Parte II.

POV Bella. One more look and I forget everything

Alice me deu uns conselhos bons. Eu estava tranqüila e carregando mil e uma sacolas de produtos sensuais. Se Charlie visse algo do tipo ele provavelmente me expulsaria de casa e me internaria em uma clínica de recuperação para viciados em sexo.

Ela me deixou segura e falou que o plano estava correndo perfeitamente bem e que aquela noite ia ser crucial. Me falou os melhores lugares para tocar e que provavelmente Edward precisaria ser bem estimulado com muitos gemidos e lamúrias. Não que eu precisasse fingir que estava bom, ele realmente me levava aos céus com um simples toque.

Estávamos indo para a minha casa e eu já estava ficando nervosa. Não sabia o que aconteceria e estava óbvio que aquela noite seria quente. Edward sumira e estava na sua casa se preparando, provavelmente caçando ou lendo algum livro e ouvindo Debussy.

- Alice.. - eu falei com a voz um pouco trêmula.

- Não se preocupe com nada, ok? Deixe tudo acontecer normalmente. - Ela me tranqüilizou e eu sorri.

- Que horas ele chega? - Eu perguntei ansiosa. Não via a hora de vê-lo e abraçá-lo. Ficar uma tarde longe dele era algo torturante pra mim.

- Provavelmente ele vá aparecer na sua janela depois que Charlie for dormir. - Alice concluiu, e depois fechou os olhos tentando visualizar alguma coisa.

- Nós vamos ficar aqui em casa?

- Não sei. Ele ainda não se decidiu. Ele só tem certeza de uma coisa. Vocês não vão lá pra casa.

- Ah! Mas por que? - Eu não estava entendendo. Qual o problema com a casa dele?

- Digamos que todos nós estamos curiosos demais para ficarmos longe ou fingirmos que não estamos ouvindo nada. - Alice foi sincera e eu soltei um risinho nervoso.

- Espero que ele não me leve em um Motel. Isso é tão.. estranho. - Eu me peguei em nos imaginando entrando em um Motel. Eu ficaria muito envergonhada. Seria bizarro.

- Os Moteis de Seattle são fantásticos, se fosse você, não reclamaria. - Ela me repreendeu.

Eu sorri maliciosamente.

- Você está entendida demais, Alicinha. - Eu a provoquei. - Anda freqüentando muitos Moteis?

- Obviamente. Em casa nós não temos a menor privacidade, nem gemer eu posso. - Nós gargalhamos alto dessa vez.

- Você é realmente uma ótima amiga, Alice. Pervertida e viciada em compras, mas simplesmente perfeita.

Ela estacionou na frente da minha casa e fingiu que ia embora, eu me despedi dela e deixei as sacolas no carro. Ela levaria pra mim pela janela. Não tinha a cara de pau de entrar com elas em casa. Seria como você perguntar qual camisinha é melhor. Totalmente constrangedor e desnecessário.

Dei para o Charlie e percebi que ele estava comendo peixe. Provavelmente havia visitado o Harry e a Sue, não precisaria fazer comida naquela noite.

Subi para o meu quarto rapidamente e deparei com várias sacolas em cima da minha cama e Alice sentada ao lado me esperando. Ela começou a fuçar nas sacolas e tirou uma calcinha e um sutiã minúsculo e uma camisola provocante e quase transparente.

- Você é louca! - Eu sussurrei para Charlie não ouvir. - Ele vai achar que eu sou uma biscate, isso sim.

- Não vai. Ele vai ficar excitado e vai querer transar. Pelo menos é o que os homens comuns fazem.

- Edward não se enquadra nesses homens comuns. Ele é um namorado super protetor, lembra?

- Ele também tem seus desejos, Bella. Agora eu preciso ir.. Jasper fez uma surpresa pra mim. - Ela me deu uma piscadela e um sorriso malicioso, e então sumiu pela janela.

Os minutos não passavam. O relógio parecia congelado. Eu ficava olhando as minhas roupas novas e soltava risadas, as provei e todas ficaram ridículas, mas eu não me importei. Aquilo era para o bem de mim e de Edward. Para nós darmos um passo em nossa relação.

Quando eram oito horas da noite decidi que era a hora de ir tomar banho. Caprichei na lavação, queria ficar cheirosa e totalmente limpa. Vesti a lingerie minúscula e azul, a cor que ele dizia ficar melhor na minha pele. Em vez de colocar a camisola sensual que Alice propusera, eu havia colocado uma calça velha de moletom e uma camiseta simples. Charlie acharia estranho se eu aparecesse que nem uma assanhada do nada.

