Título: Meu General... Meu Amor!
Autora: Eri-Chan & Ritsuka Peu
Beta: Lady Anúbis
Fandom: Sengoku Basara
Casal: Kojuro x Masamune
Classificação: NC-17
Gênero: Yaoi, Canon, Romance, Lemon
Disclamer: Sengoku Basara e seus personagens não nos pertencem (infelizmente), mas sim à Capcom e Production I.G que detém seus respectivos direitos autorais.
Sinopse: Por trás de uma amizade leal e uma devoção sem igual se esconde um sentimento profundo. O que fazer quando o sentimento por alguém que está tão próximo, mas, ao mesmo tempo, tão longe, ameaça extravasar?
Observação: Fic presente de aniversário para nossa amada amiga, cosplayer, desenhista, Giu. É nossa forma de agradecer sua atenção e carinho. Giu, você merece cada palavra escrita aqui.
Meu General... Meu Amor!
Eri-Chan & Ritsuka Peu
Parte II
Algum tempo se passou depois daquela noite e muitas coisas ocorreram na guerra de Sengoku. Masamune quase matou Imagawa, duelou mais uma vez com Yukimura e se encontrou cara a cara com o Sexto Lorde das Trevas, Oda Nobunaga.
Depois de um tempo retraído em Oshu, após a visita de Kaeda Keiji, Dokugan-Ryuu voltava à ativa. Agora seguia para as Planícies Shirataga de Nagashino para mais um embate contra tropas subordinadas de Nobunaga.
O Dragão de um olho só lutava contra o líder do clã de Azai, enquanto um pouco mais avante as tropas de Takeda lutavam com Ieyasu, líder do clã Tokugawa. Logo após a traição de Oda Nobunaga ao general Ieyasu líder do clã Tokugawa, ao mandar seu esquadrão de rifles para onde se desenrolava a batalha entre Masamune e Nagamasa, na qual resultou na morte do líder do clã de Azai. Agachando-se lentamente, Masamune pegou o capacete de Nagamasa e com uma voz grave, inexpressiva chamou:
– Kojuro. – Estendendo o capacete na direção de seu fiel ajudante.
– Sim. – Rapidamente o mais alto atendeu o chamado. Recebendo o que lhe era entregue, Katakura achou estranha a atitude de seu general, que se afastava, indo em direção a Akechi Mitsuhide. – Masamune-sama?
Caminhando imponente, Masamune fervilhava por dentro. Seus olhos faiscavam de ódio. Determinado, como em todas as suas batalhas, deixou que sua voz ecoasse pelo campo de batalha:
– Você de novo? – cerrou os punhos ao ouvir a risada cínica de Mitsuhide.
– É sua especialidade entrar no meio de batalhas? Pensando bem... Nenhuma bala o acertou? Parece que você possui uma sorte extraordinária – A voz irônica, cheia de sarcasmo de Mitsuhide chegou como uma bomba acabando de vez com a paciência de Dokugan-Ryuu.
– O Senhor das Trevas está por trás disso?
Ao perceber seu senhor se preparar para lutar, Kojuro gritou, quase desesperado:
– Masamune-sama, por favor, espere! – Sentia que aquela luta não terminaria bem. Não podia deixar que nada acontecesse a Date. Não depois de tudo o que houve entre eles.
– Você utilizou alguém como escudo, para que então pudesse acabar com ele, juntamente com seus inimigos... Pelas costas? – Ignorando o chamado de Katakura, Masamune se dirigiu a Akechi. Sua voz carregada com toda a fúria que dominava seu ser. Seu senso de justiça clamando por fazer algo. – Há coisas que devem ser feitas, e outras que não devem!
– Você está bravo, Dragão de um olho só. – A risada do subordinado do Senhor das Trevas se fez ouvir novamente. – Eu me divertirei com você um pouco.
Empunhando melhor sua foice, Akechi sorriu cinicamente, provocando deliberadamente seu oponente.
