O PIOR ENCONTRO, O MELHOR
Disclaimer: A história pertence a Mariale Sparkies que me deu a permissão de traduzir. Os personagens pertencem a Stephenie Meyer.
Sinopse: Edward Cullen é um mulherengo que se dedica a dar os piores encontro as mulheres. Um dia, seu melhor amigo o contrata. Mas o que vai acontecer quando ele começar a sentir algo por sua vítima.
Capítulo 2 – Trabalho Especial
"Você vez de novo Ed.
Depois do seu terrível encontro com Lauren, ela veio correndo para minha casa buscando consolo.
E acredite, tive a melhor noite da minha vida.
Homem, você é o melhor. Continuo te ligando. Haha, Adeus."
Li a mensagem que Mike acabou de me enviar. Vai continuar me ligando? Incrível.
Pressionei o botão de responder.
"Você sabe Newton. É o meu trabalho.
E já te falei para não me chamar de Ed."
Depois de enviar a mensagem levantei da cama para tomar um banho.
Meu apartamento era um dos mais luxuoso da concorrida cidade de Chicago. Meu pai era um grande cirurgião e minha mãe uma das arquitetas mais famosas da cidade. Meus avós eram um casal multimilionário, e quando morreram, a metade da herança ficou em meu nome e a outra no do meu irmão Emmett. Por isso deixei a prisão que chamam de universidade, já que por fim eu tinha uma desculpa para deixar de ir e me torturar diariamente. Os estudos simplesmente eram fatais. O meu era flertar, tocar o piano e… flertar.
Sim, tocar piano como disse. Um playboy sem estudos como eu, toca piano. Meus pais me obrigaram a ter aulas desde criança ainda que eu as odiasse, mas com o tempo comecei a gostar.
Obviamente, meus pais não tem idéia sobre meu trabalho. Acham que trabalho dando aulas de musica em alguma escola, e é melhor ficar assim. Eu não quero que eles saibam sobre meu trabalho. Embora para mim é ótimo, eu tenho certeza que eles ficariam desapontados. E no fundo me importava sua opinião. Mas enquanto não saibam que eu sou um mulherengo que destrói as mulheres e alcoólico, está tudo bem.
Eu estava tomando minha xícara de café para aliviar a ressaca, quando a campainha tocou.
Deve ser o Black.
Lentamente me aproximei da porta.
— Quem é? – perguntei.
— Seu lindo namorado – Jacob.
Rodei os olhos e abri a porta.
— O que faz aqui? – perguntei quando o vi, com um sorriso estúpido na cara.
— Venho te perturbar. Olha, não vai acreditar. Lembra da linda garota que disse que conheci mês passado? – perguntou enquanto se aproximava da cozinha e se servia com uma xícara de café.
— Sim, a garota que fala dia e noite. O que tem? Já te deu uma ordem de distancia? – Jame me bateu no ombro e eu ri.
— Não seja tonto. Eu a convidei para um encontro e disse que sim – gritou.
— Parabéns. Quantas vezes a convidou?
Jacob bufou.
— Não tenho idéia, talvez… uh… não sei.
— Perdeu a conta! É patético – ri e ele rodou os olhos.
— O ponto é que disse sim. E o encontro é hoje à noite. Onde devo levá-la? Estou nervoso.
Pensei por uns momentos e me ocorreu um lugar perfeito.
— Não me diga John Graff por favor. – rogou Jake.
— Leve-a para um clube de striptease – zoei enquanto pegava minha xícara e colocava no lava-pratos.
— Haha. Que engraçado. De verdade Cullen, onde devo leva-la? Diga-me um bom restaurante. Oh certo não deve conhecer nenhum – brincou Jake. Ainda que tinha razão. Não conhecia nenhum. Tinha o dinheiro que tivesse, nunca havia levado uma garota a um encontro de verdade. Quase todas eram em meu quarto, ou eram parte do meu trabalho, as quais não eram muito bonitas, digamos assim.
— Certo – assenti.
— Homem não sei o que fazer. – suspirou Jake. Voltei até ele.
— Você sabe que não sou o indicado com garotas 'sofisticadas'. Busque restaurantes de Chicago no Google, certamente encontrará um bom. Mas cuidado e não vá a falência. – brinquei. Jacob rodou os olhos e dirigiu-se a sala para usar a internet.
