Viver!
Olá Pessoal...
Espero que tenha gostado do primeiro dos muitos capítulos que estão por vir!
Obrigada mesmo a todos!
Sant Seiya não me pertence!
Se pertencesse não teria esse nome hihi (não sou mto fan do Seiya)
Kali é uma personagem que eu criei.
Boa Leitura
Capitulo 2
O Passado Também Tem Boas Lembranças
I Almoço De Decisões.
Chegara a hora do almoço e os cavaleiros caminhavam calmamente para o décimo terceiro templo. Caminhavam como um dia qualquer dessa nova vida, pois tinham Aiolos com eles, além de Shion e Doko.
Para os que sempre estavam no Santuário, era como se estivessem voltando do treinamento para um almoço no ultimo templo como era de costume todas as sexta e sábados e também no seu dia de folga, o domingo. Embora fosse apenas quarta.
Todo aquele cansaço do retorno de suas vidas tinha passado. Atena reparou feliz que todos estavam bem dispostos, de banho tomado e com suas típicas roupas normais de treino.
Sentaram - a mesa Retangular, com lugar para dezesseis pessoas, sendo ocupado por quinze.
Na ponta estava Atena, a Sua direita Shion, Mu, Kamus, Saga, Kanon, Afrodite e Aldebaran. A sua esquerda Doko, Shaka, Milo, Aiolos, Aiolia, MdM, Shura.
Atena fez um aceno pedindo atenção e se pronunciou.
- Antes de começarmos a almoçar – começou – Queria dizer que estou muito contente por ter todos vocês aqui, vivos novamente! – suspirou. – Quero que tenham vidas normais, claro ao modo de vocês, pois sei que jamais serão homens comuns nessa Terra.
- Se escolhermos trabalhar fora do Santuário ou estudar – perguntou Aiolia.
- Respeitarei a escolha de cada um no estilo de vida que escolherem, seguindo ou não uma profissão. Continuarão a viver como antes no Santuário, afinal é o lar de vocês. – Atena olhou para cada um deles e viu certa ansiedade nos olhos daqueles que estavam de certa forma apavorados com a nova condição de vida – Farão o que preferir, estudar, trabalhar, afinal a Fundação Kido tem todos os tipos de funções, que facilmente poderão se adequar a elas, alem das próprias funções do Santuário que poderiam praticar juntamente com os treinos para aqueles que não quiserem parar.
- Teremos novos cavaleiros mesmo em tempos de paz – Perguntou Shaka.
- Sim, pois nessa Era estamos em paz mais temos que manter os cavaleiros para poder termos cavaleiros para protegerem a próxima encarnação de Atena, ou seja, minha sucessora.
- ... – todos assentiram.
- Agradeço pela atenção, sirvam - se. – Sentou – se a mesa.
- Posso? – Saga indagou timidamente.
- Claro Saga – Atena falou alegremente, vendo o interesse do cavaleiro guardião de Gêmeos.
- Penso que não só eu, meu irmão, como todos aqui temos dúvidas em relação a nossa nova condição de vida – disse ao terminar de se servir - Pois para começar não sabemos nem o que é vida social fora deste Santuário, será difícil para nós que só vivemos esperando guerras viver em tempos de paz – olhou a volta e viu que todos os amigos concordavam com o que ele dizia – Sei que temos que passar por uma adaptação, precisamos de tempo para isso e sinceramente – suspirou pesadamente - Espero que tenhamos sucesso – sorriu serenamente.
- Vocês tiveram sucesso no pior tipo de adaptação quando eram aspirantes de cavaleiros – Atena falou como se fosse a séculos o que acontecera a no máximo quinze anos para os cavaleiros - Tenho certeza que todos vocês conseguirão! – falou alegremente tomando um pouco do suco de laranja – Quem sabe até formarão uma família.
Os cavaleiros olharam assustados – Família! – perguntaram em unissoro praticamente gritando.
- Sim, vocês um dia irão descobrir o amor – deu uma olhada disfarçada pra Aiolia e outra em Afrodite que abaixou rapidamente a cabeça corando mais que suas rosas vermelhas em seu jardim em total desconcerto. – Penso que alguns de vocês já encontraram, mas não descobriram que é amor. Mais agora terão essa chance,vocês verão como ele é lindo e único em cada história!
- É, deve ser lindo o amor, eu o conheço apenas nos livros – Aiolos falou sonhador. – Espero conhece – lo pessoalmente!
- E vai Aiolos, pode ter certeza que irá! Logo! Afinal soube que quando eu era apenas um bebê, as amazonas suspiravam por você – disse rindo, deixando sagitário completamente sem graça.
Alguns cavaleiros estavam gostando assunto debatido, mas outros como Kamus, MdM, Afrodite e Shura se sentiram desconfortável com o amor.
O almoço acontecia calmamente.
- Bem por enquanto continuaremos treinando, mas as armaduras estão em cacos – Kanon se pronunciou.