– Ok! Lots of luck!– Empunhando uma de suas espadas, em posição de combate, Masamune rebateu a provocação com a voz firme, avançando rapidamente na direção do homem de longos cabelos brancos.
Akechi recebe o golpe da espada, protegendo-se com sua foice. O impacto do golpe levantando uma nuvem de poeira ao redor dos dois.
– Maldito, porque você parece estar intoxicado? – Com a espada travada sobre a foice, Date rosnou, seus olhos escurecidos pela fúria.
– É óbvio, certo? – Mitsuhide rebateu ironicamente. – Eu estou intoxicado com aquela imagem.
Masamune reprimiu as palavras que lhe vieram à mente. Odiava o homem a sua frente. Ele, como chefe da província do norte, podia não ter escrúpulos a maioria das vezes, mas sabia quando respeitar a dor da perda de seus oponentes. O espadachim estava enojado pela forma como Akechi se referia às lágrimas que Oichi derramava por seu marido Nagamasa.
– Não há nada mais divertido do que pisar nos laços daqueles que estão apaixonados. – Akechi continuou falando, ignorando a força que aplicava para conter o ataque de Masamune. – A única coisa que pode me deixar mais feliz...
Batendo com a foice, o sádico pegou impulso, dando um mortal para trás, afastando-se de seu inimigo.
–... É ver um poderoso oponente perecendo diante de mim coberto de sangue e lágrimas, implorando pela sua vida. – Enquanto falava, acariciava com verdadeiro afeto a afiada lâmina da enorme foice, um sorriso doentio iluminava sua face. – Venha, vamos começar a festa.
Enlouquecido, com um olhar desvairado, Akechi avançou contra Masamune. Seus golpes com a foice eram rápidos e precisos, forçando Masamune a esquivar rapidamente.
A cada golpe, Kojuro olhava com receio de que um deles acertasse seu senhor. Não que duvidasse das habilidades de Masamune, afinal, já estava mais do que provado que ele não recebia os títulos que tinham por mero acaso, mas porque sentia que a hora não era favorável para eles. Seus muitos anos em um campo de batalha o fez desenvolver esse sexto sentido estratégico.
Uma explosão ao longe fez com que os dois duelistas parassem por um momento, observando a grande nuvem de fumaça que subiu, ocultando a todos que estavam no lugar.
Empunhando mais firmemente sua espada, Masamune ouviu o riso odioso de Mitsuhide. Sua pele se arrepiou de ódio ao escutar a voz gélida:
– Com isto os países do leste estarão em uma péssima situação. Você pode ser destruído a qualquer hora, em qualquer lugar. – A expressão de satisfação no rosto de Akechi reacendeu a fúria de Masamune, que avançou em um ataque aéreo contra o sádico oponente.
Esquivando com mais um mortal, o subordinado de Nobunaga olhou com desdém para o Dokugan-Ryuu, perguntando em um tom de pilhéria:
– O que há de errado, Dragão de um olho só? Você não é tão esperto quanto eu pensava! – A leve brisa fazia os longos cabelos alvos de Akechi voarem, dando-lhe uma aparência mais insana. Com um leve meneio de cabeça em direção ao esquadrão de rifles, deixou sua voz chegar até Masamune em um tom suave, enquanto seu rosto era permeado pelo sorriso de escárnio – Não é hora de você dançar?
– Um trabalho mais aconselhável para você seria o de guardião dos portões do inferno. – Ultrajado, com os nervos à flor da pele, Date ameaçava avançar novamente, mas foi impedido por Kojuro, que rapidamente correu até seu senhor, bloqueando-lhe a passagem com o braço.
– Masamune-sama, nos ordene recuar! – Katakura, como a voz da razão, encarava Akechi enquanto impedia seu superior de avançar. – Com a quantidade de armas que eles possuem, nós seremos aniquilados se os enfrentarmos de frente!
Masamune ficou um pouco balançado pelas palavras de Kojuro, afinal no calor da luta não parara pra pensar nesses detalhes. Mas, seu orgulho não o permitia recuar.
