Oi gente, como estamos?
Espero que maravilhosamente bem! Bom, para finalmente colocar o Complete aqui nessa pagina de one shot, nada mais justo que a primeira vez deles depois que Bella foi transformada no ponto de vista dele, certo?
Nhami!
Eu tinha planos para escrever sim, mas não sabia se ia postar. Então graças a Ketyane eu estou aqui postando.
É um presentinho muito pequeno não só para todas vcs, mas também para essa grande amiga.
Espero que gostem! Bjs, Mi.
Ela não é mais quebrável.
O aviso de Alice soou em minha cabeça enquanto Bella observava todo o quarto com cuidado.
Eu com toda certeza queria alo maior e melhor, mas Esme conhecia Bella bem o suficiente para saber que mais do que isso, por enquanto não seria necessário. Ela continuava dando valor a tudo que é mais simples.
Talvez em alguma outra oportunidade, ou em nossa próxima casa.
Isabella Marie Swan.
A dona do meu coração frio e duro como pedra. Ela passou a mão no cabelo e a representação perfeita estava em seu pulso.
Era mais fácil entender o ponto de vista dela agora. Passamos por cima de tantas coisas ruins. Na verdade, ela que passou. Ela, a frágil humana provou como tinha um coração de ouro. Como era forte e única. Provou como eu não a merecia. Mas ainda assim ela esteve ao meu lado. Ela me deu a chance de concertar tudo.
Com toda certeza ela me amou desde o primeiro momento. Incondicional e irrevogavelmente.
Não foi diferente para mim, quando eu entendi qual era o desejo mais forte que eu sentia. Desejo na realidade, não era a palavra correta.
Amor.
Eu sempre estive sozinho e pensava que era o meu destino. Eu agora entendia o motivo de todos comentarem como eu era amargurado. Viver junto com outros três casais extremamente felizes não era fácil.
Os pensamentos sobre amar, ser amado. Ter a pessoa especial ao seu lado para todo o sempre. Ser forte por ela, se sentir completo de tantas maneiras que pudessem ser possíveis.
Também não era muito agradável ler certos pensamentos de Emmett ou Alice, mesmo com muitos anos de convívio. Eu sempre ficava completamente enjoado quando Rosalie informava sobre mais uma casa destruída, ou sobre mais alguma viagem de lua de mel.
Eu não desejava ter alguém apenas para isso. Na verdade eu se quer cogitei a possibilidade de ter alguém. E o pouco que ainda me recordo sobre meus pais, e vejo de Carlisle e Esme é o suficiente para eu acreditar que uma relação é muito mais do que apenas isso.
Na verdade, quem realmente me fez aprender isso foi Bella. Aceitando o que eu sou, me permitindo partir quando eu disse que ela não era boa para mim. Me salvando em Volterra meses depois, deixando seus princípios de lado para realizar meu sonho. Se tornando uma de nós, abrindo a mão de absolutamente tudo para mostrar como seu lugar realmente sempre foi ao meu lado.
Ela lutou por isso.
E com isso ela mostrou que meu ponto de vista sobre meu coração ser duro como pedra e frio como gelo era mentira.
Fisicamente ele estava morto, mas o sentimento, minha alma comprovavam que ele ainda estava vivo.
Cada nova sensação deixava isso cada vez mais claro, apesar de eu não admitir.
Desde a primeira troca de olhar. A ansiedade para conhecer mais sobre ela, para estar sempre ao seu lado e a protegendo de si mesma. Resistir a ela de tantas maneiras diferentes. Seu cheiro, seus beijos, seu corpo.
Uma vez ela disse que não se importaria que eu tomasse a alma dela, se esse era o problema para transformá-la. Mas na verdade quem tinha roubado era ela.
Ela sempre demonstrou estar deslumbrada comigo. E eu tentava demonstrar como eu também sempre fiquei deslumbrado com ela.
Era um novo momento. O momento da eternidade que estávamos vivendo agora.
Novas descobertas minhas e dela.
- Você ouviu o que eu falei Edward?
- Me perdoe. Pode repetir? – ela sorriu.
Sua pele agora estava igual a minha. Seu corpo não era tão mais quente como antes, e eu tinha que admitir que fosse mais fácil conviver sem o seu coração batendo, do que eu imaginava. Ela estava ainda mais linda, não existia pintura, escultura ou divindade que eu pudesse comparar. E mesmo com aqueles olhos vermelhos... Não importava e eu também não precisava me sentir dessa forma. Logo desapareceriam ela estava perfeita.