Eu conversei um pouco com Charlie, mas estava totalmente ansiosa e perdida. Nem prestava atenção nas coisas que falava, mas ele também não estava muito entretido. Estava mais interessado nas finais de Baseball que havia começado.

Eu fiquei tão ansiosa que decidi ir para o meu quarto, pelo menos lá eu não precisava fingir que estava apenas cansada das compras e que queria a minha cama. Lá eu podia ficar louca e fazer caretas e ficar andando de um lado pro outro.

Deitei na cama e fechei os olhos por um instante. Eu queria relaxar, eu queria não ficar nervosa e temerosa, mas era impossível. Apesar do meu fogo e de toda a minha vontade, eu estava com medo. Medo de doer, medo de morrer, medo dele ficar triste por isso. O medo me assombrava. Eu queria relaxar, mas não conseguia.

Então, eu estava sonhando. Sonhava com a clareira que ele me levara no começo do nosso namoro. Quando ele se mostrara no Sol e me encantara muito mais. Ele estava lá comigo, e agente corria e brincava. Pude perceber que estávamos na mesma velocidade e eu não tinha mais as bochechas coradas ou não caia mais constantemente. Eu estava pálida e linda.

Eu era uma vampira.

Então uma voz melodiosa começou a invadir os meus sonhos. Era a minha canção de ninar. Eu fui acordando lentamente. Ainda tinha a imagem de mim maravilhosa brincando na clareira.

- Eu senti saudades. - Eu murmurei ainda sonolenta. Eu sabia que era ele. Reconheceria de longe só pelo cheiro. Ele pertencia a mim.Não tinha como errar.

- Eu também. Tanta que você não pode nem imaginar. - Ele murmurou no meu ouvido, causando arrepios.

Ele estava deitado ao meu lado. Virado para mim e me encarando com amor e carinho. Eu o amava tanto que chegava a doer. Percebi que meus temores eram tolos. Edward nunca me machucaria. Ele era incapaz de fazer de ruim para mim. Ele era perfeito.

- Como foram as compras? - Ele perguntou curioso, me encarando com um sorriso. O meu sorriso torto favorito.

Eu corei.

- Foram.. diferentes.

- Diferentes como? - Ele percebera o meu tom e o meu rosto.

- Você vai ver. - Eu falei com um sorriso malicioso. Ele riu baixinho e beijou o meu pescoço, me puxando mais pra perto.

- Desculpa por ontem, meu amor. Eu não devia tê-la abandonado aqui. Eu fui tão.. infantil. - Ele estava totalmente arrependido.

- Edward.. - Eu falei absorta em sua boca, enquanto ela se movimentava falando. Uma onda de desejo me invadiu.

- O quê?

- Eu. .Você. - Eu falei pausadamente. Ele viu o desespero em meus olhos e riu.

- Você manda. - Ele falou me dando uma piscadela, e então me atacou. Não foi nada feroz e sim lento e apaixonado. Eu tentei apressar as coisas, no meu desespero por ele, porém ele me brecou.

Daquele jeito ele ia me matar. E eu queria morrer. Queria morrer em seus braços de tanto prazer. Como mesmo ele dissera: Eu mandava. E ele teria de me obedecer, se não eu era capaz de morrer de tanto desejo.

Ele tomou as rédeas da situação e me beijava com fervor. As mãos estavam em minha nuca e as acariciavam com os dedos frios. Eu sentia arrepios e arqueava o meu corpo mais para ele. Ele estava praticamente em cima de mim, o que eu não reclamava. Estava muito bom.

As mãos deles começaram a passear pelo meu corpo. Foram descendo da nuca e indo em direção a minha barriga, ele esbarrou nos meus seios e o nosso beijo abafou o meu gemido. Ele me puxou mais para perto dele, estávamos com o corpo totalmente colado. Eu podia sentir a sua excitação e isso me excitava cada vez mais. Me fazia pulsar e ficar mais molhada.

Suas mãos invadiram a minha camiseta e ele tocou a minha barriga lentamente, fazia uma carícia tão lenta e intensa que eu pirava. Quase parei de beijá-lo para mandar ele subir a mão, mas não o fiz, pois ele pareceu ler os meus pensamentos. Parecia estar ansioso para tocá-los, como ontem.

Ele travou um caminho de beijos desde a minha boca, até a minha orelha, o que me causou arrepios. Eu estava de olhos fechados e totalmente a mercê dele.

- Olhe para mim, minha Bella. - Ele falou sensualmente. - Eu quero ver o tesão passar pelos seus olhos, e você gemer o meu nome.

