E aí, gente? Segundo capítulo, quem diria? Eu achava que não estaria viva quando eu conseguisse fazer capítulos em alguma história...hehehehe
Esse capítulo é bom pra caramba...a cada frase eu naum sabia se ria ou se chorava...
Oh, meu deus... A personalidade do Fye nessa fic tah fogo... além de estar sexy todo minuto XDDDDDDDD
Então, leiam à vontade! Mas antes, um aviso...
Pra quem gosta muuuito da Tomoyo, é fã dela e coisa e tal... jah vou me desculpando adiantado pq ela tah meio... diferente... vamos dizer q ela pegou a epidemia do mau-humor, né? O Kurogane jah pegou muuuito dessa epidemia... heheheheheheehehehehehehe
Divirtam-se!
" Um trato? Com um cara totalmente estranho?Hmm... Será que eu aceito?"
Cap.2: Um dia nada bom
-M-meu...gatinho?
"Ora, não vai dar boa noite para o seu gatinho?"
Aquela frase fez com que o cérebro do Kurogane travasse.
-...meu...hã...meu...m-meu...huh...meu...
-Deixa-me apresentar – disse o estranho - Sou Flowright D. Fye, ao seu dispor da meia-noite até às cinco horas da manhã.
Sem cerimônia, Flowright deitou-se em cima dele, apoiando seu queixo no peito do moreno.
-Bem, isso não importa... – continuou – Somente olhe nos meus olhos...
Como não tinha alternativa, já que estava confuso e totalmente sem fala, encarou-o.
Rapidamente a cor azul-clara do olho do loiro tinha se tornado amarela, parecendo ser a de um gato.
Uma névoa dissipou sua visão, fazendo com que ele não visse nada além da densa escuridão.
Então ele ouviu uma voz vinda de muito longe.
- Foi fácil demais...As outras vítimas pelo menos reagiam...Que chatice...Bem, hora do lanche! Mas antes...
Sentiu alguém abrir sua camiseta e passar dedos sedutores em volta do seu umbigo.
-...vou brincar um pouquinho com você...
Uma língua roçou levemente seu pescoço. Um frio na nuca foi um sinal dizendo que ele estava vermelho.
A mesma língua desceu vagarosamente, lambendo seu peito e sua barriga.
Kurogane começou a suar frio, mas ainda estava tonto com a confusão e mesmo que ele quisesse se mexer não poderia, pois aquele olhar fez com que ficasse paralisado.
Então, sentiu duas mãos abrirem o zíper.
-Ora, ora...Vamos ver o que tem aqui...
De repente, em súbita consciência, caiu a ficha da situação. E finalmente estava pensando.
"Não... não vou... deixar... não vou deixar..."
- NÃO VOU DEIXAAAAAAAAAAAAAAAAAAAR!!!!!!!!!!!!!!
Um soco acertou o rosto de Flowright, fazendo ele cair no chão.
Respirando com uma certa dificuldade, Kurogane ficou de pé rapidamente, saindo da paralisia que o loiro tinha feito nele.
- NÃO VOU DEIXAR QUE ENCOSTE EM MIM, SEU NOJENTO PERVERTIDO!!
Para sua surpresa ouviu um riso vindo do outro.
-Haha...Você acha que pode me nocautear com um soco? – levantou-se vagarosamente, mostrando-se intacto, como se nunca tivesse recebido uma pancada – Meus parabéns, mortal...Ninguém nunca foi tão longe quanto você...Mas agora...é o seu fim...
Assustado o moreno assistiu os dentes caninos do loiro ficarem maiores e afiadas e suas mãos virarem garras pontiagudas. Agora ele entendia...
Aquele homem era um vampiro, um ser mitológico em que ele viu em muitos livros antigos. Mas não sabia que esse ser podia ser real... e que podia se transformar em um gato...
-MORRA!
Flowright correu em sua direção como um foguete, porém desviou por pouco. Conseguiu olhar sua camiseta e ver que tinha um corte profundo antes que o loiro o acertasse e o jogasse no chão.
Sangue estava jorrando da sua perna. Não podia mais se levantar.
