N/A: bem, devido às respostas rápidas, este cap vai mais cedo pro hehehe. Como eu disse promessa é dívida. E eu cumpro direitinho!!! Vocês estão contando os cadáveres? Hehehe, vamos lá. Quero ver quem dá mais? Hehehe.

Respondendo ás dúvida universais. Na verdade ainda não sei o que a fic quer. Se quer um H/G, um H/original, H/S, H/D, D/G, S/Original. Ainda estou escrevendo. E podem ter certeza: pretendo dar muitas surpresas. Tudo pode acontecer!!!!!!!

Beijos

Viv

Capítulo 2 – De Volta pra Casa...

O dia amanheceu cinza, como o anterior. Parecia que nada havia mudado. Mas na verdade, havia uma coisa diferente. Naquele dia, não foi Thiago Evans que chegou ao restaurante. Foi Harry Potter.

Chamou o Sr. Malta, o dono do restaurante e disse que tinha acontecido algumas coisas de ordem pessoal, e que precisaria deixar o emprego.

-Sempre soube que esse dia chegaria, Evans. Desde o dia em que apareceu aqui. Se oferecendo para o emprego de lava-pratos, que eu tinha pendurado na porta.

Harry estranhou. Nunca supôs que o Sr. Malta pensasse assim.

-È isso mesmo, Evans. – riu sacudindo a pança avantajada. – Você chegou aqui, numa tarde chuvosa. Estava todo molhado. Temi que fosse um mendigo. Mas quando começou a falar, percebi que vinha de boa família. Que tinha boa educação.

-Boa família?! – Harry quase riu.

-Sim, Evans. Parecia um adolescente magrelo. Que tinha estudo, mas que tinha também uma grande tristeza. E que apesar dele permanecer sempre em seus olhos, em seu meio sorriso, parecia querer fugir dela.

-O senhor nunca me disse isso! – impressionado.

-Como, meu rapaz? Você nunca nos permitia mais que "bom dia", "até amanhã". E assuntos relacionados ao cardápio! – se justificou o homem corpulento. – Mas sempre achei que um dia, seu passado iria resgatá-lo. Reaparecer. E nesse dia iria nos deixar!

-Mas... – envergonhado.

-Não, meu rapaz! Não estou cobrando nada. Estou muito feliz com o tempo que nos proporcionou. Com suas criações maravilhosas. Quero-o como a um filho!! Vá! Não precisa cumprir aviso prévio. Pode partir hoje mesmo. Vá resgatar sua vida, Evans! – deu palmadinhas nos ombros dele.

-Muito obrigado, Sr. Malta. Foi muito importante para mim, ter encontrado o senhor.

-Seja feliz, Thiago Evans!

E o abraçou tão apertado, que Harry temeu ter partido algumas costelas.

-A propósito, meu nome é Harry Potter. – sentiu que devia dizer.

-Seu nome não importa, Evans. Sempre será VOCÊ. E não o seu nome. Vou me lembrar de você como Thiago Evans. O melhor cozinheiro e Cheff que tiver o prazer de conhecer!

Harry sorriu sincero e encabulado pela primeira vez em mais de quatro anos. Deixou o restaurante aliviado. O único lugar em que se sentiu vivo, todo aquele tempo. Era ali. Não queria guardar recordações ruins. Bastava as que tinha.

Voltou ao apartamento. Entregou ao proprietário o imóvel e quase tudo que estava lá. Não havia nada ali que quisesse levar. Na bolsa de mão, apenas algumas roupas. E a varinha. Ela estava guardada no antigo malão, que estava em péssimo estado. Nem tentou concertar. Colocou a bolsa nas costas e saiu de lá.

"Como vou para Hogwarts?"

E então se lembrou que poderia aparatar por perto. Tinha ficado tanto tempo sem usar magia, que havia esquecido. Já estava na rua quando se lembrou. Teria que se esconder em um lugar onde não o vissem desaparatar.