Aquilo foi o suficiente para me matar. Eu peguei uma de suas mãos e coloquei nos meus seios. Ele riu com a minha precipitação e começou a massageá-los enquanto me encarava com as íris douradas penetrantes.

Ele passava a mão nos meus seios por cima do sutiã com uma mão, enquanto a outra acariciava o meu rosto. Ele me dava beijos intensos e então ia em direção ao meu pescoço e o chupava e lambia, me instigando.

- Eu não conheço esse sutiã. - Ele disse marotamente.

- Você não conhece nenhum dos meus sutiãs, Edward. - Falei entre a respiração ofegante e soltando um gemido logo depois.

- Hm.. esse eu quero conhecer. - Ele mordeu a minha orelha depois que falou e eu suspirei alto. - Você gosta dessa camiseta?

Eu não entendi o sentido da pergunta e respondi prontamente.

- Tanto faz.

No mesmo instante ela se rasgou ao meio, e Edward tinha um sorriso torto e malicioso nos lábios.

Eu havia adorado esse novo Edward. Um Edward sexy e selvagem que estava me matando.

POV Edward. I don't know how but I suddenly lose control

Ela usava um sutiã azul. Ele deixava os seios dela lindamente convidativos. Sempre falara que o azul era a cor perfeita para ela. E ela estava perfeita naquele momento. Eu fiquei olhando para o seu corpo, e ela corou.

- Você é linda. - Eu falei e depois a beijei intensamente. - Apesar do sutiã ficar lindo em você.. eu acho que prefiro te ver sem ê se importa?

Eu preferia perguntar do que parecer um homem rude que não se importa com nada. Eu queria mostrar respeito e que a desejava ao mesmo tempo.

- Eu não me importo nenhum pouco. - Ela falou com a voz abafada, por culpa dos meus beijos.

Eu a virei na cama lentamente deixando-a de costas para mim e abri o fecho do sutiã lentamente. Fiquei por cima dela, e afastei os seus cabelos, beijando a sua nuca, e passando a mão nas costas ou então na barriga. Ela gemia, mas era abafado pelo travesseiro, onde ela estava com a cara enfiada.

Eu a virei novamente e a encarei com paixão. Fui retirando o seu sutiã lentamente e dei uma boa apreciada no corpo dela. Os seios eram lindos, rosados e perfeitos pra mim. Não eram nem tão grandes e nem pequenos demais, eram perfeitos para mim mão.

Ela estava corada e evitava olhar para o meu rosto, o que me fez sorrir. Peguei o seu queixo com os meus dedos e a fiz me fitar. Ela esticou os braços e me puxou para um beijo.

Minhas mãos estavam ansiosas para tocar o seio dela, e ela pareceu gostar quando eu o acariciei lenta e docemente. Nossas línguas se tocavam e se enrolavam sensualmente, enquanto eu a tocava. Uma das minhas mãos foi descendo a barriga dela em direção ao ventre, então eu estava tocando as coxas dela por cima da calça.

Aquilo não foi suficiente para mim. Eu queria mais. Muito mais. Eu estava dominado por um desejo absurdo e não era de sangue e de morte. Eu desejava Isabella Swan. E ela podia sentir isso, pois eu estava rijo e ela conseguia sentir. Eu queria que ela sentisse. Não tinha vergonha disso.

Meus lábios alcançaram os seus seios e ela deu um gemido alto. Eu tapei a sua boca com uma mão. Não seria nada legal se Charlie acordasse, eu estava distraído demais para sequer perceber isso.

Ela entendeu o que quis dizer e as minhas mãos caminharam para as suas pernas agora. Eu fui tirando a calça de moletom, e ela ficou um pouco tensa embaixo de mim. Meus lábios abandonaram o seu seio e eu a encarei.

- Quer que eu pare? - Perguntei tentando ser doce.

- Nunca. Se você parar eu morro. - Ela falou desesperada. Eu ri e a beijei nos lábios. Então, minha boca voltou a ser atraída pelos seios perfeitos dela e eu comecei a beijá-los arduamente. Eu chupava, lambia ou simplesmente beijava, com o objetivo de dar prazer a ela e a mim mesmo, o que estava acontecendo.

Terminei de tirar as suas calças e joguei para qualquer lugar no quarto. Então eu olhei a calcinha dela e fiquei sem reação, boquiaberto. Era minúscula, da mesma cor que o sutiã, porém ela era tão pequena que era praticamente inútil. Bella estava corando e o seu coração estava pulando em seu peito.

- Uau. - Eu falei aturdido. - Se você tinha a intenção de me matar, saiba que você conseguiu.

- Alice me obrigou a comprar. - Ela falou, corada.

