrar de nada Jacob, nem de você."
"Bem, você não tem me visto por um bom tempo," ele riu. "Mas mesmo assim você ainda é filha de Charlie."
"Isso não importa," Sam latiu. "Ela é nossa inimiga agora."
"Inimiga," ele disse em descrédito. "Sam, como ela pode ser nossa inimiga quando ela nunca derramou sangue humano antes?"
"JACOB," ele gritou. "Nós iremos matá-la não importa o que você fale. Ela é uma abominação que nunca deveria ter sido criada."
"Não, ela não é," Jacob retorquiu. "Eu sei que ela não é."
"ELA É UMA VAMPIRA, JACOB," ele gritou. E eu de repente percebi que meu coração deveria estar batendo em meu peito, mas eu não tinha coração. Poderiam suas palavras realmente ser verdade? Eu era realmente esse monstro que ele falou?
"O que?" eu perguntei em descrédito. "O que você quer dizer com eu sou uma vampira?"
"Significa que seu preciosinho Edward te mordeu e te transformou nisso," Sam disse com raiva. "Agora você irá matar todo humano que você ver sem pensar."
"Mas você é um humano e eu não matei você," eu disse. "Isso tem que significar algo."
"Ah e significa," ele concordou. "Significa que somos lobos e podemos matá-la em segundos." Ele não parecia ser um lobisomem. Ele só parecia como um humano normal que você conhece nas ruas. Ele realmente poderia me machucar?
"Mas não iremos machucá-la," Jacob disse respondendo minha pergunta mental. Ele também lia mentes? "Vamos apenas pensar direito, Sam. Precisamos falar com os Cullen. Eu sei que eles não são meus favoritos, mas eu devo isso a Bella. Ela sempre foi como da família para mim."
"Fui?" eu perguntei. Porque eu não conseguia me lembrar de um único dia da minha antiga vida? O que tudo isso significava? Poderia ser verdade que as criaturas místicas que fomos educados para pensarmos que eram falsas existiam de verdade?
"Sim, você foi Bella," ele disse. "Prometo que iremos tentar chegar a fundo nisso."
"Você tem vinte e quatro horas, Jacob," Sam disse. "Consiga informações ou sua preciosinha Bells irá morrer!" E ele desapareceu na floresta enquanto cinco outras sombras surgiram atrás dele. Jacob foi o único que ficou.
"Obrigada, Sam," eu me encontrei dizendo.
"É, obrigado Sam," Jacob concordou. "Você sabe que isso não vai durar certo? Ele vai superar logo."
"Eu só queria poder lembrar," Eu suspirei enterrando minha cabeça nas mãos. Solucei sem lágrimas. Se eu pelo menos tivesse o ouvido. Nada disso estaria acontecendo se eu não fosse tão teimosa.
"Você irá, Bells," Jacob encorajou.
"Por que está me chamando assim?" eu finalmente perguntei. Ele se aproximou de mim e eu comecei querer vomitar. Ele cheirava como lixo que estava estragado há meses.
"Ah, por favor," ele riu. "Como se seu cheiro fosse melhor," comecei a sentir meu humor melhorar enquanto eu olhava para a criatura sentada diante de mim.
"Eu não cheiro mal," eu murmurei.
"É, tá bom," ele disse sarcasticamente.
"Quer saber," eu comecei. "Chamam de banho, você já ouviu falar?"
"Digo o mesmo," ele brincou. Essa garota está me deixando louco, ele disse sem mover seus lábios. Era como Edward. O que estava acontecendo? Cara, eu senti tanta falta dela. Eu o vi corer imagens em sua cabeça. Ele estava pensando em um tempo atrás quando estávamos apenas ele e eu andando na praia. Um homem familiar perto da viatura de polícia e um homem em cadeira de roda nos observando, ambos com sorrisos nos rostos. Parecíamos ser alguns anos mais novos.
"Você realmente sabe quem eu sou, não é?" eu perguntei.
"Sim," ele sorriu. "Desde quando usávamos fraldas."
"Quem é Charlie?" eu perguntei curiosamente.
"Ele é seu pai," ele disse. "Você realmente não lembra, não é?"
"Não," eu disse. "Tudo que eu lembro é de acordar com Edward."
"Edward," ele disse entre os dentes cerrados. "O que você estava fazendo com aquele desprezível, afinal?"
"Não fale assim dele," eu disse defensivamente.
"Por que não?" ele perguntou. "Não é como se ele significasse algo para você ou algo assim, não é?"
"Acho que ele significa," eu disse. De repente ouvi algo muito alto gritar em meu bolso.
Shake, shake, shake, shake, a shake it
N/T: Sorry pelo tempo sem postar, mas agora estou de volta!
Quando a gente pensa que tudo vai ficar bem, a Bells perde a memória, fala sério. E quem vocês acham que está ligando?
Comentem! Beijos.
Twitter: Zah_Ribeiro
