Capítulo 2
Saint Seiya é criação de Masami Kurumada
Fanfiction escrito por Mario de Carvalho
N/A: Esta Fanfiction não tem ligação alguma com o Next Dimension, é baseada somente na Saga de Hades (e anteriores) provenientes do Anime e dos filmes O Santo Guerreiro e Prólogo do Céu.
Quaisquer coisas que possam parecer incoerência para vocês, não se preocupe, tudo tem uma explicação lógica para a história que vão se desenrolando em outros capítulos.
-=Palácio de Artemis=-
Apolo exalando fúria por todo o seu corpo divino a encarou.
- Você viu o que Ela fez? Rebelou-se contra nós e agora o mundo está sem o equilíbrio da vida e da morte. Jamais havia visto tamanha atrocidade quanto esta. Humanos que não podem morrer. Sua irmã, Artemis! Sua irmã fez isso.
- Atena é tão minha irmã, quanto sua, amado. – O sorriso da deusa não se desfez.
- Ela é filha de Zeus somente, sem mãe! Ela não é igual a nós, é uma rebelde que faz com que esses vermes se revoltem contra nós! Este mundo já é imundo demais por culpa dela e agora ela faz com que nossas criações se voltem contra nós. – A fúria de Apolo ao dizer essas palavras faria com que vários planetas no universo se desintegrassem. – Eu quero que você, amada, vá buscar Atena. Ela tem que responder por isso aqui no Olimpo. Ela tem que responder por Poseidon e Hades.
- E o que você espera que eu faça, Apolo? – Ela desliza a mão no seu báculo. – Ela foi contra o próprio irmão de Zeus, achas mesmo que ela me daria ouvidos?
- Ela vai ouvir você. Ela te guarda em alta estima, querida irmã. – Apolo sorri. – Ainda existem alguns vermes humanos que almejam serem como nós, poderão ajudar-te nessa empreitada. – Tome a terra para si, Artemis. E se Atena não aceitar, você tem o poder de acabar com tudo. Com toda a existência deles.
- E começarmos tudo de novo. – Artemis se levanta de seu trono.
- Sim. E começarmos tudo de novo. – Apolo foi caminhando para fora do palácio de Artemis.
Ao descer as escadarias ele viu que uma estrela brilhante corta o universo e se dirige para a Terra. Artemis já havia partido. Ainda caminhando ele sorri, porém seu sorriso não dura muito tempo quando seu divino corpo estremece. Ele olha ao redor. Seus olhos tremendamente azuis correm de um lado para o outro no meio das existências, os planetas e galáxias estão em seu próprio fluxo como deveriam, o incomodo ficava cada vez mais forte. Forte o suficiente para que o próprio deus Sol fechasse os punhos. Olhou e procurou pelos doze palácios dos Deuses e tudo parecia normal. De repente tudo passou.
-=Palácio de Apolo=-
E o deus do Sol se mantinha andando de um lado para o outro lembrando-se dessas coisas todas. Havia alguma coisa muito errada. Ele sentiu que o cosmo de Hades havia sido restaurado em seus domínios. Segundo os seus cálculos para vidas humanas, haviam se passado apenas um mês desde o fim da batalha contra Hades, e que ele e Artemis tinham ido ao encontro de Atena. Tudo tinha voltado ao normal. Ele sentia que os humanos voltaram a morrer. Com um gesto de suas enormes mãos ele via o tempo passar no mundo dos humanos. Para eles, tudo voltava ao normal, ainda continuavam vivendo suas vidas miseráveis, matando uns aos outros, sendo egoístas, sendo basicamente, todos, muito burros.
Apolo tinha que fazer alguma coisa pois o seu pressentimento não era dos melhores. Foi andando para fora do seu palácio decidido a buscar o que lhe era essencial. A verdade. Enquanto o cosmo de Artemis não voltava para o seu palácio, procuraria outro. Iria ao encontro de Hades. Zeus prometera reavê-los e como prometido, o deus dos mortos estava de volta.