Olhou para cima. Para os lados. Se lembrou que na rua seguinte havia um beco. Ouviu uma música. Não era estranha. Mas não conseguia dizer onde a ouvira antes. Desistiu do beco e seguiu o som. E onde parecia mais alta, Harry sentiu um calor no coração. Uma esperança tamanha, quer sentiu os olhos rasos d'água. Era uma rua sem saída. Escura. Olhou em volta e pôde ver a um canto, um monte de roupas sujas. Perto de sacos de lixo. Viu uma pena vermelha cair do alto. E ir tocar o lixo ao lado do "tal monte". Se aproximou. Reconheceu em fim a música. Fawkes. A fênix voltara.

-Fawkes. Seu mestre morreu! – dilacerado.

A fênix, feia nas cinzas, piava estridente.

-Dumbledore morreu para me salvar! Para nos salvar! Agora você terá que procurar um novo mestre!

Viu a ave se arrastando com dificuldade até ele.

-Não! – deu um salto para trás. – Eu não! Eu não mereço isso!!

"Será que essa ave não desiste nunca?"

-Quando nos vimos pela última vez? Há três anos? Acho que foi isso.

-Fawkes! Vá embora! Não sou mais bruxo. Agora moro com os trouxas. Como os trouxas. Vá embora! Vá! – enxotava com violência, até o pássaro levantar vôo e não voltar mais.

Quando chegou mais perto da pena, viu que o "monte" se mexera. Era uma pessoa. Provavelmente um mendigo. Deu a volta e viu os cabelos mais longos que já vira. Tão sujos, que já não lembrava em nada o loiro de antes. Lúcius Malfoy estava tremendo. Parecia murmurando algo incompreensível. Tocou em seus ombros delicadamente, ainda sem acreditar de ser quem se tratava. E subitamente ele abriu os olhos.

-NÃO! NÃO! EU NÃO FIZ NADA! ME DEIXE! NÃO, MESTRE! NÃO! ELE É MEU FILHO! NÃO, DE NOVO NÃO! – e olhou para Harry. – AAAAAAAAAAH! ME DEIXE EM PAZ! NÃO MESTRE! NÃO!!!

Harry estava estarrecido. Nunca soubera o que tinha acontecido com Lúcius malfoy, mas pensou que havia morrido na Guerra. Sentiu pena de homem atormentado.

-Sr. Malfoy! Acalme-se! Não vou machucá-lo! – tentava tranqüilizar.

-Fique longe de mim! Fique longe dele! FIQUE LONGE! – ele ofegava com a respiração ruidosa.

-Sr. Malfoy, o senhor está a salvo. Deixe-me ajudá-lo!

-NÃO! MESTRE! Eu sinto muito! Mestre! – choramingava.

Harry desistiu. Sem pensar duas vezes, pegou no homem histérico e na pena vermelha da fênix. Simplesmente soube que era isso que deveria fazer. Era isso que seu coração mandava.

E sentiu a fisgada atrás do umbigo. Girando tudo a sua volta. Quando parou de girar, olhou para os lados, e viu que estava na ala hospitalar, da nova Hogwarts. Pouco havia mudado. Mas podia notar que havia sido reformada para comportar vinte leitos. Centenas a menos que antes, na ocasião da Guerra.

-Potter! Que bom que o achou! Tememos que não fosse possível! – a voz séria o fez virar e soltar o homem confuso.

-Ele voltou! Não! Me deixe em paz! Deixe meu filho! Deixe meu filho em paz! - se agitava.

-Snape! Ele está delirando! Não entendo nada do que diz! Está delirando!

-Pai. – a voz fraca fez o homem parar um pouco. – Pai, você está a salvo! – outro loiro passou ventando por Harry.

-Draco! Draco! Meu filho! – chorava. – Venha, vamos fugir! O mestre não vai machucá-lo! Vamos sair daqui! OH! NÃO! OH! NÃO!- olhos vidrados.

-Pai! Pare! Por favor! Está tudo bem! – abraçava o homem. - Jordan, venha logo! DROGA! Não vê que ele precisa de ajuda?! – esbravejou.

