Notas de Autora: Yo, minna! O.O

Um dia depois ela aparece...

Ainda estou estupefacta à frente do monitor a reler os vossos reviews... au...! 5 só num dia?? Acho que vou desmaiar! XD

Parece que gostaram bastante do 1º drab sobre vampiros, quem saiba não acha mais?

A Vick.y Pirena pediu uma continuação, mas para falar a verdade eu não estou a imaginar uma possível continuação para essa one-short. Talvez com o tempo apareça alguma ideia, mas não posso prometer nada – já que ultimamente não estou a cumprir as minhas promessas! YY E olhem que é mesmo por não puder! Ainda bem que eu não concordo muito com a ética kantiana senão a esta altura já ninguém cumpria as suas promessas! XD Coisas de filosofia...

Como eu disse no primeiro drab os reviews ajudavam e aqui está a vossa recompensa! Resposta aos reviews depois das notas finais da autora.

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Colecção de Drabs de SxS

Drab 2 – Traições

By Ying-Fa Kinomoto Lee

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Dedico este Drab à Musette Fujiwara » Eu sei que deves estar ocupada nesta altura – estamos numa quarta – mas espero que passes cá no fim-de-semana. Não sei se a história em si tem alguma ligação contigo – tem mais ligação comigo! XD – mas esta one-short é dedicado a ti, por sempre comentares e seres a minha segunda 'lê mentes'. É sempre bom 'falar' contigo!

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Começado às 13:44:49 de 2 de Março de 2008

Sentia-me um completo idiota!

Idiota!, gritava a minha mente. Sim, ela tinha razão. Eu era um idiota, um estúpido, todos os adjectivos negativos que poderiam existir no mundo!

Tinha ido de viajem à minha terra natal. Queria tratar de alguns assuntos da minha herança, até porque faltava pouco para eu completar os vinte e um anos – que seria a altura em que me tornaria chefe das empresas do meu clã, seguindo os passos do meu estimado pai –, e falar com a minha mãe acerca da minha namorada.

Eu sou um idiota!

Falara com a minha mãe acerca do casamento. Ela parecia concordar com tudo, pois como ela própria dizia, apenas queria ver-me feliz.

E como eu era feliz nessa altura!

Sim, era feliz até hoje. Quando tive a brilhante ideia de fazer uma surpresa à minha querida namorada, chegando antes do previsto. A cena que presenciei foi...! Eu não conseguia recordar, pois dava-me uma enorme vontade de matar alguém. Matar uma certa pessoa.

Estava sentado num dos baloiços que existiam no famoso parque Rei Pinguim. Balancei um pouco o baloiço, indo este à frente e a trás. As minhas mãos seguravam a corda que prendia o baloiço onde eu estava sentado.

Parecia estar a viver um pesadelo. Um pesadelo sem fim.

Estava tão concentrado na minha dor que não ouvi uns passos e alguém a sentar-se no baloiço ao lado do que eu estava sentado, mas ouvi o barulho de um baloiço em movimento e aquela doce voz dizendo-me:

Syaoran?, chamou-me. Eu, automaticamente, virai-me na direcção de onde ouvia aquela melodiosa voz. Só podia ser ela. De certeza que ela tinha ido ter com ele para explicar o sucedido. Deveria ter razões para o que eu vi e eu, como um tonto apaixonado, aceitaria a primeira desculpa que ela disse-se, mesmos se fosse a mais esfarrapada de todas.

O sorriso no meu rosto desapareceu ao visualizar outra pessoa. Não era ela, era a...

Sakura?, sussurrei surpreendido. O que estás aqui a fazer?, perguntei, tentando parecer descontraído.

Eu é que deveria fazer essa pergunta, não?, perguntou-me com o seu típico sorriso. Aquele sorriso fazia-me lembrar o sorriso dela.

Ahh, lembrei-me da surpresa que eu queria fazer. Eu vim mais cedo das minhas férias. Queria fazer uma surpresa, tu sabes, respondi, à espera da sua reacção.

Já foste visitá-la?, perguntou-me enquanto me observava.

