Notas: Oi oi, gente! Bem, como algumas já sabem, dentre nós, tradutoras, há algumas adoradoras de Kakasaku. Essa adoração me levou a bater um papo com a tradutora Beautymoon, a primeira tradutora autorizada da fanfic "A lesson in chemisty", da Leafy Girl, afim de levarmos adiante essa fic - divina - para pleno deleite das leitoras em língua portuguesa desse shipper kawaii.

Para tal tarefa, além de termos a colaboracao da Moon, contaremos com a ajuda da mais que bonitona tradutora do shipper: A Pimentinha :)

Então, pessoal, divirtam-se com mais um projeto e esperem muito mais coisitas bem legais no perfil das "TradutorasPontoCom".


Disclaimer: Naruto pertence a Masashi Kishimoto; Uma licao de quimica pertence à lastyearsthing. Todos os direitos reservados.

Autora: lastyearsthing

Tradutoras: Beautymoon, Kahli Hime e Pimentinha.

Betareader: Bela21*

Classificação: M - Gênero: Romance/Humor - Casal: Kakashi/Sakura.

Sinopse: Sakura descobre que o que pode aprender na segurança de um laboratório químico, nem sempre se aplica a uma missão com Hatake Kakashi. ::Tradução ::

Naruto não é meu. Pertence a Masashi Kishimoto. Mas eu tiro uma casquinha fazendo fics. 8D

Capítulo 2- Uma Lição de Respeito

A aurora chegava, e Hatake Kakashi acariciava seu queixo barbudo para sentir os pelos surgindo pra fora do tecido preto na metade de baixo de seu rosto. Estava começando a coçar muito. Talvez aquele cavanhaque tenha sido uma má idéia. Ninguém veria de qualquer jeito; de repente já fosse hora para uma barbeada.

Eh, talvez amanhã.

Olhando pra baixo de onde ele estava esparramado confortavelmente numa alta árvore de Konoha, ele viu a kunoichi adormecida que estaria o acompanhando na próxima semana ou mais. Uma muito respeitável e capaz Senhorita Haruno Sakura, roncava com os grunhidos mais sem modos que ele já ouvira ( não que ele estivesse muito acostumado com os ruídos durante o sono das mulheres usuais).

Ele riu baixo pra si mesmo, lembrando do embaraço dela na noite passada. Ele não se importava com a interação próxima com ela; parecia muito madura e um pouco mais autoconfiante do que ele lembrava. Para iniciantes, ela não ia continuar por causa de um garoto, suas roupas, ou o desconforto de uma missão rústica. Vê-la ficando empolgada por causa do trabalho que estava fazendo, o qual era um ramo muito respeitável e admirado em Konoha, o fez decidir que ela merecia algum respeito.

Pelo menos ela não era mais insanamente temperamental.

O que era a causa dele sentir-se mal, pois ambos foram forçados à situação atual, apesar de que certamente era uma boa pausa das perseguições de criminosos de unhas pintadas ou escolta de diplomatas com altos preços por suas cabeças.

A última missão classe-S em que esteve lhe custou uma de suas armas favoritas assim como uma missão rank-D, apesar de dentro do critério de ambos, era uma mudança bem vinda. Infelizmente, ele podia imaginar que ele estaria perdendo um dinheiro gordo na forma de uma forragem sem rank, mas quando Tsunade disse 'Pule', ele foi forçado a resmungar de volta 'Quão baixo?'

Uh, mas ensinar de novo...

Como ensinar uma aluna que não requer o seu conhecimento?

Como se esforçar no equivalente a uma missão placebo?

A resposta? Bem, você não consegue.

Plano 1: Ele apenas tentaria não zanga-la.

Plano 2: Ele apenas tentaria não zanga-la.

Mas novamente, ele era Hatake Kakashi. Ele nunca ligou para os chiliques femininos antes, então por que ia começar agora? Apesar de que essa mulher em particular podia transformá-lo em pasta amassada durante seu sono. Tinha que ter alguma diversão para preencher os dias de agora até a troca da informação inútil.

E talvez, talvez, ele teria tempo para uma boa leitura.

Observando-a dormir, bufando, se mexendo em seu saco de dormir verde, sonolenta, ele decidiu que já era hora de tirar a ferrugem de suas habilidades – seja lá o quanto minúscula ela for.

Quando ele deslizou pro chão ao lado dela, os grunhidos viraram palavras e ela confessou seu amor por panquecas de morango, dando leve ênfase ao creme batido extra.

Ele riu baixo, e ela mexeu de novo para esticar os dedos pra fora do saco de dormir. Kakashi usou dois dedos para virar a borda de baixo para cima e expor os pés dela até seus tornozelos.

Seus pensamentos se voltaram para o jutsu que copiara dela na noite passada. Uma simples infusão celular de chackra, mas algo que não podia fazer sem copiar. Até mesmo agora, estaria imperfeito, mas ele daria uma chance ao velho Jounin.