Maliciosamente o vampiro sentou-se na perna machucada. Um grito de dor saiu dos lábios de Kurogane.
-Você tem uma voz linda, sabia? – disse sedutoramente tocando levemente a boca do homem – Mas isso não quer dizer que você não será meu jantar... – puxou sua cabeça deixando seu pescoço à mostra – Bem...adeus...
Seus dentes cresceram de novo. Estava chegando perto. Dava para sentir sua respiração roçar em seu pescoço.
Chegou mais perto...
Uma luz vindo de fora da janela iluminava o quarto. Havia amanhecido.
De repente uma fumaça encobriu o vampiro. Kurogane só conseguiu ouvir um grito de desespero e um gatinho muito familiar saindo da névoa.
Lentamente o bichano se deitou, lambeu sua pata e o encarou como se quisesse dizer "Você vai ver na próxima vez".
-Hehehehehehehehehehehehehehehehe...- o moreno olhou para o gato de um jeito tão malicioso que deixou o animal assustado – Não vai haver uma próxima vez...
-Ai, que noite...Não quero nem me lembrar...
Kurogane já estava indo para o trabalho, porém totalmente cansado. Depois de expulsar o gato a chutadas ele não conseguiu dormir de novo. Então ele decidiu ir ao trabalho mais cedo.
Como ele era um modelo muito famoso é claro que ele trabalhava na revista CLAMP, a revista mais vendida do Japão. Quem trabalhava na CLAMP tinha um futuro rico na certa.
-Oi, Kamui. Como vai?
Kamui estava limpando a lente de uma câmera fotográfica. Era o melhor fotógrafo da empresa e amigo-de-infância do Kurogane.
-Hum...Mais ou menos...
-O que foi?
O fotógrafo começou a ruborizar.
-É...bem...nada de mais...
-Fala logo!
-Não precisa descontar seu mau-humor em mim logo de manhã! – ele era o único da empresa que sabia que Kurogane explodia feito um vulcão.
-Tá...tá bom... – disse, tentando se controlar – Mas fale...
-Ah...é...o...o Fuuma...
-O que tem ele?
-E...e-eu acho...que...ele gosta de mim...
-Bem, é meio óbvio, ele é seu amigo, não?
-Não, não é esse tipo... de gostar...
-Então...? – Kamui sussurrou em seu ouvido. A resposta o deixou pasmo.
-S-sério...?! T-tem certeza?
-E-eu acho que sim...O que eu faço?
Kurogane fez uma cara pensativa.
-Já sei! Chama ele pra jantar, diz que o ama, o convida para ir num motel, fazem tudo que tem direito e depois disso fala que quer casar com ele e ter muitos filhos adotivos...Fácil, não?
Silêncio...
-Você...tá tirando uma da minha cara, né? – sussurrou Kamui, totalmente chocado.
-Demorou pra perceber, heim?!
-Poxa, eu tô falando sério e... O QUE HOUVE COM A SUA PERNA?!
Como Kurogane não sabia fazer curativos ele deixou o machucado que o vampiro fez nele como estava, sujando sua calça de sangue.
-Quê, isto? Não foi nada de mais...
-COMO NÃO FOI NADA DE MAIS?! – o fotógrafo levantou a calça, vendo um enorme corte totalmente aberto – VOCÊ DIZ QUE "ISTO" NÃO FOI NADA DE MAIS?? VOCÊ VAI PARA A ENFERMARIA E É AGORA!!!!!
-Mas...Mas...
-MAS NADA! VOCÊ É O NOSSO MELHOR MODELO, NÃO PODE SAIR ANDANDO COM UM CORTE DESSES!
Sem ouvir uma resposta Kamui o arrastou até a enfermaria da empresa.
-Pronto. Você vai ficar aqui até chegar o médico...
- Hã...Kamui... – o moreno estava meio encabulado com a situação – Eu...queria dizer...Obrigado...
Kamui o olhou com um olhar maroto, mas fez uma cara séria.