- É verdade – sentenciou Mu. – Consertarei primeiramente as armaduras que precisam de maiores reparos, ou as que estão completamente destruídas, em seguida vou arrumando as que têm poucos defeitos.
- Vai continuar com seu trabalho de antes Mu? – Milo falou casualmente.
- Pretendo, pelo menos é uma ocupação além disso somente eu conserto armaduras, vou ficar com essa função no Santuário.
- Função que sempre foi sua – falou Aiolos. – Me lembro que desde que era aprendiz o fazia muito bem.
- Obrigada Aiolos – falou Mu corando levemente.
- Fico Feliz que já tenha se decidido Mu – Shion disse virando – se ao discípulo. – Eu também adoraria permanecer no Santuário, mas não vejo função alguma que me encaixe – disse meio sem jeito, pois se acha velho demais para qualquer função vital.
- Mas é claro que tem – Atena falou em tom superior, fazendo Mu e Shion com os outros cavaleiros se voltarem para ela. – Você voltará a ser o Grande Mestre, mas viverá como um homem comum sem a máscara e a túnica usadas obrigatoriamente.
- As amazonas não usarão mais mascaras também – perguntou Shion.
- Gostaria que as amazonas não usassem mais as mascaras. Elas tem todo o direito de viver como eu ou como qualquer pessoa, mas por enquanto não posso fazer nada por elas – parou e respirou mais calma. – Aceita Shion?
- Bem, eu – começou meio aflito, gesticulando nervosamente, não sabia que resposta daria.
- Penso que você deva aceitar Mestre – disse Mu.
- Eu adoraria, mas acho que Saga faria esse trabalho melhor que eu, e...
- Eu faria melhor que você? – Saga disse com indignação. – Eu não faço a mínima idéia de como se faz isso, não gosto de me lembrar dessa época. Se quiser escolher outro cavaleiro que escolha o Mestre Ancião ou Aiolos.
- Eu não Atena, também já estou muito velho para isso, alem disso a minha função está nos Cinco Picos Antigos, mesmo não havendo mais o seu lacre para que eu possa vigiar.
- Eu sei Mestre, Aiolos? – Atena perguntou esperando a resposta de Sagitário.
- Esse cargo não me pertence, alem disso pretendo fazer outras coisas, posso ajudar, não ser o Grande Mestre – Aiolos disse decididamente.
- É mestre, o senhor voltará a ser o Meu Grande Mestre – disse Mu contente.
- Parece que não tem outro jeito não é? – disse Shion meio sem jeito.
- É parece que sim – disse Atena – Está decidido, Shion continuará a ser o Grande Mestre.
- Está certo, eu aceito continuar sendo o Grande mestre – disse conformado.
- Certo, que bom que alguns de vocês já estão encaminhando suas vidas, Mu, Shion, Doko. E você Afrodite? – falou Atena percebendo que o cavaleiro não se pronunciara nenhuma vez.
- Eu vou fazer o Santuário ter vida Srta. – disse Afrodite timidamente. – Posso ser cuidar das plantas do Santuário fora dos treinos? - perguntou corando levemente.
- Mas como eu não tinha pensado antes, claro que pode – disse Atena visivelmente animada. – então estamos todos resolvendo nosso destino, se quiserem, poderão treinar aspirantes de cavaleiros também completando a resposta de sua pergunta Shaka.
- ... – Shaka assentiu.
- Para se manterem receberão um salário por serem os cavaleiros de ouro – ela continuou. - Poderão tirar folga quando quiserem viajar para rever a família, pois alguns aqui mantêm contato com elas.
- É uma ótima idéia Srta. Saori – Shion disse.
- Eu sei, vocês merecem, mas só começarão na segunda feira, enquanto isso ajeitem suas vidas e se preparem para suas funções no Santuário – Atena disse.
- Então, aproveitando já lhe peço permissão para ir a Suécia, me permitiria? – Afrodite falou meio timidamente. – Gostaria de rever minha terra, mesmo não tendo mais meus pais lá, apenas meus tutores.
- Que você também considera sua família não é Kristofer (1) – Kamus falou.
- ... – Kristofer assentiu.
- Claro que sim, Afrodite – Atena falou meio a contragosto. – Kristofer – perguntou.
- ... – assentiu – É meu verdadeiro nome.
- Não sabia. É um lindo nome – falou admirada. - Providenciarei tudo, quando pretende partir – perguntou vencida.
- Se possível depois de amanha Srta.
- Está certo – disse conformada. – Apenas um aviso – olhou para a mesa - Para todos – se levantou - Não precisam me chamar de Srta. Apenas de Saori ou Atena como preferirem.
- Sim Saori – falou Milo dando de ombros. - O que teremos de sobremesa? – Milo falou como uma cara de criança que espera ansiosamente um presente despertando o riso geral pela atitude do escorpião.
- Pudim de Leite condensado e Bolo de sorvete – Saori respondeu em meio a risadas.
- Que delicia – disse Milo como se tivesse ganhado um presente que a muito queria. – Adoro isso!