Moldando o chackra, ele segurou com sua mão os pés de Sakura, fazendo esforço para não acorda-la. Quando a pele arrepiada começou a formar uma covinha em seu rosto, suas pernas lisas e seus dedos de quem faz pedicure se curvaram apertados, ele teve que lutar contra parar de rir.

Os pés dela subiram e ela pôs os joelhos em sua frente enquanto falava abafadamente, grunhidos indignados para ninguém. Meio adormecida, a mão não-coordenada de Sakura começou a tatear pela coberta quando seus dedos encontraram algo duro.

"Mas o que...?" Sakura meio que sentou e sonolentamente olhou o homem agachado perto dela. Afastando o ninho de ratos rosa de seu rosto, ela pegou o objeto cilíndrico para achar um pergaminho de missão aberto. Depois de esfregar a sonolência de seus olhos, ela leu as grandes palavras engarranchadas em vermelho e maiúsculo.

NÃO A TRAGA DE VOLTA ATÉ QUE ELA POSSA LUTAR!

Sakura mirou Kakashi de novo e suspirou. "Ela é uma tutora que realmente se faz entender. Olha, tem onze pontos de exclamação. Como se dez não fossem o suficiente." Ela o estendeu para ele, apontando para as marcas vermelhas. "Essa é a sua ordem de missão?"

Kakashi levantou-se, tomou o pergaminho dela, e sorriu por trás de sua máscara com exagerada alegria. "Eu receio que sim. Darei quatro minutos para que se levante, e então seguiremos." Ele vagamente a lembrou de Sai com sua falta de etiqueta social ou empatia.

Gemendo, ela virou de novo o rosto para a cama, tentando ignorar o tom jovial dele e seu falso- dos- falsos sorriso. "Quando diabos você virou uma pessoa da manhã?" ela grunhiu dentro do colchão, sua voz abafada e pesada.

O lado do saco levantou de repente com um ruído e Sakura rolou pra fora dele na grama úmida de orvalho. Ela abriu os olhos e apertou-os com o sol acima de sua cabeça até que a forma de Kakashi o bloqueou.

"Desde as duas da manhã." ele disse calmamente enquanto reclinou-se perto do rosto dela "Vamos lá. Vamos sacudir essa ferrugem pra fora."

Deu um tapa em seus olhos ao deixar escapar um longo e exasperado suspiro e resmungou, " Não posso acreditar que você disse isso."

Ajoelhando-se, Sakura com esforço tentou ignorar os pés calçados andando pela águas de um lado pro outro enquanto ela afundava uma toalha de rosto na água gelada do rio. Os irritantes 'plops' e 'splashs' que ele fazia finalmente a encheram a paciência e ela grunhiu um som de aborrecimento. Ela esperava que ele finalmente pegasse a dica, mas é claro, ele não pegou... ou melhor, não pegaria.

Era isso, ela pensou. Ele finalmente tornara o ignora-la numa forma de arte.

"Você sabe, Senpai, dizem que quando os animais andam pra lá e pra cá, eles estão ou se preparando para atacar ou ficaram loucos. Qual deles é você?" Ela olhou pra cima e ele parou.

Kakashi cruzou os braços no peito e ergueu a cabeça. " Você acabou de me igualar a um animal?"

"Se a carapuça serviu."

"Eu pensei que você era uma pessoa da manhã?"

"Aos doze – sim – Vinte e um – talvez uma pessoa mais para metade da manhã." Ela sorriu exageradamente e Kakashi soltou um riso amuado. Ela o lembrou Naruto exatamente aí.

Sakura esfregou seu rosto com a toalha fria e suspirou. " Então o que faremos que requer que eu esteja alerta aos primeiros raios da aurora?" Suas palavras saíram abafadas.

O som dos pés de Kakashi movendo na água a disse que ele finalmente tomou seu caminho para a margem.

"Eu preciso checar algumas coisas," ele disse calmamente a uns passos de distância. Sakura não estava positiva, e rezou para que sua mente estivesse fazendo uma brincadeira de mau gosto consigo, mas ela achou que talvez tivesse ouvido algo tilintar. Erguendo a cabeça vagarosamente, ela olhou com os olhos arregalados e a boca aberta para o objeto de prata refletindo o sol na cintura de Kakashi.

Levantando rapidamente, ela apontou o guizo com um dedo acusador pelo tecido molhado em sua mão. "Você ta brincando? Isso é um teste pra genin." Ela girou a toalha molhada em seus dedos e lançou-a no homem que estava em pé casualmente do outro lado com os braços cruzados.

Não foi um arremesso difícil, e Kakashi só precisou dar um passo para o lado para evitar o projétil, mas ela se fez entender. Pasta amassada durante seu sono, ele se lembrou. Parece que ele já tinha falhado no Plano 1 e Plano 2.

Curvando-se facilmente, Kakashi pegou a toalha de rosto molhada e jogou pra ela. "Você deixou cair alguma coisa."

"Droga. Errei." Sakura cruzou os braços por cima de sua blusa vermelha e balançou a cabeça devagar.