- Me lembre de agradecer a Alice depois. - Eu falei com um sorriso, tentando ser sedutor.

Ela riu baixinho e piscou para mim. Voltei a beijá-la na boca enquanto acariciava por dentro de suas coxas com uma mão e a outra os seus seios.

- Isso é injusto. - Eu a ouvi falando, enquanto eu beijava o seu maxilar.

- Por que, meu amor?

- Eu estou praticamente nua e você está vestido! - Ela parecia realmente brava. Ou tentava parecer.

- Hm.. parece que tem alguém querendo ver o menino-vampiro pelado. - Eu falei brincalhão.

- Eu mando, lembra? - Ela falou perversamente. - Tire a roupa, Edward.

O quê? Agora ela havia virado uma mulher mandona? Ela queria me matar? Tudo bem que eu já estou morto, mas do mesmo jeito.. isso é tortura.

- Eu sou feio, Bella. - Falei tentando voltar a beijá-la.

- Eu mando. - Ela falou novamente, parecia confiante. Não hesitava.

- Você vai querer ou que mais? Um streap? - Eu falei ironicamente, dando um sorriso.

- Ótima idéia! - O quê? Ela realmente achou que eu tava falando sério?

- Bella.. o seu pai pode acordar. - Eu falei, tentando fazê-la desistir da idéia.

- Hm.. certo. - Ela murmurou e ficou um pouco pensativa. Ela me deu um empurraozinho e eu saí de cima dela.

- O quê? - Antes que eu terminasse de falar ela ia em direção a janela. - O que você está fazendo?!

- Ele não vai nos escutar se agente não estiver aqui. - Então, ela fez algo que me assustou. Ela ia pular a janela.

Eu saí correndo numa velocidade incrível e a segurei pela cintura, a impedindo de saltar.

- Aonde você pensa que vai? - Eu falei assustado.

- Fugir com você. - Ela falou dando um sorriso largo e sedutor.

- Pelada?! - Ela estava me tirando do sério.

- Eu só fico se ganhar um Streap do meu namorado sensual e vampiro. - Ela fez um biquinho tão irresistível. Não tinha como negar alguma coisa a ela.

Eu a peguei no colo e a deitei na cama novamente. Ela estava com os olhos brilhando na expectativa. Ela estava totalmente sexy daquela forma. Apenas de calcinha, deitada na cama, olhando pra mim como um leão olha para a sua presa, para o seu cordeiro.

- Não ria alto. E não se acostume com isso. - Eu disse sério, e depois lancei uma piscadela pra ela.

Ela colocou a mão na frente para não soltar uma gargalhada.

Eu comecei a rebolar sensualmente, parecendo desajeitado. E tentava parecer sexy, o que era meio impossível, pois ela estava ali na minha frente deslumbrante, fazendo eu me sentir o ser menos sensual do planeta.

Fui abrindo a minha camisa devagar e mandei um beijo pra ela. Ela bateu palmas baixinho e sentou-se na cama, parecia excitada e feroz. Pronta para atacar.

Eu tirei a minha camisa e joguei para ela. Ela a pegou e cheirou o que me deixou mais excitado e agora estava bem visível. Havia um volume na minha calça e ela não sabia se olhava para ele ou para o meu rosto.

- Venha aqui agora. - Ela gemeu baixinho. E eu a obedeci prontamente. - Deixa que eu tiro o resto pra você.

Eu fiquei em pé ao lado da cama, onde ela estava sentada, sem reação. Ela tocava o meu corpo com vontade e eu percebi que ela demorou propositalmente para abrir o meu botão e o meu zíper como se ela quiser tocar nele, mas tivesse vergonha. Estivesse hesitante.

Minha calça caiu no chão, e eu a chutei pra longe. Estava usando apenas uma boxer preta, que estava aumentada graças ao grau da minha excitação. Bella deu um sorriso satisfeito e ficou em pé na cama, me abraçando, fazendo com que os seios dela ficassem na minha cara.

- Oh, Deus! - Eu gemi, enquanto os abocanhava docemente. Eu a ouvi rir e depois gemer. Suas mãos nos meus cabelos, me instigando a continuar. As minhas mãos brincavam com o elástico da calcinha dela. Eu conseguia sentir o cheiro de sua excitação. Eu invadi a calcinha dela com uma das minhas mãos e nesse momento ela desfaleceu. Apenas não caiu no chão porque eu a segurei firmemente.

- Você está bem? - Eu perguntei preocupado.

- Apenas não pare, por favor. - Ela implorou e eu não podia lhe negar nada.

Absolutamente nada.

