Capítulo 1

Dois anos antes

"Cygnus."

"O quê?"

Ele percorreu com o polegar através das marcas salientes do quadril dela, sorrindo quando ela inesperadamente foi sacudida pelo prazer. " A constelação. Bem aqui. Ninguém havia notado antes?

"Honestamente, ninguém me estudou a fundo assim."

"Ele beijou a carne sardenta. "Tolos. Idiotas indignos".

Ela deu risada. "Faz cócegas".

"Eu fiz a barba", ele a lembrou.

"Eu sei". Ela curvou o dedo para ele e ele respondeu o chamado engatinhando sobre a cama até ficarem cara a cara."Eu meio que sinto falta".

"Cygnus do cisne", ele disse em tom educacional que não cessou a excitação dela. "Algumas vezes é chamado de Cruz do Norte. Cisnes são fortemente ligados à mitologia grega. Zeus freqüentemente se transformava num para poder seduzir as mulheres mortais".

"Provando que até mesmo com poderes onipotente,os homens irão fazer praticamente qualquer coisa para ..."

Ele a interrompeu com um beijo."Você é linda".

"Você está feliz só porque não tem que se transformar num pássaro para me pegar na cama."

"É isto". Ele balançou a cabeça. "Mas você é. Tão linda". Um momento se passou. "Espero passar o resto da minha vida com você."

"Sim", ela sussurrou. "Eu também".

Laura alimentou sua neta. Ela gostaria de alimentar sua filha, como gostaria, mas as coisas precisavam ir uma de cada vez.

"Papa", a garotinha disse em meio à refeição. Algumas vezes era uma pergunta outras uma ordem.

Depois dela ter comido, Laura colocou ela num pijama e tentou a por para cochilar, mas estando exausta, brava e confusa, a bebê parou de cooperar com a desconhecida.

"Nã!" Ela gritou quando foi posta em seu berço. "Nã, nã, nã!"

"Cassie, tudo bem". Laura a pegou novamente e a ninou, apesar dela se agitar e gritar. "Vai ficar tudo bem".

Ela levou apenas vinte minutos para que a criança se cansasse. Ela adormeceu nos braços da avó pela primeira vez.

Levando Cassie para o berço, Laura deixou o quarto e abriu a porta e desceu o corredor até encontrar um que a levava para o quarto principal. Sua filha estava encolhida sobre a cama desarrumada. Ela não se movia.

"Sara", ela sussurrou. "Você está acordada?"

"Não".

Com um suspiro, ela deu um passo para dentro do quarto escuro. "Quer que eu traga alguma coisa? Chá? Torrada?

"Não."

"Você precisa comer. Mantenha suas…" O cliché morreu em seus lábios. "Cassie não deveria te ver assim."

Sara se virou para o outro lado e olhou diretamente nos olhos de sua mãe. "Você realmente acha que é a única para dar um pouco de conselho maternal?"

"Provavelmente não" ela admitiu um momento depois.

"Porque você está aqui mesmo?" Ela bufou dentro do lençol. "Ele praticamente te arrastou para o nosso casamento. É que eu não esperava te ver novamente por outros 20 anos".

"Laura cruzou os braços por cima de seu estômago. "Ele era um bom homem."

"Você mal o conhecia. Você mal me conhece."

"Você quer que eu vá?"

Sara levantou sua mão o suficiente para rejeitar. "Ir. Ficar. Não me importo."

"Ótimo. Então não vou a lugar nenhum."

"Isso seria algo inédito."

Laura olhou para o tapete por um momento. "Cassie está dormindo. Que horas você geralmente a acorda?"

"Ela acorda sozinha. Como qualquer um." Ela murmurou. "Ele costumava chamá-la de seu pequeno despertador."

"Bem. Eu só irei… conhecer a casa um pouco até que ela acorde." Ela hesitou. "Se você precisar de alguma coisa, me diga."

Sara não disse nada até sua mãe estar praticamente fora da porta. Sua voz era tão baixa que Laura quase não a ouvi.

"Eu preciso dele".

TBC