A perturbação das mulheres nunca esteve dentro dos níveis de conforto de Kakashi e ele fechou o olho e respirou profundamente, jogando a toalha de lado. O tempo de confortá-la estava acabado.

"Nós vamos fazer isso, mas vou fazer um negócio com você. Se você conseguir pegar o guizo em dez minutos, então continuamos a treinar até deixarmos o pergaminho e pular o treinamento no caminho de volta."

Sakura largou os braços e começou a andar na direção dele, "E se eu conseguir pegar o guizo?" A voz dela estava subitamente otimista.

"Não é como se você conseguisse, mas..." As palavras de Kakashi foram interrompidas quando Sakura desapareceu e um pequeno tilintar em sua cintura chamou sua atenção. Olhou pra baixo e viu uma mão de unhas bem feitas esticar ao redor por detrás dele, dois dedos já no pequeno guizo prata. Antes que pudesse reagir, o guizo havia sumido.

Kakashi olhou pra baixo por um momento e sorriu por trás da máscara. Impressionante. Ela reagiu imediatamente. Se eu estivesse com meu Sharingan de fora, eu saberia que não era ela na minha frente. Foi inteligente usar a toalha de rosto e seu temperamento para me distrair.

Com um sorriso irônico, Sakura examinou o objeto de metal e o fez pender em seus dedos, deixando que tilintasse alegremente. "É um belo som, você não acha? Pena que eu não consegui o que queria pelo negócio."

Kakashi se esforçou para não rir. Ao invés disso, ele passou as mãos lentamente pelo seu bagunçado cabelo prata e esperou que ela fizesse seu próximo movimento. Ele tinha relativa certeza de que ela tivesse um.

"Sabe de uma coisa, Kakashi-Senpai. Eu acho que nós devíamos fazer o meu teste do guizo. Se você conseguir pegar o sino de mim em dez minutos, eu vou cozinhar seu café da manhã. Se eu continuar com o guizo, entretanto, você vai cozinhar o meu café da manhã todos os dias até o fim da missão.

Ela tilintou o guizo novamente, o enervando.

"Bem, eu acho que parece bom. Mas vou lhe avisando... eu não gosto da minha comida queimada."

As sobrancelhas de Sakura ergueram-se em falsa indignação, "Superconfiante, não estamos?"

"Sim, eu acho que nós estamos" Kakashi retornou calmamente. " Neste caso, eu não vou voltar atrás."

"Seria um desapontamento se você voltasse" , ela completou, " Tudo certo então, Senpai. Vamos ver onde a ferrugem realmente está."

Eles esperaram por apenas alguns segundos, nenhum deles se movendo até o momento em que ele finalmente piscou. Então ela sumiu.

Cinco minutos haviam se passado ao que eles os gastaram lutando, se escondendo, e lutando um pouco mais. Mas agora ambos se escondiam entre as árvores depois de uma estrondosa fenda ter aberto no chão produzindo uma coberta de poeira suficiente para escape.

Nesse ponto, Kakashi sabia onde estava Sakura, mas decidiu manter o suspense um pouquinho. Quanto mais ela esperasse, mais chances de ela escorregar. Todo mundo sabia isso, Haruno Sakura – impaciente.

Ele recostou-se no tronco da árvore observando-a e imaginando exatamente o quão bom ela cozinhava quando sentiu o chakra dela aumentar de repente. Ela sabia que ele estava por perto.

Levantando sua bandana, ele decidiu que era a hora de assegurar seu café da manhã.

Pairando acima dela na árvore, ele se preparou para descer e pegar o guizo em seu poder. Mas antes que ele pudesse terminar, ela desapareceu. Em segundos uma mão enluvada apareceu através da árvore acima e o tronco quebrou-se em milhões de partes. Os pedaços de madeira choveram em torno de si e Kakashi começou sua primeira série de selos em retaliação imediata.

"Quase peguei você," ela gritou e Kakashi estava imediatamente lembrado do último teste dos guizos quando ela tinha por volta dos quinze. Naquela hora ele estava em baixo da terra e ela o havia deixado em choque pra em quebrar a terra em pedaços ao seu redor.

Mas sendo o copy ninja, se ele não aprendeu depois da primeira vez, então ele não era merecedor de seu nome.

Ele completou os selos e Sakura de repente percebeu galhos de árvore se esticando e agarrando seus tornozelos. Perdendo o equilíbrio, ela escorregou do ar para ficar pendurada das árvores. Um grito de "Drogaaaaaaa!" acompanhou sua bela queda, mas ela conseguiu manejar sem jeito até pegar novamente.

Rapidamente, ela cortou os galhos com uma kunai e caiu em direção ao chão. Ela conseguiu se endireitar, aterrissando duramente, mas usou chakra para amortecer. Seu pé formigou com o impacto e ela sibilou um pouco.

É claro, Kakashi havia sumido.