-=Campos Elísius=-
- As almas não param de chegar. – O homem dono dos olhos mais bonitos já vistos por qualquer ser disse para si mesmo.
Sua expressão era fria e calma. Como se estivesse dormindo, porém seus olhos estavam abertos e mais vivos que anteriormente. O vento que soprava os seus cabelos negros era constante e gentil. Com a mão descansando em sua espada presa na cintura ele caminhava sempre olhando para o infinito.
- O que você quer, Apolo? – Sua voz era calma.
- Conversar com você, Amado. – Apolo aparece na frente de Hades.
Hades sorri e pela primeira vez seus olhos encontram com os do outro deus na sua frente.
- Vá embora daqui, Apolo. Eu não tenho nada para conversar com você.
O deus do sol franze a testa.
- O que aconteceu com você, Hades?
- O mesmo que acontecerá com você se você não parar de se meter onde não deve. Não perturbe o equilíbrio divino. Não seja um rebelde tal qual Atena e seus santos.
- Como ousa me comparar àquela herege? – Apolo gritou.
- Se você não quer ser comparado com Atena, não se preocupe. Meu irmão tomará conta de tudo.
- Zeus? O que o nosso senhor tem a ver com isso?
- A nossa conversa terminou, Apolo.
- Hades! – Apolo colocou a mão nos ombros do deus dos mortos.
Sem hesitar, Hades fez um movimento com as mãos jogando o outro deus para longe. Apolo cai de pé completamente perplexo com o que havia acabado de acontecer.
- Maldito! Como ousa? – A aura brilhante de Apolo começa a ficar revolta.
- Cuidado, Apolo, você não vai querer me enfrentar. – Os seus olhos continuavam frios e sua expressão vazia. Não havia qualquer alteração.
- Eu invoco Supplicium Sacra! – Os olhos começam a brilhar em vermelho.
Hades fecha os olhos.
- Você tem noção do que acabou de fazer?
- Cale-se, Hades! Atacar a um deus é um completo pecado até mesmo a outro deus. Você não pode negar e nem dar as costas ao Supplicium Sacra!
- Não... Não posso.
Apolo avança com toda fúria para cima do deus dos mortos em uma velocidade maior que a velocidade da luz. Uma explosão que poderia ser ouvida por quilômetros de distância sacudiu todo o ar. Faíscas voam pelo ar na frente dos dois. O braço de Apolo havia sido detido pela Espada dos Mortos que Hades empunhou em um piscar de olhos. Ainda de olhos fechados Hades fez um movimento se livrando do ataque de seu oponente. O deus do Sol não se demorou em partir para cima novamente. Os ataques foram incessantes e ferozes. Hades saltou e Apolo foi atrás, outro movimento com a espada, Apolo se esquiva.
- O que foi Hades? Perdeu a prática? Deveria usar melhor a sua espada. – Apolo sorri.
- Tem certeza?
Um risco apareceu no rosto do deus dos sol e um líquido vermelho e brilhante começou a escorrer pela sua face divina.
- Desgraçado! – Apolo abre sua mão e começa a se formar uma bola brilhante e incandescente, e a atira contra o seu algoz.
Hades desvia a esfera com sua espada e com sua outra mão livre agarra o rosto do outro deus, uma luz roxa se faz e de repente explode jogando Apolo contra um dos pilares dos Elisius destruindo-o, caindo no chão e quicando duas vezes até finalmente parar. Hades desce lentamente do ar e gentilmente toca o solo.
- Não devia ter usado o Supplicium Sacra comigo, Apolo. Agora um de nós terá de ser destruído e pelo o que eu vejo será você. Irá morrer pela minha espada.
- Você... usa... termos humanos. – Apolo se levanta. – Eu tenho pena de você, Hades!