Como se lesse os pensamentos de seu amado, Katakura prosseguiu, olhando para Masamune por sobre o ombro:
– Eu, Kojuro, compartilharei essa desgraça com você.
A risada de Akechi Mitsuhide se fez ouvir mais uma vez, fazendo com que mais raiva enchesse o coração de todos do clã Date ali presentes. A diferença numérica entre eles e a tropa das trevas era gritante. Percebendo isso Masamune engoliu seu orgulho e embainhou sua espada. Não podia permitir que seu ego destruísse a vida daqueles a quem tinha o dever de zelar.
– Vamos recuar, Kojuro! – Sua voz saiu firme, mas seus olhos perdiam o brilho.
Ao escutar a ordem, vários subordinados começaram a gritar:
– Recuar! Recuar! – Lentamente todos os soldados do clã de Date se retiraram do campo de batalha nas planícies Shirataga de Nagashino.
Sem nada dizer e nem ao menos olhar para Kojuro, Masamune montou em seu cavalo, batendo em retirada. Com os braços cruzados permanecia olhando diretamente em frente, em sua cabeça passava tudo o que acabara de acontecer.
Kojuro observava seu amigo, achando estranho seu comportamento. Sentia-se incomodado, triste por estar sendo deliberadamente ignorado por aquele que mais amava. Achando que era por causa de seu pedido para recuarem, Katakura resolveu se desculpar:
– Masamune-sama... – Sua voz saiu preocupada, porém foi interrompido por um grito à distância.
– Espere, Dragão de um olho só! – A voz conhecida de Sanada Yukimura chegou aos ouvidos de todos, fazendo com que todos, menos Masamune, olhassem para trás. – Date Masamune-dono!
Yukimura cavalgava veloz, seguindo a tropa. O olhar determinado incomodando intimamente a Kojuro que sentiu uma fisgada no peito, o ciúme claramente o corroendo.
– Oshu está muito longe! – O soldado Rubro prosseguia gritando enquanto alcançava ao grupo. – Venha conosco para Kai!
Apesar de enciumado, Kojuro não podia deixar de pensar com a razão, achando lógico aceitar a oferta de hospitalidade. Vendo a falta de reação de seu superior, Katakura avançou em seu cavalo, tentando se aproximar mais de Masamune.
– Masamune-sama, vamos aceitar a oferta de Takeda! – Pareando com seu general continuou – Nós tivemos muitas perdas também.
Date que permanecia em silêncio, com a cabeça baixa, era observado de perto por seu mais leal ajudante, que estranhava cada vez mais seu retraimento, até que sem que ninguém esperasse, Masamune pendeu o corpo para trás caindo de seu cavalo. Desesperado, Kojuro saltou de sua montaria.
– Masamune-sama! – Correndo até onde seu senhor havia caído, enquanto Yukimura também se aproximava e alguns soldados exclamavam "Líder!" preocupados.
– Date-dono, o que aconteceu?! – O soldado Rubro perguntava enquanto parava seu cavalo.
Kojuro ao se agachar para ver Masamune notou sangue saindo de seu abdômen. Sua expressão de horror chocou aos outros soldados que ficaram agitados. Masamune fora acertado por um dos tiros dirigido ao líder do clã de Azai.
Sem outra opção, Kojuro organizou rapidamente os homens que os acompanhavam, e seguiu Yukimura até Kai. Enquanto cavalgava rapidamente com Masamune nos braços, Katakura não conseguia acreditar que aquilo realmente estivesse acontecendo. Seu maior temor, tudo o que não queria ocorria neste instante. Se não estivesse vendo com seus próprios olhos ou sentindo com suas próprias mãos diria que aquilo era um pesadelo. E de muito mau gosto.
ooOoo
Em um dos alojamentos oferecidos por Takeda Shingen, Kojuro permanecia ajoelhado ao lado do leito onde se encontrava Masamune. Em sua cabeça milhares de coisas passavam e o sentimento de culpa predominava.