Harry viu o antigo colega, Lino Jordan, todo vestido de branco, se aproximar. E murmurar um feitiço, acalmando o Comensal da Morte.

-Vai ficar tudo bem, Draco! Agora vai! Deve agradecer a Harry, por tê-lo encontrado. – firme.

Draco se soltou do pai. E olhou duro para Harry, que temeu receber uma Crucciatus ali, naquele instante. Tal a fúria nos olhos cinzas.

-O estávamos procurando desde o fim da Guerra. Devo dizer que é muito estranho que o tenha encontrado tão... rápido! – olhou para Severus.

-HEI! Não sei do que está falando! Eu estava procurando um lugar para desaparatar, e então Fawkes apareceu, quer dizer, a chave portal, que era sua pena. E então o vi. Delirando. Foi só! – defensivo.

-Fawkes?! Fawkes está no quarto do Diretor, nesse exato momento! – despeitado.

-Draco! – Snape interrompeu. – Já conversamos sobre o clima que devemos ter a partir de agora. Não peço que sejam amigos. Mas que se respeitem! – autoritário.

-Não precisamos dele aqui! – belicoso.

-Draco! – aviso no olhar. – Precisamos tanto de Potter, quanto de você, ou qualquer outro professor nesta escola! Não tolerarei duelos! – avisou.

-Acho que enfim, eu não deveria ter voltado! – sombrio.

-Potter! Pare de choramingar! Não me venha com sentimentalismo! Veio porque tinha que vir. Agora vá procurar seus aposentos. Quase nada mudou. Inclusive o horário do jantar! – pontuou e se virou para discutir algo com Lino.

Draco voltara a se concentrar no pai, que estava agora dormindo no leito hospitalar. Se sentiu excluído. Não sabia o que estava acontecendo.

"Lino então era medi-bruxo! Nunca pensaria."

Deixou para trás a enfermaria e foi seguindo pelos corredores longos. Quando avistou algo muito desagradável.

-Ô-Ôu! O Potter-pirado voltou!!! Ninguém segura essa escola! Vai ter confusão! Ô! Se vai! Depois falam do pirraça aqui!!! – e foi-se rindo à toa.

-Mais um que pirou de vez! – resmungou.

-Olá, Harry! – a voz doce fez as pernas do moreno ficarem bambas.

Se virou, com medo de achá-la marcada. Ou histérica. Ou confusa. Mas olhando nos olhos castanhos, nos cabelos vermelhos berrantes, harry suspirou.

"Ela ainda é a mesma!"

-O-oi Gina! – conseguiu dizer.

Ela riu. Suavemente. Percebendo o embaraço do outro. Havia crescido. Era uma mulher agora. Muito mais irresistível que antes. E tinha plena consciência disso.

-Que bom que veio, Harry. Quando ficamos sabendo onde estava, temi que não voltasse nunca mais. – percebeu o medo nela.

"Será que ela ainda sente algo por mim?" – esperança fraca.

-Espero que tenha vindo para ficar! Precisamos de você aqui! – reafirmou, ficando corada desta vez.

"Ela se importa! Realmente se importa!"

-Bem, eu confesso que não foi uma decisão fácil. – contou. – A Guerra não me fez nada bem. Havia muito fantasmas para combater! – sombrio.

-A Guerra não fez bem para ninguém, Harry. – com certa irritação. – Mas era necessária. Só assim, Voldemort morreu! Só assim nos livramos dele para sempre! – Harry ficou desconcertado com a bronca dela. – Todos nós temos fantasmas, Harry! Todos nós! – olhos brilhando. – Mas alguns de nós, ficamos aqui. Para reconstruir nosso passado e nosso futuro. Não pense que a sua dor é pior que a minha ou a do Draco. Ou de qualquer outra pessoa.

-Gina, acalme-se! Me desculpe! Eu apenas... não soube lidar com isso! – envergonhado.