O deus dos sol novamente em um piscar de olhos vai na direção do outro deus e agarra o seu pescoço, sem se demorar Apolo o lança contra a estrutura do palácio de seu inimigo. O impacto é tão forte que metade do palácio de Hades é destruído. Antes que desse tempo de Apolo ver tudo sendo destruído, como um cometa Hades volta em um soco furioso jogando o irmão de Artemis para o alto. O deus dos mortos salta pronto para golpear mais uma vez com sua espada, mas não consegue quando percebe que Apolo já se virava para contra atacar, cruzou os braços para se defender então levou o primeiro soco, o som foi como se houvesse tido uma explosão atômica na Terra. Mais outro soco e mais outro, e mais outro, todos ecoaram como explosões monstruosas. No último golpe, Apolo força o seu punho fazendo com o que os dois novamente caíssem como meteoros no chão dos Elísius. Uma mistura de fumaça, terra e pétalas das mais coloridas flores voam pelos ares.
Quando o vento dissipou toda a fumaça, os dois deuses estavam em pé. Apolo ainda forçava o seu punho contra os braços cruzados de Hades. A força que Apolo estava aplicando seria capaz de fazer uma galáxia inteira girar ao contrário e ainda assim o Deus dos mortos não se movia um centímetro. Com a outra mão que estava livre agarrou um dos braços cruzados de seu oponente, girou em torno de si mesmo e novamente lançou-o contra outro pilar. Ainda no ar Hades girou o seu corpo antes do impacto. Com seus pés impulsionou-se e novamente foi na direção de Apolo.
-=O Santuário=-
O sol já havia se posto há muito tempo. Maior parte dos moradores da vila próxima ao santuário de Atena já haviam ido dormir. Alguns ainda se sentavam no coliseu assistindo a duas pessoas que se faziam o centro das atenções. Seiya e Shina estavam completamente concentrados um no outro.
- De novo, Seiya! – Shina gritou.
- Já não está bom?
- Não, não está cavaleiro de Pégaso. – Uma voz masculina e calma diz.
Os dois se voltam para olhar da onde vem o que eles ouviram. No meio da arquibancada um homem está de pé caminhando na direção dos dois. Seus cabelos eram vermelhos, tal qual a cor de seus olhos. Seiya e Shina o olham intrigado, nunca haviam visto tal homem no santuário antes e pela suas vestes parecia ser uma pessoa que era habitante da vila que ficava próxima. Finalmente ao chegar perto dos dois ele encara o jovem cavaleiro de Pégaso nos olhos.
- Você sabe a diferença entre você e os cavaleiros de ouro e prata? Você já parou para se perguntar que mesmo você tendo derrotado alguns cavaleiros de ouro e outros de prata, você jamais foi capaz de subir para uma classe mais alta? Você nunca deixou de ser um cavaleiro de bronze Seiya e você sabe o porquê, não sabe?
- Quem é você? – Seiya pergunta intrigado.
- Você continua sendo apenas um cavaleiro de bronze, Seiya, porque você não consegue ser mais forte que isso. Você não passa de um menino acomodado. Eu fiquei sabendo de todas as suas batalhas através das doze casas e tenho que dizer que você teve sorte. Você nunca matou um Deus, Seiya. E você também não derrotou, Hades. Quem o fez foi Atena. Assim como ela derrotou Ares, Posseidon e todos os outros. Se não fosse por causa dos seus amigos, você seria completamente inútil. Se não fosse a misericórdia de Aioros e a sua armadura de Sagitário, você jamais teria feito nada. Você sabe que é essa a verdade, não sabe?
- Como ousa falar uma coisa dessas? Seiya conseguiu se superar várias vezes, ele foi mais longe do que todos os outros! – Shina gritou com o homem.
- Tem certeza? Então por que você o treina, Shina? Você mesma é muito mais forte que ele. Você é uma amazona de prata por direito. Você sabe tão bem quanto eu. Aliás você também o salvou contra Poseidon, lembra-se? – E então o homem novamente se volta para Seiya. – Você é um inútil, Seiya de Pégaso.
- Cale a boca! – Seiya fecha o punho de tanta raiva.
- Você sabe a diferença? A diferença que existe entre você e os cavaleiros de ouro? – O olhar do homem continuava duro.
- Eles são os cavaleiros mais fortes de Atena e eu consegui derrotá-los também! – Seiya gritou.