POV Bella. Honey, honey. Nearly kills me.

(Alguns instantes antes)

Edward começou a rebolar sensualmente e abrir a sua camisa. Eu quase fui para o céu. Ele era tão lindo, tão musculoso, tão sensual. Eu o desejava com a minha vida. Ele mandou um beijinho pra mim e bati palmas bem baixinho, sentando-me na cama.

Então, ele terminou de tirar a camisa e jogou para mim. Eu tive a reação mais ridícula que alguém se pode ter. Eu a peguei e a cheirei. O cheiro dele era fantástico e me entorpecia. Eu achei que estava morrendo. O sangue pulsava em minhas veias e eu estava muito excitada. E aquele volume na calça dele, estava me matando. Eu queria tocar nele. Eu queria ouvi-lo gemer.

- Venha aqui agora. - Eu gemi bem baixinho e ele já estava ao meu lado em um piscar de olhos. - Deixa que eu tiro o resto para você.

Ele estava parado ao meu lado na cama, enquanto eu estava sentada de frente para ele o tocando. Seu peitoral era tão macio e musculoso, e ele parecia gostar do meu toque. Demorei um pouco para abrir o botão da sua calça e o zíper, porque o junior estava me chamando. Na realidade, ele gritava para mim: Me acaricie. Pegue em mim!

Eu estava quase enlouquecendo para tocá-lo, mas não queria parecer uma puta desesperada. Eu não tinha tanta cara de pau assim. Ainda existia aquela Bella envergonhada em alguma parte de mim.

Ele estava completamente sexy e irresistível com aquela boxer preta. Eu dei um sorriso para ele e fui dominada pelo desejo. Pela luxuria. Fique em pé na cama, fazendo com que os meus seios ficassem praticamente na cara dele.

Uma atitude muito ousada, mas eu não estava nenhum pouco arrependida.

- Oh, Deus! - Ele gemeu, enquanto abocanhava eles com toda a vontade do mundo. Eu soltei um risinho, mas logo eu gemi. Ele estava fazendo com que toda sanidade me abandonasse.

As mãos dele brincavam com o elástico da minha calcinha. E de repente, uma das mãos a invadiu e tocou a minha vagina. Eu morri. Senti o meu corpo se amolecer e fechei os olhos e então ele me pegou e me aconchegou em seu peito.

- Você está bem? - Sua voz lotada de preocupação.

- Apenas não pare, por favor. - Eu implorei. Eu parecia uma louca e desesperada, mas realmente não ligava.

Ele me deitou na cama e subiu em cima de mim. Me beijando docemente, me fazendo suspirar. Então, uma das suas mãos invadiu a minha calcinha novamente, tocando nela. Eu gemi baixinho e isso pareceu o instigar, ele passou a movimentar um de seus dedos ali, bem encima do meu clitóris. Ele parecia tão experiente.

Ninguém acreditaria se ele falasse que era virgem como eu. Ele havia nascido par ame dar prazer.

Ele beijava o meu pescoço, clavícula, maxilar, seios, ou até mesmo a boca, enquanto me acariciava. Eu estava ofegante embaixo dele, gemendo. Os dedos dele pareciam saber exatamente onde tocar e o que fazer. Em nenhum momento ele me penetrou, ele apenas me estimulou.

Então, um prazer nunca sentido por mim invadiu o meu corpo e eu comecei a me contorcer. Senti cada músculo do meu corpo tendo espasmos e o meu gemido alto foi abafado pela boca de Edward.

- Edward, eu amo você. - Eu falei, ainda dopada pelo orgasmo. Ele deu um risinho e beijou o meu pescoço.

- Eu também amo você, meu amor. Amo você mais que tudo. - Sua voz era doce, mas cheia de desejo.

Eu tentei me mexer, mas ele não deixou. Ficou em cima de mima, me prendendo.

- Edward.. - Eu fui falar pra ele sair, mas ele me cortou.

- Eu ainda não acabei com você. - Sua voz saíra sensual e veludosa, como uma melodia. Eu tremi e me senti excitada novamente.

Ok. Eu estava pronta para o Segundo Round.

Ele voltou a me beijar e me prensar. Estava todo auto-confiante e isso fazia com que ele ficasse mais ousado. Suas mãos estavam na minha bunda, a apertando com força e massageando. Depois elas foram para a minha barriga e para o seios. Então, ele foi caminhando os beijos para os seios.

- Você ama os meus peitos. - Eu falei, risonha. Ele grunhiu concordando.

Começou a chupá-los e provocar com a língua, de um jeito que me deixava louca. Fazia eu me contorcer e gemer em seu ouvido.

