Bom, como vocês viram, eu fiz uma fanfic com o nome de uma música do Restart...

Pois é... Eu viciei nessa música ¬¬'

MAS EU NÃO SOU UMA COLORIDA#

;*

Depois que Pucca conversa um pouco com Garu, ela se despede e...

Garu: Pucca... Espera. Volta aqui.

Ela lá de fora, volta para dentro da casa.

Pucca: O que foi ?

Ele a agarra e dá um beijo nela. Ela, surpresa esbugalha os olhos e aprecia o grande beijo.

Pucca: Então... Quer dizer que você sempre me amou ?

Garu: amanhã eu te respondo... tchau.

Diz ele olhando para outra direção. Ela tenta seguir seu olhar, mas não vê nada.

Pucca: ta. Tchau.

E ela vai embora. Ele, um pouco tenso, vai deitar.

Já estava de noite... E ela foi embora no escuro, olhando pro nada.

São lembranças que o tempo não pode mudar

Foram promessas que a gente fez sem pensar

E no final

É de você que eu vou lembrar...

Ela chega em casa, com um pouco de dor de cabeça e frio. Ela também vai dormir.

NA CASA DE GARU

Garu começa a sonhar...

-: Garu, você não pode desistir...

Ele abre os olhos...

Garu: O que ?

Ele vê um homem de branco, parecido com ele.

Garu: Q-quem é você ?

-: Seu pai. Você não pode desistir ! Nem pense nisso ! E se o Chang te pega beijando aquela garota... você será considerado um completo inútil para a família inteira !

Garu: Eu sei pai, eu sei ! Mas essas regras estão acabando comigo !

Pai do Garu: Mas é assim mesmo Garu ! Você acha que eu não passei por isso ?

Garu: eu sei mas... É tão difícil...

O pai de Garu chega nele e coloca as mãos nos ombros dele.

Pai do Garu: Eu sei filho, mas um dia passa. E você tem que conseguir. Você não quer ser o fracasso que eu sou né ?

Garu: Você não é um fracasso.

Pai do Garu: Mas eu falhei, e isso não pode acontecer.

Garu: E se eu falhar ?

Pai do Garu: Você não vai falhar.

Garu: Como você pode saber disso ?

Pai do Garu: mas eu não sei.

Garu: ahn.

DE TARDE

Pucca e Garu estão andando pela floresta. Garu não tirava os olhos de alguma coisa. Ele estava com as mãos nos bolsos da calsa e Pucca estava segurando o braço dele.

Depois de um longo silêncio. Garu o quebra.

Garu: Pucca eu tenho que te falar algumas coisas.

Pucca olha para ele com uma cara assustada.

Pucca: Pode falar.

Garu: Eu... Eu vou ter que partir, amanhã, bem cedo.

Os olhos de Pucca vão até a borda de lágrimas.

Pucca: Amanhã ?

Garu: Sim.

Ele olha para Pucca, que já estava derramando suas lágrimas pelo seu macio rosto.

Garu: Pucca não fique assim.

Pucca: E se você morrer Garu ?

Ela larga do braço dele e entra na sua frente. Eles param de andar.

Garu: Pucca... Eu não vou morrer ta bem ?

Pucca: Mas pense bem Garu. Sua vida vale mais que uma honra.

Garu: Pucca, você simplesmente não entende !

Ele a empurra para o seu lado outra vez e eles começam a andar novamente.

Garu: Eu não estou preocupado se eu vou morrer. E sim, se eu não conseguir ! Esse é o pior. Não é só porque meu pai morreu que eu vou para esse caminho também. Não é assim.

Pucca suspira.

Pucca: Eu vou com você.

Garu: Não, você não vai.

Pucca desaba no chão, ela chora e chora... sem parar... Garu senta com ela no chão. Ela abraça suas próprias pernas. garu abraça ela.

Garu: Vai ficar tudo bem.

ele sussurra para ela.

Pôr do Sol.

Pucca e Garu estão sentados numa colina, onde dava para ver o pôr do Sol. Pucca ainda estava com os olhos vermelhos de chorar.

Garu: Eu prometo Pucca. Eu vou ficar bem. Nós poderemos viver felizes um dia. Mas só se eu fizer essa missão.

Ele beija a cabeça dela.

Pucca: Eu confio em você.

Diz ela sorrindo, meio triste... Mas estava sorrindo.

Garu: É assim que eu gosto de te ver Pucca... Sorrindo.

Ela ri.

Eles voltam os olhos para o sol. Estava fazendo frio, eles estavam sentados no chão, abraçados.

Pucca: Não é lindo ?

Ela diz olhando para o sol.

Garu: Muito. E você não é diferente disso.

Ela ri em seus braços.