-Nenhum de nós estava preparado para lidar com coisa alguma! A derrota ou a vitória. Ou a morte. Mas como somos uma "família", uns cuidam dos outros. Então conseguimos sobreviver. – ela suspirou fundo, estava se controlando. – me desculpe harry.Mas tinha que lhe dizer. – e forçando o sorriso. – Bem, seja bem vindo! Espero que possamos construir uma nova história daqui pra frente. Pela escola. Por todos que se perderam.

-Gina! – impediu que ela saísse. – Me desculpe! Eu realmente me sinto um idiota! Não agüentei o peso dos meus terrores, e não vi que mais alguém poderia precisar de ajuda. Ou mesmo me ajudar. – recuperou o fôlego.

Uma coragem que só Fawkes sabia dar o impulsionou.

-Espero que me perdoe. E que, desta vez, possa me ajudar! – sugeriu.

Ela o olhou com certa angústia, mas disfarçou.

-Claro, harry! Claro que o ajudo. Todos nós faremos isso!

-Não! Quero saber se posso contar, com você, Gina! É só o que me importa! – segurava no rosto dela.

E fez algo que quis fazer há muito anos. Beijou a ruivinha com paixão. Ela se deixou beijar. E então o afastou delicadamente. Harry não entendeu. Mas viu lágrimas nos olhos atormentados.

-Não, Harry! Para esse tipo de ajuda, é tarde de mais!

-Mas... – confuso com a reação dela após o beijo.

-Harry! Eu estou noiva. Vou me casar. – dor.

-Como?? Se casar?? Com quem?? – agonia.

-Vou me casar com o Draco! Eu o amo. E vou me casar com ele.

Ela se afastou e saiu quase correndo dali. Harry sentiu que poderia morrer naquele momento. Tal a dor do peito. Se amaldiçoou por ter esperança. Por querer viver mais uma vez. Nunca deveria ter voltado. Nunca deveria ter permitido Snape manipulá-lo. Sim! Porque fora ele que lhe dera a esperança. Mas claro que sabia de seu amor secreto! E do noivado de seu grande amor!

"Maldito! Fui enganado deliberadamente! Apenas para ocupar um cargo na escola! Na maldita matéria amaldiçoada! Seria isso os princípios da maldição do cardo DCAT?"

Saiu dos corredores escuros. Estava se sentindo sufocado. Preso. Vigiado. Manipulado. Pelos vivos. Pelos mortos.

-HERMIONE, NÃO!!! – gritava enquanto a amiga se atirava entre os Comensais para protegê-lo.

Um jato azul a atingiu nas costas, impedindo que chegasse a Harry.

-HERMIONE!!!- correu até ela.

-Harry... – ofegou. – continue... não desista... já disse uma vez... mas parece ter se esquecido... você é um grande bruxo... e um grande amigo... – seus olhos vacilaram.

-Não! Mione! Não! – desesperado.

-Harry... – sorria fraca. – Eu não tenho medo... vou dizer a seus pais... o filho maravilhoso que eles têm... – tossiu ao tentar sorrir mais uma vez. – cuide-se! – e enfim pendeu sem vida nos seus braços. Enquanto Harry urrava de dor e ódio.

Quando chegou ao lago, sentiu que todas as dores voltavam juntas. Se abraçava forte, querendo arrancar aquela dor que estava no peito, na pele, nas mãos. Quando finalmente se aclamou, viu as novas cicatrizes que provocara. Parecia que só mudara de lugar. Hogwarts. Seu apartamento. Era só uma questão de espaço físico. A dor era mesma.

Um movimento perto de sua perna chamou a sua atenção. Era um filhote muito novo de cachorro. Um shar-pei. Branquinho. Seu pêlo brilhava. Ele descobrira a barra da calça de harry, e o puxava com a boca. Sem conseguir rasgar, entretanto.

-Mas o que está fazendo, Pupio?! – uma voz aérea, porém irritada interrompeu sua adoração a luta do cãozinho.

-Harry! – Luna lovegood pegou o bichinho nos braços e riu quando ele tentou lamber seu rosto.

