Nossa, não sabia que iriam gostar tanto assim, e olha que eu disse que era uma fic simples hein!!!!!
Õbrigada por terem lido, quem não gostou, sinto muito, tem muitas fics melhores nesse site. Os que gostaram, obrigada, me sinto muito bem por ter feito vc gastar um pouco de seu tempo, ler uma história escrita por mim e se divertir, e vcs que mandaram reviews (Rossonera,Fabianadat,Nick Evans,Lakariin)Muito obrigada mesmo, fiquei muito feliz ao abrir minha caixa de e-mails e ver o nominho de vcs indicando um review.... obrigada
Bom vamos parar de papo pois o que vcs querem eh a ficneh... então ai esta
bjus
O segredo de Lillian
- Harry! - Exclamou Dumbledore ao ver o menino olhando para onde Snape acabara de ir - O que faz aqui?
- Só estava passando diretor - O que....o que aconteceu com o professor Snape?
- Sabe como é o professor Snape - Disse Dumbledore sorrindo - Harry, quando você for comprar o seu material, um dos professores irá lhe acompanhar.
- Mas, senhor, eu já sou maior de idade e, perdoe-me, mas fiquei quase um ano viajando sozinho. Acho que posso ir até o Beco Diagonal.
- Eu sei Harry, e não estou duvidando de que você possa fazer suas compras sozinho. Só que prefiro que vá acompanhado, tenho que prezar pelos meus alunos e no momento você é minha responsabilidade.
- Tudo bem - Concordou Harry desgostoso.
Trinta minutos depois Harry dirigia-se para a entrada do castelo torcendo para que fosse Hagrid o professor que o acompanharia até o Beco Diagonal, mas para sua infelicidade o professor parado na escada não era seu grande amigo barbudo e sim o intragável professor de poções.
O convívio entre os dois pode ter melhorado, mas ainda assim Snape era o professor injusto de sempre.
- Professor Snape? É o senhor que vai me acompanhar?
- Sim senhor Potter, infelizmente Dumbledore descobriu que iria ao beco diagonal hoje e me incumbiu dessa infeliz tarefa. Então se não se incomoda, é melhor irmos andando não quero perder mais tempo.
Caminharam em silêncio até os portões de Hogwarts onde aparataram diante da loja do senhor Olivaras que voltara a exercer sua função feliz e contente.
- Onde precisa ir primeiro Potter? - Perguntou Snape amarrando a cara quando várias bruxinhas começaram a dar gritinhos ao ver Harry.
- Aaaa - Atrapalhou-se um pouco procurando a carta de Hogwarts com a lista de seus novos materiais - Floreios e Borrões.
Snape não falou nada, apenas dirigiu-se a loja com prateleiras lotadas de livro. O professor ficou parado a um canto com os braços cruzados aguardando que o menino fizesse logo suas compras. Harry entregou a lista de livros para o atendente e logõ os livros voaram até o balcão onde Harry pagou com o dinheiro que havia pego em Gringotes dias antes.
Era totalmente desconfortável ter Snape atrás de si feito um urubu vigiando todos os seus passos. Já haviam comprado quase tudo quando três homens com expressões muito sérias pararam na frente deles impedindo sua passagem.
- Senhor Harry Potter? - Perguntou o maior dos três olhando para ele.
- Eles estão falando com o senhor, Potter - Disse Snape fazendo Harry voltar de seus devaneios.
- É .... sim, sou eu mesmo.
- Venha conosco.
- Mas, por quê? - Perguntou Harry já assustado imaginando se aqueles homens não seriam comensais fugitivos.
- Apenas venha conosco senhor Potter.
- Com licença senhores, mas sou professor do senhor Potter e, no momento, responsável por ele, exijo que diga onde irão levá-lo.
- O senhor saberá senhor Snape, pois irá junto. Não temos muito tempo então por favor nos siga.
