CAPITULO I

Discussões

Eu já não sabia o que eu queria da vida, graças a um ser depressivo chamado Renée. Sempre quando eu tinha minhas metas traçadas ela vinha com aquela suas teorias de que isso não vai dar certo, não é a sua cara, e aquilo foi me consumindo por dentro e eu não consegui deixar de demonstrar a raiva que estava sentindo naquele momento.

Para a ela a vida perfeita era só a dela, do resto era tudo porcaria. Mas o que ela não sabia era o conceito realmente de vida perfeita, pois ter um namorado bêbado e que presta só para assistir televisão e odeia trabalhar me desculpe, mas no meu conceito isso só existe na vida dela e do Phill.

Certo dia após eu chegar da escola pelo finalzinho da tarde, minha mãe me procura e diz que tem que ir viajar para a Flórida, pois o Phill tem jogo e treinamento, como de costume eu já sábia até onde eu iria parar, imagens repentinas se passavam pela minha cabeça sobre uma pequena cidade ou vilarejo sei lá o que é aquilo sei que simplesmente é horrível e entediante morar lá, mas veio uma vaga lembrança de meu pai Charlie que era chefe de policia daquela pequena cidade.

Mas minha resposta veio à tona para minha mãe, como uma mãe poderia largar sua filha para ir viajar com o seu namoradinho, em instante a raiva tomou conta de todo meu ser. Na hora em que preciso de você, você nunca esta presente para que preciso de uma mãe apenas para me controlar? Deste modo prefiro pegar uma mãe adotiva e mais aparente do que a senhora. A partir daquelas palavras que disse, fui ao meu quarto e refleti que a partir daquele momento seria impossível a convivência com minha mãe. As semanas se passavam mais pareciam que aqueles dias eram os piores da minha vida logo a solidão e o abandono começou a tomar parte do meu ser.

Ao passar dos dias a Renée veio tentar falar comigo mais minha vergonha era tão grande por ter dito aquilo que eu mal conseguia olhar nos olhos dela quando falava comigo. Sentamos a uma mesa perto de meu computador e começamos a conversar, ela me perguntou por que eu teria falado todas aquelas palavras a ela se era de coração mesmo ou era apenas palavras faladas por impulso, ai eu expliquei a ela que as palavras que eu disse foi apenas o impulso da raiva e do stress que eu já havia passado naquele dia no colégio em Phoenix.

Ela me mandou falar mais sobre este stress que eu andava passando no colégio em Phoenix e eu contei tudo a ela que eu estava indo péssima em matemática estava até com medo de reprovar de ano, mas como ela nunca parou para me escutar não compreendeu o apelo que eu havia lhe pedido naquele momento, para que ela me mudasse de colégio ou até de cidade.

Certo dia eu cheguei até minha mãe e pedi a ela um professor particular de matemática e ela me disse que acharia um o mais breve possível, mas deu aquele sorriso escárnio ao Phill. Phill era muito conhecido pela cidade de Phoenix e logo me encontraram um professor particular de matemática um dos melhores espero que eu saiba aproveitar ao máximo este professor para que eu tire notas boas, e por que, eu não quero reprovar.

Após a aula minha mãe chegou e me disse:

-Isabella como foi sua aula de matemática?

Eu, sem muito que dizer, respondi que foi ótima e esperava que ele continuasse assim para que já que ela não entende a escola, entendesse em casa. O professor voltou mais umas 5 vezes mais eu logo briguei com ele dizendo que ele não estava explicando da maneira certa estava errada.

Faltavam três semanas para o meu aniversário e Phill recebe um telefonema dizendo que ele teria que voltar a Flórida, minha mãe provavelmente iria, e eu passaria meu aniversário sozinha, mas logo tratei de ligar para meu pai Charlie, falando que eu estava a caminho o mais tardar em dois dias eu estaria lá. Provavelmente essa não seria a melhor festa no melhor lugar do mundo disso eu tinha certeza.

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