Quero agradecer aos reviws e fico feliz que estejam gostando. Ah, e a Enoki é a K-chan e sim, ela sabe quem é o Sesshy mas tem que disfarçar, só que com ele ela é um péssima atriz. E eu não sei se vai ser Kag/Sesshy ou Kag/Inu. Babi esse cap é pra ti Rimou
Gomen me -desculpe
Hai -sim
Iie -não
Ja ne -tchau.
Onee-chan -mana
Demo -mas
Arigatou gozaimasu -muito obrigado.
Kuso -merda, droga
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-E ai maninho, que sorrisinho é esse? Não vai me dizer que encontrou uma gatinha? –pergunto.
-Cala a boca idiota. –ui que humor, por que sempre que eu falo ele fica assim.
-Ui que stress. –digo rindo.
-Você não quer que eu cale a sua boca quer? Olha que você pode acabar sem dentes. –diz ele.
-Ui Dogão é mau! –digo rindo.
BUMP!
-Ta maluco meu? Comeu coco? -pergunto.
-Não, mas mais um comentário idiota e você vai comer. –diz ele.
-Depois eu é que sou estressado. –digo.
-Você também seria se tivesse um irmão que nem você. –diz ele.
-É melhor eu sair daqui. –digo.
-É a melhor idéia que você teve hoje. –diz ele.
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-Anda Inuyasha, vamos, você está demorando demais. –dizia a jovem de cabelos pretos e olhos castanhos ao jovem hanyou que carregava vários pacotes pelo shopping.
-Calma Kikyou não vê que EU estou segurando as SUAS compras? –pergunta ele irritado.
-Ai Inu-kun não briga comigo, você sabe que eu não posso carregar peso. –diz a jovem. –E nem ficar nervosa.
-E o que você pode fazer? –pergunta ele.
-VOCÊ É UM INSENSÍVEL! VOCÊ SABE QUE EU ESTOU DOENTE! –grita ela chorando.
-Kiky... me desculpe eu... sinto muito... é que eu briguei com o meu irmão.-diz ele largando as coisas no chão e indo abraçá-la. –Gomen!
-Imagina se eu fosse brigar com você toda vez que brigo com o meu irmão. –diz ela afastando-o.
-Kikyou... –sussurra ele.
-Anda, junte essas coisas e me leve pra casa. –diz ela voltando a caminhar.
-Hai! –diz ele juntando as coisas.
-Claro Eri, nos encontramos no mesmo lugar de sempre... –uma jovem de cabelos castanhos claros, carregando alguns pacotes, falava ao celular desatenta.
BUMP!
-Gomen... –pede a jovem levantando-se.
-Olha por onde anda. –diz o jovem irritado.
-Eu olho por onde ando, mas para frente e não para baixo. –diz ela limpando a roupa. -Você! –exclama ela.
-Tinha que ser! Tinha que ser... –começa o jovem.
-Posso ajudá-lo? –pergunta ela ignorando o infeliz comentário.
-Iie! Eu posso carregar sozinho. –diz ele orgulhoso.
-INUYASHA! –exclama a jovem de olhos castanhos.
-Kik...Kikyou! –exclama ele.
-Posso saber o motivo da demora? –questiona ela.
-Gomen... eu já estou indo. –diz ele novamente juntando as coisas e indo atrás dela.
-Ja ne koinu! –diz a jovem de cabelos castanhos claro imitando um cachorrinho.
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-Hei, Inuyasha, você vai ficar para jantar não vai? –pergunta-me Sota.
-Iie, sua irmã está brava comigo. –respondo.
-Demo...-eu sei que ele gosta que eu fique aqui, mas a Kikyou está brava comigo.
-Eu venho outro dia, eu prometo. Ja ne! –digo saindo.
-SOTA HIGURASHI QUEM TE DEU AUTORIZAÇÃO PARA CONVIDÁ-LO? –Kikyou?
-...
-Anda! Responda! –ela está gritando com ele.
-ELE É MEU AMIGO! ASSIM COMO DA KAGOME! E EU MORO AQUI E QUERO QUE ELE VENHA AQUI POR QUE QUANDO ELE ESTÁ POR PERTO EU ME SINTO BEM COMO SE A ONEE-CHAN ESTIVESSE AQUI! –ele deve sentir muita falta dela... como eu.
-Mas a Kagome não mora mais aqui! –a mãe deles está defendendo a Kikyou...
-É eu queria estar com ela. –grita ele saindo. –Inuyasha...
-Você quer conversar? –pergunto.
-Não, eu só quero a onee-chan. –sussurra ele.
-Você não quer ir lá pra casa? –pergunto.
-Posso? –pergunta-me ele.
-Hai. –respondo sorrindo. –Afinal, você é meu amigo.
-Arigatou gozoimasu Inuyasha... –diz-me ele.
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-Espera! –ah, não de novo não! Já não basta ter me encontrado com ela no shopping, ter que trabalhar com ela ainda tenho que morar no mesmo prédio que ela.
-Arigatou! –agradeça quando você morrer.
Espero que o Sesshomaru não fique bravo por eu levar o Sota lá pra casa. Por que ta demorando tanto? Eu não moro no ultimo andar! E desde quando ele foi tão suave que nós nem sentimos ele se mexer? A menos que...
-Kuso! –o que está acontecendo.
-Abaixa! –grita ela se jogando em cima do Sota.