- Ah, Edward... - Eu falava e isso o deixava louco. Percebi que ele adorava quando eu falava o nome dele. - Eu quero te tocar.

Ele parou de beijar os meus peitos para me encarar. Estava totalmente dominado pela luxuria. Parecia um homem diferente. Fora de controle.

- Hm.. - Ele ficou sem palavras, apenas me encarando. - Eu sou seu. Serei seu para sempre.

- Então.. eu posso te tocar? - Eu estava desesperada. Ele soltou um risinho e fez que sim com a cabeça.

- Mas não agora. - Ele prendeu as minhas mãos acima da minha cabeça e começo a explorar o meu corpo com a língua e a boca. Eu arfava e implorava por mais.

Seus beijos foram descendo pelos meus seios, meu umbigo e chegaram perto do meu ventre. Perto do meu lugar mais íntimo. Eu gemi apenas de imaginar ele me beijando lá. Então, ele começou a arrancar a minha calcinha lentamente com o dente. E depois a puxou pelas minhas pernas com as mãos.

Eu estava totalmente nua na frente dele. Mas não tinha vergonha. Ele apenas estava vendo o que era dele.

Ele olhou para mim esperando alguma reação minha, para seguir em frente. E eu sorri pra ele, o que ele aceitou como uma resposta positiva. Abriu as minhas pernas doce e lentamente e então, começou a beijá-la.

Primeiramente foi apenas um beijo, e ao me ouvir gemer ele foi se soltando cada vez mais, e então começou a me provocar com a sua língua. Provando o meu gosto e me fazendo querer gritar. As minhas mãos não estavam mais presas pela dele, e eu a levei para o cabelo dele, como se estivesse o forçando a continuar a fazer aquilo.

Eu tentava enfiar a minha unha em seu coro cabeludo. E eu gemia me contorcia.

Sua língua brincava com o meu clitóris, então ele o sugava um pouquinho, me levando aos céus. Senti que ia ter outro orgasmo. Dito e feito.

Só que esse foi mais violento. Eu me contorcia, e senti um prazer ainda maior, e tive de morder o travesseiro para não gritar. Ele foi subindo novamente e agora me encarava com a íris douradas brilhando em satisfação.

- Você tem um gosto tão bom. - Ele falou divertido e embriagado.

Eu corei.

- Agora é a minha vez. - Falei e ele deixou levar-se. Nós rolamos e eu fiquei por cima dele. Tinha um sorriso perverso nós lábios. Eu queria o levar a loucura.

Começamos a nos beijar intensamente. E eu ia o acariciando. Seu peitoral.. seu abdômen definido, seu ventre.. e então eu cheguei na boxer preta. Ele ficou tenso e eu o encarei toda corada, com medo da rejeição.

Ele soltou um suspiro e gemeu meu nome baixinho. Eu tomei aquilo como uma resposta positiva e fui em frente. Estava beijando o seu pescoço, quando coloquei a mão para dentro da cueca dele.

Ele estava duro e pulsante e era enorme e grosso. No começo eu fiquei um pouco assustada, não sabia o que fazer, então Edward pegou a minha mãe e começou a ensinar o movimento que dava prazer para ele e eu logo entendi o espírito da coisa.

Eu o acariciava desde a cabeça até o fim dele, em um movimento hora rápido e hora lento, fazendo uma pressão com os dedos. Edward gemia embaixo de mim, enquanto passava a mão pelo meu corpo, o que me dava mais vontade de continuar. Fui aumentando o ritmo e ele começou a ofegar.

Ofegar! Algo que ele nunca havia feito na vida!

Então, de repente, ele soltou um grunhido alto e cheio de tesão. Foi nesse momento que ele retirou a minha mãe de dentro da sua cueca. Eu sabia que ele estava gozando e sorri satisfeita.

Ele me puxou para o seu peito e eu descansei a minha cabeça ali. Estava exausta, mas completamente saciada. Edward parecia ronronar embaixo de mim. Eu o encarei por uns instantes e murmurei um "Eu te amo", sem deixar a voz sair.

Ele sorriu para mim e começou a passar a mão no meu cabelo e cantar a minha cantiga de ninar no meu ouvido. Em menos de um minuto eu já estava sendo dominada pela escuridão.

Honey, honey – how you thrill me

Honey, honey – nearly kills me, aha

I'd heard about you before

I wanted to know some more

and now I know what they mean

you're a love machine

Querido, querido - Como você me emociona.

Querido,querido - Você quase me mata, aha.

Eu deveria ter ouvido sobre você

Eu queria saber mais

E eu sei o que eles queriam dizer

Você é uma maquina do amor.