- O que você não adora Milo? – Kamus disse rindo da situação do amigo.
- Ah muitas coisas, mais não vou falar agora – disse cruzando os braços, meio emburrado.
- O Milo é sempre desse jeito Saori, você ainda vai acostumar – indagou Aldebaran secando as lágrimas que lhe caiam os olhos.
- Já estou acostumada – falou ainda rindo. – Se esqueceu que Milo foi o que mais esteve próximo de mim quando estavam apenas você, Mu, Aiolia e Shaka.
- É verdade – Mu falou. – Era sempre ele que ia falar com a Srta.
- Mu – Atena o alertou.
- Digo você Saori e nos trazia seus respectivos recados – Mu completou.
- Sempre eu o alvo das risadas – Milo falou fazendo o maior bico de contrariado. – Ou então o alvo principal das culpas das besteiras que fazem por ai!
- Por que será não é – Saga falou sarcástico. – O mais santo de todos nós.
- Cuidado Shaka o escorpião vai te tirar o título de o Homem Mais Próximo de Deus – MdM falou entrando na brincadeira.
- Vou mesmo – Milo falou mais emburrado ainda.
- Além de tudo modesto – Shion falou.
- Modesto não – Milo se defendeu. – Vocês sabem que sempre fui o mais assediado pelas mulheres tanto que vivem aqui como em qualquer lugar.
- É sim – falou Kristofer irritado. – fazia sucesso com as mulheres através das minhas rosas – frisou bem o pronome possessivo.
- Milo admita que você sempre foi o que mais aprontou e sempre que fomos duvidar de alguém com respeito a algum mal feito – Kamus não conseguiu conter a risada. – Vamos apontar diretamente para você.
Os cavaleiros que já estavam rindo a muito voltaram a dar gargalhadas com o comentário de Kamus.
- Chegou a sua sobremesa Milo – Shaka falou já se servindo do bolo.
Comeram a sobremesa tranquilamente. Mas mantinham o humor e a atmosfera em meio as risadas.
Pareciam estar de volta a velhos tempos com todos rindo, sempre ou quase sempre de Milo, que só se atrapalhava com o que dizia. Estavam felizes.
Terminado o almoço os cavaleiros se despediram de Atena e saíram em grupos para ver o que fariam a partir dali.
II O Segredo De Kamus.
- Ei vamos ficar em aquário? – Kamus perguntou aos amigos.
- Vamos Kanon – Saga chamou o irmão. – E você também, Aiolos e Aiolia.
- Eu preciso ir, quero resolver tudo para voltar ao Brasil – falou Aldebaran. – quero rever logo minha família.
- Eu também prefiro ir se não se incomodam.
- Claro que não MdM – Kamus deu de ombros. - Mu, Shaka, Shura, Milo, vocês vão ficar?
- Eu fico.
- Você sempre fica Milo - Shaka falou em tom irônico. - Eu também, e você Mu?
- Seria ótimo.
- Então vamos entrar, por incrível que pareça a minha casa está intacta desde as doze casas – Kamus falou mostrando sua casa como sempre gostara que estivesse.
- Claro eu sempre cuidei dela na sua ausência.
- Você? – os cavaleiros perguntarão assustados.
- Eu sim, vocês acham que eu sou tão irresponsável e inconseqüente a ponto de não conseguir cuidar de uma casa – Milo falou num tom de indignação tão sério que os cavaleiros engoliram em seco. – Você acha que a sua casa estaria nesse estado se ninguém tivesse vindo aqui de vez em quando limpar, organizar durante todo esse tempo – completou magoado.
- Milo – começou Kamus cauteloso – Não é isso, é claro que você é capaz de fazer isso – disse tentando acalmar o amigo. – Você sempre foi meu melhor amigo, mas porque manter a minha casa sempre em ordem todo esse tempo sendo que você não sabia que eu voltaria – o aquariano perguntou sem entender.
- Porque no fundo eu acreditava que vocês voltariam – Milo disse com pesar.
- Mas aqui estamos – Shaka falou alegremente.
- Eu fazia o mesmo com a casa de sagitário, e pela mesma razão de Milo.
- Aiolia – todos falaram surpresos.
- Pensei se o único aqui a fazer isso – Milo deu de ombros.
- Não porque eu também as vezes visitava com Aldebaran as casas de gêmeos, câncer, libra, capricórnio e peixes – o ariano falou casualmente.
- Porque não as outras – o virginiano perguntou curioso.
- Porque a maioria das vezes que eu chegava essas duas casas estavam estranhamente arrumadas e perfumadas. Nunca soube quem arrumava, agora sei quem são – o ariano completou olhando Aiolia e Milo.
- Falando em curiosidade.
- Lá vem o Milo – Saga falou já esperando alguma bola fora do amigo. – Fala logo.
- Depois eu quem sou o curioso, né?
Saga ficou vermelho de raiva e já entrou em posição de ataque – O que você quer dizer com isso?