'Acho que já não posso esconder a minha tristeza, não é?', pensei comigo mesmo. Fui à sua casa, entrando de surpresa, com uma pequena ajuda das chaves que ela me tinha dado da sua casa, o meu tom de voz era irónico e acho que a Sakura percebeu-o. Quando entrei a primeira coisa que vi foi o meu melhor amigo com uma toalha envolvendo a sua cintura, engraçado não? Ao entrar no quarto dela eu vi-a chamando-o e ao ver que era eu mostrou uma cara horrorizada e tentou tapar-se com os lençóis da sua cama e eu não fiquei nem mais um segundo naquela casa!, o meu tom de voz ainda era irónico ao terminar a minha história.

Sakura soltou um pequeno grito e eu pensei que, talvez, ela estivesse a passar pela mesma dor que eu. Eu sabia que ela amava o Eriol assim como eu amava a Tomoyo.

Tomoyo. Já nem tinha coragem de pronunciar esse nome.

Sim, os nosso próprios amigos apunhalaram-nos pelas costas!, disse ironicamente, observando cada reacção da Sakura. Surpreendi-me por ver os seus olhos irrequietos. Será que ela escondia algo? Algo que eu ainda não sabia? Será que ela sabia de tudo?! Sakura?, chamei-a.

Ela teu um pequeno salto no seu baloiço, pelo susto, acho eu, e observou-me atentamente. Não esperava por isso, disse tentando parecer preocupada, mas eu via como a sua íris verde movimentava-se da esquerda para a direita e da direita para a esquerda.

Sakura, estás a esconder-me algo?, perguntei. Eu era a única pessoa a quem ela não conseguia mentir e, para disser a verdade, costumava tirar bastantes vantagens desse poder que tinha sobre ela.

Ela apenas negou com a cabeça, mas os seus olhos continuavam irrequietos.

Utilizei o meu truque. Sakura olha para os meu olhos e diz que não estás a esconder-me nada, pedi num tom doce. Ela, imediatamente, levantou o seu olhar na minha direcção e eu pude ser melhor a sua íris verde.

Eu..., baixou o olhar, mas eu peguei no seu queixo, obrigando-a a observar-me. Mesmo assim ela desviou o olhar dos meus olhos. Tomou coragem e apenas disse:

Desculpa Syaoran, sussurrou com a sua doce voz, uma voz tão parecida com a dela.

Aquela frase dizia-me tudo. Larguei o seu queixo instantaneamente e observei-a com rancor.

Todos, sussurrei. Todos vocês enganaram-me...!, quase gritei. Deve ter sido muito divertido rirem ás minhas custas!, desta vez gritei. Sakura apenas escondeu a sua cara com ambas as mãos, começando a chorar.

Não é o que estás a pensar, tentou convencer-me. Eu tinha uma boa razão para não te contar nada, mas por favor, dá-me apenas uma oportunidade para contar-te tudo agora, disse-me. Como eu queria acreditar nela, dar-lhe essa oportunidade. A Sakura foi sempre como uma irmã para mim e vê-la com os olhos cheios de lágrimas entristecia-me.

Está bem, disse, tentando me aclamar.

Sentei-me novamente no baloiço e esperei pela sua voz.

Bem, começou ao ver-me mais calmo – uma mascara só para ouvir a sua versão da história. Tudo começou na altura em que vocês começaram a namorar. Tínhamos terminado a secundária, lembraste?, perguntou-me e eu apenas afirmei com a cabeça. Como poderia esquecer esse dia? Nessa altura o Eriol amava a Tomoyo e ele próprio dizia-me que na festa de finalistas diria o que sentia por ela e se ela correspondesse pedir-lhe-ia em namoro. Mas tu pediste primeiro e Tomoyo – que correspondia o sentimento de Eriol – aceitou pensando que faria com que ele tivesse ciúmes e que finalmente dissesse aquela frase que ela tanto desejaria ouvir dos seus lábios, mas que ouviu dos teus. O tempo passou e Eriol, vendo que Tomoyo tinha aceitado e que, depois de um ano, ainda namorava contigo, desistiu de alguma vez disser o que sentia por ela. Tu não imaginas o que os dois sofriam. Como não podiam desabafar contigo, eles faziam isso comigo, mas eu não podia contar a um o que o outro me dizia, pois eles faziam-me jurar não contar nada daquilo que eles me diziam. O tempo passou e tudo parecia ir bem, só que nestas férias, depois de tu partires, eles começaram a sair, apenas os dois e Tomoyo acabou por contar-me que numa dessas noites eles tinham-se beijado e terminado por confessar o que sentiam um pelo outro, mas eu nunca pensei que eles tivessem ido tão longe..., disse o último num sussurro.