Eu deveria estar sonhando. As lembranças ainda vivas e quentes na minha mente. Eu estava em um estado de torpor, estava adormecida e acordada ao mesmo tempo. O meu corpo todo estava amolecido e adormecido, enquanto minha mente trabalhava freneticamente.

O cheiro dele ainda estava impregnado em mim. O seu toque também.. o toque da sua língua gélida também. Eu estava toda quente por dentro, prestes a explodir.

Eu sentia a presença dele perto de mim, e tive vontade de tocá-lo novamente. Ele estava acordado, e eu dormindo. Como queria pode estar acordada pra dizer o quanto ele havia me dado de tesão. O quanto ele havia sido bom.

Mas eu era uma humana estúpida que tinha que dormir.

Parece loucura. Eu estou dormindo e falando comigo mesma por pensamento. Não estou louca, isso é apenas a TPPM.

Tensão-pós- pegada-monstro. Eu estou tão hiper-ativa que a minha mente não consegue relaxar. Acho que estou ligada na 220.

A sensação de seu dedo gelado no meu clitóris.. de sua língua. Estava tão presente em minha cabeça que eu não conseguia me desligar, eu estava simplesmente eufórica demais. Coloque-se no meu lugar, consciência. Um cara perfeito, gostoso, que você ama muito, simplesmente se solta contigo e começa a realizar os seus sonhos eróticos. Começa a te estimular com o dedo, te lamber e chupar até você gritar. É simplesmente impossível ser a mesma pessoa depois disso.

O que você faria se fosse eu? Com certeza, estaria bem pior que eu. Consciência desequilibrada.

Vamos,Bella. Relaxa. Isso.. Respira, Inspira. Droga! Então, de repente a escuridão foi me tomando novamente. Só que agora era na minha mente. Ela estava desligando! Já era tempo.

Fiquei esperando os sonhos virem, mas não vieram. Eu tive um sono pesado e sem sonhos, tudo preto. Não que eu estivesse reclamando, não depois da noite fantástica que eu tivera.

Acordei com o barulho da porta do quarto. Charlie provavelmente estava verificando se eu ainda estava viva, estava acostumada a acordar cedo e hoje seria diferente. Edward havia acabado comigo.

E eu pretendia que ele acabasse comigo várias e várias vezes.

- Bella? - A voz de Charlie. Bingo.

- Ahn? - Falei com uma voz de morta. Uau. Eu assustaria qualquer vampiro daquele jeito.

- Você está bem? - Ele estava com a voz preocupada. Que horas será que eram?

- Hm.. estou cansada. Tive uma noite mar.. maldita! Não conseguia dormir. - Eu falei apressada.

- Certo. Durma para se recuperar para essa noite. Hoje é Ano Novo, lembra-se? Bons sonhos. - Então ele saiu do quarto.

Óbvio que eu tinha que me recuperar. Naquele dia, ou na madrugada do próximo provavelmente eu não seria mais virgem. Precisava estar ligada.. que nem o coelho da Duracel.

- Bom dia, Bella-adormecida. - Ele apareceu ali do meu lado, deitado na minha cama. Eu estava com vergonha, corei e abaixei a cabeça.

- Bom dia. - Eu falei, sem encará-lo.

- Hm.. Charlie está achando que você está fugindo de casa. - Edward comentou com um sorriso torto, eu pude reparar quando olhei de relance.

- Ele não imagina as coisas que eu estou fazendo embaixo do teto dele. Acho que ele preferiria que eu fugisse. - Eu corei logo depois que falei. Edward riu.

- Se dependesse de você, estaríamos bem longe daqui. Ontem você quis pular a janela. Além de irmã para acidentes, sedutora e incrivelmente insaciável agora você virou suicida.

Eu ri e ele aproximou-se de mim.

- Hm.. - Grunhi. E ele me aconchegou em seu peito.

- Você está com vergonha de mim, meu amor? - Ele perguntou em meu ouvido. Eu me arrepiei e o meu coração acelerou. Como ele pode perceber.

- Um pouquinho. - Falei corada. Ele levantou o meu rosto com o dedo frio e fez eu o encarar.

- Não fique. Ontem foi simplesmente fantástico, não tem nada para se envergonhar. - Eu praticamente me derreti em seus braços.

- Achei que você não estaria aqui quando eu acordasse.

- Eu estaria aqui de qualquer maneira. Precisava ter a plena certeza de que eu não havia matado você ontem.

- Se eu tivesse morrido seria provavelmente de prazer, o que não seria algo ruim. Morreria feliz.

Eu e ele rimos juntos.