- Nada Saga, foi só uma brincadeirinha – Falou Milo praticamente saindo correndo, mas foi barrado por um Aiolos que o empurrou de volta na direção de Saga fazendo – o quase pular em cima de Kanon para se proteger.
- Prepare – se para ir para Outra Dimensão – o geminiano falou num tom intimidador, fazendo Milo se agarrar em Kanon e Kamus, colocando – os em sua frente para se proteger.
- Unhf! Hahahahaha – Saga não pode conter o riso da situação foi muito hilário ver o Milo se proteger dele como se fosse um monstro.
Todos caíram na gargalhada – menos Milo que quis soltar algumas Agulhas Escarlates nos cavaleiros presentes.
- Do que vocês estão rindo? – Milo perguntou quase aos berros.
- Da sua cara de medo, Milo – Alfinetou Mu!
- Parecia de uma criancinha atrás da barra da saia da mamãe com medo do bixo papão – Completou Aiolia.
- Muito engraçado né, pois eu ainda quero saber, Kamus.
- O que você quer tanto saber, Milo? – Kamus deu de ombros.
- Quero saber quem é o bebezinho daquela foto. – Milo falou dando de ombros.
Lembrança
Era a primeira vez que Milo arrumava a décima primeira casa do Santuário depois da morte de Kamus.
Estava organizando tudo tranquilamente na casa de Aquário, casa que já não tinha a temperatura tão baixa pela falta da presença do seu verdadeiro dono.
Estava nesse momento no quarto do amigo quando foi guardar na gaveta um relógio de ouro que o amigo tinha deixado em cima do criado mudo.
Quando foi abrir a gaveta do criado se deparou com uma foto de uma menininha caída ao lado da cama. Olhou atrás da foto e Leu a seguinte inscrição "Meu Tesouro Mais Preciso".
Olhou a foto por mais alguns instantes e guardou - a no criado mudo. "Quem será aquele bebe" – pensou consigo. – "Sem Kamus vivo nunca vou ter uma resposta".
Fim da Lembrança.
- Como ousa mexer nas minhas coisas escorpião – Kamus elevou seu cosmo fazendo com que toda a sala tivesse uma temperatura consideravelmente baixa.
- "Por Zeus! Agora que estou realmente com problemas!" – pensou Milo aflito. – Desculpa Kamus, mas você estava morto e quando vim arrumar sua casa pela primeira vez encontrei a foto caída ao lado da cama – tentou justificar – se – Ai então eu guardei na gaveta ao lado do seu criado mudo. Não mexi em nada não.
- Hum, então nos diga Kamus, quem é ela – falou um ariano nada discreto com sua curiosidade quase pegando Kamus pelo pescoço e para saber de quem se tratava.
- Minha irmã. – Kamus finalmente falou.
- Irmã? – perguntaram.
- Mas você nunca me disse de irmã nenhuma, Kamus – Milo indignou – se.
- Não falei, pois nunca a conheci.
- Como não Kamus – Kanon falou confuso.
- Vou explicar – kamus falou vendo que Milo tinha despertado a curiosidade dos companheiros, mas a curiosidade era tamanha que até o Homem mais Próximo de Deus já estava quase dando um Tesouro do Céu Geral para os amigos parassem de falar para escuta – lo.
Lembrança.
Kamus já tinha seus cinco anos de idade quando a mãe veio e lhe mostrou a foto de um bebe.
- Sabe quem é ela, Kamus – Esme falou serena. – Você sempre me pediu isso Kamus, mais você sempre teve.
- Um irmãozinho – perguntou surpreso e alegre ao mesmo tempo.
- Quase isso Kamus – ela lhe indicou a foto. – Olhe melhor.
Kamus olhou e constatou ser uma menina.
- Uma irmãzinha – perguntou incerto olhando nos olhos azuis escuros de Esme.
- Sim, Kamus – passou a mão por seus cabelos esverdeados. – esta é a sua irmãzinha.
- Cadê ela mamãe – perguntou olhando para os lados a procura da pequena.
- Ela não esta aqui meu pequeno – ela explicou. - Ela vive com a mãe dela em outro pais.
- Com a mãe dela – ele perguntou sem entender. – Então ela não é minha irmã!
- Ela não é minha filha mais a tenho como se fosse. O pai de vocês é o mesmo, Kamus.
- Por que eu não posso vê – la – Kamus não entendia. Como poderia ter uma irmã e essa não ser filha de sua adorada mãe. Queria conhecer a irmã ver a irmã queria respostas.
- Você já a viu. Mais era menor acho que você não vai se lembrar. Você se lembra– ela perguntou.
- E porque eu não posso ver ela agora – Kamus já estava irritado.
- Ela mora muito longe, Kamus e você logo irá para treinar como aspirante de cavaleiro para concorrer a armadura de aquário – ela o abraçou.
- Eu quero a minha irmãzinha – falou com as lágrimas caindo a sua face descontroladamente. – Mamãe – chamou – a num sussurro entre soluços.
- Diga meu anjinho – Esme o abraçou com mais forca ainda como se aquele gesto pudesse tirar todo o sofrimento de seu pequeno Kamus.