Eu continuava com os olhos arregalados. Tinha ficado surpreso. Eu nunca tinha imaginado que eles... Talvez esta seja uma daquelas situações em que nós queremos apenas que o nosso ser amado seja feliz. Talvez a Sakura esteja a passar o mesmo que eu. E ela deve que ouvir todas aquelas confissões. De certeza que ela devia ter sofrido muito mais do que eu.

Sakura, tomei coragem para formular a pergunta a que eu tanto queria saber a resposta. Tu amas o Eriol, né?

Não, eu nunca amei o Eriol, respondeu-me com a sua doce voz.

Mas... eu pensava que..., tentei defender-me.

Na realidade... a pessoa que eu sempre amei... foste tu, disse-me por fim e se eu antes estava surpreso, agora nem conseguia movimentar-me.

A Sakura... a minha melhor amiga... que considero como uma irmã... não, não podia ser possível! A Sakura não! Podia ser qualquer mulher menos ela. Eu... era incapaz – até de pensar – de fazer-lhe mal.

Na realidade, eu gosto de ti deste pequena. Lembras-te quando passaste as primeiras férias no Japão com a tua mãe e irmãs? Em que nós éramos vizinhos e que costumávamos brincar? Quando era mais nova eu costumava disser que eras o meu marido, lembraste? Talvez na altura eu era muito nova para saber o que sentia, mas algo dentro de mim diz-me que já te amava nessa altura. Depois, quando conhecemos a Tomoyo e o Eriol e que tu mudaste para o Japão... sempre te amei. Sempre. E ainda te amo. Mas eu sabia que tu gostavas da Tomoyo e não queria deixar-te infeliz. Talvez isso seja uma das razões por eu nunca ter dito que a Tomoyo amava o Eriol ou que o Eriol amava a Tomoyo. E fiz com que pensasses que eu amava o Eriol para não desconfiares de nada. Pensando bem, fiz tudo isto por ti. Pela tua felicidade, Syaoran, terminou com um sorriso forçado.

Sakura, eu..., tentei disser algo. Tu sabes que eu considero-te como uma irmã, confessei.

Eu sei, ela disse quase a chorar, mas ela tentava não mostrar a sua vontade de chorar. Apenas podia ver o brilho dos seus olhos e o seu sorriso forçado.

Sentia-me um lixo por ser a razão das lágrimas da Sakura. Eu daria o céu e todo o seu conteúdo para não a ver chorar. Para ela nunca chorar.

Sakura, sussurrei, pegando no seu corpo e abraçando-o contra o meu. Senti o seu corpo tremer e o tecido da minha camisola, do meu ombro esquerdo, ficar cada vez mais húmido. Eu sabia que ela estava a chorar e isso fazia-me sentir um lixo.

Um lixo, um lixo, um lixo..., voltava a repetir a minha mente.

Eu sei que tu não sentes o mesmo que eu, disse enquanto terminava com o nosso abraço. Tu não precisas de te culpar por isso. Eu sou a única culpada por te amar.

Mas eu sinto-me co..., queria disser-lhe o que eu sentia, o que na realidade eu sentia, mas Sakura calou-me, encostando um dedo à minha boca e sorrindo docemente.

Não precisas de te desculpar. Não precisas de disser nada, disse. Apenas quero pedir-te uma coisa, uma coisa que agora que sabes o que sinto eu posso pedir. Posso?, perguntou-me e eu apenas afirmei com a cabeça, à espera da sua reacção.

Ela foi aproximando-se de mim, do meu rosto. Fechou os seus olhos, roçando os seus lábios com os meus. Eu nem queria acreditar no que ela estava a fazer neste momento...! Sim, concerteza aquele não era o meu primeiro beijo, mas... aquele simples roce era tão tentador... tão inocente como ela própria o era.