Rente à árvore e fazendo seu plano, Sakura deslizou uma pequena kunai pra dentro de sua luva encourada enquanto esperava. A ponta da kunai jazia ao longo de seu dedo médio, mantendo-a firme, ela terminaria o insultando de uma forma ou de outra.

Ele estava perto novamente. Ela podia sentir seu chakra já que ele não parecia escondê-lo de todo. Uma pontada de adrenalina inflamou seu estômago, fazendo com que se aquecesse. Ela pressionou bem o corpo contra a casca plana da árvore e direcionou seu chakra para seus pés e mãos. Se ele viesse pela frente, ela quebraria a terra e o pegaria com a kunai enquanto ele se movesse pra direita. Ele sempre se movia pra direita desse ataque. Se ele viesse por trás, ela usaria a árvore, jogando-a no chão para desequilibrá-lo.

No meio de seus pensamentos, porém, houve um súbito aperto em seu peito e olhou pra baixo e viu uma pequena corda de aço em torno de si. Presa à árvore por ambas as partes superior e inferior de seu corpo, ela rosnou de sua situação. Somente suas mãos podiam movimentar-se um pouco.

"Droga. De novo!" resmungou, e inclinou a cabeça no tronco.

Kakashi caminhou até sua frente e ela sabia que o sorriso estava por detrás daquela máscara. "Acho que estamos por volta dos nove minutos, e acredito que você tenha algo para mim." Seu olhar viajou para o punho fechado dela com força e o pequeno guizo pendurado por uma fina cordinha entre seus dedos.

"Bem, na verdade, eu tenho." ela disse calmamente. Com um rápido golpe da pequena kunai em sua outra mão, Sakura golpeou também a corda, cortando sua luva no processo. Ela usou seu chakra para impulsioná-la para frente, derrubando Kakashi com força. Da forma menos elegante possível, Sakura conseguiu subir no peito de Kakashi e segurar as mãos dele com seus joelhos. Em qualquer outra circunstância, ele acharia a posição um tanto provocante.

Kakashi respirou pesadamente com o peso dela pressionando seus pulmões. A blusa dela havia caído em seu rosto, cobrindo quase até seu nariz por causa da altura em que ela sentara em seu peito. Mas, contudo, ela fez boa atuação e conseguiu derruba-lo. Ele podia dar a ela o crédito que ela merecia por ter feito tanto por conta própria.

"Bem, bem, eu acho que ganhei." Ela sorriu e tilintou o guizo em cima dele.

Kakashi expirou com força, tirando a blusa da médica de seu rosto pela máscara. A voz dele era preocupada, mas não perdeu nada do sarcasmo que ele merecia apenas por esta situação. Ele olhou pra ela, por entre suas pernas.

"Parece uma forma indigna de ganhar, você não acha?"

Sakura deu de ombros. "Talvez um pouco, mas uma vitória é uma vitória, Senpai. E eu diria que você tem por volta de trinta e cinco segundos faltando." Ela tomou cuidado em não olhar para o Sharingan e abafou o riso quando bateu o guizo na bandana dele, produzindo o tilintar agudo no metal. Recompondo-se, ela dramaticamente deixou o guizo cair dentro de sua blusa. " Oh, e eu gosto do meu peixe levemente tostado com molho de soja, por favor."

Kakashi fechou os olhos por um momento, lutando contra a urgência de jogá-la na árvore para seu próximo movimento. Infelizmente para Sakura, ele decidiu em cruzar sua perna acima dela e vira-la de costas. Aconteceu tão rápido que quando ela bateu, seus olhos arregalaram-se e sua reação foi lenta.

Kakashi estava seguro em cima dela, prendendo as pernas dela com seus pés e os pulsos com uma de suas mãos enquanto montava em seu quadril. A outra mão estava em sua cintura. "Você dizia?"

"Um..." a chateação de Sakura era aparente.

Mas se a triste desistência de poder dela não era ruim o suficiente, seguiu-se uma pausa quando ambos realizaram onde estava o guizo. Os olhos de Kakashi viajaram até os seios dela.

Suspiros pesados preenchiam o pequeno espaço entre eles. O corpo de Sakura ainda sentia a urgência da adrenalina, mas uma pequena antecipação de que ele de fato tentaria ganhar a chamou atenção. Ainda que ela tenha sucumbido a ele no teste, ela ainda tinha a vantagem. Aquilo era empolgante.

Ele estava causando todas as reações nela ao olhá-la dessa forma. O conflito interno dizia que ele a estava vendo de um jeito diferente. Em algum lugar lá dentro, ela sabia que sempre quis que ele a respeitasse. A justaposição de sua atual posição submissa com o domínio da situação era libertadora.

"Você tem aproximadamente vinte segundos, Senpai." Ela sussurrou, incitando a decisão dele.

Ela podia sentir as pontas frias dos dedos dele pressionando levemente a pele entre seu short e sua blusa. Ele devia ter os posto ali durante a queda, mas por agora, estavam parados.

