E como agradecimento a todos que estão comentando, cap. adiantado.
De coração, Obrigada.
""Caio Santos, meu lindo, a gente divide essa fantasia com você sim. Estou sempre as ordens querido.
Hoje vou postar uma one super gostosa e hot de presente pra você. Força na peruca, que o babado é quente.""
Amei os comentários.
— Eu posso entrar? — ele murmurou. — Dois minutos.
— Certo. — De onde isso veio? Seu coração batia tão forte que podia apostar que ele podia ouvir.
— Eu quero ver você novamente. — Edward acendeu uma luz quando ele encaminhou Bella pela porta, e fechando-a atrás dela.
Sua garganta apertou e secou como o deserto do Arizona. — Eu, eu…
Mas suas palavras desapareceram, sua mente ficou em branco, Edward tomou seu rosto em suas palmas e capturou seu olhar com o seu.
— Edward, eu — Mas ela não soube mais o significado de em cima ou abaixo, e se derreteu contra ele, querendo ele. Seu odor de terra a intoxicou, enchendo seus sentidos, confundindo além dos efeitos do álcool.
— Querida, o que você faz comigo, — Edward disse contra seus lábios. — Deixe-me saborear você.
— Sim, — ela sussurrou.
Ele roçou os lábios sobre os seus. Só um beijo de leve. O toque de luz de seus lábios e sentia seus calosos dedos em sua pele fazendo seus mamilos endurecerem. Uma onda de desejo cresceu, então explodiu dentro de sua alma.
Ela se apertou mais íntimo nele e ouviu um gemido suave.
Vinha dela.
A ponta de sua língua desenhou seu lábio inferior, uma carícia que enviou desejo em espiral dentro. Ela separou seus lábios e sua língua encontrou a sua, uma suavidade aveludada que saboreou como mel dourado. — Você tem um gosto tão bom, — ele murmurou.
Cítrico da margarita estava ainda doce em sua língua e ela enlaçou seus braços ao redor de seu pescoço e seu beijo aprofundou. Ela cheirou a fragrância suave de maçã em seu cabelo, e deslizou seus dedos nas mechas suaves, tirando seu chapéu de cowboy.
Com uma sacudida, Bella ficou ciente da ereção de Edward contra sua barriga. Uma voz em seu interior gritou, dizendo que não podia ir mais adiante. Não com alguém que tinha acabado de conhecer.
Mas sua mente e corpo se recusavam a ouvi-la.
Como se ouvisse seus pensamentos, ele soltou uma respiração fraca e andou de volta, pondo distancia entre eles deixando-a fria e vazia. Só.
Edward colocou um dedo junto à maçã de seu rosto e ela estremeceu com desejo. — Diga que você vai me ver novamente.
Ele estava tão bonito, o cabelo em desordem, paixão em seus olhos.
— Eu não sei se isto é uma boa idéia. — Levou toda sua força de vontade de não lançar os braços ao redor dele e dizer que ele passasse a noite com ela. Nunca tinha ficado com outro homem além de Jacob de um modo sexual, e se surpreendeu com a intensidade que desejava Edward.
Ali mesmo. Agora mesmo.
Edward pegou suas mãos nas dele. — Tome o café da manhã comigo.
Ela agitou sua cabeça. — Eu tenho uma reunião, e estou saindo da cidade.
Ele puxou suas mãos para sua boca e arrastou seus lábios acima de suas juntas, enviando calafrios ao longo dela, aqueles olhos verdes intensos nunca deixando os seus. — Como faço para encontrar você?
Tentando recuperar um pouco de autocontrole, Bella livrou suas mãos e alisou seu cabelo. — Vou dormir. Se eu vir você antes de partir, eu informarei.
— Certo. — Ele a beijou novamente, um beijo prolongado suave, e ela quase perdeu todo o fragmento de resolução. Ele sorriu e acariciou sua bochecha, então girando saiu pela porta.
E ela estava realmente só.
Ofuscada, Bella girou em direção à cama e quase tropeçou no chapéu de Edward. Ela o levantou, perguntando se deveria entregar para ele.
Não. Amanhã de manhã seria mais sensato.
Bella passou a agitada mão por seu cabelo. O que tinha acabado de fazer? Experimentou o beijo mais incrível de sua vida de um verdadeiro estranho.
Se sentou na extremidade da cama, deitou-se com o chapéu de Edward sobre seu peito. Inalou profundamente, bebendo o inebriante cheiro agarrado no chapéu Stetson. Aquele odor masculino que aumentava sua dor por ele.
Como teria sido fazer amor com Edward? Jessica diria foda com ele, mas Bella não podia dizer aquela palavra em voz alta. Isso trazia uma extremidade de erótico que causou uma excitação saltando ao redor em sua barriga.
Abriu suas coxas e com uma mão parou ao redor de sua cintura. Bella imaginou que Edward teria mãos gentis e lentas. Deslizou sua palma abaixo pelo estômago para sua calcinha, então deslizou seus dedos em baixo do elástico nos suaves cachos.
Bella fechou seus olhos, ainda segurando chapéu de Edward perto de seu peito. Seus mamilos estavam duros e apertados contra seu vestido quando deslizou seus dedos em suas dobras. Fazia tanto tempo desde que deu a si mesma um orgasmo, e agora mesmo precisava de um. Sexo com Jacob tinha sido mecânico e insatisfatório, e ela sempre teve que cuidar de do assunto depois.
Mas não iria pensar sobre isso agora.
Não, realmente iria imaginar deixar-se, ir imaginando o cowboy alto e sensual que conseguiu quebrar o gelo de resistência que cobria seu coração e alma desde seu divórcio. Não podia admitir a proximidade, mas não iria machucar fantasiar sobre ele, certo?
""Edward estava atrás dela, o calor de seu corpo queimava através de seu fino vestido de algodão. Lentamente ele abriu seu vestido e então deslizou as alças de seu vestido para baixo de seus ombros, seus braços, por seus quadris até que caiu em um redemoinho ao redor de seus pés. Ele murmurava palavras suaves enquanto a beijava no ombro, então abriu seu sutiã e deixou cair no chão. Sua calcinha era a próxima,com ele empurrando para baixo, deixando-a completamente nua.
Ele a girou e a admirou com palavras e olhares em chamas. Ele apreciava curvas, se maravilhava com seus seios grandes e quadril voluptuoso.
Mas ele não podia esperar para tê-la. Ele desabotoou sua calça jeans e retirou seu pênis… tão grande, muito grande. Suavemente a empurrou sobre a cama, suas longas pernas abertas. Ele se moveu entre suas coxas, sua calça jeans áspera contra sua pele suave, mas a sensação era erótica e excitante.
Edward abaixou sua cabeça e amamentou de seus mamilos, primeiro um e então o outro. Sua ereção arreliando suas dobras, implorando para deslizar dentro dela. Com uma mão ele suspendia a si mesmo acima dela, e com a outra ele guiava seu pênis para a entrada em seu canal. Ela arqueou seus quadris, implorando por ele. Ele sorriu aquele sorriso sensual lento e então entrou nela.
Ela ofegou ao senti-lo. A aspereza de sua calça jeans irritando entre suas coxas. Edward se debruçou abaixo e a beijou com ele se dirigindo mais íntimo e mais íntimo para clímax…""
Com um pequeno grito, Bella voltou para a realidade, saindo de sua fantasia. Seus dedos continuavam a circular seu clitóris fazendo seu corpo estremecer até que ela gozou uma segunda vez.
O calor encheu seu corpo e suas bochechas avermelharam. Ainda segurando o chapéu Stetson de Edward, ela deslizou sua mão fora de sua calcinha e puxou para baixo seu vestido.
Bom senhor, que orgasmo surpreendente. Pergunto-me como seria isso no real.
Não, não, não. Não vá por ai!
Edward passou um inferno de uma noite acordado depois de deixar Bella. Passou horas olhando fixamente para o teto, lembrando seu odor, o modo que ela olhou com seus cabelos despenteados e seus lábios inchados de seus beijos. Saber que ela estava no quarto ao lado era pura tortura. Seu pênis estava tão duro quanto uma barra de aço, e não demonstrava nenhum sinal de acomodar-se.
Finalmente decidiu tomar um banho frio, mas quando estava debaixo da água ele mudou para morno. Girou suas costas para a água morna e apoiando uma mão contra a parede lisa do chuveiro. Com sua mão livre ele segurou seu pênis, imaginando corpo doce de Bella embaixo dele.
Suas mãos doíam em acariciar suas curvas generosas. Tocaria cada pedaço de seu corpo, passaria sua língua entre suas coxas até que alcançasse suas dobras. Deslizaria suas mãos debaixo de seu traseiro suave e a levantaria de forma que ele pudesse lamber sua vagina. Provaria a carne doce, lambendo e a chupando até que ela gritasse seu orgasmo. Então se levantaria enquanto ela ainda estivesse trêmula e se dirigiria até seu núcleo e a foderia. Sim, ele engancharia seus braços debaixo de suas pernas e a tomaria profundamente até que ela gritasse novamente.