- E também. È uma desculpa para ficar longe de casa e das perguntas embaraçosas. Acredita que até Esme está conversando de sexo agora? Virou o assunto principal lá em casa. Uma missão: Como fazer o homem de 107 anos perder a virgindade?

- Desculpe por causar isso. - Eu realmente me sentia culpada. Eu que havia forçado a barra.

- Eles estavam esperando para falar nisso há muito tempo. Acho que me consideravam uma aberração. Ou gay.

- Você? Gay? Eu tenho provas contrárias. Além do mais, seria um desperdício.

Ele riu e me puxou para um beijo doce.

- Hm.. eu quero um desfile. - Edward falou de repente. Eu o encarei sem entender.

- Quê?

- Quero ver todas as suas roupas novas. - Ele estava exigindo.

- Não mesmo.

- Por que não? - Ele fez um biquinho. Ah, quase me joguei em cima dele.

- Simples. Imagina se Charlie entra no quarto e me vê usando aqueles trajes. Seria.. bizarro. Ele ia ter certeza que eu estava fugindo. Ou pensaria que eu virei prostituta. Fora de questão.

Ele parou para pensar por uns instantes.

- Você não fica parecendo uma prostituta. - Ele estava com bastante convicção.

- Ufa! Até que essas calcinhas fio-dental são confortáveis. Nunca imaginei que diria isso, mas .. as compras valeram a pena.

Edward riu.

- Uau. Se Alice descobre isso ela vai querer me instigar a te beijar e tocar o dia inteiro.

Ele tinha razão. Alice não podia nem desconfiar. Ela me assustava, às vezes, com aquela obsessão por roupas e shopping.

- Ah, depois me lembre de agradecer Emmett e todos os pervertidos de plantão da sua família por te darem conselhos. Eles deram a melhor noite da minha vida.

Edward tinha um sorriso torto nos lábios.

- Não vai agradecer a mim? Quem realmente fez, no sentido literal da palavra, fui eu.

- Oh. Está todo exibido. Se eu soubesse que era só pedir ajuda da sua família para você se soltar, teria feito isso faz tempo. - Eu estava com um sorriso malicioso.

- Eu deveria ter mais auto-confiança. Me pouparia de passar momentos tão embaraçosos. - Ele pareceu pensar por uns instantes e então balançou a cabeça como se quisesse esquecer.

Eu tive uma idéia muito bizarra. Que acabara de passar na minha mente problemática. Ela soava tão ... sem vergonha. Mas eu decidi colocá-la em prática.

- Edward.. eu quero brincar de uma coisa. - Eu falei fazendo uma cara santa. Mas ele podia ver meu sorriso perverso.

- Brincar? Você já não é grandinha demais para brincar, meu amor? - Ele perguntou divertido. Conseguia ver a curiosidade em seus olhos.

- É uma brincadeira adulta. - Eu falei, dando uma piscadela. Edward riu e pareceu entrar no meu jogo.

- Adulta,huh? Qual é a faixa etária?

- Digamos que.. varia. Se você tem um namorado vampiro de 107 anos, ela é perfeita.

Edward riu.

- Qual é a brincadeira?

- Caça ao tesouro. - Eu fiz um rugido com a boca. Nós dois rimos.

- Hm.. caça? - Ele hesitou por uns instantes.

- É. Você disse que queria conhecer todas as minhas roupas novas, e eu tenho uma que é perfeita para a brincadeira. - Eu fiz meu biquinho e ele soltou um suspiro.

- Quais são as regras? - Ele perguntou, parecia mais interessado.

- Você vai descobrir daqui a pouco. Eu te encontro no bosque aqui ao lado de casa daqui a 10 minutos. Preciso me preparar. - Falei no ouvido dele, tentando ser sexy.

- Bella.. Bella. Você ainda me mata. - Ele deu um beijo no canto da minha boca, tentando me provocar. - Dez minutos. Nem um minuto a mais.

- Uh! Edward,estou conhecendo um lado de você que era totalmente camuflado. O lado selvagem e impaciente.

Ele deu uma risada e então sumiu pela janela. Eu dei um sorriso maldoso, precisava arrumar tudo para a nossa brincadeirinha pura. Aquilo seria realmente interessante.

N/A: Segunda parte postada mais rápido do que eu imaginava! Onze reviews fantásticas! Own.. obrigada a todos vocês. São vocês que me dão forças para continuar a escrever,viu?

A fic já está completa, eu só espero que vocês deixem mais reviews para eu postar a Parte III.

Que tal? QUEREM ELA?

Clique então no botãozinho de review ali embaixo.

Ui.

Beijocas. Ari.