À cabeceira do leito se encontravam as armas, tanto de Kojuro quanto de Masamune, dispostas paralelamente. O capacete do general também estava ali. O lugar amplo e pouquíssimo mobiliado era iluminado por velas.
Kojuro olhava para suas próprias mãos, refreando a louca vontade de chorar. Nem sabia como tivera forças para ajudar a fazer os curativos de seu senhor. Agora, tudo o que queria era que a recuperação dele fosse rápida, para que pudesse ver o brilho daquele homem novamente, tanto no campo de batalha como fora dele.
Os olhos castanhos passearam pelo corpo ferido, conferindo mais uma vez os sinais vitais. A expressão triste em seu rosto mostrava toda a dor que lhe afligia a alma. Respirando fundo, começou a falar, mesmo que seu senhor não o ouvisse.
– Você levou um tiro... – Sua voz enrouquecida pela falta de uso. Fazia horas que não saia de perto de Masamune, zelando por seu sono. – Eu não percebi isto e não o impedi de lutar contra Akechi também.
Abaixou a cabeça, fechando os olhos com força. A culpa lhe corroia. Como pudera deixar tudo isso acontecer com a pessoa que mais ama? Que tipo de amor era aquele que nem servia para proteger seu amado?
– Este foi o maior erro que eu, Kojuro, já cometi!
Um barulho chamou a atenção de Katakura, que olhando para a porta percebeu que os soldados de Oshu estavam ali, preocupados com seu general. Levantando-se e indo até eles, coordenou-os para que ajudassem aos outros soldados feridos, afinal naquele momento, toda a ajuda era bem-vinda.
Enquanto observava seus subordinados irem cumprir suas ordens, viu o general Tigre de Kai, Takeda Shingen e seu ajudante, Sanada Yukimura, se aproximarem. Não pôde deixar de sentir ciúmes ao ver o Soldado Rubro, mas aquela não era hora nem lugar para aquele tipo de sentimento. Acompanhando os recém-chegados, Kojuro voltou a se ajoelhar na mesma posição de antes, perto de Masamune. Abaixando a cabeça de forma servil, deixou sua voz ecoar pelo recinto:
– Obrigado por nos tratar tão cordialmente. – Suas palavras eram sinceras.
A sua frente, do outro lado do leito, o Tigre de Kai observava Masamune dormindo, enquanto Sanada permanecia ajoelhado perto da porta, sem desgrudar os olhos do ferido. Kojuro se sentia um pouco mal por estar naquela situação, mas faria tudo para que Masamune se recuperasse logo, até mesmo aturar possíveis humilhações.
– Parece que ele não corre perigo. – Com os braços cruzados, Takeda demonstrava certo alívio por ver que a recuperação do Dragão de um olho só seguia bem. – Porém ele perdeu muito sangue. Já pedi para alguém preparar algo para ele comer. É melhor alimentá-lo.
– Estou em débito com você. – Fazendo uma reverência a Takeda Shingen, Kojuro agradeceu de todo coração. Sabia que se não fosse pela hospitalidade daquele homem não haveria dado tempo de salvar Masamune.
– Olho direito do Dragão, você nos odeia por termos utilizado vocês?
Ao ouvir a pergunta, Katakura voltou a se erguer e após breve pausa respondeu à pergunta que lhe era feita.
– Nós agimos por conta própria desde o começo. Até mesmo nesta luta, nós não queríamos ter laços com vossa aliança.
Sanada Yukimura observava de longe aquela conversa, sua atenção totalmente voltada ao ferido. Em sua mente milhões de coisas passavam, estava muito confuso, mas a única coisa de que tinha certeza absoluta, era que queria que Date Masamune estivesse bem logo. Ele não entendia o porquê, mas saber que o líder do clã de Date estava bem e seguro o enchia de paz, até mesmo de certa felicidade. Sanada foi arrancado de seus pensamentos pela voz de seu general, que prosseguia com o diálogo:
– Há generais que ainda planejam lutar pela terra, e desejam nossa morte ao derrotarmos Oda. – Levantando-se Takeda continuou. – Levando isto em consideração, nós enviamos alguém que não possui um general como nosso emissário a Mouri e Chousokame nas ilhas Seto.