Snape ergueu a sobrancelha, mas não fez pergunta alguma, olhou para Harry e indicou para ele ir na frente. O menino não podia fazer nada mais do que seguir os homens que os levavam para um beco escuro e de lá para uma casa abandonada. Ao chegarem na sala os homens pegaram um saquinho e entregaram para Snape.
- Não temos resposta à suas perguntas, os senhores irão para o Ministério onde o ministro estará esperando com o professor Dumbledore. Peguem o Pó de Flú e entrem na lareira.
Snape encolheu os pertences de Harry e este os guardou no bolso entrando na lareira primeiro. Não era sua especialidade viajar de pó de flú, ainda se lembrava das últimas vezes em que viajou dessa forma, a lembrança das cinzas em sua boca ou suas paradas em lugares totalmente diferentes não eram reconfortantes.
Fechou os olhos e falou com clareza seu destino sumindo em meio as chamas verdes. Snape esperou alguns segundos para também entrar na lareira e quando chegou ao átrio do Ministério Harry ainda tirava as cinzas de sua roupa.
Em silencio eles foram acompanhados até o departamento que Harry conhecia muito bem. O departamento de Mistérios.
Aquele lugar lhe dava arrepios na espinha, fora ali, há dois anos que ele perdera sua família, sua única e verdadeira família.
Sirius.
Ele se foi há tempos, mas a dor ainda permanecia viva.
Snape estava parado observando o menino, prestando atenção em sua expressão de dor ao ver a porta da sala das profecias.
- Dumbledore não vai esperar a vida inteira Potter.
O menino assentiu e o acompanhou de volta pelo corredor frio. Ao chegarem a sala indicada foram avisados para esperarem. Logo Dumbledore apareceu sendo seguido por uma leva de bruxos, dentre eles alguns conhecidos como Lupin, Quim, o ministro e outros que Harry vira quando fora interrogado pelo ministério em seu quinto ano.
- Olá Harry.
- Olá diretor - Cumprimentou Harry ainda não entendendo o que fazia naquela sala - Diretor, o que está havendo?
- Você saberá em breve Harry.
- Alvo, por um acaso é sobre aquele assunto? - Perguntou Snape.
- Sim.
- Poderia ter me dito, ao invés de mandarem ir me buscar no meio do Beco Diagonal.
- Sinto muito Severus, mas a situação fugiu do meu controle, eles ficaram sabendo da suspeita e queriam saber logo a resposta. Falando em Beco Diagonal, conseguiu comprar todo seu material Harry?
- Quase todos senhor.
- Não se preocupe, providenciaremos o restante, agora se puder se sentar Harry, eu agradeço. Severus - Disse indicando o lugar que ambos deveriam sentar.
Harry sentou-se ao lado de Lupin e Dumbledore. Não podia negar que estava nervoso, mas a presença de Lupin ajudava a se controlar, a esquecer as borboletas em seu estomago.
- Sabe o que eles querem? - Perguntou a Lupin.
- Não faço a menor idéia Harry. Fui praticamente arrastado de casa pelos aurores. Mas não deve ser nada de grave.
- Espero que não.
O lupano sorriu de leve e Harry sentiu o calor do ex professor. A sua capacidade de fazê-lo se sentir bem.
- Senhores - Chamou o ministro levantando-se - Chamei-os aqui para esclarecermos um assunto importante que nos foi deixado em nossas mãos. Essa lembrança que está em minha mãe foi mandada a um mês. Exatamente um ano depois do senhor Harry Potter completar a maioridade já que o Lord das Trevas não permitiu entregas por parte do banco Gringotes.
" Essa é uma lembrança - Continuou - Uma lembrança deixada por Lillian Evans Potter, lembrança que deixa em duvida certos detalhes de uma vida, de uma história. Vamos vê-la. Dumbledore"
O diretor se levantou, pegou a lembrança e a colocou em uma penseira. Agitou a varinha e a imagem de Lillian Evans apareceu em tamanho grande para todos poderem ver.
Ela estava linda
Os olhos de Harry brilharam ao ver a imagem de sua linda mãe olhando para ele como se estivesse ali, mas ela não estava, ela estava morta há muito tempo.