Edward gemeu vendo seu jorro sobre o azulejo da parede de banheiro aliviando um pouco sua necessidade de Bella. Mas longe da satisfação. Inferno, ele levantou fora antes, mas como assim, não logo depois de só encontrar uma mulher… uma mulher que ele não queria deixar ir.
E inferno, apenas a conheceu.
Uma coisa, de propósito deixou seu Stetson em seu quarto de forma que ela teria que devolver para ele de manhã. Pelo menos esperava que ela fosse.
Por algum tempo ele ficou acordado, e até leu seu artigo na revista que deu para ele. Ficou impressionado com o estilo que tinha de escrever, e o modo que apresentou um tópico e sem experiência de primeira mão. Um pai solteiro há cinco anos, Edward estava bem familiarizado com o assunto.
Sim, Bella Swan definitivamente valia a pena conhecer.
Edward despertou cedo de manhã, pronto para encontrar Bella antes que ela fugisse.
O que vinha depois? Pai solteiro confirmado. Inferno, ainda que Bella concordasse em vê-lo novamente, o que ela pensaria sobre ele ter um filho? Ele e Anthony eram um pacote. Normalmente Edward falava sobre seu filho o tempo todo, mas por alguma razão tinha evitado assuntos pessoais, igual como Bella evitou.
As sete bateu em sua porta, esperando que ela ainda estivesse ali. A porta abriu o recompensado com a visão de Bella vestindo uma camiseta e boxer rosa, e um vislumbre de suas pernas torneadas.
— O que você está fazendo aqui tão cedo, Edward? — Ela correu uma mão por seu cabelo despenteado.
Ele se debruçou contra o batente da porta. — Você está bem?
— Eu estou bem. — Ela deu um atraente pequeno bocejo. — Que horas são?
— Sete.
— Sete! — Ela se virou, claramente distraída, e ele travou a porta com sua bota.
— Droga de cortinas de hotel, — ela balbuciou. — Sempre deixa tudo muito escuro.
Edward a seguiu pelo quarto, a porta se fechou atrás dele à medida que ela abriu as cortinas e inundou o quarto com raios solares. — Bella, nós precisamos conversar.
Ela girou de volta, quase colidindo com Edward, aqueles olhos escuros abastecidos com emoção que ele não podia discernir. — Sobre o que?
— Nós.
— Não existe nós. — Ela levantou suas mãos como em assombro e soou agitada.
— Você foi bom comigo no avião e nós jantamos. Apenas isso.
Ele elevou uma mão e tirou o cabelo de seus olhos. — Que tal o beijo que nós compartilhamos? Você tem que admitir, foi mais que um beijinho.
Por um momento, viu saudade em seus olhos, espelhando todo desejo de sua alma. Mas ela se afastou.
— Não. — Ela apontou para a porta. — E você precisa ir.
Estava chateada com ele? Ou fez algo como seu ex?
— O que aconteceu? — ele suavemente disse.
Ela agitou sua cabeça. — Nada. Eu preciso preparar-me para meu compromisso. —
— Bella.
— Por favor, saia. — Sua expressão parecia triste e distante. — Eu realmente preciso me arrumar para este compromisso e eu só não consigo lidar com qualquer tipo de complicações agora mesmo.
Edward ficou lá por um segundo, enganchou seu dedo polegar em seu cinto. — Posso pelo menos dar a você meu cartão? Eu deixarei isto para que você consiga chegar até mim. Se você quiser.
Bella suspirou e movimentou a cabeça. — Está bem.
Pegou sua carteira e retirou um de seus cartões da agência e entregou para Bella. Ela pegou sem olhar e deslizou em um bolso de sua mochila.
Bem, pelo menos ela não jogou no lixo.
Da mesma maneira que ele estava para dizer a ela adeus, ela disse, — Espere.
Ele parou perguntando se ela tinha mudado de opinião.
Suas bochechas tinham uma sombra cor-de-rosa escura quando se inclinou e levantou seu Stetson de uma cadeira ao lado da cama. — Você esqueceu isto ontem à noite, — ela disse entregando seu chapéu.
Colocou e dobrou a borda para ela. — Eu espero que você me ligue, — disse e então girou e saiu pela porta. Ela o seguiu e ele permaneceu olhando para ela à medida que ela segurava a porta aberta por um momento.
Seus olhos suavizaram e ela disse: — Obrigado pelo jantar. Eu passei bons momentos aqui. — E então ela deixou a porta fechar-se suavemente atrás dela.
Bem, inferno.
Talvez ela lhe telefonasse afinal.
Edward percebeu que agora ele precisava era ter sua mente voltada ao seu trabalho e começar a pensar sobre que o ele tinha que fazer para perseguir aqueles malditos coiotes. Ele sabia que estava ficando mais próximo dos bastardos. Ele podia sentir isto. Quase saboreava isto.
Ele foi em direção ao restaurante e esperou Carlisle chegar. O sol brilhava pelo vidro chanfrado do hall principal e se derramava pelo chão. Jardineiros trabalhavam na limpeza das folhas das palmeiras e outros detritos da tempestade da noite anterior, e os salpicos que a chuva fez nas janelas e aspirando a sujeira dos tapetes.
Depois que ele fez seu caminho para o restaurante, Edward foi escoltado para uma mesa e deixou o maitre saber que ele estava esperando por outra pessoa. Ele sentou-se e tentou manter sua mente no trabalho de inteligência para quando ele retornasse, mas seus pensamentos estavam voltados para Bella.
— Olá, filho. — ouvindo a voz de Carlisle, Edward varreu seus pensamentos sobre uma certa morena.
Edward sorriu para seu padrasto. — Bom dia, meu velho.
— Velho, seu traseiro. — Carlisle removeu seu Stetson cinza, arremessou isto em cima de Edward, e sentou na cadeira do outro lado da mesa. Depois de bater em sua cabeça com uma mão carinhosa, Carlisle olhou-o atentamente com seus olhos penetrantes, o mesmo olhar que ele lhe dava quando era uma criança. — Você não tem dormido.
Edward se recostou na cadeira de volta e dobrou seus braços. — Papai, eu estou bem. Acabo de ter uma noite agitada.
Carlisle puxou sua gravata azul turquesa. — Como está sua irmã e meus netos?
— Alice esta bem e os gêmeos estão intratáveis a medida que crescem. — Edward riu e agitou sua cabeça no pensamento de sua sobrinha e sobrinho. — Stevie cresce cada dia mais parecido com seu vovô. A imagem cuspida de você.Terrivel.
— Uma ova. — Carlisle puxou o relógio do bolso de sua calça jeans. — O repórter devia estar aqui agora.
Levantando uma sobrancelha, Edward perguntou, — Que história é essa?
— Supostamente um daqueles relatórios do tipo da característica detalhada. — Carlisle tomou um gole de sua água gelada e a colocou de volta. — Sua mãe não disse a você? Este repórter camarada ficará conosco por algum tempo, conversando com rancheiros, mostrando o nosso lado da história e não somente aqueles malditos militantes que nos fazem todos parecermos com um grupo incultos de pescoço vermelho. Ele provavelmente vai querer entrevistar você e outros do departamento. Ele é supostamente um dos melhores.
A atenção de Edward desviou-se de seu pai quando Bella entrou no restaurante, tinha escovado seu cabelo para trás da sua orelha, quando ela falou com a recepcionista.
O fogo queimava seu intestino à medida que ele pensou na noite de ontem. Aqueles lábios. O seu gosto.
Brilhante como um dia de verão, seu cabelo, caia solto por seus ombros, a blusa e calça jeans de um rosa suave abraçando seu corpo, exibindo suas curvas. Ele podia quase cheirar o seu odor de morango.
— O que se passa com você, menino? — Carlisle girou e Edward seguiu a olhar. — Ah. Um espectador, aquela.
A recepcionista pegou um menu e levou Bella diretamente para mesa de Edward. Seu queixo caiu quando ela o alcançou, e seus olhos encontraram com os seus.
— Estes cavalheiros elegantes são seu encontro, Sra. Swan. — A recepcionista piscou para Carlisle. Ela colocou o menu em frente a cadeira vazia, entre os homens e partiu.
Carlisle levantou e tomou a mão de Bella. — Eu sou Carlisle Tuner. Você é a repórter, Isabella Swan?
Ela moveu o olhar para Edward, e deu-lhe um sorriso cortês. — Por favor me chame de Bella.
Que Edward está fazendo aqui? Bella pensou, seu corpo tremulando em consciência.
— Chame-me Carlisle. — a mão de Carlisle inundou sua, e com a personalidade de menino, ela quase esperou que ele lhe desse uma tapa nas costas e oferecesse para mascar tabaco.