-Ora, você é o nosso melhor modelo... – continuou, fazendo cafuné na cabeça do Kurogane -...Mas você é meu amigo, né? Amigos são pra isso!
O fotógrafo saiu deixando-o sozinho.
Kurogane ficou pensando. Como Kamui ainda continuava do seu lado depois de todo esse tempo? Ele não era uma pessoa de tanta paciência quanto à do outro.
Começou a se lembrar no dia em que se conheceram...
Ainda estava no colegial, mas em vez de estudar só se divertia até dizer chega. Sempre teve a fama de o mais bonito da classe, mas também de o mais bagunceiro. Procurava brigas e batia sem dó nos inimigos.
Até que um dia ele viu em um canto da escola três marmanjos socando um garoto, que pelo uniforme, era do Ensino Fundamental.
-Ei, briguem com alguém do seu tamanho! – gritou o moreno partindo para a briga, vencendo facilmente.
-Putz, odeio gente que bate nos mais fracos... Você está bem? – disse ajudando-o a se levantar.
O garoto o olhou com um olhar assustado, mas não disse nada quando foi levado para dentro da escola.
-Bem, eu tenho que ir para minha casa. Cuide-se... – de repente uma mão o agarrou pela camisa. Parecia que o garoto não queria que ele fosse embora.
-Que foi? Eu estou com pressa...
-... Você é estranho...
Isso deixou Kurogane chocado.
- CUMÉQUIÉÉÉÉÉÉÉÉÉÉ?!
- Você é estranho – repetiu
- S-se eu sou estranho você também é! – retrucou fazendo uma careta
E finalmente Kamui riu naquele dia.
"Bons tempos aqueles" pensou o moreno quando voltava para casa. Teve que deixar a sua calça na lavanderia e ir com outra que seu amigo lhe emprestara. Concordava com Kamui que aquele corte na perna era profundo demais. Então se lembrou do vampiro.
Que ele saiba vampiros não deveriam existir, mas depois da noite passada ele duvidava.
E o mais estranho é que parecia que o vampiro ficava na forma de um gato de dia, mas se transformava à meia-noite... Ele nunca tinha ouvido falar que essas criaturas tinham esse feito...
De repente teve uma visão do tal "Flowright" lambendo seu pescoço. Sentiu um frio na nuca. Sacudiu a cabeça.
"Não, chega de pensar nisso! Ele não vai voltar... E se aquele gato sem-vergonha estiver me esperando na porta de minha casa ele vai ver só uma coisa..."
Só que não era o gato que o estava esperando. Era Tomoyo.
-Oi, To...
Uma mão voou em direção a sua cara, esbofeteando.
-O qu...? – disse Kurogane, confuso, mas foi interrompido pela sua namorada
-ONDE VOCÊ ESTAVA? – ela estava muito irritada
-Ora, no trabalho...
-Não vêm com essa! Mesmo no trabalho você deixa o seu celular ligado! Tentei muitas vezes ligar pra você, mas só entrava na caixa postal!
Ele tinha se lembrado...De tão chateado que estava deixou o seu celular desligado em casa.
-Mas, Tomoyo...
-NADA DE "MAS"! Aposto que estava com outra e deixou o celular desligado para eu não saber onde estava!
-Mas não é nada dis...
-E pensar que confiei em você... Nunca mais fale comigo! NUNCA! – gritou enquanto entrava no carro, indo embora.
Kurogane viu o automóvel virar a esquina. Sentia como se não tivesse chão para botar seus pés. Como aquilo acontecera tão de repente e tão rápido?
Depois de alguns minutos ele conseguiu se mexer, entrando na sua casa.
Nem viu que um par de olhos amarelos o observava.
Não conseguia dormir. Não conseguia de jeito nenhum. Pensava nas palavras de sua namorada. Ele sabia que aquilo foi tudo um mal entendido, mas de tanto ouvir em seus pensamentos aquele sermão ele próprio estava começando a acreditar que a traíra.
Ligou a televisão, mas não a enxergava. Sentia-se muito mal. Não conseguia comer nada e quando conseguia ele tinha que ir rápido a pia da cozinha para botar tudo pra fora pela boca.