- Qual o nome dela – perguntou com o choro mais controlado.
- Kali, meu querido – ela sorriu.
- Que lindo mamãe – secou as ultimas lágrimas que caíram. – Pois eu vou crescer mamãe. Vou me tornar um cavaleiro de Atena vou proteger o mundo e trazer minha querida irmãzinha para perto de mim – sorriu.
- Claro que vai meu anjo –ela ajeitou a franja rebelde dos cabelos esverdeados de seu Kamus. – Guarde essa foto com você Kamus.
- ... – esse assentiu com a cabeça. – Vou escrever atrás: "Meu Tesouro Mais Precioso."
Fim da Lembrança.
- Nós não somos filhos da mesma mãe. Meu pai é um homem comum e se apaixonou pela minha mãe, uma amazona. – suspirou. - Claro que isso não deu certo, embora continuaram a se comunicar por carta, pois a minha mãe tinha o dever em primeiro lugar para com Atena, então ela resolveu voltar ao santuário e aqui descobriu estar grávida de mim.
- Seu pai soube Kamus – Saga perguntou.
- Soube. Ele veio me ver depois – o aquariano respondeu. – Quando eu fiz um ano ele começou a namorar a mãe da Kali quando eu fiz três a Kali nasceu.
- Você nunca nos falou nada, Kamus – Milo falou ainda aborrecido.
- Não falei Milo – falou para o amigo. – Nunca falaria se você não tivesse encontrado essa foto e
- Jamais iria procurar seu Tesouro Mais Precioso não é Kamus – Aiolos retrucou.
- ... – ele negou com um aceno. – Jamais Aiolos. –Depois do meu treinamento eu tinha mudado muito. Aprendi a colocar meus sentimentos de lado e sempre me manter indiferente.
- Kamus isso só é bom em batalhas – Mu falou. – Estamos em paz e podemos e somos livres para fazer o que quisermos.
- Vá fazer o que o seu coração manda – Shaka sentenciou.
- Mas você sabe onde procura – la? – Aiolos falou com preocupado.
- Tenho um caminho, só que um caminho meio extenso – disse Kamus entristecido.
- Talvez pudéssemos ajudar – disse Shaka e Saga em unissoro.
- Ela nasceu num estado chamado São Paulo no Brasil, o Aldebaran que pode me ajudar nisso.
- Ele pretende ir para o Brasil logo, Kamus – falou Mu esperançoso. – aproveite o tempo que vocês tem para aprender o português, assim ficará mais fácil achar sua irmã.
- A propósito, Kamus – falou Aiolia casualmente. – Qual o nome dela?
- Kali.
- É lindo o nome – Shaka disse. – é o nome de uma deusa da Índia.
- Adoraria conhecer a dona desse nome – Kamus disse sonhador.
- Adoraria, não! – Falou Shura sentenciando. – Você vai!
- Adorei shura, vamos Kamus – falou Mu. – Vamos encontrar a Kali.
- Vamos pedir permissão para a Saori para ir mais alguns de nós com o Deba para o Brasil assim nós saímos a procura dela, o que acham?
- Ótima idéia, Milo. Quem vai? – indagou Kanon. – Eu adoraria ir.
- Eu também – Milo animou – se.
- Calma gente vamos ver se a Saori consegue encontrar o paradeiro dela através da Fundação Kido, enquanto isso nós vamos aprendendo o português. – Kamus abrandou os ânimos de um certo geminiano e de um escorpiano já exaltados.
- Eu vou ver isso agora, não podemos perder tempo – Kanon se apressou. – Vou falar imediatamente com Aldebaran, me acompanha Milo?
- Claro que sim, o Deba fala muito bem do pais dele, então seria uma boa oportunidade de conhecer – Milo começou a esfregar as mãos e passar a língua pelos lábios como se ganhasse um presente que a muito queria. – E saborear algumas belezinhas que vivem por lá – com um sorriso bobo.
- Você não tem mesmo jeito né Milo – Kamus falou sarcasticamente, já conhecia o jeito do amigo.
- Ta bom eu me comporto – cruzou os braços emburrado. – Mas só um pouquinho – falou com seu jeito de criança, fazendo todos rirem.
- Ah Kamus, eu espero que você consiga achar a sua irmã logo. Ela sabe de você?
- Não sei Aiolos, tudo indica que não – Kamus falou com pesar.
- Mais quando você a encontrar tenho certeza que se darão muito bem.
- Eu concordo com Mu – Shaka falou acolhendo Kamus num meio abraço. – Nada do que uma boa conversa para esclarecer as coisas. Tenho certeza de que ela não vai te repudiar Kamus, vocês vão passar por um período de se conhecerem, de adaptação a nova condição, mas depois de tudo valerá a pena.
- Você é uma pessoa ótima Kamus, e se pudesse também teria você como irmão – Aiolos falou.
- Hei, e...
- Aiolos Kamus disse também – Saga e Kamus falou em unissoro com um belo tom de censura na voz.