Ele a lançou e gesticulou para Edward. — Este é meu filho. Edward, aqui está nossa repórter, que ficará um tempo conosco no Estrela de JL. Será bom termos uma senhora bonita como nossa convidada.
— Seu filho? — Aquele rubor horrível percorrendo Bella.
Edward estava respondendo com um sorriso e correu seus olhos por ela. Ele levantou e tomou sua mão, e ela sentiu um tremor perigoso percorrer sue corpo inteiro
Por que ele me afeta assim toda vez que nós tocamos? Ela pensou, não certa do que pensar sobre qualquer coisa agora mesmo.
Ela se achou verbalizando, e tentou soar como a repórter profissional que era. — Eu pensei que seu último nome fosse Cullen, não Turner.
Edward deu um aceno lento com a cabeça. — É. Carlisle é meu padrasto.
Carlisle ergueu suas sobrancelhas. — Vocês dois se conhecem?
Com só um pouco de dificuldade, Bella extraiu sua mão de Edward. — Nós, ah, nos encontramos ontem no avião.
— E jantamos ontem à noite, — Edward adicionou com um brilho em seus olhos verdes.
As sobrancelhas de Carlisle se levantaram rapidamente. — Bem, então. Vamos tomar nosso café da manhã.
Depois que Carlisle empurrou a cadeira de Bella, eles pediram para a garçonete. Bella escolheu o prato de frutas, não estava certa se poderia lidar com as borboletas que habitavam seu estômago, se pedisse algo mais forte, com Edward por perto, apertando sua perna contra a dela. Quando ela tentou ajeitar-se, ela conseguiu bater sua coxa no joelho de Carlisle. Ela corou de vergonha e murmurou um pedido de desculpas.
Quando a garçonete tomou seus pedidos e partiu, Bella levantou seu copo de água e desviou o olhar de Edward, que lhe disse exatamente o que ela tinha intenção de fazer com isto. Ele riu e moveu seu joelho, o restante da refeição somente tocou sua coxa acidentalmente.
Durante a pequena valsa do joelho, Carlisle explicou o quão grande o rancho era, e com certeza, Edward vivia no rancho, na mesma casa.
Maravilhoso. Bella interiormente gemeu, perguntando se ela devia dizer que mudou de idéia e fugir para São Francisco. Mas para que? O empurrão? Seu pequeno apartamento em cima da padaria italiana?
Não. Isto não iria acontecer. Ela podia manter Edward em seu lugar, terminar o percurso, conquistar o oeste, e voltar para seu caminho.
Quando a garçonete serviu seu café da manhã, Carlisle falou em suas preocupações na situação dos imigrantes ilegais e com sua permissão, Bella ligou seu gravador de bolso.
Carlisle espetou uma salsicha e gesticulava com isto. — Os problemas têm estado lá por anos. Eles precisam conseguir por um fim nisto, antes que mais daquelas almas imigrantes pobres percam suas vidas, morrendo de sede no deserto.
— Que tal a Patrulha da Fronteira? — Bella perguntou. — Eles podem aumentar seus esforços?
— Pergunte a Edward. — Carlisle acenou sua salsicha em Edward. — Ele está na patrulha.
Ela levantou suas sobrancelhas. — Você é um Agente de Patrulha da Fronteira?
Edward deu aquele seu sorriso fácil. — Eu disse a você que eu estou na execução de lei.
— Você não mencionou que ramo.
Ele encolheu os ombros. — Você não perguntou.
A cadeira de Carlisle caiu contra o chão de azulejo à medida que ele se levantou. — Filho, eu preciso ligar para sua mãe e deixá-la saber que nós estaremos em nossa entrada a duas sacudidas de chifres.
Quando Bella ficou sozinha com Edward, ela enxugou sua boca com um guardanapo. — Se eu pensasse que fosse remotamente possível, eu apostaria que você planejou isto.
— Quem disse que eu não fiz. — ele sorriu. — Você perdeu um ponto.
Enquanto ela pegou um morango, deu-lhe um olhar perplexo. — O que?
Ele estendeu a mão e esfregou seu queixo com seu dedo polegar. — Lá, todos se foram. — Mas ele não parou, ele continuou arrastando seu dedo polegar acima de seus lábios em um movimento lento e sensual. Ela congelou presa pelo brilhante verde de seus olhos.
Não. De nenhuma forma podia permitir ficar vulnerável para qualquer homem novamente.
Bella afastou-se. — Edward… aquele beijo de ontem à noite foi um engano. Eu vou fazer esta matéria, e então eu vou partir. Não há lugar para qualquer tipo de relação com você nesta equação.
— Certo. — Seus lábios apertados. — Se você o diz.
Edward se esforçou para tirar suas mãos de Bella, quando seu padrasto a acomodou no banco do passageiro dianteiro do SUV. Antes de ela ter uma chance de discutir, Carlisle sentou no banco de trás. Enquanto Edward dirigiu as cem milhas para o rancho, Bella girou e falou com o rancheiro a maior parte do caminho.
Como o inferno ele poderia manter suas mãos longe dela, se estariam dormindo debaixo do mesmo teto, toda a noite? Bem, inferno. Aquele pensamento certamente continha uma promessa.
Apenas por estar perto dela seu cérebro entrava em curto-circuito. Ele administrou para continuar a esquecer as razões de porque ele ainda estava solteiro. E seu intento era ficar daquele modo.
Talvez ele só estava esperando pela mulher certa…e seu estômago dizia que Bella poderia ser aquela mulher.
O cruzamento da interestadual pontilhadas pelas colinas, pareciam com uma pêra espinhosa e cactos, as árvores de Palo Verde e arbustos. Edward viajava a rota muito freqüentemente, normalmente o tinha como certo, mas a fascinação de Bella pelo deserto era como um gole de água para um homem sedento. Ele apreciou o modo que seus olhos iluminaram, e como absorvia tudo o que Carlisle lhe dizia.
Uma hora e meia mais tarde, eles alcançaram o posto norte de fiscalização da Patrulha da Fronteira, em Tombstone e Edward abriu a janela para dizer um olá, a uns agentes que ele conhecia há anos.
— 'Manhã, Sal. Don. — Edward disse.
Don Mitchell movimentou a cabeça, mas ficou em seu posto para falar com o próximo veículo que surgiu em Tombstone.
— Que diabo você faz aqui, Edward? — Sal estendeu sua mão e bateu a palma da mão em seu ombro. — Já era tempo de você colocar este traseiro preguiçoso para trabalhar. — Seu olhar foi para Bella. Suas sobrancelhas pretas ergueram e seu bigode curvou. — Desculpe, senhora. Não a vi.
— Sal, está é Bella Swan, uma repórter de São Francisco. Bella, este é Salvador Valenzuela, um dos agentes mais malandros que existe.
— Prazer em conhecê-lo, Sal. — Ela alcançou através de Edward e agitou a mão de Sal. O estômago de Edward se apertou, quando ela se endireitou, a curva suave de seu seio roçando em seu ombro.
Sal tocou seu chapéu, e Edward fez uma carranca. Ele particularmente não gostou do modo como Sal vagou seu olhar para Bella.
Depois que Sal e Carlisle trocaram saudações, Edward perguntou, — O que você e Don estão fazendo nesta CP hoje? Foram transferidos, enquanto eu me afastei?
Sal agitou sua cabeça. — Não. Falta de pessoal. Parece mais ou menos um inferno, importando-se com os entorpecentes.
— Alguma novidade de El Toreroi? — Edward perguntou.
Com um encolher os ombros, Sal disse, — O homem é um fantasma. Eu estou começando a pensar que ele não existe.
Edward verificou o espelho de visão lateral. — O carro vindo. Seria melhor nós irmos embora.
O agente tocou seu chapéu e andou relaxadamente atrás do posto de fiscalização.
— Eles usam aquele trailer enorme, para deter imigrantes ilegais? — Bella perguntou, finalmente, endereçando uma pergunta para Edward.
— Não. O UDAs se senta no chão até que nós possamos transportá-los de volta para iniciar o processo.
— O que significa UDA?
— Nosso termo politicamente correto para estrangeiros sem documentos, às vezes chamado de estrangeiros ilegais, ou simplesmente ilegais.
O olhar de Bella foi erudito, e Edward tinha certeza de que ela estava fazendo notas em sua cabeça. A mudança foi quase imperceptível, os olhos da menina se alargaram, dando em seu lugar um olhar astuto da repórter, fazendo seu trabalho. Ela provavelmente seria um urso em uma entrevista, se ela tivesse que comer o assunto objeto de AVC para leigos.
Tombstone aliviada visão, levantando do deserto como uma miragem. Bella sorriu e olhou pela janela, combinação de uma atitude de negócios e prazer.
— Como Tombstone conseguiu seu nome?