- Vamos dizer a ela que eu passei horas lá dentro brincando de me trocar. Nós vamos mentir.
Sorri entendendo o seu recado. Ela me puxou para um beijo tão faminto como eu nunca tinha experimentado antes.
Nada de seda e vidro. Éramos totalmente iguais agora e com ela reagindo assim eu não iria conseguir ser realmente suave.
Ela quem estabeleceu como o beijo deveria ser. Maravilhoso poder sentir o seu gosto sem ter que lutar comigo mesmo, ou sentir minha garganta arder.
Eu não precisava mais ter medo de machucá-la com meus dentes. Eu agora só precisava apreciar a sensação da sua língua enroscada na minha pela segunda vez. Quando ela ainda era humana demos tantos passos maiores, mas ainda assim todos tão cheios de restrição.
Eu não tive medo de puxá-la para meu colo. Ela se segurou em minha nuca e uma das suas mãos estava em meu cabelo. Entre um rosnado e um puxão forte que ela me deu finalmente consegui fazer com que suas pernas ficassem presas ao redor do meu quadril.
Ela se pressionou contra meu corpo. Uma pequena e deliciosa tortura. Eu parei um pouco o beijo e ela puxou ar com força e depois gargalhou.
Bella era a dona do mais lindo sorriso.
E a sua gargalhada inocente que preencheu todo o quarto me fez rir junto com ela.
- Você me faz tão feliz...
- Você também. Finalmente. – ela falou passando a língua pelos lábios e depois sorriu.
Ela agarrou minha camisa e me olhou bem nos meus olhos.
- Você sabe que precisamos de uma desculpa que possa parecer convincente.
O tecido foi rasgado e ela voltou a me beijar.
Eu não podia deixar de sorrir com sua atitude apressada.
A deitei na cama e me afastei um pouco, o suficiente para ouvir seus protestos e retirar o resto da minha camisa.
Minha esposa.
- Me deixe fazer com você como eu gostaria de ter feito em nossa lua de mel.
- Fique a vontade. – ela me lançou um sorriso lascivo e depois sorriu.
Não existiria pressa.
Eu retirei as sapitlhas que ela usava e empurrei mais um pouco do seu corpo para trás. Eu precisava dela inteira na cama.
Segurei suas mãos e ela sorriu se sentando. Eu estava de joelho entre suas pernas.
Eu gostaria de ter estado tão certo e tão seguro como agora em nossa primeira vez. Ela merecia isso. Mas ela apenas teve um marido inseguro ao seu lado. Ela, da mesma forma que todas as outras poucas vezes que estivemos realmente juntos, estava tranqüila e contente de tudo que estava acontecendo e que poderia acontecer.
Eu puxei sua blusa para cima e me perdi na imagem dela estar usando um sutiã azul. Uma peça simples, sem nenhum detalhe. Apenas a cor. A minha cor favorita nela. Agora mais do que nunca.
Azul destacava sua pele, realçava seus olhos. Ela uma mistura de contrastes interessante. Ela se jogou na cama novamente, sorrindo. Mesmo seus olhos estando vermelhos e me deixando com muito menos controle do que eu gostaria... Combinava. Seu cabelo espalhado pela cama, espalhado por seu colo.
Era uma bela visão para passar horas apreciando caso um de nós agüentasse ficar parado.
Mas como nem eu conseguia...
O próximo passo foi retirar sua calça. Minha pressa acabou sendo um pouco maior com a peça, e eu acabei puxando a sua calcinha junto.
Seu cheiro me atingiu copo um tapa no rosto. Eu não tinha certeza sobre como fazer aquilo, mas não consegui deixar a minha vontade de lado. Era uma questão de necessidade sentir o seu gosto.
Eu me perguntei sobre como seria fazer isso durante tanto tempo.
Quantas vezes eu não me perguntei como poderia saciar a minha vontade e acima da minha, a vontade dela?
É fácil lembrar como era frustrante me afastar dela. fazê-la pensar errado sobre mim, dar a entender que eu não a desejava.
