Capítulo 1
Edward POV
Bati à porta duas vezes, ouvindo um 'Entre' de dentro do consultório. Levei minha mão à maçaneta e abri a porta, encontrando meu pai – Carlisle – sentado na cadeira giratória atrás da mesa, assinando milhares de prontuários médicos.
"Trouxe os exames que me pediu." Coloquei o envelope branco em cima da mesa, tirando uma caneta do meu jaleco, fazendo um 'tic' pra revelar sua ponta, assinando no pontilhado e fazendo algumas observações.
"Obrigado, Edward." Ele agradeceu, finalmente olhando pra mim. "Alice trouxe uns papéis seus pra cá, dizendo que 'Agora você passa mais tempo aqui na clínica do que em casa'." Fez uma linha de sorriso, abrindo uma das gavetas da mesa e jogando sobre a mesma o envelope marrom.
Encarei as letras da frente e vi que se tratava dos primeiros papéis para meu divórcio com Tanya, três, quatro, sei lá quantos meses após a cerimônia. Pareceu uma eternidade de muita tortura e tempo gasto, tanto pra mim quanto pra ela.
"Ainda vai demorar um pouco." Lamentei, abrindo o envelope e encarando as milhares letrinhas burocráticas impressas, me dando dor de cabeça. Joguei tudo de volta pro envelope e fui até um armário lateral, guardando com alguns outros exames que eu ainda tinha que avaliar.
"Foi melhor assim." Meu pai simplesmente disse, me deixando mais aliviado. Ele e minha mãe eram casados há trinta e dois anos, e mesmo assim apoiaram minha separação tão rápida. Minha família – mais que ninguém – sabia que tudo aquilo me fazia muito infeliz, e que eu jamais seria capaz de amar Tanya.
"Precisa de ajuda?" Ofereci-me pra ajudar, sentando na cadeira de outra mesa lateral, encarando a pilha enorme de papéis.
"Eu ficaria feliz se você ficasse pra me ajudar, tenho uma consulta a mais e preciso terminar de assinar esses prontuários e analisar alguns exames." Os papéis passavam habilmente pelas mãos de médico do meu pai, enquanto a caneta fazia um som compassado no papel. "Sua mãe pediu para que jantássemos em casa hoje"
"Agora não tenho nada marcado." Encarei os ponteiros do relógio no meu pulso esquerdo, lembrando que o expediente estava quase no fim. "Se não se importar, eu posso fazer os atendimentos."
"Por mim ótimo." Concordou, abrindo um sorriso pra mim. "A última paciente..." Largou os papéis, pegando a agenda no canto da mesa, passando os olhos. "Isabella Swan."
Levantei-me e peguei o prontuário da paciente, encarando a letra prática do meu pai e a bem desenhada letra da assinatura feminina dela. Caminhei até a recepção e chamei seu nome alto, esperando alguma manifestação.
'Linda!' Era tudo que eu conseguia pensar, ela levantou-se graciosamente, ajeitando a roupa por cima da barriga pouco saliente, pegando a bolsa colocada de lado, dividindo a poltrona com ela. Os cabelos castanhos cacheados caíram pelos ombros e os olhos castanhos voaram para meu rosto, encarando-me como se... já me conhecesse.
Eu esforcei meu olhar sobre ela, reconhecendo algo muito forte familiar, mas não conseguindo assimilar nada. Ela parecia estar congelada no lugar, assustada e branca feito fantasma, me deixando preocupado.
"Isabella Swan." Chamei novamente, estendendo a mão para a direção do corredor. Ela suspirou aliviada, andando em direção ao corredor, atrapalhando-se nos passos. Estendi minha mão a ela educadamente, sendo cumprimentado com um tímido 'Boa tarde', me dando uma estranha sensação de dèja vú.
"Eu sou filho do Dr. Carlisle Cullen, meu nome é Edward Cullen e eu espero não haver problemas em te atender hoje." Expliquei, começando a andar em direção à minha sala, conduzindo-a educadamente pelos corredores brancos da clínica.
"Carlisle não pode me atender?" Ela apertou a barra da blusa nervosamente, me deixando incomodado com suas atitudes. Será que ela pensava que eu não era médico?
"Agora ele está resolvendo algumas coisas, mas se não se sentir confortável em ser atendida por mim, posso te remarcar." Honestamente ofereci, usando meu bom-senso de médico, abrindo um sorriso.
"Não, está bem em passar com o senhor." Concordou finalmente, abrindo uma linha de sorriso tímido, me deixando descompassado. Foco, Edward, ela é sua paciente hoje.
Abri a porta do meu escritório e esperei que ela passasse, oferecendo a cadeira para que ela se sentar. Sentei-me em minha mesa, repassando os papéis do prontuário dela, vendo-a se mexer desconfortável na cadeira, me fazendo levantar os olhos para encará-la.
"Algum problema..." Passei os olhos pelo prontuário dela, vendo que ela não era casada. "Srta. Swan?"
"Não." Negou repetidamente, rindo nervosa. A mão passou pela barriga de gestante num ato gracioso, suspirando logo em seguida. "Desculpe, mas por favor... apenas Bella"
"Não é necessário esse nervosismo." Brinquei, levantando-me para pegar o aparelho de ultra-sonografia, indo até uma prateleira de medicamentos, tirando o frasco com líquido gelatinoso, luvas plásticas e papel. "Segui os passos do meu pai na medicina, posso afirmar que sou um bom médico."
"Não tenho dúvidas." Sorriu abertamente, me fazendo sorrir abobalhado enquanto colocava as luvas plásticas, fazendo um barulho regular da borracha contra meus dedos. Indiquei a maca para que ela se deitasse, apoiando o papel na barra da calça dela, expondo a charmosa redonda barriga.