— Bem agora, senhorita, isto é uma história interessante, — Carlisle suspirou à medida que eles dirigiram pela cidade. — Um cara chamado Ed Schieffelin descobriu uma poderosa veia rica em prata em 1877, na área de apartamentos em Goose. Aquele menino velho chamou assim, sua primeira mineração reivindicando 'O Tombstone, ' depois que soldados disseram a ele que a única coisa que ele acharia naquelas colinas eram índios apaches e sua própria lápide.
— Isso aí a nossa esquerda, — Carlisle continuou, — é o Cemitério de Boothill. Eles chamaram assim por causa de tantos povos que enterraram lá pessoas que morreram de morte súbita ou foram mortos por suas botas.
Carlisle terminou com uma história sobre o primeiro prefeito da cidade e do tiroteio de O.K. CURRAL.
— Fascinante. — Bella murmurou então olhando através da janela. — É tudo que há para ver? Eu acho que perdi o resto da cidade.
Edward riu e disse, — Se você piscar pode perder isto. Da estrada não existe um lote inteiro para ver da 'A Cidade Too Tough Die.' — Ele apontou para as ondas suaves de terra. — Quando eu era um menino, e Mamãe e papai dirigiriam por aqui, eu costumava imaginar uma estrada empoeirada substituindo a estrada, e vagões em vez de carros. Eu tinha o retrato de vagões ao invés de cavalo, trabalhadores ao longo das trilhas arenosas, e mineração de escavadores de prata.
— Está tão… vazio, — ela disse. — Tão aberta e livre. — Edward olhou nela à medida que ela desviou a vista da janela e embevecia-se com a paisagem. — Eu posso quase ver isto. Tire aqueles postos de telefone, livre-se do asfalto, substitua a terra que foi soprada pela estrada, o carro e nada no transcurso ocasional, e eu aposto que era isto que muitos viam há uns cem anos atrás.
Ele sorriu. Então, ela podia ver isto. Ela tinha uma sensação de como estava fora aqui, meio velha, meio novo, apenas deste pequeno passeio de carro. Sra. Bella Swan não era só uma grande menina da cidade depois de tudo.
E ele ainda não podia acreditar em sua sorte, chegando a levá-la para sua casa com ele.
Quando eles saíram do hotel de manhã, a primeira coisa que atingiu Bella era o quão quente estava, embora fosse ainda relativamente cedo. O ar tinha estado espesso e úmido da chuva da noite anterior, mas ela apreciou isto acima do frio gelado que era saudada toda vez que estava fora de seu apartamento em São Francisco.
— O que você pensa sobre o oeste selvagem? — Edward perguntou enquanto eles se dirigiam mais fundo na área rural da cidade.
— É bonito. — Arizona do sudoeste tinha uma magnificência áspera, que ela nunca tinha imaginado, e isto a cativou completamente. Não admirava que muitos colonos terminaram no oeste para começar uma nova vida, em lugares como este. A terra tinha um modo de chamar a alma das pessoas, as reivindicando.
As nuvens tinham se construído em torno das montanhas, mas o céu entre elas era de um infinito cerúleo azul. A estrada final que eles tomaram eram pavimentada, mas eles tiveram que cruzar várias lavagens, algumas cheias de lama das enchentes repentinas.
Bella ainda não podia acreditar que ela estava em um carro com Edward, e que era em sua casa que estaria ficando. Sua atração por ele era impressionante, mas ela continuou se lembrando que homens eram homens, e a memória de Jacob estava ainda muito fresca.
Não haveria mais engano. E não misturaria negócios com pessoal, também.
Sua aceleração de coração aumentou quando eles finalmente dirigiram por uma estrada de terra para uma casa de fazenda, um verdadeiro oásis no deserto, cercados por salgueiros chorões enormes, choupos e zimbros. Nada além do chão abraçando os arbustos e que sobreviveram nos acres e acres de terra, mas dentro do quintal, tudo crescendo luxuriante e verde, do gramado dianteiro expansivo até o extenso e florido jardins e horta.
Quando eles alcançaram a casa da fazenda, um Rottweiler preto saltou em direção ao veículo, seguido por um menino imundo. Ele era só um menininho. Bella o estudou com o olhar de uma repórter, deveria ter em torno de oito ou nove anos. Edward estacionou o SUV, e assim que ele abriu a porta, o menino se lançou no homem.
— Papai! Eu senti sua falta!
Papai? Oh, meu deus. A mandíbula de Bella se soltou. Edward era um pai? Ele tinha um filho?
Mas claro. Como ela podia não ter notado a semelhança? Não existia nenhuma dúvida que aquele menino era de Edward, dos olhos verdes vibrantes até o cabelo acobreado, para a covinha em uma bochecha.
Ela agarrou sua bolsa e laptop, e os seguiu para fora do veículo.
Quando ela estava parada ao lado do veículo, o Rottweiler cheirou sua calça jeans e babou em seus sapatos.
Até o cachorro era atraente. Maldição, maldição, maldição…
— Anthony! — Edward deu ao menino um abraço feroz e o colocou de volta no chão. — Eu senti sua falta também, rapaz. Você se comportou?
— Sim. — A criança movimentou a cabeça tão duro que seu cabelo caiu em seus olhos. Bella quis gemer. — Eu fiz todas as minhas tarefas, e ajudei a Vovó no jardim, alimentei os porcos, e achamos uma cascavel, mas eu não cheguei perto, eu corri e disse a Vovó e...
— Calma ai, parceiro. — Carlisle abaixou ao nível do olho de Anthony. — O que é isto sobre uma cascavel?
O menino se contorceu. — Eu achei esta manhã e disse a Vovó e ela a cortou com uma pá, e me deu os chocalhos. Eles são realmente longos e tão legais, você quer ver? Ele agarrou a mão do seu pai e tentou puxar em direção à casa.
— Espere, — Edward disse. — Anthony, esta é Bella. Ela é a repórter que ficará conosco.
O adorável pequeno dínamo, realmente diminuiu a velocidade por um segundo e olhou para ela.
— Whoa, você é uma menina. Nós pensamos que você era um menino.
Bella esqueceu sobre por que ela não queria amar a criança imediatamente, sorriu e estendeu sua mão. — É bom encontrar você, Anthony. Meu nome é Isabella, mas eu sou tratada por Bella.
Ele deu seu sorriso, mostrando o buraco, faltando um dente no sorriso e agitou sua mão, e notou que ele cheirava a chicletes e cachorro. Ele facilmente seria tão bonito quanto seu pai quando crescesse.
— Você quer ver meu chocalho da cobra?
Carlisle bateu levemente no ombro de Anthony. — Mostre a Bella o quarto de hospedes, e então você pode mostrar o chocalho.
— Certo! — O menino agarrou sua mão e começou a caminhar para a casa, arrastando junto seu cachorro, provavelmente o grande bruto era um filhote de cachorro quando o ganhou. — Quantos anos você tem? Eu tenho nove anos. Bem, quase nove. Meu aniversário é em três dias, no quatro de julho. É verão, então nós não temos a escola agora. A vovó diz que há mais seis semanas até começar as aulas e ela mal pode esperar, 'porque então ela terá alguma paz e silencio. Ela me chama de Taz. Ela pensa que eu sou como o Diabo da Tasmânia. Já ouviu falar dele? Ele está no Coelho Pernalonga. Eu assisto isso o tempo todo no Cartoon Network.
Bella riu alto. — Eu tenho vinte e cinco anos e eu acho que Taz é um bom apelido para você.
— O velho do meu pai tem trinta e quatro agora. Mas Vovó e Vovô são muito mais velhos.
— O que é isto sobre sua Vovó sendo velha? — veio uma voz da varanda, então uma mulher jovem saia pela porta. Ela tinha os olhos verdes como Anthony e Edward, entretanto seu cabelo castanho acobreado era grisalho nas têmporas.
— Vovó! Esta senhora é Bella, a repórter que estará ficando conosco. Ela não é um homem, entretanto, e ela tem vinte e cinco anos. Eu vou mostrar o meu chocalho de cobra, depois de que eu mostrar onde é o quarto de hospedes.
A mulher apertou a mão de Bella, um aperto firme. — Eu sou Esme Turner. Eu vejo que você se encontrou com o comitê de boas-vindas.
Bella retornou o sorriso morno da mulher e a agradeceu sua hospitalidade. — Você é muito jovem para ser a mãe de Edward, — ela adicionou, — e certamente não é uma Avó.
Esme riu, um som genuíno que fez Bella se sentir confortável de uma vez. — Eu já gosto de você. Eu sou bastante velha, e tenho as cicatrizes da batalha para provar isto.
Anthony solenemente movimentou a cabeça. — Realmente é velha a vovó, 'porque ela tem mais de cinqüenta anos e Vovô é realmente velho, ele é bem mais velho que isto.
— Sai daqui agora, e mostre a Bella seu quarto. — Esme deu a Anthony um brincalhão tapa em suas costas. — E lave-se. Você está imundo.