- Eu sei, desculpa Kamus – Aiolia desculpou – se.
- Não tem problema Aiolia, te entendo – Kamus falou com seu melhor sorriso fazendo Aiolia se animar.
- Bem eu vou cuidar do meu templo, você me ajuda Aiolia?
- Claro que sim, vamos – falou puxando o irmão.
- Acompanho vocês – Saga e Mu falaram.
- Também estou indo meditar – Shaka se direcionou para a saída do templo.
- Vem Milo, vamos falar com o Deba – Kanon puxou um escorpião sem desconfiômetro.
Kanon e Milo ficaram para trás fazendo o caminho para Touro. Já haviam percorrido as casas de capricórnio e de sagitário. Reinava um silencio mortal entre os dois. Kanon parecia pensativo.
- Hei Milo, você é um bobo que não percebe nada mesmo não é? – Kanon chamou atenção.
- Hei digo eu – falou indignado – O que foi que eu fiz?
- Kamus estava querendo ficar sozinho – Kanon falou como se fosse a coisa mais óbvia do mundo. – Ficou confuso quando você citou a Kali.
- Eu não percebi – Milo cruzou os braços em torno de si como se quisesse se proteger do que ouvira.
- Ta bom Milo, não fica assim – Kanon falou com paciência
- Kanon eu falei dela porque achei que fosse importante para Kamus.
- E é. Por isso Kamus ficou daquele jeito.
- Eu sei – Milo falou dando – se por vencido.
- Se sabe então porque queria ficar lá?
- Tudo por uma boa causa, queria consolar Kamus, não gosto de vê – lo assim – Milo suspirou. – Vai ser muito bom ver o Kamus alegre de novo, não gosto de ver meu melhor amigo da forma que estou vendo.
- Milo você sabe de algo que eu não sei?
- Bem – Milo passou a mão no cabelo nervosamente – sei.
- Então fale.
- Foi assim.
Lembrança:
"Milo estava subindo para o almoço quando chegou em aquário, chamou por Kamus e fui recebido por um cavaleiro de aquário nada feliz.
- Ué aconteceu alguma coisa Kamus, parece triste?
- Impressão sua, Milo.
- Quer falar a respeito? – Milo insistiu.
- Não é nada vai passar – persistiu Kamus. – Mas vamos estou com fome.
Milo não se convenceu muito disso, mais resolvera não perguntar mais nada.
Fim da Lembrança.
- Então depois do almoço eu me lembrei da foto e percebi que Kali era o motivo dessa tristeza.
- ... - Kanon ficou fitando o nada. - Espero que essa menina aceite Kamus.
- Aceitar Kamus? – Milo piscou algumas vezes para tentar entender o que o amigo tinha dito. - Kanon, como assim?
- Ele é cavaleiro, e você sabe Milo, nós nunca tivemos uma vida normal, e essa menina sim, quero dizer que Kamus é muito diferente do que as pessoas normais, tem poderes, já morreu, luta e doa sua vida por uma deusa, entende?
- Não, Kanon não entendi onde você quis chegar com isso, pois isso tudo eu já sei!
- A religião ou religiões do Brasil em sua grande maioria é de um Deus só. O Deus de todos os Deuses. O Onipresente, O Onipotente e O Oniciente.
- Entendi – o escorpiano respondeu.
- Deus, Buda, Alá - falou gesticulando displicentemente. - No final é tudo a mesma coisa. Agora imagina – fez um gesto com as mãos como se a mostrasse . - Essa menina que tem uma cultura muito diferente da nossa aceitar deuses que moram e influenciam a vida dos mortais. Que Atena, Posseidon e outros deuses reencarnam como mortais a cada 200 anos etc.
- ..., Milo assentiu esperou Kanon continuar.
- Ninguém precisa ser muito inteligente para saber que essa menina é o único parente que ele tem, já que os pais já faleceram. Kamus não gosta de demonstrar, mais mesmo nunca tendo visto Kali ou conversado com ela essa garota é extremamente importante para ele e precisamos ajudar que eles se entendam.
- Entendi o que você quis dizer, Kanon – Milo falou convicto – Vamos falar com o Deba para ele no ensinar aquela língua estranha que falam no país dele – o escorpiano falou torcendo o nariz.
- Tudo por uma boa causa – Kanon olhou para o amigo e sorriu.
- Tudo por uma boa causa – falando isso aceleraram o passo para chegar logo em Touro, embora já estivessem quase chegando em câncer.
Kamus sentou – se no sofá pensativo.
- Kali, você é a única pessoa da minha família que ainda vive, não sei como será quando nos conhecermos – falou olhando o retrato da criança de aproximadamente um ano e meio – Por favor não me rejeite – deixou cair uma lágrima.
Fechou os olhos e assim permaneceu por uns minutos.
Quando abriu foi direto para seu quarto e trocou de roupa, uma calca jeans e uma camiseta branca e os confortáveis tênis que tanto adorava.