-Olá, Luna! – não se lembrava mais de como era rir de algo tão banal.

-Que bom que veio! – sorria de volta para ele.

-E como você está? – temeu a resposta, mas tinha que saber se alguém ali, estava normal.

-Estou bem. Acho...

-O que quer dizer??? – cauteloso.

Ela olhou para os lados, como se não quisesse ser ouvida por mais ninguém. Olhou severamente para o cãozinho nos braços, como se decidindo se Pupio poderia contar a alguém. Harry tremeu.

-Sou professora! - ela disse como se fosse palavrão.

-Como? Isso não é bom? – ficou sem entender.

-Não!!! – ela arregalou os olhos azuis. – Sou professora de... – articulou sem emitir som. - transfiguração.

Harry não agüentou e riu.

-Parabéns! Somos colegas, então! – brincou.

-Você não entendeu!!! – ela bufou. – Como posso ser professora de transfiguração, se não sou animaga!?

-Como? – confuso de novo.

-Harry. – ela suspirou, colocou Pupio no chão, e olhou como se fosse um ser desprovido de uma quantidade mínima de inteligência. – Como vou dar aulas de uma matéria, que sempre foi dada por uma animaga, sem ser?! Como os alunos vão entender o que é transfigurar e se transfigurar, se eu, a professora, não sei fazer???

-Bem, acho que não é exatamente um problema! Porque para dar aulas de DCAT, eu teria que ser um Comensal? – tentou a lógica dele.

Ela pareceu pensar a respeito.

-Xiiii, Harry. Tem razão! Vai precisar de mais sorte que eu! Bem, já vou!

Ela pegou Pupio, e se foi. E Harry gargalhou.

"Bom, ela definitivamente continua normal!!"

Resolveu parar de sentir dor e pena e enfrentar seus fantasmas. Assim como Gina havia dito para fazer. Foi para o quarto. Era a sala de DCAT, que sempre frequentara. Com uma porta aos fundos que abria para suas dependências particulares. Quando entrou, viu que havia alguém ali.

-Gina. – estranhou.

-Harry. Quero me desculpar, pelas coisas que falei. Eu não tenho direito de julgar você. – Harry tentou impedir, mas ela prosseguiu. – Só queria dizer, que estou muito feliz com sua vinda. E que não guardo qualquer mágoa de você. E espero, sinceramente, que possa ser feliz aqui. Como já fomos uma vez. – sorria melancólica.

-Eu acredito, Gina. E me desculpe também. Por... – corou. – tudo!

-Você está fazendo de novo, Harry! Tsc, tsc, tsc. Está assumindo toda responsabilidade por tudo! Se quer saber, quis beijar você! – sorriu marota.

Harry corou mais ainda.

-E se você não me beijasse, eu o faria. – riu desta vez. – mas não menti pra você. Amo o Draco e vou me casar com ele. Mas tinha que fazer aquilo! Por tudo que vivemos! Por tudo que o amei! – fez uma pausa. – E ainda amo.

Harry olhou assustado para ela.

-Claro, Harry! Você foi meu primeiro amor! E durou tantos anos! E depois era como um irmão mais velho para mim. Cuidava de mim. Não há como não amar você! – sorriu meiga.

-Obrigado! Eu acho! – constrangido.

-E agora quero ser sua amiga. E espero que você e o Draco se entendam. Pelo bem da raça bruxa! – brincou.

Harry riu.

-Não garanto nada! - aceitou a provocação.

Ela o abraçou apertado. E deu um delicado beijo na boca dele.

-Pelos velhos tempos! – sorriu divertida, diante da expressão aturdida dele.

E o soltou. Ele ainda teimava em deixar a esperança ali. Brotando. Germinando. Então ela se foi.

-Te vejo no jantar!

Foi a última coisa que ouviu, antes de se jogar na cama.

-Ela me ama! – gemia extasiado. – É melhor se cuidar, Malfoy! Ou sua garota, vai voltar para os meus braços! – às gargalhadas.

OF: Continua.