- Não. Você não conseguiu nada, já disse. A diferença entre você e eles é o sétimo sentido, Seiya.
- Eu já atingi o sétimo sentido!
- Como se fosse um milagre. Você precisou apanhar e se ver na beira da morte para conseguir fazer o que os cavaleiros de ouro conseguem sem o menor esforço. Você não consegue ao menos acertar Shina se você não fizer um esforço quase sobrenatural para atingir a velocidade de Mach 3.
- Eu vou arrancar os seus dentes para você se lembrar de mim para o resto da vida! Pegasus Ryu Sei Ken!
Uma explosão de vários socos em uma velocidade incrível como se fossem meteoros vais na direção do homem de cabelos vermelhos, porém ele já não se encontrava mais na frente do cavaleiro de Pégaso.
- Muito lento. – O homem aparece por trás e encosta a ponta do seu dedo no ombro de Seiya.
De repente o jovem é lançado gritando de dor pelos ares e cai a dez metros de distância.
- SEIYA! – Shina grita. – Quem é você? – Ela se coloca em posição de batalha para enfrentar o homem de cabelos vermelhos.
Ele a ignora e continua caminhando na direção de Seiya que tenta se levantar com muita dificuldade.
- Thunder Claw!
Shina tenta o seu ataque, mas novamente o oponente não está onde ela possa ver. Num piscar de olhos ele havia desaparecido. De repente sem que ela tivesse tempo de se defender, ele novamente aparece com uma joelhada em seu estômago. Ela cai sentada no chão.
- Q... quem é você? – Seiya se levanta ainda trêmulo.
- Escute bem, Seiya. Eu não sou o seu inimigo. Eu não estou aqui para lutar gratuitamente com você. Eu vim trazer-lhe a verdade que todo mundo esconde. Dessa vez a sorte não está do seu lado e de nenhum dos outros cavaleiros de Atena. Não estamos mais falando de guerras santas. Isso, Atena conseguiu eliminar. Por esse aspecto o mundo está realmente salvo, ela fez um bom trabalho. Mas agora, cavaleiro de Pégaso. Estamos lidando com algo muito maior. Maior do que a destruição do planeta inteiro. Estamos lidando com o fim de tudo. O fim de toda a existência, de tudo o que sabemos ser verdade ou mentira.
- O... fim de tudo? – Seiya pergunta ainda sentindo dor.
- Sim. Você acha mesmo que você fez grandes esforços ao passar pelas doze casas, lutar contra Poseidon, sair vitorioso na guerra santa contra Hades? Eu posso dizer que eu teria conseguido destruir todos eles sem ajuda de ninguém. Eu sozinho teria acabado com Saga, Hades e Poseidon.
- O que? – Shina olha perplexa para o homem.
- É verdade. Eu sozinho seria capaz de destruir os cavaleiros deuses de Asgard, os cavaleiros de ouro e os espectros e eles poderiam vir todos de uma vez que não durariam mais do que cinco minutos.
- Isso é mentira! Nem mesmo um Deus seria capaz de fazer isso! – Seiya grita.
- Um Deus, Seiya, é capaz de derrotar todos nós até mesmo se fôssemos multiplicados a um bilhão de vezes o número de todos os inimigos que você e os cavaleiros de Atena enfrentaram. E eu não sou um Deus. Mas eu sou sim capaz de matar a todo e qualquer cavaleiro que aparece na minha frente.
- Quem é você? Vamos! Diga! – Shina grita se levantando finalmente.
- Você devia saber, Shina. Afinal, temos constelações ligadas.
De repente Shina sente o seu sangue todo se esvair. O medo toma conta do seu corpo.
- Não pode ser...
- Sim. Eu sou o décimo terceiro. O banido do Santuário. Aquele que quis se tornar um Deus.
- Você é... – Shina queria completar, mas não conseguia, sua voz saía trêmula.
- Isso mesmo. Eu sou Cadmus de Serpentário. O décimo terceiro cavaleiro de ouro.