A face de Kakashi tornou-se séria. Ele observou os olhos verdes dela estreitarem com sua confiança e naquele momento ele podia dizer absolutamente que ela não era mais uma criança. Todos os movimentos que ela fazia eram calculados e precisos. Enferrujada era uma palavra ridícula para descrevê-la. Naquela última tentativa de manter o guizo, ela fez um movimento que achou positivo de que ele não contra-atacaria.

Seus dedos saltaram na cintura dela, e ela encolheu-se.

"Quatro segundos."

Kakashi finalmente liberou os pulsos dela e pôs-se de pé e calmamente saiu andando. Ele não a respondeu quando ela gritou, "...um!"

Fazendo seu caminho desleixadamente para agachar-se à fogueira que ele havia acendido mais cedo, ele usou um grande galho para cutucar a madeira e alimentar as chamas. Por agora, ele tentaria ignorar o jeito que ela socava o ar com o punho enquanto ainda deitava-se. Pelo menos o Oh yeah dela foi apenas dito sem som em consideração.

Na mesma hora, Sakura sentou-se, acalmou-se, e estava ajeitando seu uniforme. Sua voz seguiu curso até onde ele sentava e soou leve e até gentilmente condescendente. "Você sabe, se tivesse me tratado como uma adulta, você talvez tivesse ganhado."

Kakashi a olhou de volta, levantou a cabeça, e tilintou o pequeno guizo prata.

Com uma risada escondida, ele admirou o lento arregalar dos olhos dela e o jeito que sua boca caiu aberta.

Sakura baixou o zíper de sua blusa até a linha do sutiã e começou a procurar. Quando ela olhou pra cima em derrota, ela pode ver que o olho dele fez aquela curvinha enrugada.

Ele sorriu com um sorriso que Sakura imaginava como sendo de um garoto de escola e a instruiu. "Eu gosto do meu peixe com arroz... por favor."

Eles comeram o café da manhã – o que ela fez - praticamente em silêncio. Kakashi havia andado até o rio e puxado a máscara pra baixo pra comer, mantendo-se de costas pra ela. Sakura sentou perto do fogo e calculava sem parar quantos outros homens teriam realmente pegado o guizo de sua blusa. Em sua estimativa, nem mesmo Jiraya teria a audácia. Naruto – sem chance, Kiba – talvez, Sasuke – absolutamente nunca.

Colocando a pequena tigela de café da manhã em seus joelhos, Sakura observou Kakashi lentamente erguendo o arroz até a boca com seus dedos. O homem era furtivo. Ela nem mesmo o sentiu pegar o sino. Talvez isso fosse muito ruim, divagou secretamente, ter a mão de um homem por baixo de sua blusa e não sentir nada. Normalmente ela iria se censurar por esse pensamento, mas estava cansada demais. A falta de um sono apropriado na noite passada estava fazendo efeito nela.

Kakashi continuava imponente, parecendo olhar para além da água e comendo calmamente. O usual, sua postura era casual, botando seu peso quase todo numa perna. Ela gostava disso nele. Toda situação em que estiverem desde que ela era nova, ele achava alguma maneira interna de relaxar e parecer não-afetado. Ele era um homem realmente impressionante, e ela decidiu que talvez o dissesse isso se a conversa desviasse pra esse caminho (o que na falta de uma conversa comum, ela duvidava muito).

Por agora, ela apenas o observaria comer, tranqüilo e relaxado. Inadvertidamente, seus olhos cansados estudaram a forma dele e a declaração de Naruto voltou a ela sobre ver Kakashi por trás. Riu pra si mesma e decidiu que a avaliação dele aumentara para dez.

Sim, bela bunda.

Os dedos de Kakashi tremeram quando ele ergueu o arroz até sua boca. Apenas metade dos grãos passou pelos seus lábios e o resto espalhou-se no banco de areia abaixo de seus pés.

Eu não posso acreditar que ela fez isso. Não posso acreditar que ela enfiou aquele guizo por debaixo da blusa.

Com esforço, a idéia de que foi um jogo justo fez seu caminho racional em sua mente em pânico, mas não conseguiu faze-lo se sentir muito melhor. No teste do guizo, tudo é justo. Pelo menos é o que ele sempre achou quando reprovava todo mundo. Mas ela foi a primeira a enfiar o objeto do teste dentro do sutiã e sugeriu que o recuperasse... o que ele fez.

Com esperanças, Sakura não iria espancá-lo ao equivalente a um Jounin da cor de um purê de batatas. E, com esperanças, ninguém iria descobrir que ele teve suas mãos na blusa dela - muito menos Tsunade.

Dando uma respirada longa e dolorosa, Kakashi se esforçou para achar paz com essa situação. Talvez ela viesse depois, ele rezou com pouquíssimas esperanças. Levantando a máscara de volta, ele finalmente deu meia volta e viu o olhar cansado da cansada kunoichi. Infelizmente, ela estava olhando bem pra ele... bem, sua parte de baixo.

Sakura percebeu que foi pega e rapidamente começou a por arroz em sua boca numa velocidade Naruto, intensamente focada na tigela em seus joelhos.