Já era muito tarde da noite, quando ele desistiu de se lamentar e foi ao banheiro fazer suas necessidades.
Estava lavando seu rosto para poder tirar a Tomoyo de sua mente, quando olhou para o espelho e viu o reflexo da última pessoa que queria encontrar.
-Oi, sentiu saudades? – disse Flowright sorrindo apoiado na porta
Kurogane quase pulou de susto.
-O q-que v-você está fazendo aqui?
-Ah, tava passando aqui por perto e pensei em fazer uma visitinha – falou alegremente, mas sua cara mudou bruscamente para ódio puro – Não pense que eu esqueci do que você fez comigo.
Assustado o moreno tentou se distanciar, mas o vampiro foi mais rápido, empurrando-o. Com o impacto Kurogane sentou-se na privada. O loiro então se sentou em cima dele, abraçando-o. Mesmo com medo de ver aqueles olhos azuis cheios de malícia ele os encarou, porém eles estavam totalmente alegres.
-Minha poupança tá doendo até agora com os chutes que você fez em mim – resmungou o jovem vampiro fazendo uma careta
-T-tudo bem... – cansado Kurogane deixou seu pescoço nu – Pode me morder, não tô mais aí se vou morrer ou não, só peço que seja rápido e indolor, por favor.
-Quem disse que vou te morder?
-É meio óbvio... Só queria que acabasse logo o meu sofrimento...
-Pois eu tenho uma notícia pra te dar: Não vim aqui para te matar. - disse risonho
-Não?
-Não, vim a negócios.
-Como assim?
-Quero fazer um trato com você.
O moreno o olhou desconfiado.
-Tudo bem, mas saiba que pessoas que vão fazer a negócios não sentam uma nas outras – disse furioso.
-Desculpa, é o meu jeito... – rindo, ele saiu de cima do outro e foi para a sala
O moreno continuou sentado no vaso. Que proposta aquele cara tem a oferecer? Bem, seja o que for ele teria que escutá-lo...
Então saiu do banheiro e sentou-se no sofá, encarando o loiro.
-O que você tem a propor?
-Bem, eu vi o que aconteceu lá fora. Que namorada, heim?
-O que você quer dizer com isso? – resmungou cerrando os punhos
-Não é nada que você está pensando, calma... Quis dizer que...Ela é meio irritadinha, não? Eu entendo o porquê de você gostar dela – na última frase ele começou a rir
-Há, há, há, muito engraçado... E o que isso tem a ver com o trato?
-Bem, é que eu sou bom em conquistar mulheres, sabe como é, com esse meu corpinho sexy, quem não iria ficar apaixonado? – chegou perto de Kurogane e sussurrou em seu ouvido – Até os homens são caidinhos por mim...
-Nem vem que não tem! – exclamou, empurrando Flowright
-Tudo bem, tudo bem, indo direto ao assunto... Eu posso fazer você conquistar de novo sua namoradinha.
-S-sério? Pode mesmo?
-Claro...MAS! Tem uma condição.
-Qual?
-Por um mês você vai me abrigar e me alimentar... Com sangue, é claro.
-SANGUE? VOCÊ VAI ME MATAR NA PRIMEIRA MORDIDA!
-Não se eu me alimentar pelo seu pulso. Aí todas as noites você cortará seu pulso para eu poder lamber o sangue.
Kurogane o olhou pensativo.
-Vai ser muito sangue?
-Não, só o suficiente para eu não morrer de fome. Então eu te mostro como você pode ter sua garota de volta.
Flowright estendeu a mão.
-Então, combinado?
N/a: Uuuuuuuuuuuuhhhhh... será que o Kurogane vai aceitar?...mistéééééééééééééério... e agora VAMOS PARA O CAPÍTULO 3!... isto é, quando eu acabar de fazer ele, neh? Tehe!
COMENTEM!!!!! Por favor... Eu quero opiniões, muitas opiniões! Eu quero saber se eu errei alguma coisa, se alguma pessoa não gostou da história, se eu preciso melhorar... COMENTEEEEEEEM!!!!!