- Não é possível! Não pode ser! Este cavaleiro foi banido para sempre do santuário de Atena, perdeu até o direito de ser chamado de cavaleiro. – Shina diz totalmente incrédula.
- Sim, é verdade. Eu fui selado pela própria deusa Atena, pois eu cometi injúria perante a todos aqui dentro. Eu pequei contra a deusa que eu devia proteger. Perdi toda a minha honra e me deixaram jogado no mundo. Perdi minha armadura sagrada, porém o selo de Atena tem uma falha. A sua força se perde a cada ano bissexto e eu volto para cá.
- Você é um inimigo do Santuario!
- Não, Shina. Não sou, eu era. Não sou mais. Aceitei minha punição das mãos de Atena. Eu vim ao Santuário novamente para que eu pudesse prestar os meus serviços à ela novamente. – Cadmus se vira e olha para Seiya. – Já que você e seus amigos tiveram a façanha de deixar todos os cavaleiros de ouro morrerem.
- Isso não é verdade! Eles sacrificaram suas vidas em nome de Atena!
- ISSO ERA UM DEVER DE VOCÊS, CAVALEIROS DE BRONZE! – Cadmus gritou! – Os cavaleiros de ouro deviam morrer aqui dentro do sagrado santuário protegendo Atena.
- MENTIRA! Todos os cavaleiros devem morrer em nome de Atena, não importa a sua classe! Eles foram até o mundo dos mortos para salvar Atena! TODOS NÓS FOMOS!
- Se vocês fossem mais competentes, eles não precisariam ir, mas eles todos sabiam, todos eles sabiam que vocês jamais conseguiriam sozinhos. Eles precisavam abrir o caminho para vocês irem e tomarem a glória para vocês mesmos. Diga, Seiya, eu estou mentindo? Busque bem fundo dentro de sua memória. O que você e os seus outros amigos inúteis fariam diante do Muro das Lamentações? Você pode me dizer? Se não fosse o sacrifício dos verdadeiros cavaleiros de Atena, vocês teriam conseguido chegar lá? Se não fosse o sangue da Deusa, vocês acham mesmo que vocês seriam capazes de usarem uma Kamui? – Cadmus começa a rir. – Não seja patético, Seiya. Se não fosse pelo grande Aioros e sua benevolência de emprestar a sua armadura de Sagitário para você, já estaria morto, pivete.
- Isso... não é verdade... – Seiya abaixa a cabeça e lágrimas começam a escorrer pelo seu rosto.
- É sim e você sabe disso. Agora escute bem, o fim está próximo. Aos olhos de cavaleiros medíocres como você, não há nada que se possa fazer, porém eu vim dar-lhes um aviso e prestar os meus serviços para a deusa Atena. Dessa vez não lidaremos com cavaleiros. Estaremos lidando com outro tipo de guerreiro que ficam um pouco abaixo dos anjos. Estão vindo para a terra o que nós chamamos de Nephelins. Um Nephelim é praticamente o que nas eras mitológicas eram conhecidos como Titãs. Eles são mais poderosos que cavaleiros de ouro. Porém, ainda assim podem ser derrotados com grande esforço e sacrifício. Por isso, seu moleque, é bom que você abra os seus olhos orgulhosos para a verdade. Você não passa de um pivete mimado que jamais conseguiu qualquer vitória em batalhas reais.
Cadmus dá as costas para Seiya e começa a caminhar para fora da arena. Seiya o olha indo embora enquanto Shina corre em sua direção e o abraça.
- Cadmus... O cavaleiro de Serpentário. – Shina diz baixinho. – Se ele pode entrar aqui então... estamos em um ano bissexto. – Ela abraça Seiya mais forte. – Isso não é bom. – Ela olha para o seu amado e diz. – Vamos, Seiya, vamos voltar para casa.
- Não! – Seiya sai do abraço e corre atrás de Cadmus. – Onde você vai, Cadmus? – Ele grita.
Sem se virar Cadmus responde:
- Vou me encontrar com Atena. Enquanto isso, cavaleiro, você devia se preparar para o que está por vir. – E continua andando.