Se era isso que ela queria, era isso que ela iria ter. Desde que... não voltasse a chorar. Nunca mais...

Mexi a minha língua, tentando abrir a sua boca e quando finalmente a abriu eu entrei nela no mesmo instante, explorando todo o seu conteúdo. Quando encontrei a sua língua comecei uma estranha dança que a dela parecia imitar. Se era um beijo assim que ela queria, seria assim que ela teria.

Afastei-me, respirando rapidamente. Ela parecia que quase tinha perdido o equilíbrio depois de a afastar do meu corpo. Segurei-a pela anca antes dela cair.

Satisfeita?, perguntei com uma estranha alegria pela reacção que ela tivera do meu beijo.

Sakura ainda tentava recuperar o equilíbrio pois sentia todo o seu corpo a rodar.

Porque, porque me beijaste assim? Syaoran?, ela nem podia adivinhar o quão parecia indefesa, nos meus braços, e a disser tais palavras com uma voz aguda e baixa. Até o seu próprio nervosismo ajudava-a nesse estado de indefesa.

Não querias que eu te concedesse uma alegria?, respondi à sua pergunta com outra pergunta.

Sakura apenas arregalou os olhos e as suas bochechas ficaram da cor de uma flor de cerejeira.

Sabias que ficas linda envergonhada?, perguntei, tocando nas suas bochechas e estas mudaram para a cor de um tomate. Eu apenas ri.

Syaoran... tu não me amas, certo?, perguntou-me ao ver a minha mudança.

Não, mas... eu pensei que irias pedir uma oportunidade. Quem sabe aconteça como nos filmes e apaixonar-me-ei por ti? Vale sempre a pena tentar, não?, ri ao ver a sua expressão. Ela parecia confusa e eu conseguia compreender o porquê.

Eu pensei que gostavas da Tomoyo, disse-me.

E gosto, mas eu apenas quero a ver feliz e como tu própria disseste, ela é feliz ao lado do Eriol. Com o tempo... ultrapassarei a traição, sorri e ela correspondeu ao meu sorriso, com alguma incerteza. E... o meu desejo neste momento é... nunca mais ver-te a chorar, principalmente por minha causa. Quero que sejas feliz, sempre o desejei..., ela não me deixou terminar a frase.

Porque me vês como uma irmã, disse tristemente.

Sim, isso é verdade, mas Sakura, eu quero mudar isso! E, por favor, não voltes a ficar triste por minha causa, sussurrei no seu ouvido.

Mas é triste ouvirmos que a pessoa a quem amamos apenas está ao nosso lado porque não quer voltar a ser o motivo da nossa tristeza, ela disse prestes a chorar.

Não Sakura. Eu quero ser alguém digno do teu amor e vou fazer de tudo para corresponder os teus sentimentos e acho que já tenho os 'ingredientes' certos para o fazer, sorri ao ver, novamente, o sua expressão curiosa. Sussurrei-lhe antes de voltar a beija-la:

Eu quero proteger-te

Eu quero fazer-te feliz

Eu não quero voltar a ver-te chorar

Eu quero apaixonar-me por ti, algum dia

Acredita que estes são os ingredientes básicos para criar o amor que sentirei por ti...

Ontem um amigo

Hoje um irmão

E amanhã um amante

OWARI

Terminado às 18:52:33 de 2 de Março de 2008

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Notas de Autora: Acabei este rápido! XD Ah... umas seis horas! XD Sim, eu fiz este drab no mesmo dia em que acabei o primeiro!

Sobre este drab o único que tenho para disser é que é um tema que eu gosto bastante de escrever – amor entre amigos – mas sou 'contra' aquelas histórias em que quando é amor entre amigos e logo depois de um disser o que sente o outro – que nunca tinha sentindo nada – apaixona-se logo. Eu não tenho nada contra os autores, eu própria comedia esses 'erros' antes. O que apenas queria disser é que eu percebo essa coisa de amor entre melhores amigos e isso não é tão simples assim, mas para o final não se prolongar mais – este drab também podia dar um fic! XD – eu escrevi essas frases do Syaoran em que dá para perceber que ele não sente nada por ela, em termos de amor, mas que tem a mesma vontade de protege-la de faze-la feliz como se a amasse de verdade, mas na realidade ele apenas gosta dela como irmã.