— Certo. — Ele puxou Bella pelo corredor da varanda, então para o vidro e carvalho das portas duplas da casa, tagarelando a distância toda. Bella podia dizer que ele seria o tipo de criança que contagiaria uma pessoa com seu entusiasmo e tagarelice, ele já tinha ganho um lugar em seu coração.
A casa era espaçosa com tetos de viga e acres expostos de Saltillo e azulejos esmaltados. As mobílias eram do sudoeste e casuais, o tipo de casa onde uma pessoa se sentiria imediatamente confortável, a música de um país ocidental tocou em um estéreo no quarto da família, e eles passaram por um fogão a lenha, que presumiu assumir o trabalho nos períodos de inverno, uma vez que a chaminé subia até o teto.
Anthony a puxou por uma cozinha imaculada que cheirava a assado, canela e pãezinhos. Eles foram para um canto, então abaixo em um corredor longo e ele parou no primeiro quarto.
— Este é o quarto de hospedes. O papai tem um próximo ao seu, e o no fim do corredor é o meu. O quarto da vovó e Vovô é no outro lado da casa. Você quer ver o meu agora?
— Certo. — Bella tentou ficar tranqüila, com o nervoso tremular em sua barriga nas palavras de Anthony.
— O quarto de Edward, é aqui mesmo?
— Eu acho que ele será um bom acompanhante, não é?
A voz de Edward assustou Bella, tão perto que estava que sua respiração soprou em seu pescoço e ela sentiu o seu odor de terra. Ela girou, enviando o cotovelo em seu estômago duro. — Oh! Eu... desculpe. Não... Você mereceu isto.
Ele esfregou seu lado. — É perigosa e surpreendente , querida.
— Da próxima vez você pode não ser tão sortudo, cowboy. — Ela não podia deixar de ficar hipnotizada por aqueles olhos verdes, tão verdes. Ela queria beijá-lo novamente, saboreá-lo.
Ela agitou sua cabeça, agitando os pensamentos de sua mente e virou. — Vamos, Anthony, eu vou dar uma olhada em seu quarto, uma vez que eu ponha minha mala e bolsa aqui.
A mobília antiga de mogno, enchia o quarto de hospedes. Um brocado de nata com um projeto de rosa cobria a cama, combinando com as cortinas penduradas nas janelas, e umas bonitas luminárias vitorianas na mesa de cabeceira. Parecia um quarto das fotos perfeitas de um — Café na cama pela manhã — Uma cama de quatro colunas ocupava um lado do quarto, e ela colocou seus pertences ao lado.
Edward a seguiu, deixando suas duas malas no tapete rosa colorido, quando Bella girou para lhe enfrentar. Por um momento nenhum deles se moveu. A tensão no quarto acabou de triplicar e Bella não estava certa do que fazer. Beijar-lhe ou chutar sua canela e depois correr.
Ele piscou e então girou, voltando-se para fora da porta. — Vamos ver aquele chocalho da cobra, Thony.
Depois que eles verificaram o chocalho da cobra, Anthony pegou a mão de Bella e a levou para fora em uma excursão. O calor mexia com o estômago de Edward, enquanto ele observava Bella com seu filho. Ela escutava Anthony continuamente tagarelando e pareceu adequadamente impressionada em tudo que ele apresentava para ela, inclusive Roxie o Rottweiler, um coelho e Rock, sua tartaruga de estimação.
Quando Anthony correu para procurar um dos gatos de celeiro, Bella sorriu para Edward.
— Você tem um filho maravilhoso. Tanta energia e totalmente honesto.
— É uma falha, — Edward concordou. — A criança não sabe como não mentir... ainda de qualquer maneira. Eu sei a maravilha e o quão encantador você o achará uma vez que o tenha ao redor por algum tempo, com sua interminável tagarelice.
— Ele pode me usar, mas eu posso dizer que ele é uma grande criança. Eu sempre amei crianças, e quis ter pelo menos dois. — Sua voz era suave e seus pensamentos pareceram longe, muito longe. — Mas Jacob insistiu que nós não estávamos prontos, e ele se preocupou que eu ficaria mais gorda.
Ela mordeu seu lábio e corou, como ela se sentiu envergonhada, como ela deixou algo escapar, quando não era sua intenção.
— Soa como um asno estúpido, este Jacob. Porque você é perfeita. — Ele colocou sua mão em seu ombro e examinou seus olhos marrons sensuais. — Eu não quero você de outro jeito.
— Obrigado. — Ela encolheu os ombros e afastou-se de seu toque. — Eu não estou certa que qualquer homem verdadeiramente poderia amar uma mulher como ela é. Eu ouvi mais que suficiente de Jacob para me convencer disto. Para não mencionar todas as mentiras que meu pai disse a minha mãe.
Edward pegou sua mão, devolvendo seu olhar para ele. — Eu não estou mentindo, e eu não sou Jacob ou seu pai. — Ele apertou seus dedos. — Eles dois soam como bastardos.
Bella pareceu surpresa, então riu. — Isto eles são.
Ele soltou sua mão, antes dela poder puxar, e caminharam para o pomar de maçãs e pêssego de Esme, em direção ao celeiro. O ar estava completamente quieto, um prelúdio para uma grande tempestade. Trovões construíam ao redor, e cheirava a chuva.
— Quanto tempo você vive aqui? — ela perguntou.
— Eu cresci nesta casa. — Ele evitou a mangueira de um regador e cabeça do irrigador escondido na grama e conferiu que Bella não tropeçaria nele. — Quando eu me formei na escola, eu me mudei para Tucson, para freqüentar a Universidade do Arizona, então entrei na Academia de Policia da Fronteira. Depois disto, quando eu me tornei um agente, eu fui designado para a Fronteira do Texas.
Bella abaixou na árvore de maçã. — Como você voltou para a fazenda?
— Quando a mãe do Anthony morreu, cinco anos atrás, eu senti que ele precisava de seus avós. Então eu consegui uma transferência para cá e nos mudamos com Mamãe e Carlisle.
— Eu não quis me intrometer. — O embaraço relampejado através de seu rosto.
Ele sorriu e apertou seu ombro. — Você não fez.
— Papai...Papai...Papai! — Anthony correu em direção a eles. — Venha ver! Vamos, venha ver! — Ele agarrou a mão de Edward.
Anthony foi à frente, puxando seu papai em direção ao celeiro. — Espere até que você veja! — Quando eles entraram no celeiro empoeirado, Bella espirrou, e Anthony disse, — Deus te abençoe. Apareça agora e veja. — Ele puxou Edward em torno das selas e se abaixou para uma caixa de papelão em um canto.
— Olhe, Barny teve gatinhos. Muitos gatinhos. Me levou muito tempo para achar, mas eu fiz e eu contei cinco gatinhos, um é laranja como ela, dois são pretos. Eu acho que um é malhado, e o outro é branco.
— Bebês atraentes. — Bella abaixou próximo à caixa e espirrou. — O gato mamãe é bonito. — Seus olhos alargaram e ela espirrou novamente.
— Eles são muitos gatinhos, Thony. — Edward tocou uma das coisas e como ratos que a gata mãe, manteve um olho alerta nele. — Eu acho que Bella é alérgica a gatos ou ao celeiro, então talvez seja melhor nós sairmos.
— Eu sou... — Ela espirrou. — Muito. Realmente... — Espirro. — Eu sou... — Espirro.
Com uma risada, Edward pegou sua mão e a puxou para cima. — Vamos, doçura.
— Bella é como Tia Alice. Ela sempre espirra quando entra no celeiro, também. Vou avisar o Vovó e Vovô sobre os gatinhos. — O menino correu para a porta e voltou para casa.
— Eu não acho que eu tenho... — Bella espirrou. — Nunca espirrei tantas vezes em minha vida.
Espirro.
— Vamos conseguir algum remédio para alergia. — Edward movimentou a cabeça em direção à casa. — E eu acho que senti o cheiro dos tacos da Mamãe. Eles são os melhores no oeste.
Certo, tacos para o jantar. Espantou Edward o quão Bella estava confortável com sua família. Depois de jantar, ela insistiu em ajudar a limpar, e ele juntou-se a ela lavando e secando os pratos.
— Eu vou dormir como um bebê, — ela disse depois que Anthony foi carregado para a cama e Esme e Carlisle se recolheram. — Aquelas pílulas para alergia estão me deixando sonolenta.
— Eu vou dormir também. — Edward lançou suas botas na porta da frente, próximo as de Anthony.
— Volto a trabalhar amanhã.
Ela caminhou à frente dele, então parou na porta do quarto de hospedes, olhando para aqueles olhos sensuais que o fazia queimar. — Existe uma fechadura nesta porta, não é?
Ele deslizou suas mãos em seus bolsos dianteiros e estudou seu rosto, lembrando que suave ela se sentiu em seus braços, na noite anterior. O quão delicioso seus lábios saboreavam. Sua voz era rouca, quando ele respondeu. — Você estará contente por saber que eu tenho a única chave.