Kakashi pigarreou.

Sakura deu suspiro, tentando forçar a montanha de arroz pra dentro. Aquilo soou como o pigarreio de ' eu peguei você, mas não vou dizer nada.'

Sem olhar pra cima, Sakura concentrou-se em sua pequena refeição e ouviu o barulho seco dos grãos do banco abaixo dos pés dele ao que ele se aproximava da fogueira do acampamento. Dando uma chance para uma rápida olhada, ela se esforçou para não aparentar culpa.

Kakashi inspirou e finalmente mudou o assunto não falado, "Quando você terminar, não vamos para o campo ANBU na fronteira. Nós podemos conseguir uma tenda para cada pela noite, talvez até uma cama dobrável".

Sakura acenou positivamente feliz, imaginando que uma cama dobrável era melhor do que a terra íngreme todo dia, e murmurou "Mur fing" (1) de sua boca cheia de arroz.

Kakashi a entendeu.

Uma trilha de cinco horas os direcionaram para um dos vários campos nas fronteiras do País do Fogo e Sakura ficou maravilhada em como era diferente do que ela imaginava. Todos os seus anos em missões com o Time 7 e depois Time Kakashi consistiam em sacos de dormir, uma fogueira patética, e peixe queimado no espeto.

Putz, o campo ANBU era ambrósia!

Homens jogavam cartas ao redor de pequenas mesas dobráveis, rindo e apostando. Pessoas cozinhavam comida de verdade em panelas de verdade e havia música em algum lugar. Parecia mais um acampamento do que trabalho e ela achou que passar o tempo ali não seria tanto sofrimento assim.

E, além disso, todos os homens lindos e altos tinham aquele brilhante, justo, mostrador de músculos e de ombros, enluvado uniforme ANBU. Já disse o bastante.

Kakashi parou quando eles entraram no campo e olhou pra Sakura que parou perto dele. "Isso pode ser um saco. Nós podíamos achar uma boa clareira perto do rio se você quiser?"

Sakura limpou a fina linha de baba em seu lábio e então sacudiu a cabeça. " Ah, não, não. Eu acho que podemos suportar isso por uma noite."

Kakashi concordou. Ele não estava indiferente à maneira que os olhos dela fixavam em tudo que era ANBU. Saudosamente ele lembrou dos olhares que recebia quando usava o seu. Vestir um uniforme ANBU podia ser igualado com o mais potente dos afrodisíacos.

Ah, aqueles eram os dias, ele suspirou por dentro.

"Ei, Hatake." Shiranui Genma riu do outro lado do campo. Ele deu uma leve corrida até o par que chamava muita atenção e seus olhos focaram em Sakura.

Sakura o mirou de volta e esperou. Ia acontecer. Ela podia ver isso no rosto dele quando seus lábios formaram um sorriso em volta daquela maldita senbon.

"Vocês não vão ficar aqui parados pra sempre, vão?", ele riu, correndo seus olhos por ela.

"Eh, Genma. Dá um tempo pra ela." Kakashi o cortou. " Sakura, por que você não arranja algo pra comer e eu vou nos registrar com o comandante da base."

Sakura acenou afirmativamente de novo, dando a Kakashi um olhar de apreciação por tê-la salvado do flerte lascivo de seu amigo mascador de senbon. Ela moveu-se calmamente até uma lareira e achou um par de mulheres ANBU batendo papo. Ela não as conhecia, mas pareceu um bom lugar para sentar, comer e olhar a paisagem.

Enquanto isso, Kakashi os havia anunciado para prevenir que fossem presos. Ele seguiu Genma até um pequeno grupo descansando numa sombra perto de um jogo de shougi de apostas altas.

"Ei, Kakashi-Senpai. Aquela com você é Haruno Sakura?" um jovem ANBU que Kakashi conhecia como Hideki perguntou. Os outros homens pareceram se animar quando a conversa começou e Kakashi os olhou suspeitamente, instantaneamente.

"A primeira e única" Genma respondeu por ele.

"Eu não sabia que ela deixou o laboratório," outro jovem comentou. "Eu gosto das gatas inteligentes com belos corpos. Belas curvas, você sabe."

Kakashi deu um suspiro, "Nós estamos numa missão de alguns dias para a Hokage".

"Uau, ela é gostosa," Hideki zuniu enquanto a observava sentar-se e conversar com as mulheres perto dela. Seu olhar passou por ela tantas vezes, que Kakashi imaginou se ele estaria fazendo um mapa de viagem pela memória. "Vocês dois vão ficar à noite?"

Sakura aproximou-se das duas mulheres no tronco perto do fogo. Suas vozes diminuíram um pouco, mas a conversa acelerou.

"Eu não tenho visto Hatake Kakashi num campo ANBU em anos. Acho que estamos com sorte." a primeira mulher deu um risinho.