Quantas vezes Alice – diferente de Emmett – não veio conversar comigo sobre a minha situação com Bella. Ela não aceitava que eu fosse ser tão irredutível, pois em algum momento eu não poderia ser mais.
Ela sabia.
Sabia o que Bella ia me pedir, apenas não tinha me contado.
Eu me vi tão frustrado quanto ela no dia em que eu tive que parar com tudo. Eu tinha que deixá-la assustada. Mostrar todas as possibilidades de perigo. Até mesmo enquanto eu ficava me perguntando até que ponto eu poderia ser carinhoso com ela para saciar sua vontade e assim como a minha.
Mas em nossa lua de mel eu tive que ser tão forte...
Seu cheiro ficava muito mais forte. Seu suor, seu coração batendo freneticamente.
Era difícil dizer não a Bella depois que estabelecemos limites de verdade. Nossa primeira noite eu acabei ultrapassando muitos deles. E o meu monstro veio à tona quando eu notei todo o seu corpo coberto por pequenas manchas.
Tão linda pequena e frágil. Mas minha. E eu quem tinha feito aquilo com ela.
Passamos dias evitando o assunto. E eu queria que ela acreditasse. Eu estava evitando muito mais por mim do que por ela. Para poder mantê-la viva, inteira e bem, eu precisava manter a minha sanidade perfeita.
Obvio que provocações surgiam.
E Alice ainda tinha contas para acertar comigo. Todas aquelas fitas, laços, rendas, seda...
Eu podia ser um monstro, mas ainda era homem.
E Isabella Cullen era a mulher que eu amava e desejava mais do que tudo no mundo.
Não foi fácil me fazer indiferente o tempo todo. As suas tentativas de mostrar a intimidade que marido e mulher podem ter mesmo sem estarem em cima de uma cama...
Era por isso que eu não precisava resistir mais.
Novamente eu estava repetindo para mim mesmo: ela é igual a mim.
Se seu coração ainda pudesse bater, eu tenho certeza que ele estaria muito acelerado agora. Mas a sua falsa respiração estava como seu coração deveria estar.
Ela mordeu os lábios e me olhou um pouco apreensiva. Não tínhamos feito nada desse tipo. Mas eu queria ser o primeiro.
Como eu disse na nossa primeira noite: eu gostaria de decorar todas as partes de seu corpo.
Eu precisava entender todas as reações, saber que era o causador de cada tremor, de cada suspiro, de cada gemido. Futuramente, de cada pequena morte que a preenchesse.
Eu a critiquei por ter usado essas palavras para explicar o que sentia.
Mas elas faziam total sentido. A primeira vez que senti isso foi como estar morto por alguns segundos ou minutos, horas... Nada mais importava nada mais fazia sentido. Apenas uma sensação devastadora tomando conta de mim.
E quando tomava conta dela...
Era a visão mais magnífica de todas. Meu nome escapando de seus lábios era a maior música para os meus ouvidos.
Eu beijei a parte interna de suas coxas, beijei seu baixo ventre e finalmente fiz o que tanto desejava.
Seu cheiro e seu gosto me deixaram completamente bêbado.
Saber que eu tinha deixado ela daquela forma me envaidecia, e eu queria mais. Eu queria que ela ficasse ainda mais se fosse possível. Eu queria degustar até o ultimo momento.
E era ai que as coisas para nós ficavam ainda melhores: não existia um ultimo momento a não ser que batêssemos com os pés no chão e tomássemos a decisão de parar.
- Edward...
Ela cantou meu nome, seus dedos estavam por meu cabelo. Eu não fazia idéia de quanto tempo estava perdido apenas saboreando ela.
- Edward, já chega.
Eu sorri substituindo meus lábios e minha língua por meus dedos. Ela se contorceu mais uma vez.
- Não estou sentindo tanta certeza em sua voz.
Bella sorriu maliciosa e me beijou e gemeu alto quando minha língua enroscou com a sua como mais cedo: violentamente.
Depois de sorrir e parar o beijo ela rolou na cama para que eu ficasse deitado.
- Minha vez então?
Arquear as sobrancelhas morde os lábios e me lançar um olhar lascivo com aqueles olhos vermelhos era demais.
Assim que se livrou de minhas roupas eu fechei os olhos.
- Olhe para mim Edward.