— Edward! — Ela estreitou o olhar e deu-lhe uma carranca falsa.
Ele riu chegou mais perto dela. — As fechaduras da porta estão do lado de dentro. — Uma mecha de seu cabelo caiu adiante, e ele escovou atrás de sua orelha. — Você tem um inferno de um efeito em meu autocontrole, — ele sussurrou seus lábios roçando os seus.
— Papai! — a voz do Anthony quebrou o silencio, e Bella saltou. O menino espiava do canto de seu quarto. — Eu não posso dormir. Você pode ler uma história para mim?
Edward andou de volta e movimentado a cabeça para seu filho. — Claro, garoto.
— Boa noite, Anthony, — Bella disse com um sorriso para ele. Ela girou para Edward e corou.
— Sonhos doces, — Edward disse.
— Ah, certo. — Ela fechou a porta. Ele ouviu a fechadura clicar e sorriu.
Emoções dentro de Bella, a seguravam na beira do sono. Ela não podia parar de pensar sobre ontem à noite quando Edward a beijou. Seu corpo, seu atraente cheiro de terra. Seus dedos contra seu musculos, e seus lábios queimando sua… tão sensual. Tudo sobre ele era sensual. Suas pálpebras tremularam em Bella. Os braços de Edward, segurando ela junto a ele… o martelar de seu coração batendo contra seu tórax...o querendo, tanto. Tal calor. Fogo, queimando sua pele, onde quer que os lábios arrastem. Seus peitos doíam, em baixo das roupas, querendo seu lento e deliberado toque. A boca de Edward em seus mamilos, sua língua que rodava através de um e então o outro. Seu corpo nu apertado contra seu, sua estimulação derretendo sua resolução.
Ela se rendeu, perdendo se— Bella despertou rapidamente. Ela piscou tentando levar para longe o sonho sensual e olhando fixamente para o teto.
O luar e sombras faziam reflexos chamejados e dançavam através da superfície branca do teto e seu coração batia num ritmo desigual.
Perdendo o sono. Isto é exatamente o que aconteceria se ela se rendesse para qualquer homem, e exatamente por que ela não podia permitir isso acontecer com Edward.
E ainda assim, ela queria muito mais dele. Maldição. Até os seus sonhos a traíram.
As palavras sussurradas de Edward em sua mente." Eu não sou Jacob ou seu pai".
— Eu não posso acreditar em que eu dormi até tão tarde, — Bella disse a Esme quando ela se sentou à mesa de cobre do café da manhã na cozinha. O aroma de pão e canela assados chegou até seu nariz, e seu estômago roncou. — Deve ter sido aquelas pílulas de alergia.
— Você provavelmente precisava disto. — Esme deu Bella um copo de suco laranja. — Nada como o ar rural para dar a você uma boa noite de sono.
— Obrigado. — Bella tomou um longo gole da bebida. — Deve ser verdade. Eu não acho que eu já estive tão relaxada. Onde estão Edward e Anthony?
— Edward saiu cedo para trabalhar. — Esme pegou uma luva e colocou uma assadeira de bolinhos no forno, então retirou outra assadeira que já estava assada do forno.
Uma onda estranha de decepção atravessou Bella. Por que ela devia se importar com isto, Edward tinha partido antes dela poder vê-lo? Ela não precisava de uma obsessão adolescente e ela se recusava a pensar sobre ele outro segundo. Nenhum.
— Anthony está la fora alimentando os porcos. — Esme disse olhando fixo para uma panela no fogão e movimentado a cabeça em direção a janela. Bella podia ver aquecimento dos raios do sol uma cama de rosa, e galhos de salgueiro que dançava em uma brisa.
Esme soprou uma mecha de cabelos para fora de seu rosto, com isso ela colocou em um prato o bolo de café, para esfriar e adicionou isto para uma pilha. — Você gostaria de um pedaço de bolo polonês com café?
—Com certeza. — a boca de Bella se encheu de água quando ela respirou o aroma. — Este cheiro é divino.
Esme deu um prato com uma fatia espessa. Assim que Bella o saboreou, ela percebeu que era mais que divino. O pão de fermento acrescentado de erva-doce assado e, então uma pitada de canela, açúcar e manteiga batida derretida em cima, e outra pitada chuviscada em cima.
— É para morrer. — Bella suspirou ao redor de um bocado ao experimentar. — Eu vou ganhar quatro quilos só com o cheiro de sua comida.
Rindo, Esme tirou seu avental. — Eu não me preocuparia com isso, por aqui. Tem muitas caminhadas. È bom para o corpo, a mente e a alma. E ai quais são seus planos para hoje?
— Eu gostaria de começar entrevistando você.
A mulher deu um largo sorriso até a borda do chapéu balançando seus cachos. — Claro quando você estiver pronta. Eu estarei no jardim. — Ela pegou um balde de metal cheio de restos de comida. — Enquanto isso eu vou retirar as ervas daninhas e colocar um pouco de adubo e composto. Nada se perde aqui, então não jogue nada fora.
— Sem problemas, não vou jogar nenhum pedaço de pão fora para o seu composto. — Bella sorriu e esfregou o estômago. — O único problema é, que estará indo para minha cintura.
— Eu disse para você, não se preocupar com sua cintura. Você verá quanto exercício você fará só andando por ai. — Esme riu e saiu carregando seu balde, porta afora.
Bella não podia deixar de gostar de Esme, isso sem mencionar Carlisle e Anthony. Que família maravilhosa Edward tinha.
Seu coração se acelerou. Uma família como ela teria antes de seus pais e irmã serem levados.
Uma família como ela podia ter tido, se Jacob não amasse ninguém além dele mesmo. Se ele tivesse sido a pessoa que ela pensava que ele era.
Gostaria de ter um filho como Anthony, enérgico e brilhante, eles poderiam ter construído uma casa na árvore, ou jogado futebol.
Ele a teria abraçado toda noite, e depois contado uma história na hora de dormir. Mamãe, eu amo você…
Oh, chega! Era melhor que eles não tiveram filhos. O divórcio teria sido um pesadelo muito maior, e nenhum filho de Jacob podia ter crescido saudável.
Ela decidiu começar o dia tomando um bom banho de chuveiro, e no banheiro, ela descobriu o xampu de Edward com aroma de maçã e sorriu. Nenhuma surpresa ele cheirar a maçãs.
Enquanto ela lavava seu corpo, podia imaginar como que seria ter as mãos de Edward em seu corpo, a ensaboando, deslizando... Removendo a espuma de seu corpo. Ela deslizou sua mão entre suas coxas e deslizou seus dedos entre suas dobras como imaginava que Edward iria fazer.
Ele estava ensaboando cada polegada de seu corpo, dando atenção íntima para seus peitos e suas partes íntimas. Enquanto o chuveiro levava para longe o sabão, Edward curvou sua cabeça e chupou seus mamilos, primeiro um, então o outro. Ele nem ligava para a água que caia em seu cabelo escuro, deslizando seus dedos em suas dobras e friccionando seu clitóris ainda continuando a dar atenção íntima para seus seios.
Só quando ela estivesse no limite, à beira do colapso, ele voltaria a se afastar entregando o sabão. Seu corpo estava tremendo pela liberação, mas ansiosa para tocar cada centímetro dele. Ele sorriu enquanto a assistia esfregar o sabão fazendo espuma e então esfregá-lo nele desde seu cabelo até seu tórax, passando por suas costas e sentindo um pouco mais da musculatura. Ela ajoelhou em frente a ele e ensaboou seus pêlos, descendo por seus quadris e então em seus pêlos escuros em torno de seu pênis. Seus dedos tremiam quando ela se forçou a mover para as coxas dele e ignorar o que ela mais queria tocar.
Quando ela terminou de ensaboá-lo e começou a se levantar, ele segurou sua nuca, e trouxe sua boca perto de sua ereção. De boa vontade, ela deslizou seus lábios acima da cabeça de seu pênis, lambendo e o chupando como suas amigas haviam dito que era o melhor caminho para dar prazer oral a um homem. Ela usou sua mão junto com sua boca, apreciando o modo que ele agarrou seu cabelo e o modo como ele gemia enquanto ela chupava seu pau.
Assim que ela sentia que ele estava próximo do clímax, ele a subiu, ordenando-a trocar de posição com ele, para virar suas costas e colocar suas mãos contra o azulejo.
A cerâmica estava fria em baixo de suas palmas, mas Edward estava tão quente contra suas costas. Ele se debruçou em cima dela e espalmou as mãos em seus peitos ao mesmo tempo em que esfregava seu pênis contra seu traseiro. Ele deslizou dois dedos dentro do centro quente dela, para achá-la escorregadia, esperando por ele.