- Olá Harry - Disse Lillian, com sua voz macia fazendo o coração de Harry pular - Harry se você está tendo acesso a essa lembrança é porque infelizmente eu já não estou ao seu lado, mas sei que você está vivo, tenho fé em você, meu amor.
A sala estava em pleno silêncio. Dumbledore olhava para Harry observando atentamente os seus movimentos e seus olhos. Lupin estava com a mão postada no ombro do menino lhe passando segurança.
- Mas não estou aqui para lhe dizer o quão grande você é, e sim para lhe informar de um assunto importante e que você tem o direito de saber - Ela parou um pouco, respirou e secou uma lágrima que caia em seu rosto - Quando eu ainda estudava em Hogwarts eu namorei o seu pai, isso todos sabem, o que ninguém sabe é que antes de seu pai eu namorei com mais dois homens, na verdade eu acho que não posso chamar isso de namoro, foi um relacionamento rápido, apenas uma noite. Por favor, não me julgue mal, eu os amava também, mas não podia ficar com eles, pois já amava o Thiago.
" Comecei a namorar seu pai no final do sétimo ano e quando terminamos Hogwarts fomos morar juntos, nos casamos e éramos muito feliz, mas jamais esqueci meus outros amores. Um dia eles apareceram, ao mesmo tempo em um momento frágil de minha vida. E eu fiz o que jamais deveria ter feito. Eu trai seu pai. O trai com os dois. Jamais contei ao Thiago. Ele não me perdoaria jamais, principalmente com quem foi."
Harry mordia o lábio inferior com raiva do seu próprio sangue. As lágrimas queimavam em seus olhos sem ter permissão para caírem.
- Esses homens são pessoas nobres - Continuou Lillian - Homens de muita honra. Eu não sei o que aconteceu com eles, pois um deles se aliou ao Lord das Trevas e o outro se escondeu por um pequeno problema pessoal. Não adianta eu demorar mais, mas lembre-se Harry que eles não sabem disso, ninguém sabe disso, então seu verdadeiro pai não teve culpa de não estar ao seu lado. Não posso lhe dar o nome do seu pai, pois não sei quem é, mas os dois homens são Remus Lupin e Severus Snape.
Chocados?
Proximo capitulo : Depois da verdade
N/A Certo pessoal, acho que estao surgindo algumas duvidas aqui quanto a fic.... quando eu coloquei Um dia eles apareceram, ao mesmo tempo em um momento frágil de minha vida. E eu fiz o que jamais deveria ter feito. Eu trai seu pai. O trai com os dois. Não quer dizer que foram os dois ao mesmo tempo, quer dizer que em uma epoca de grande sensibilidade de Lillian os dois apareceram, mas separados,um em um dia e outro no outro.Não achei que seria necessario colocar, mas foi em uma epoca que a Lillian quase se separou de Thiago,não iria colocar na fic, mas acho que foi necessario comentar. nada de orgias aqui, nao, nao nao...
Outra coisa, em nenhum momento a intensão de Lillian foi contar na frente de varias pessoas que ela teve caso com os dois homens, separados, isso foi um acaso por causa de Voldemort, na época as cartas, mesagens e o que fosse era confiscado pelo ministério e vistoriado, por isso eles ficaram sabendo. É facil entender que ela fez essa memoria antes de morrer e mandou para o Harry soh que chegou as mãos do ministerio....eh claro que ela não iria se expor tanto assim,
Pessoal qualquer duvida mandem perguntas que eu respondo, se estiver como anonimo terei que responder na fic, se tiver cadastro eu mando uma resposta que será mandada para seu e-mail, mas tomem cuidado, isso é uma fic, não é para ser igual a historia do livro, tem mudanças que da para entender. Blz? Espero que agora não tenha mais duvidas, mas se tiver eu tiro todas elas....... bjus....... Ahhhhhh desculpem ai pelos erros de gramatica e palavras faltando e acento tb, meu teclado esta um horror, mas se estiver muito ruim eu dou um jeito.........