Eu estava no Miller's Pub, em Chicago, como sempre fazia todas as noites de sábado. Eu estava calmamente jogando sinuca, quando um cara que não tinha mais de 20 anos se aproximou de mim com uma expressão melodramática no rosto. Eu queria rolar os olhos. Eu já tinha uma idéia do que queria.
— Cara, você Cullen? – erguntou o garoto. No meu trabalho eu nunca tinha usado Edward, mas sim Cullen. Só a minha família e amigos sabem o meu nome real.
– Sim. O que aconteceu?
— Bem, a menina que eu tinha quatro anos de namoro, deixou-me a uma semana atrás. Ela disse que queria sair com mais pessoas. Eu preciso que ela tenha o pior encontro de sua vida. E que se dê conta de que sou o melhor… - … Todos dizem a mesma coisa.
— Cartão e numero – pedi. O menino imediatamente pegou um papel com informações sobre a menina e onde eu poderia encontrá-la, junto com o número do telefone do rapaz. Se tudo ocorresse bem, nos encontraríamos e me daria meu pagamento.
— Seguiremos conversando – e com isso se foi, para que eu continuasse o meu jogo.
No dia seguinte, eu coloquei meu plano em ação. Após o encontro 'acidental' com a menina, eu a convidei para um encontro e ela concordou alegremente.
Dei-lhe o pior momento da sua vida.
Primeiro de tudo, cheguei uma hora atrasado. A levei para uma festa a fantasia de Star Wars, então eu cheguei a sua casa vestido ridiculamente de Yoda.
Seu relatório disse que odiava a ficção científica, por isso foi muito interessante. Muito engraçado, realmente. No final, como sempre fazia, eu tentei levá-la para a cama. Ela me deu um soco no nariz. Mas valeu a pena, e que no dia seguinte ele chamou o menino, e voltaram a sair.
Acho que vou usar o dinheiro para consertar o nariz quebrado ..
No dia do pagamento, eu estava em minha casa com uma terrível dor no nariz quando começaram a bater minha porta abruptamente.
E agora?
— Edward! Edward! Abra a maldita porta! – gritou Jacob através da porta. Estava nervoso.
Apressadamente me aproximei e abri a porta. A cara de Jacob era tão engraçada que eu tive que rir. Estava praticamente fumegante.
De imediato entrou em meu apartamento e se lançou no sofá enquanto cobria o com a almofada.
— O que foi Jake?
Jacob levantou o olhar. Olhou-me por um momento, para logo mudar seu semblante colérico para um surpreendido. Abriu os olhos como pratos para logo levantar e dirigir-se até mim.
— Isso é… você! Você pode fazer isso.
— Eu posso fazer o quê? – Eu perguntei, confuso. Ele sorriu.
— Eu vou te contratar.
Meu melhor amigo ia me contratar? Por que?
— O encontro foi perfeito Ed. Mas quando chegamos a sua casa ela arruinou tudo. Me disse que não queria nada mais que minha amizade. Mas o que fiz mal? Nada! A levei ao melhor restaurante de Chicago, levei flores, cheguei na hora, abri a porta do carro, puxei a cadeira para ela sentar…
— Eh, para, para – o cortei. – Já entendi, foi o cara perfeito todo o tempo. Assim que quer que lhe de uma merda de encontro para que se dê conta que você é melhor não é assim? – conclui. Jake assentiu com um radiante sorriso. Suspirei.
— Esta bem o farei amigo – falei com um pequeno sorriso. Jake começou a saltar como uma adolescente.
— Isso é genial. Depois do seu encontro vai me procurar, estou certo. Muito certo.
— Qual seu nome? Tem que me falar tudo dela – perguntei pegando um papel e lápis.
— Se chama Isabella Swan, mas gosta que digam Bella. Se dedica a escrever novelas…- começou Jacob enquanto eu escrevia tudo na folha.
Devia conseguir que essa garota, Bella, ao meu melhor amigo. Tinha que consegui-la. Assim que planejarei o pior dos encontros que uma garota poderia ter.
Essa garota se arrependeria de ter dado o fora em Jacob.