Edward segurou seu pênis em uma mão e com a outra ele agarrou seu quadril. No próximo instante ele estava dentro dela e tudo que ela podia fazer era não gritar, parecia tão bom. Lentamente ele começou a empurrar para dentro e fora, levando-a além de qualquer razão, até que ela estava tão perto do precipício, que mais uma a empurrou.
Ela gritou incapaz de segurar mais. Edward continuou bombeando dentro e fora dela, atraindo-a para o orgasmo, até que ele gozou, jorrando dentro dela seu fluido quente.
Bella mordeu seu lábio para conter seu grito, quando ela finalmente acordou de sua fantasia. Seus dedos continuaram a trabalhar em seu clitóris e seu corpo se sacudiu depois dos choques até suas pernas tremerem.
Com um gemido, ela caiu contra os azulejos frios atrás dela, enquanto a água morna salpicava abaixo em seu tórax. Se fantasiar com Edward lhe dava grandes orgasmos, e ela estava em grande dificuldade. Como iria conseguir manter as mãos longe dele durante sua estadia no rancho?
Ela tinha apenas que manter em mente que ficaria por três semanas, e que não tinha relações de curto prazo.
Depois do banho, então vestida com uma calça jeans e uma blusa, Bella tentou não pensar mais em Edward e seguiu para o trabalho. O ar rural certamente a relaxou, como se não existisse nenhuma pressa no mundo para chegar ao trabalho. Isto era provavelmente o que Jessica tinha em mente quando concordou em dar a Bella a tarefa.
Com um suspiro, ela afundou em uma cadeira giratória na frente do computador, deslizando seus óculos, então abriu seu laptop conectando ao telefone e digitou sua conta de e-mail. O único som que se ouvia na sala eram os tic-tacs dos ponteiros do relógio em forma de roda de carroça, e o click das teclas de seu laptop.
Do lado de fora as galinhas cacarejavam e os irrigadores de água faziam ch-ch-ch-ch. Uma onda de lembranças voltou até Bella. O som preguiçoso dos irrigadores levou suas lembranças da infância, quando ela e irmã dela Nessie deixavam que a água molhasse suas roupas. Bella podia sentir o cheiro de grama fresca cortada e sentir água espirrando em suas pernas.
Ela esfregou a cicatriz em sua coxa, desviando a vista da janela. Como ela sentia falta de Nessie, e sua mãe. Se pelo menos…
Um som veio do laptop de Bella, indicando que sua conta de e-mail surgiu, e ela empurrou suas lembranças para longe das coisas que não podiam ser mudadas. Ela quis fechar o computador assim que viu os mais de cem e-mails que se acumularam nos dois dias desde que ela tinha verificado. Vários eram as respostas em sua recente matéria sobre o antigo governador da Califórnia, um par era de amigos, e dois de seu editor, e o resto era SPAM. Ela apagaria todo o correio não solicitado e responderia o resto.
Depois que terminou suas respostas, Bella se debruçou de volta na cadeira giratória e fechou olhos. Seus pensamentos se voltaram para Edward. Sua presença era tão poderosa, e tão gentil com ela. Definitivamente um homem para quem ela podia perder seu coração, e faria com que tudo fosse mais difícil quando fosse à hora dela ter que voltar para casa.
— Eles não estão sofrendo, Edward, — Don Mitchell disse. — É só um pouco de desidratação.
Edward assentiu, e enxugou o suor de sua testa com a parte detrás de sua mão. O sol impiedoso cozinhava o deserto, enquanto os agentes reunia um grupo de trinta e três estrangeiros sem documentos no Rancho Ford, no pé das Montanhas Mule. Homens, mulheres e crianças compuseram o grupo miserável, mas eles estavam muito abatidos pelo calor, para fazer mais do que se encolherem na poeira e esperar serem processados.
Ford reportou ao grupo quando eles pararam em seu rancho por água. O rancheiro era um bom homem, e permitiu aos UDAs beber água de sua mangueira de irrigação.
O fedor de suor dos corpos e o odor eram quase insuportáveis, e o calor somente intensificou o cheiro. Era óbvio que eles tinham estado em uma jornada longa e difícil, não incomum para os ilegais tentando cruzar as fronteiras dos Estados Unidos. Edward não era normalmente chamado em um processo rotineiro, mas um dos UDAs parecia ter informações sobre uma peça chave sobre um dos contrabandistas que Edward procurava.
Em espanhol, Edward questionou Juan Dominguez, que insistiu que ele sabia sobre o paradeiro do contrabandista.
— Gordo, — Juan disse. Ele continuou dizendo em espanglês, a versão da fronteira de espanhol e inglês. Os coiotes deixavam os UDAs morrer, e Juan estava bravo. Gordo era o nome do coiote que chamou o contrabandista. Juan deu a Edward uma descrição completa combinado com o que ele conhecia do homem.
— Gordo, — Edward murmurou enquanto empurrava seu chapéu para trás e coçava a cabeça. O nome continuava surgindo, e em seu instinto ele soube que estava mais perto de capturar o bastardo.
Sal Valenzuela andou a passos largos em direção a Don, parecendo como se estivesse sofrendo pelo calor embaixo do seu áspero uniforme. — A criança no fim diz que um sujeito velho não podia continuar e eles tiveram que partir sem ele, deixando o para trás. Eu vou chamá-lo.
Don Mitchell foi para um furgão de transporte depois que ele e Sal determinaram que todos os membros do grupo eram realmente UDAs, os avisou de seus direitos administrativos, e tirou suas informações biográficas.
O helicóptero procurou pelo homem desaparecido. Os agentes finalmente o localizaram onde ele cruzou o rio Sweetwater, o rancho do antigo xerife do município John — Touro — Stevens.
O UDA foi levado para o Hospital de Douglas, mas ele morreu de desidratação durante o vôo.
— Malditos coiotes.(traficante de pessoas) — Edward amaldiçoou para Sal e Don. Ele lançou seu chapéu em seu caminhão se preparando para deixar o rancho.
— Para o inferno com isso, — Don respondeu. — Aqueles coiotes merecem morrer no deserto, ao invés das pessoas que eles fingem ajudar.
Sal assentiu com a cabeça.
Edward esfregou seu rosto, tentando afastar para longe um pouco do esgotamento e frustração.
— Só esta ficando pior.
Com um encolher de ombros, Don caminhou de volta em direção ao grupo de UDAs. — Os coiotes atravessam pessoas e drogas. Ambos eram lucrativos o suficiente para valer a pena o risco.
— Precisam de algum ajuda aqui antes de eu decolar? — Edward perguntou.
— Nós podemos lidar com isso, — Sal respondeu.
— Eu preciso ir para casa. — Edward subiu em seu caminhão, abaixou a janela, e fechou a porta.
— Quanto tempo a moça bonita ficará com você? — Os olhos escuros de Sal cintilaram.
O sentimento possessivo que tomou conta de Edward o surpreendeu.
— Não o tempo suficiente. — Ele subiu a janela, o assobio baixo de seu amigo sumindo enquanto o vidro levantava.
Depois que Bella se arrumou na mesa de jantar para sua entrevista, Esme estirou um pedaço de tecido acima de um aro.
— Eu espero que você não se importe se eu bordar enquanto nós conversamos.
— De jeito nenhum. — Bella puxou seu gravador de sua bolsa e deixou em cima da mesa.
Ela admirou os móveis, incluindo um armário de carvalho da china preenchido por copos de cristal e garrafas de vinho. A surpreendeu por ver cristal em um rancho, uma de muitas noções preconcebidas de vida no país a ser estilhaçada desde que conheceu a família de Edward.
Copos de margarita chamaram sua atenção. Um calor correu por seu corpo em memória do que sua última margarita a tinha levado a fazer. Como podia estar pensando sobre isso na frente da mãe dele?
Bella empurrou os pensamentos de Edward para longe de sua mente, rezando para que sua mãe não notasse o intenso rubor se espalhando por suas bochechas.
Ela correu as mãos pelo pedaço de colcha já bordado, admirando o trabalho de Esme.
— Incrível. — Bella traçou um dos círculos desenhado com pequenos pedaços de pano. — Eu amo os desenhos que você escolheu e o modo que os anéis se entrelaçam juntos.
— Você é um doce. — Esme deslizou em um par de meios óculos, ajustou o aro, colocou um dedal no dedo, e começou bordar. — É uma colcha com anéis de casamento, e os materiais são bordados a mão.
Bella pegou um retalho.
— Os círculos parecem com anéis de casamento entrelaçados.
— Eu tenho trabalhado nele por anos, de vez em quando. Eu continuo acreditando que Edward achará uma jovem com quem ele queira se acomodar, de forma que assim eu possa dar a colcha para ele e sua noiva como um presente de casamento. — Ela olhou para em cima e sorriu. — Sempre existiram muitas mulheres interessadas em Edward. Só que até hoje ele não se apaixonou por ninguém.