Eu tinha que assumir que estava envergonhado. Por mais que o desejo de descobrir como seria a sensação fosse maior... Eu estaria corado como ela ficava. Tão envergonhado.
- Eu te amo e sou sua esposa. Você não precisa ter vergonha.
Eu realmente não precisava, mas eu não conseguia registrar tudo com facilidade. Apenas com a sensação de estar em sua boca. Ela ir e vir, seus lábios se apertarem sobre toda minha extensão e sua língua me torturar.
Seu sorriso satisfeito por me ver ofegar. Seus gemidos acompanhando os meus, minhas mãos em seu lindo e macio cabelo castanho.
A mesma sensação que eu não soube aproveitar semanas atrás por medo de ser algo tão desconhecido e forte. Eu fiquei completamente sem sentidos durante algum tempo indeterminado. Tudo parecia ficar escuro e depois explodia. Era como se eu explodisse em um milhão de pedaços diferentes.
Quando eu fracamente recuperei os sentidos, eu estava sentindo sua língua trabalhar por minha barriga.
Eu sabia que mesmo não falando em alto e bom som, que ela estava captando a mensagem em meus olhos.
Eu amo você.
Era a maior verdade de todas.
Com apenas um toque seu eu me senti pronto novamente.
Bella era direta e não sentia vergonha de seguir com suas vontades e desejos. Eu tinha que estar agradecido por isso dessa vez. Eu não precisava ter controle, nem controlá-la. Apenas aproveitar o momento.
Não exatamente de surpresa, já que eu sabia o que ela queria, apesar de não saber exatamente como, ela rolou e se deitou na cama me puxando para cima dela.
Estávamos ansiosos de novo. Borbulhando por dentro, necessitando de mais. Com um movimento só eu me coloquei dentro dela que gritou meu nome.
Não tinha como ser muito delicado. Eu estava perdendo todo controle de verdade.
- Mais! Mais Edward, mais!
Quanto mais ela pedia, mais eu forçava o meu corpo contra o seu.
Eu não sei exatamente quanto tempo foi necessário para que eu apertasse seu corpo com minhas mãos, e ela se apertasse ao meu redor. Não estávamos sendo mais delicados. Mordidas, chupões, beijos famintos o barulho de corpo agindo contra corpo.
Bella rolou e ficou por cima de mim. Uma sensação que eu também já conhecia.
Mas ela ousou e me permitiu ousar.
Uma única regra que estabelecemos, mesmo sem ter sido dito em voz alta, era de nunca sair de dentro dela.
Experimentamos sensações novas.
Estar de lado, colocá-la de quatro, prensá-la contra a parede.
Tudo isso sem nunca, nunca e nunca sair de dentro dela. Sendo delicado e acariciando seus seis, os mordiscando, os sugando.
A única coisa que importava era prensar Bella contra meu corpo e a única coisa que importava para ela era se sentir prensada.
Me sentar na cama e sentir ela impulsionar seu corpo contra o meu e depois derrubá-la e prender seus braços no alto da sua cabeça enquanto voltava a ter o controle da situação e ainda me ocupava com seus seios ou sugava o lóbulo de suas orelhas.
Mais e mais gemidos.
O gosto da sua pele.
Corpo contra corpo.
Lamurias gritos, pedidos.
Ela queria mais e eu também queria mais.
Explosões seguidas de explosões.
Mais arranhões, mais mordidas.
E o dia estava amanhecendo. Talvez por isso tivéssemos voltando a um ritmo mais calmo e adorável.
Eu estava por cima dela mais uma vez, acariciando seu corpo com ternura enquanto ela passava suas mãos por minhas costas delicadamente e me beijava com louvor.
Uma ultima vez, apesar de já estar claro do lado de fora de nossa pequena casa, tudo ficou escuro.
Mais escuro
Mais escuro.
E eu explodi, junto com ela. Abraçado ao seu pequeno e agora resistente corpo.
Sorri extasiado, e ela me acompanhou.
- Amo você. – era tão bom ouvir essas duas palavras saindo de seus lábios, palavras cheias de certeza.
- Eu também. Amo você minha Bella...
Ela sorriu me beijando mais uma vez, um beijo doce, porém apaixonado, sem pressa.
- E você queria me negar tudo isso?
Sua pergunta bastou para que tudo continuasse mais uma vez.
...sem restrições.
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Bjs, Mi.