Pensando um pouco sobre o que ouvira, Kojuro lembrou-se de uma visita 'alegre' demais que tiveram em Oshu.
– Maeda Keiji? – Seu tom era mais de uma afirmação do que uma pergunta em si.
Com um meneio de cabeça, Tigre de Kai confirmou, continuando com suas explicações:
– Parece que ele havia planejado enfrentar sozinho o Senhor das Trevas, para acabar com tudo. – Quebrando o contato visual com o aliado de Masamune, Takeda mirou em um ponto qualquer da parede – Ele de fato é muito interessante para ser considerado um mero andarilho.
– O plano dele não é completamente diferente do nosso? – Meio confuso com o rumo da conversa, Kojuro perguntou.
– Será tarde demais quando nós acabarmos com os recursos, mesmo que derrotemos o Senhor das Trevas. – Takeda respondeu com sua firmeza característica. – A situação está difícil... Porém da próxima vez que o enfrentarmos, eu quero ter certeza que estará cercado completamente.
– É quase impossível trazer para o nosso lado Mouri e Chousokame. – Kojuro rebateu enquanto ponderava na questão. – E também, permitir que outros países cerquem e ataquem não é o estilo do clã de Date.
Yukimura escutou com atenção as últimas palavras de Kojuro, sentindo sua admiração por Masamune crescer ainda mais. Afinal não era qualquer homem que conseguia um aliado tão forte e fiel.
Kojuro respirou fundo, retomando o fôlego perdido naquela conversa. Lançando mais um olhar ao seu amado adormecido concluiu seu pensamento:
– Entretanto... Não há outro jeito.
Depois dessas palavras, Takeda Shingen se retirou do quarto sem mais nenhuma palavra. Após reverenciar Kojuro, o Soldado Rubro levantou-se para ir embora, mas antes que fechasse a porta lançou mais um profundo e longo olhar para Masamune.
"Dragão de um olho só, Date Masamune-dono... Após derrotarmos o Senhor das Trevas, eu devo entretê-lo na luta final", pensou enquanto observava Kojuro se aproximar ainda mais de seu general. Uma fisgada em seu peito o incomodou, mas não dando importância fechou a porta e saiu para encontrar-se com Takeda.
No quarto, Kojuro se debruçava sobre o corpo de Masamune. Seu coração disparado e sua ira sendo bravamente contida. Lera nos olhos de Yukimura muitos dos sentimentos que ele mesmo tinha pelo Dragão. Katakura sabia que Date detinha algum tipo de sentimento mais forte pelo oponente, percebera isso nos encontros casuais nos campos de batalha.
Sem que percebesse, lágrimas inundaram seu rosto, molhando o peito de seu general, e sem se importar com isso, abraçou-se ao corpo ferido de modo desesperado, com a voz estrangulada sussurrando:
– Eu só quero que você fique bem e se recupere. Pois só assim poderei lutar por seu amor...
A noite seguia veloz, todos estavam ocupados demais com seus afazeres, ajudando os muitos feridos, e ninguém ouvia os soluços que vinham de dentro dos aposentos onde se encontrava o general de Oshu.
Fim
Mais uma vez quero felicitar minha amada amiga Giuliana e desejar toda a felicidade do mundo. Não importar que o níver dela já tenha passado, para mim, todo o dia relacionado a ela é de festa!!!
Mais uma vez agradeço ao Peu Wincest por disponibilizar de seu tempo e escrever essa fic comigo. Peu te ADORO demais.
Agradeço a minha Mommis, Amiga e Beta Lady Anubis por mais uma betagem DELICIOSA. Admiro muito seu trabalho e não me canso de falar com sou sua Fã Number ONE FOREVER and EVER!!!
A todos que leram, agradeço muitissimo.
Beijos a todos,
Eri-Chan
14 de Junho de 2009 - 18h:26Min