Saiu de seu templo tendo como destino o décimo terceiro templo para falar com Saori para pedir permissão para que Aldebaran, Milo, Kanon e ele pudessem ir para o Brasil em busca de Kali.
Saori observava os documentos antigos em uma das inúmeras estantes da biblioteca, quando foi interrompida pelo aquariano.
- Posso entrar, Saori – ele pediu permissão.
- Claro, Kamus. Sente – se – ela falou indicando uma cadeira e indo se sentar de frente para o cavaleiro. – O que deseja?
- Vim lhe pedir permissão para Aldebaran, Kanon, Milo e eu irmos no Brasil.
- Bem é claro que podem – ela respondeu. – Já disse que não precisam pedir permissão para sair do Santuário.
- Obrigado.
- ... – ela assentiu com a cabeça. – Sempre que precisar.
- Eu tenho um motivo muito especial para querer ir a um país tão distante – ele falou. – Tenho mais um pedido a lhe fazer.
- Fale Kamus, e que motivos são esses?
- Eu gostaria de fazer aulas de português aqui na biblioteca juntamente com Kanon e Milo, quem nos dará aula será o Aldebaran – ele respondeu. – Os motivos são que eu tenho uma irmã, Saori. E esta irmã mora no Brasil.
- Uma irmã – ela perguntou surpresa. – Que bom Kamus, pensei que você não tinha mais nenhum parente vivo. Quando pretende ir vê – la.
- Ai é que está – Kamus falou desanimado.
- Porque – a deusa perguntou.
- Por que somos filhos de mães diferentes – falou tristemente. – Eu sei que ela sabe que eu existo. Tenho uma foto dela bebe, mas não sei onde ela mora ou como procura – la.
- Entendo – Atena falou. – E se não me engano veio me pedir para tentar localiza – la através da fundação, não é?
- ... – ele assentiu. – Eu agradeceria muito se você pudesse me ajudar nisso.
- Pode contar comigo sempre e sempre, Kamus – ela falou. – Agora sou eu quem vai lhe pedir algo.
- O que – o aquariano colocou a mão no queixo de forma pensativa.
- Posso fazer as aulas com vocês – ela perguntou.
- Claro, Saori – ele falou com um meio sorriso. – Sempre e sempre.
Os dois riram.
- Bem se me dá licença tenho que avisar Kanon e Milo – Kamus fez uma reverencia. – Com licença.
- Espere Kamus.
- ... – ele se voltou para ela. – Sim?
- Sou sua amiga e quero que me veja como tal – a deusa falou. – Deusa e reverencias só para os de fora, ok?
- ... – acenou afirmativamente. – Ok – acenou com a mão e saiu.
III Por Uma Boa Causa.
Quando chegaram em touro, Kanon logo chamou por seu guardião sendo prontamente atendido pelo mesmo, seguindo para o interior do templo.
- Deba viemos pedir um favorzinho a você – Milo começou com um sorriso maroto.
- Hum! – Falou arqueando uma sobrancelha. – Diga logo, vamos! – insistiu.
- É que Kamus, Milo e eu queremos aprender a língua da sua terra Deba – falou um Kanon meio sem graça.
- Vocês querem aprender o português? – estancou Aldebaran.
- Sim, falado e escrito se possível – Milo adiantou.
- É muito importante isso, Deba – insistiu Kanon com um ar de suplica.
- Eu ensino mais vai levar muito tempo, pois o português é uma das línguas mais complicadas de se aprender – ponderou Aldebaran.
- Mais precisamos disso rápido, com urgência – Milo falou exaltando a voz.
- Calma, Milo – Deba falou com um sorriso maroto. – Me explica isso direito.
- Eu explico – Kanon se prontificou já que Milo estava ansioso demais para explicar que o motivo era uma garota que habitava no país de origem de touro.
Quando Kanon terminou a narrativa, depois de uns quarenta minutos, Aldebaran parecia chocado.
- Kamus nunca ao menos citou a existência de um parente vivo depois que a mãe dele morreu – suspirou. – muito menos de uma irmã que ironicamente mora no Brasil! Outro país outro continente, três anos de diferença. Claro que hoje podemos fazer um filho aqui e outro em qualquer parte do mundo. Quando ele pretende ir procurar pela irmã?
- Não sabemos – Milo falou tristemente.
- Assim que Saori encontrar o paradeiro dela no Brasil. Ela vai acionar uns detetives para procura – la com as informações que lhe fornecer – suspirou. – Por isso precisamos estar prontos sabendo o português para quando soubermos do paradeiro dela já estarmos prontos.
- Mas claro que sim – Deba falou tentando animar o amigo. – Vamos começar isso amanha mesmo pode ser?
- Claro o que vamos precisar – Kanon perguntou.
- Por enquanto um bloco de anotações apenas para anotarem o que acharem importante.
- Podem deixar que eu mesmo compro isso – Kanon falou. – quero mesmo dar uma volta por Arenas.
- Começaremos amanha depois do treino pode ser, Deba – perguntou Milo.