Bella retirou sua mão como se tivesse sido queimada. Imagens do beijo de Edward voltaram a sua mente, trazendo junto um rubor furioso que a engolfou até a sola dos pés.
— Você pode contar para mim sobre o seu rancho? — ela perguntou, tentando manter sua voz firme e levando a conversa para uma área mais segura.
Esme continuou a costurar rapidamente enquanto falava. — Como Edward não teve nenhum interesse em ir em frente com os negócios, Carlisle vendeu a um preço baixo todo o gado comercial há uns anos atrás, quando nos aposentamos. Nós mantivemos suficiente gado para uso pessoal, e produzimos a maior parte de nossos próprios legumes e frutas.
Bella mudou o gravador de lugar.
— Os imigrantes viajam através dê suas terras?
— Nós somos afortunados que aqueles ilegais não cruzam nossa propriedade tão freqüentemente quanto cruzam a Mccarty's, ou Grand's. — Esme ajustou seus óculos e continuou costurando. — E oh, céus. Depois existe o rancho do Mitchell — por que, Don estima ter quinhentos ou mais de pasto onde eles podem atravessar toda noite. Como numa estrada. Kitt teve que colocar barra em todas as suas janelas, preocupada com sua neta. — Ela suspirou e meneou sua cabeça. — É por isso que Kev Grand comprou ele mesmo uma espingarda. Ele atira no ar para assustá-los. Com isso eu não concordo.
— Por Mccarty você estava se referindo a Rosalie? — Bella perguntou.
— É a mesma moça que organizou tudo para você ficar aqui. — Esme movimentou a cabeça.
— Embora ela seja Rose Mccarty agora. Casou-se com um homem bom, um agente do DEA Emmet. Bella sorriu.
— Rose é uma amiga maravilhosa, eu estou tão feliz por ela e sua irmã.
— Rose saiu e se mudou para o Texas, mas ela volta de vez em quando, — Esme disse.
— Sim, foi isso que ela me disse em seu último e-mail. — Bella girou seus lápis. —
Esme cortou uma linha solta e começou a rematar com sua agulha. — Você tem mais algumas perguntas?
— Algumas. — Bella olhou para suas anotações novamente. — Você entra em contato com estas pessoas — Os UDAs muitas vezes?
— Os ilegais que às vezes recebemos a maioria só querem água, — Esme disse. — Não faz muito tempo, nós descobrimos um buraco em nossa cerca ao lado de um cocho da água. Em vez de alcançar por cima da cerca para pegar água, eles cortam direto pelo arame.
— O Rancho Sweetwater sofreu com vários danos muito maiores do que o nosso. — Esme ajustou o aro em seu colo. — Touro — Esse é John Stevens, que possui Sweetwater — perdeu milhares de dólares em gado quando os coiotes derrubaram sua cerca para passar os ilegais.
Bella franziu a testa.
— Coiotes?
— Os contrabandistas, também chamado los polleros, que são pagos para passar imigrantes ilegais para os Estados Unidos.
Bella bateu seus lápis em seu laptop, seus pensamentos girando.
— O que você faz quando se depara com os ilegais?
Esme olhou por cima das beiradas de seus óculos.
— Nós chamamos a Patrulha da Fronteira e damos a eles água.
Bella olhou para o cachorro em seus pés e sorriu para o Rottweiler grande e de tristes olhos. — Eu estou certa que Roxie é um bom cão de guarda.
— Nada como um Rottweiler para manter as pessoas à distância. — Esme riu. — Seria mais provável ela babar por toda parte em seus sapatos, do que morder você, mas nós manteremos este segredo entre nós certo?
Bella e Esme conversaram por mais ou menos uma hora. Esme explicou como eram fundos os sentimentos quando se tratava do assunto de imigrantes ilegais, não importava de que o lado a pessoa poderia estar ligada.
— Quando Edward chega em casa? — Bella perguntou quando elas terminaram a entrevista. Ele tinha saído desde pelo menos seis da manhã, e esteve aproximadamente umas doze horas fora desde que saiu até este momento.
— A qualquer hora agora. — Esme olhou para fora da janela dianteira. — Parece que ele já está aqui.
Uma baixa excitação invadiu sua barriga, e quando Edward entrou pela porta, seus sentidos correram altos para o céu. Sua presença encheu o lugar, e o sorriso cansado que ele deu, fez seus joelhos tremerem.
— Mãe. Bella. — Edward pendurou seu Stetson na prateleira de chapéu, então chutou fora suas botas e deixou-as ao lado da porta da frente. Ele tinha vestido uma camisa azul clara por cima de uma camiseta preta, e calça jeans apertada.
— Banho primeiro? — Esme perguntou quando ele andou a passos largos para dentro.
— Uh-huh. — Edward passou diretamente indo para a lavanderia.
— Ele normalmente não dirá mais que duas palavras quando chega do trabalho, somente até que ele tenha tomado uma chuveirada. — Disse Esme e começou a dobrar sua colcha e colocando-a longe. — Pelo menos em dias quando ele está detendo ilegais.
— Por que isto? — Bella perguntou.
Edward saiu da lavanderia, sua camisa estava para fora, e ele estava removendo um coldre negro e o colete. Sua pele gelou quando ela percebeu que era um colete à prova de bala — Nunca ocorreu a ela que Edward poderia estar naquele tipo de perigo.
— Eu entro em contato com centenas de pessoas por dia de toda parte do terceiro mundo. — Ele disse caminhado para um armário de carvalho que abriu uma das portas com uma chave. — devido às condições de sua viagem, quem sabe quê vírus ou doenças eles podem estar trazendo. Eu posso pegar, Pestilência, Malária, Febre tifóide, Cólera, TB… Escolha o nome da doença que você quiser.
Bella verificou para ter certeza que seu gravador estava ligado, forçando a tirar os seus olhos do tórax musculoso de Edward e o triângulo escuro de cabelo que descia até o cós da sua calça jeans. — Isto é algo que nunca me ocorreu, — ela disse, seus olhos descendo pelas costas dele.
Ele retirou sua arma de um coldre em suas costas e colocou a arma na gaveta do armário, seguido por uma pequena caixa, então trancou o armário. — Em Douglas, alguns agentes ao ano contraem tuberculose no trabalho, alguém sempre acaba doente. A última coisa eu quero é trazer qualquer coisa para casa e para minha família.
— Entendo. — Bella arriscou uma olhada em seu rosto. — Por que você não está vestindo uniforme verde que os agentes de Patrulha da Fronteira normalmente vestem?
Ele segurou o encosto de uma cadeira e a observou, com aquele intenso olhar fixo. — Eu trabalho na inteligência, então eu visto roupa de civil. É mais fácil obter informações quando não pareço como um homem da lei.
— Ah. — Ela lutou para pensar em algo a dizer, mas seu cérebro parecia ter saído de férias, com ele estando muito perto e meio nu. — Eu-uh, eu terei que te fazer algumas perguntas para entrevista.
Ele piscou.
— Querida, você pode me entrevistar a qualquer hora.
Um rubor intenso e quente pareceu aquecer Bella, e com a mãe de Edward sentada próximo a ela, ela não pôde pensar em nenhuma resposta apropriada.
— Você tem tempo para terminar de jantar antes — Esme riu e retirou seus óculos à medida que permaneceu olhando-os.
Ela arrumou seus bordados e materiais em um canto da mesa da cozinha.
Bella empurrou de volta sua cadeira.
— Eu ajudarei.
Ela seguiu Edward quando ele entrou na lavanderia observando a poderosa linha de suas costas nuas. Com a cabeça e o corpo agitado ela seguiu Esme até a cozinha, tentando não pensar sobre quão bom era olhar para ele sem camisa. Tentando não imaginar como seria correr as palmas da mão por cima de seu tórax e descer até o estômago duro, mais e mais abaixo.
Bella! Ela apertou suas mãos e respirou fundo. Chega disto.
— O que eu posso fazer para ajudar você? — Bella pediu a Esme.
— Por que você não descasca as batatas? — Esme gesticulou em direção a várias batatas marrom no aparador, e então alcançou um armário abastecido com jarros de especiarias.
— Agora onde está o orégano…
Bella ouviu a lavadora de roupa começar a funcionar quando pegou uma batata e começou a descascar, quase desistiu.
Ela quase soltou tudo quando Edward caminhou pela cozinha vestido apenas uma cueca. Ele piscou para ela, mas não parou e foi diretamente para o banheiro.
Ele tinha um dos corpos mais magníficos que ela já vira. Duras e musculosas coxas e panturrilhas. Braços poderosos, e definitivamente um traseiro que ela podia morder.
Bella corou, quando percebeu que a mãe de Edward estava logo atrás ela. Se Esme não tivesse lá, ela provavelmente teria permanecido com sua boca aberta.
Por um bom tempo.
E ai? Gostaram do Anthony?
Assim que terminar de editar o próximo cap., eu posto. No mais tardar, domingo.
beijos e até.