-O que? –pergunto.
-Então este é o famoso Missaragi? –pergunta uma mulher de cabelos pretos e olhos vermelhos junto a uma menina de cabelos brancos e olhos pretos que segurava um espelho.
-Quem é você? –pergunto.
-Não faz diferença por que você não vai durar muito tempo. Dança das lâminas de vento! –o que?
-O que como se atreve! –viro-me para ver como estava Sota, mas ele e a Enoki pareciam estar envoltos por um escudo. -Garras retalhadoras de alma! –grito atacando-na.
-Patético... –ela esquivou, mas como?
-Está mais lenta Kagura! –Enoki conhece ela?
-Detetive Enoki, há quanto tempo... então seu chefe finalmente te deu uma missão? –como assim?
-Você sabe que eu posso acabar com você aqui mesmo não sabe? –fui ignorado?
-É? E por que não faz? –pergunta a tal de Kagura com tom de deboche.
-Por que? Simplesmente por que você vai levar um recado a Narak por mim. –diz ela.
-E por que eu faria isso? –pergunta Kagura.
-Por que se não, acabo com você. –responde Enoki apontando-lhe uma pistola de purificação, poucas pessoas podem usá-la, na verdade apenas aquelas que nasceram para ser sacerdotisas podem usá-la.
-Você não pode usá-la! –exclama ela.
-Quer testar? –pergunta Enoki. –Você sabe que eu sou mais ágil, não é? –Kagura ficou quieta, mas olhou para a menina.
-Quero! –exclama ela.
-Ótimo. –diz Enoki atirando.
-O que? – o espelho da menina absorveu o tiro.
-E agora? O que você vai fazer? -pergunta a tal de Kagura.
-Eu nada. –diz ela sorrindo.
-O espelho... –sussurra a menina liberando o tiro, que volta para Enoki como se fosse atirado para ela, porém ele perde a velocidade e a arma parece absorvê-lo de volta.
-E agora o que vocês farão? –pergunta Enoki.
-Isso não termina aqui... –diz ela saindo do elevador.
-Diga a Narak que os dias dele estão contados! –diz Enoki.
-Por que deixou elas escaparem? –pergunto.
-Por que temos que sair daqui, o elevador pode cair a qualquer momento. –diz ela pegando na mão de Sota e saindo com ele como se ele fosse uma criança pequena.
-O que era aquilo? –pergunta Sota.
-Aquilo o que? –pergunta ela.
-Aquilo que saiu da sua pistola? –pergunta ele.
-Já ouviu falar em flecha purificadoras de almas? –pergunta ela.
-Sim, eu moro num templo minha irmã é uma sacerdotisa. –diz ele.
-Então você deve conhecê-las. -diz ela. –É algo semelhante a elas, só que ao invés de usar flechas nós usamos balas, é mais potente e mais rápido.
-Eu posso ter uma delas quando eu trabalhar na policia que nem o Inuyasha? –ele quer trabalhar na policia?
-Sim, é claro, se você apresentar poderes espirituais. –diz ela sorrindo e indo em direção as escadas.
-Hei Inuyasha, você tem uma daquelas? –pergunta-me ele.
-Somente humanos podem tê-las. –responde ela por mim.
-Por que? –pergunta ele.
-Por que os meio-youkais e youkais, já tam seus próprios poderes e não precisam delas, mas os humanos não tem poderes especiais além desses. –responde ela.
-Ah, entendo. –diz ele sorrindo.
-Então qual é o seu nome? –pergunta ela.
-Sota Higurashi e a senhora? –pergunta ele.
-Kagome Enoki. –diz ela sorrindo.
-Você tem o nome da Onee-chan! –exclama ele.
-Tenho? –pergunta ela.
-Sim, não é Inuyasha? –pergunta-me ele.
-Sim, ela tem, mas é só nisso que elas se parecem. –digo.
-Eu não acho. –diz ele.
-É você precisa descansar. –digo.
-E você andar menos com a Kikyou. –diz-me ele.
-Até tu Brutus! Anda vamos logo. –digo.
-Tchau, Kagome, até mais. –diz ele.
-Se cuida... –diz ela abraçando-o. Eu também quero um abraço... Que? o que eu pensei?
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-Por mim tudo bem, contanto que ele não faça xixi na cama. –diz Sesshomaru.
-EU NÃO FAÇO XIXI NA CAMA!...Não mais. –diz Sota.
-Mas pode ter uma recaída. –diz ele.
-Não! –diz Sota.
-Tudo bem, você vai dormir no quarto do Inuyasha mesmo. –no meu?
-Ta. –diz Sota sorrindo.
-Bem eu vou dar uma saída. –diz Sesshomaru.
-Vai ver a namorada? –pergunto.
-E se for, te interessa? – vai começar.
-Talvez. –digo.
-Você lembra da ultima vez que você ficou tão curioso não é? – pergunta-me ele.
-Não. –minto.
-Quer que eu lembre? –pergunta-me ele.
-Nã...não precisa. –digo.
-Então cala a boca. –diz-me ele.
-Hai! –exclamo.
-Ele é tão mau-humorado. –diz Sota.
-Você nem imagina. –digo. –Mas você tava brincando quando disse aquilo de fazer xixi na cama não é? –pergunto.
-Não. –diz ele.
-Ah, que bom.. –kuso...