E eu quero te levar (te levar daqui)

Pra outro lugar (não sei pra onde ir)

Quando o sol some completamente, formando um crepúsculo indiscritível, Pucca e Garu se levantam.

Pucca: Fique comigo essa noite.

Garu: Vou tentar.

Eles começam a andar em direção ao Goh-Rong.

Pucca se lembra de uma coisa.

Pucca: Você disse que ia me falar, se você realmente me amava.

Ele hesita por um momento.

Garu: Eu... Eu não sei.

O coração de Pucca racha. Ela segura suas lágrimas. Garu suspira tristemente. Pucca olha para baixo, fazendo Garu olhar para ela.

Garu: Hey.

Ele pega na mão dela. Ela sorri para ele. Ela não aguenta suas lágrimas.

Os dois se abraçam fortemente.

Ela adorava aquele cheiro gostoso dele. Ele também. Quando ele vira para beijá-la. Ela pela primeira vez, suspira.

Garu: Alguma coisa errada ?

Ela olha para baixo, derramando mais lágrimas.

E amanhã pode ser tarde demais

Talvez você não seja mais capaz

De ver o que a gente passou

De ver o que a gente passou

Garu: Pucca !

Ela sai correndo para casa, chorando.

'O que eu fiz ! Eu sou um completo idiota !' - Ele pensa.

Ele sai correndo atrás dela. Até uma hora, ele desiste.

'Droga Pucca! Por que você é assim ?'' - Ele pensa, indo embora para sua casa.

NO GOH-RONG.

Pucca entra com tudo e fecha a porta. Ela fica parada na porta, caindo no chão de tanto chorar.

Os chefes correm até ela.

Ho: Pucca !

Tio Dumplin: Pucca o que aconteceu ?

Os três chefes entre olham. Pucca sem resposta.

Linguini: Foi o Garu não foi ?

Pucca corre até seu quarto e fecha a porta com tudo.

Tio Dumplin: O que será que ele fez para ela ?

DE NOITE

Tio Dumplin vai até o quarto de Pucca, que tinha se trancado desde aquela hora e não tinha saido nem para jantar. Ele bate na porta. Nenhuma resposta.

Tio Dumplin: Pucca, vou entrar.

Ele abre a porta.

Tio Dumplin: Pucca. O que aconteceu ? O Que ele te fez ?

Ela estava em sua cama, deitada. Olhando para o nada.

Pucca: Ele vai partir amanhã.

Tio Dumplin: Partir ? Por que ?

Ela olha para a foto de Garu.

Pucca: Ele tem que fazer uma estúpida missão.

Tio Dumplin passa a mão nos cabelos dela.

Tio Dumplin: Vai ficar tudo bem.

Pucca: Me deixa sozinha.

Ele se levanta e sai do quarto lentamente.

Depois de algum tempo, seus tios vão dormir. Pucca ouve uma batida na janela. Parecia uma pedra pequena. Depois de alguns segundos... Mais uma vez.

LÁ DE FORA

Garu:Vamos lá Pucca... Acorde.

Ele diz bem baixinho.

Ela vai até a janela e a abre. Ela vê Garu.

Pucca: Garu!

Diz ela sem voz.

Ele começa a subir as grades da que tinham na parede, até chegar na janela. Pucca pega na mão dele e o puxa para dentro do quarto.

Garu: Me desculpe por hoje.

Pucca desvia o olhar.

Garu: Eu acho que... eu falei coisas que não devia ter falado. Eu não sou muito bom em conversas.

Ela olha para ele e o abraça. Ele devolve o abraço.

Garu: Eu não sei se devo te beijar...

Pucca olha para ele.

Pucca: Que hora que você vai amanhã ?

Garu: 10:30 da manhã. 8:20 por aí, eu tenho que ir embora para minha casa.

Pucca: E quando você volta ?

Garu: Quando eu terminar por completo a missão.

Eles são pegos por um grande silêncio.

Pucca começa a chorar novamente.

Garu: não Pucca... Pare com isso.

Ele aproxima a cabeça dela no seu peito com sua mão.

Ela segue o corpo dele, que estava indo até a cama.

Os dois deitam na cama, abraçados.

Pucca: Você não sabe o quanto eu esperei por isso. Você aqui do meu lado... No meu quarto. Só nós dois.

Ela começa a brincar com as mãos dele.

Garu: Eu... De uma certa forma... Também estou muito feliz de estar aqui com você. Parece que era a única coisa que faltava.

Pucca sorri.

Pucca: Mas... Para mim, ainda falta uma coisa.

Diz ela olhando para ele. Ele franze o cenho, hesitante.

Garu: E o que é ?

Pucca ri olhando para as mãos dele, ela balança a cabeça negativamente. Pucca lentamente, descança sua cabeça no ombro de Garu. Depois de alguns minutos ela dorme. Em seguida ele também.