- Vai ter treino amanha – Kanon perguntou.
- Como sempre teve Kanon – Kamus respondeu adentrando a casa de touro. – Desculpe é que você nunca conviveu conosco – falou sem graça.
- Bem eu me lembro de quando a gente era pequeno – Kanon respondeu como se lembrasse daquela época. – Eu gosto desses tempos.
- Espero que esses tempos de paz sejam melhores – Kamus respondeu.
- Concordo - Deba e Milo responderam em unissoro.
- Então está bem, amanha após o treino nos reunimos, hum – Milo olhou para os amigos como se pedisse uma resposta. – Onde?
Aldebaran abriu a boca para responder mas Kamus foi mais rápido - Bom eu tinha me esquecido – Kamus se prontificou. – Saori também quer aprender sua língua, Deba. Ela pediu para que se possível pudéssemos fazer as aulas diariamente na parte da tarde no décimo terceiro templo.
- Por mim, sem problemas – respondeu prontamente Deba.
- Kanon, Milo, alguma objeção – perguntou Kamus.
- Não – responderam.
- Então estou indo avisa - la de que está tudo certo.
- Eu lhe acompanho Kamus – Milo falou acenando os amigos.
Sozinhos Kanon se despediu de Deba e foi comprar o que precisariam para iniciar as aulas de português.
Milo seguiu com Kamus até o décimo terceiro templo para falar novamente com Saori encontrando - a com o cavaleiro de gêmeos na biblioteca retirando os arquivos antigos para organizarem.
- Com licença Sta. Saori – Kamus falou esperando permissão para que Milo e ele entrassem na Biblioteca.
- Entrem – a deusa pediu.
- Saga não o esperava por aqui – Milo assustou – se.
- É que eu pedi para o Saga vir me ajudar com a organização dos registros antigos da biblioteca, pois Shion está ocupado com Doko e eu não saberia por onde começar.
- Entendo – Milo falou meio sem jeito.
- Milo e eu viemos lhe falar que está tudo certo com as aulas que Aldebaran passará a nos dar a partir de amanha – Kamus falou.
- Aulas? – Saga falou levantando uma sobrancelha.
- É, Saga. Kamus, Milo e seu irmão Kanon vão para o Brasil com Aldebaran encontrar Kali – a deusa explicou.
- Kali – Shion pareceu surpreso, entrando com Doko na biblioteca - Já ouvi falar desse nome. Ela é irmã de um dos cavaleiros de ouro – serrou os olhos tentando se lembrar.
- O que você sabe de minha irmã, Shion – Kamus falou alterado.
- Eu não sei – falou confuso – Faz muitos anos. Foi pouco antes de morrer, ouvi falar de uma cidade acho que isso pode ajudar.
- Fale logo, Shion – se Milo não segurasse Kamus esse já estava em cima do Grande Mestre. Não adiantou muito não, a biblioteca se tornou uma geladeira e de repente flocos de neve começaram a cair deixando a deusa aflita tanto por uma possível briga quando pelo frio a ponto de acender seu cosmo para se aquecer.
- Ribeirão Preto – Shion falou finalmente – A cidade foi onde ela nasceu. Depois se mudou de lá, é só o que sei.
- Obrigado, Shion – Kamus agradeceu.
- Só por curiosidade – Saga falou medindo suas palavras, já que Kamus parecia que enquanto Kali não aparecesse o bom humor do aquariano não voltaria – Posso fazer essas aulas também?
- Claro que sim, começaremos amanha à tarde – Saori falou.
- Ótimo – Saga falou alegremente. – Vamos voltar Srta. – perguntou.
- Obrigado por me conseder as aulas Saori – Kamus falou numa reverencia.
- Não tem o que agradecer Kamus – falou Saori se voltando para o cavaleiro.
- Sempre que precisar – Saga completou olhando nos olhos de Atena com admiração. – Não é mesmo.
- ... – ela assentiu com um aceno.
- Com licença – Kamus e Milo se retiraram.
- Claro – sorriu docemente.
O final de dia foi completamente tranqüilo.
As aulas de português começaram tendo novos adeptos como Shaka (apenas para aperfeiçoar), Mu, Aiolia e Aiolos, Shura.
MdM passou a freqüentar uma semana depois. Afrodite estava em sua viagem para a Suécia e Saori aguardava ansiosamente sua volta, afinal faltava apenas uma semana para seu retorno.
NOTA:
(1) – Kristofer Bierkutscher não foi um nome criado por mim. Foi Criado por Cherri Miluxa, em Novo Jeito De Viver. Todos os direitos são dela. Eu só tive autorização para usa – lo.
Espero que tenham gostado.
Logo o terceiro capitulo estará sendo postado.
Agradeço a todos que leram e dedicaram um pouco do seu tempo para ler o que estou escrevendo.
Agradecimentos especiais a Athenas de Áries por ter me ajudado tanto quando precisei...
Vlw mto...
Bom
É isso aki...
Até. 03/09/06