"Seria mais sorte se ele estivesse em um uniforme ANBU. Eu fico imaginando o que ele está fazendo aqui? Acha que ele vai passar a noite?" a segunda mulher perguntou. Elas olharam uma para outra, empolgadas e então ambos pares de grandes olhos castanhos viraram para Sakura.

"Você está em missão com ele?"

Sakura olhou pra Kakashi que aparentava estar pronto pra matar alguém. " Um, sim. Dois dias agora. Estamos indo para o país da Areia."

"Sozinhos?" a primeira kunoichi disse enquanto torcia as pontas do cabelo, em antecipação.

"Uh, sim." Sakura lutou contra o olhar confuso que surgia em sua face.

"Você é tão sortuda. Olhe para o homem. O que eu não daria por uma missão sozinha com ele." As duas kunoichi se cutucaram e riram uma pra outra. A primeira virou pra Sakura novamente. " Vocês dois vão passar a noite?"

"Esse era o plano, eu acho. Por quê?"

Ambas riram um pouco mais conspiratórias do que Sakura gostaria, e ela acreditou que o pobre Kakashi parecia mais um suculento filé para as mulheres famintas.

"Eu imagino o que está por baixo da máscara" a segunda disse de antemão enquanto as três olharam para o Copy-nin. Sakura começou imaginar um pouco consigo mesma e estava um tanto intrigada pela empolgação que a presença dele pareceu causar. Com todos os jovens, gostosos ANBU circulando por aí, essas duas mulheres ficavam loucas pelo Jounin de cabelos brancos e bagunçados?

"Qual é o atrativo?" Sakura disse baixo embora ela tivesse uma idéia do que elas diriam. Ela sabia a observação que faria se elas a perguntassem.

Dois pares de olhos estreitos a miraram de novo e ela pôs o queixo em suas mãos, apoiando-se nos joelhos enquanto continuava a olhar pra Kakashi.

"Ele é esperto, forte, atraente, ele é misterioso, e é um dos melhores ninjas que já conhecemos em nossa vida. Você tem que imaginar que seria preciso alguma espécie de kunoichi maravilhosa para chamar a atenção dele. Toda mulher quer pegar um pedaço de história pra si mesma... mesmo que seja só por uma noite."

Elas riram descontroladamente, mas Sakura as ignorou.

Ela contemplou o que elas haviam dito por um pouco. Sim, ele era, definitivamente, todas essas coisas, mas ela nunca conheceu muito tirando sua preguiça. Como ela poderia dizer se ele era atraente por baixo da máscara? Talvez ele fosse horrivelmente desfigurado e escondia isso de todo mundo.

" Uau. Ele tem uma bunda ótima" a primeira kunoichi sibilou.

Sakura tomou um impulso de onde estava sentada e sai andando depois que esse comentário havia sido feito. Seria muito nada haver consigo mesma exclamar sua concordância, então à situação pedia por distância. Ela sorriu enquanto caminhava pra perto de onde ele estava sentado, andando em volta das tendas para ouvir a conversa. Teria que ser uma melhor do que a que acabara de ter.

"Ei, Kakashi-Senpai, eu quero te mostrar uma coisa." Hideki deu um risinho enquanto procurava por algo em sua bolsa. Lentamente, e prolongando a antecipação que tristemente ninguém sentiu, ele mostrou um livro de capa grossa e azul com um círculo cortado ao meio nela. "Você sabe o que é isso?"

Kakashi olhou para aquilo por um momento. Não podia ser. Não. Nãããooo...

"Isto, meu amigo, é a edição especial, única, autografada, de Icha Icha Paradise volume 69 com vinte e cinco páginas extra, inteiras e coloridas."

Kakashi quase desmaiou.

"Eu ganhei isso da livraria de Konoha."

Kakashi lembrou-se da câimbra de tanto escrever, que teve preenchendo essas 1096 cédulas de voto o qual só o haviam permitido uma.

Hideki prosseguiu, "Eu não sou um grande fã, mas eu lembro que você é. Como gostaria de negociar?"

O copy-nin o olhou suspeitosamente e deu um tempo antes de responder. Finalmente, ele perguntou. "Que tipo de negócio?" Embora ele tivesse uma idéia depois da olhada de canto de olho e a espiada em sua companheira de viagem.

" Eu te dou o livro se você passar a noite no campo. Eu só quero uma chance para... conhecer Sakura. Apenas dê a ela um tempo sozinha. Eu não sei quanto a você, mas eu não posso resistir aquelas pernas longas." As sobrancelhas de Hideki se arquearam e Kakashi sabia que era mais do que conhecer Sakura o que ele tinha em mente.

"Ela é mercadoria de primeira. Olhe pra ela. Eu gostaria de pegar sua... oh, ao menos que esteja com ela?" Hideki subitamente pareceu nervoso ao olhar pra Kakashi.

O copy-nin também estava olhando pra Sakura. Bem, ele tinha que admitir que ela era bonita e que suas pernas eram... bem... atraentes. Honestamente, ele teria que estar morto para não perceber. Mas sua descrição da kunoichi certamente seria mais agradável e respeitadora. "Não. Nós não estamos juntos."