Bem, eu acho que este drab também tem um final 'aberto'! XD São as minhas ideias para fics! uu

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Reviews:

Ma Ling Chan: O primeiro review! Obrigado pelo elogio! n.n

Também desejo tudo de bom! n.n Bjs

Saky-Li: Percebeste que eu dedicai-te o one-short, não? ¬¬ Aquele livro que estavas a disser que tinhas começado a ler sobre vampiros era o Crepúsculo? OoO Nem imaginei! XD Por acaso eu falo dele na resposta (que por acaso ainda não recebeu outra resposta! ¬¬ Talvez seja melhor começarmos a falar por mail ou uma coisa assim, não? Para as respostas serem mais rápidas... Sabias que essa espera faz uma pessoa sofrer de ansiedade [e olha que eu sofro muito disso! XD ?) Por acaso eu descobri esse livro na biblioteca da escola (tipo naquela 'sem nada para fazer'! XD) e fiz a minha primeira requisição! Ya, já estou à quase 4 anos naquela escola e é a primeira vez que faço uma requisição de um livro [não costumam ter livro interessantes e tal! uu Também nunca liguei muito! XD e li-o num record! XD Tipo, quando eu gosto MESMO de um livro eu não o largo até o acabar de ler. É a curiosidade que eu sempre tive! XD Já li a Lua Nova (e começa a preparar-te para o que lá vem!) e se gostas do Jacob (lembras-te dele, né?) não vais enjoar! XD A única coisa que tenho para disser, depois de ler estes dois livros, é que estou ansiosa para que chegue o 3º livro () e que chegue a altura em que sairá, cá, o 4º e 5º livro o filme! Ok, muita coisa só para falar sobre um livro (ou dois)! Isto já dava uma mensagem, vês? Continuando, sobre o review, aleluia, (um PS. de antes. Recebi a duas mensagem unas 3 vezes! XD Tudo bem, eu sabia que tinha acontecido alguma coisa assim. Continuando...) obrigado sobre isso do 'elaborado'. Para falar a verdade eu achei que o final foi muito 'de repente' e que parecia com pouca descrição, mas se tu gostas, né? Como eu disse no inicio 'verdade eu não estou a imaginar uma possível continuação para essa one-short. Talvez com o tempo apareça alguma ideia, mas não posso prometer nada'. É sempre com o tempo... (dez anos depois e ainda estou no mesmo sitio! uu). Até e beijos!! Se te ter mais jeito falar por mails tudo bem! Fico à espera de noticias tuas!

Tercy: Obrigado! n.n Eu só tenho jeito para escrever SxS na categoria de CCS! Também ADORO esse casal! Os vampiros foi uma amiga que me 'passou'. Agora adoro tudo que tenha a ver com vampiros! XD De certeza que continuarei e aqui está! Beijos

Veck.y Pirena: Muito obrigado pelo elogio, por acaso nunca percebi isso, mas é bom quando uma pessoa nos diz isso! Obrigado! Sím, a Sakura está muito saidinha de mais nessa one-short! XD Mas acho que gostei dela assim. Por acaso as coisa que a Sakura dizia que lhe aconteciam, acontece comigo e isso também acontece sempre comigo! Acho que temos algo em comum! O inicio eu respondi à tua pergunta com um 'A Vick.y Pirena pediu uma continuação, mas para falar a verdade eu não estou a imaginar uma possível continuação para essa one-short. Talvez com o tempo apareça alguma ideia, mas não posso prometer nada'. Beijos!

Ana Pri-chan: Fiquei envergonhada, agora! OoO Acho que não devia estar! XD Obrigado pelo review! Bjs

Espero pelos vossos comentários! Irei responder a TODOS no próximo drab!

Cliquem no 'GO', porfa! (é a mesma coisa que disser 'por favor'! XD)

Matta ne!

Chus...

Ying-Fa Kinomoto Lee

PS. Ainda não terminei o 3º Drab...