A boca de Hideki torceu num sorriso que Kakashi de repente percebeu que ele queria tirar com a ponta de uma kunai. Talvez devesse ter mentido.

O jovem ANBU lhe estendeu o livro azul e Kakashi ficou olhando pro livro. Poderia ele matar o garoto e pega-lo? Ele achou que isso ia contra sua fibra moral e ele provavelmente seria pego.

Só restava uma opção.

Sakura estava perto do homen baixo e careca que coordenava todas as coisas de roupas de cama à toalhas, à armas, à acomodações para toda a companhia do campo. Ele estava conferindo sua prancheta e cantarolando alguma música que Sakura não conseguiu reconhecer bem. Inadvertidamente, ela se pegou mexendo-se levemente com a música, começando a cantarolar junto.

"Ah, aqui está você." A voz de Kakashi a alcançou de alguns metros de distância ao que ele caminhava pra perto lentamente. Suas mãos estavam enfiadas nos bolsos e sua mochila estava em suas costas.

"Oi, Senpai. Este bom homem estava acabando de nos arranjar um par de tendas para a noite." Sakura disse alegremente, sorrindo pra Kakashi.

Coçando atrás da cabeça com a mão, Kakashi dissipou a idéia com um aceno da outra mão. "Ah, isso não será necessário. Eu acho que vamos seguir ao longo do rio um pouco mais longe. Eu preferia se chegássemos mais perto da localização de nosso alvo esta noite."

"Tem certeza?" Ela o olhou e ele sorriu.

"Sim, tenho certeza."

"Tudo bem." Sakura jogou a pesada mochila nas costas sem argumentos e prosseguir em seguir os passos lentos dele pra longe do campo para continuarem sua jornada. Mais uma vez, não havia conversa, mas era tolerável. Hoje parecia o tipo do dia para alguma quietude, ela divagou.

Seus pés faziam sons macios na areia ao longo do rio, e Sakura ouvia o som relaxante do movimento das águas. Os sons intrusos do campo eram deixados para trás deles até desaparecem todos juntos. Kakashi andava perto dela, o que era a primeira vez na missão e o silêncio era confortável dessa vez. Parecia que algo havia mudado... apenas levemente, mas pra melhor.

Quando ela não podia ouvir mais nada a não ser o comum zunido da natureza em torno deles, Sakura deslizou seus dedos em torno do cotovelo de Kakashi para pará-lo. Apenas o toque suave dela o plantou no lugar mas ele não a olhou; invés disso ele focou no azul frio do rio.

"Por que você não queria ficar?" ela perguntou com curiosidade bem exposta, mesmo que soubesse da resposta depois de ouvir a conversa que ele teve com Hideki. "Eu pensei que você queria uma tenda para a noite?"

Kakashi virou a cabeça e olhou para ela, aquele olho curvado mostrando que o sorriso se formava por trás da máscara. Havia tantas respostas que ele podia dar a ela. Havia tanto sobre a conversa entre homens que ele realmente não ligava que soubesse. Ela era uma boa pessoa, boa kunoichi. e ela merecia mais do que ficar parada evitando um bastardo como Hideki. Kakashi tinha muito respeito e amizade por ela pra deixá-la lidar com isso se ele podia a prevenir disso.

"Eu gosto mais quando é só nós dois."

Sakura ficou parada por um momento, o olhando. De todas as coisas que ele poderia ter usado como desculpa para ir embora, essa não era uma que ela esperava. Não era uma sentença de fato, ou uma ordem, ou as desculpas usuais que Kakashi usava.

Não era algo que ele diria para Naruto ou Sasuke.

Ela havia dito isso para ela. Isso a fez mais feliz do que tudo havia feito por enquanto. Ela queria dizê-lo o quanto isso significou para ela, mas achou que as coisas estavam boas só deixando- as assim. Ele era Hatake Kakashi. Não importa como ela respondesse, ele entenderia.

"É. Eu também."

(1) Essa "palavra" Mur fing é nada mais que um resmungo de Sakura, sem tradução. Acredito que a autora escreveu errado ou pela metade de propósito. Eu procurei, mas não consegui traduzir. Então achei melhor manter o original. Mesmo assim, não vai interferir em nada no contexto. Desculpa, gente.

Olá!

Antes de mais nada, mil perdões pela demora. Eu tinha outras fics pra atualizar e também fiquei com o tempo apertadíssimo devido aos estudos. Espero que a qualidade da tradução tenha sido mantida,e que vocês tenham gostado. estou fazendo o possível e impossível pra versão brazuca dessa fic ficar perfeita. u.u Bem, isso são vocês que dirão através das reviews. u.u

Só pra dizer, capítulo fofo, né? xDD Ah, e muito obrigado pelas reviews, todos vcs. Agora não posso respondê-las, mas vou tentar no próximo capítulo, ok? Continuem mandando. u.u

Eu amo vcs! Até a próxima . n.n

Moon