"Já sabe o sexo?" Indaguei curioso, passando o líquido gelado e gelatinoso pela barriga pálida dela, fazendo-a se arrepiar com o choque de temperaturas e corar, sem jeito.
"Não." Negou, olhando ansiosa a tela do aparelho, os olhos brilhavam admirados. "Por um tempo, eu achei que seria melhor só saber no parto, mas a curiosidade me venceu." Comentou, rindo.
"Bom, vamos matar sua curiosidade agora." Ri de leve também, passando o aparelho pela parte baixa da barriga, fazendo a imagem preto e branca do bebê aparecer na tela, vendo-a se emocionar. Deslizei pela pele pálida, procurando uma posição que revelasse o sexo do bebê, sem muito sucesso. "Oh."
"O quê?" Os olhos arregalados castanhos preocupados me cobraram com urgência, aflita.
"A posição que ele está não me deixa ver o sexo..." Deslizei o aparelho mais algumas vezes, procurando. Bella suspirou profundamente aliviada e decepcionada ao mesmo tempo, fazendo-me sentir uma ponta de culpa por não fazê-la sorrir. "Mas está saudável, perfeito." Concluí com um sorriso, vendo-a sorrir também emocionada, aliviando minha parte de culpa.
"Isso é o mais importante." Uma lágrima quase teimou a descer pelo perfeito rosto antes que ela secasse rapidamente com o indicador, me dando uma absurda vontade de consolá-la em meus braços. Apertei meus olhos, aflito, tentando mudar o curso dos meus pensamentos. Edward! Ela é sua paciente, ouviu? Paciente!
Limpei o líquido da barriga dela com um bom pedaço de papel e desliguei os aparelhos, colocando-os no canto do consultório novamente. Tirei as luvas e estendi minha mão a ela, ajudando-a a descer da maca, entregando-lhe suas coisas.
"Obrigada." Agradeceu, cumprimentando-me com um aperto de mão. "Er..." Os dentes apertaram o lábio rosado inferior, despertando calor na minha pele, me fazendo ter de mudar o rumo dos pensamentos novamente. Ela era uma paciente, grávida, sabe-se lá se o namorado dela não está lá fora esperando? "Eu conheço uma cafeteria ótima aqui perto." Comentou, me fazendo franzir o cenho. "Gostaria de me acompanhar?"
Espalhei um sorriso abobalhado pelo rosto, fazendo-a corar e trocar o peso do corpo de um pé ao outro, nervosa. Concordei gentilmente, oferecendo a cadeira para ela se sentar novamente enquanto eu retirava meu jaleco e meus equipamentos médicos.
Tirei meu jaleco e guardei no armário, tendo uma ansiedade incomum correndo pelas minhas veias, me fazendo sentir tolo. Peguei minha carteira e encaixei no bolso da calça clara que vestia, pegando um casaco preto de uma das organizadas prateleiras do meu armário, virando finalmente para encarar Bella.
"Vamos?" Incentivei, abrindo a porta do consultório e esperando-a passar. Andamos pela recepção e eu pedi para a recepcionista avisar meu pai que sairia, mas que jantaria em casa de qualquer forma.
Era outono em São Francisco, não estava muito frio, mas a noite estava quase caindo, fazendo um vento frio balançar os cachos castanhos e arrepiar a pele branca de Bella. As mãos finas procuraram rapidamente o casaco de lã marrom, vestindo-o e fechando os botões.
"Já pensou em algum nome pro bebê?" Indaguei, colocando meus dedos gentilmente nas costas dela, olhando para os dois lados antes de atravessar a movimentada avenida.
"Ainda não." Admitiu, soltando um suspiro. "Quando descobrir o sexo pensarei em algo melhor. E além do mais, queria colocar algum nome de parentes."
"A avó ou avô paterno dele?" Perguntei com um tom de rancor na voz, quase irreconhecível.
"Na verdade, eu não espero nem que o pai dele esteja aqui." Ela riu sem muito humor, me deixando arrependido. "Eu fugi." Finalizou, encarando o asfalto da calçada.
"Fugiu?" Eu estava incrédulo. Por que raios ela fugiria? Ela era mãe do filho dele! Não havia motivo algum para fugir, tinha? "O que ele fez?" As veias do meu pulso saltaram involuntariamente e eu fiquei sério, a encarando.
"Não é muito importante agora, se não se importar..." Os lábios rosados se contraíram e eu compreendi, ficando calado. Abri a porta de vidro da cafeteria e esperei que ela passasse, caminhando até uma mesa do canto.
"Você mora sozinha?" Franzi as sobrancelhas, frustrado. Era meio estranho pensar uma mulher grávida morando sozinha, na verdade era frustrante.
"Sim." Confirmou forçando um sorriso. "Não está sendo difícil." Deu os ombros. "Eu não me importo muito em me virar sozinha, apenas sinto falta de companhia." Admitiu.
"Bom, eu posso ser uma boa companhia." Encostei meu cotovelo no dela sobre a mesa, abrindo um sorriso gentil.
"Eu sei que sim." Concordou, fazendo meu olhar iluminar. O braço dela encostou no meu novamente, dessa vez eu pude sentir o calor da pele por baixo do casaco, me causando uma descarga elétrica absurda, deixando-me vendo estrelas. "Mas e você? Não tem filhos?"
"Não." Neguei, ainda abobalhado. "Quero ser pai, claro."
"Não é casado?" Ela franziu a testa, encarando minha mão esquerda sem aliança – eu tirei assim que pedi o divórcio, já que não representava mais nada pra mim.
"Tecnicamente?" Apertei os ombros, sem jeito. "Estou pedindo o divórcio."
"O-oh." Soltou um longo suspiro, fazendo o ar doce e quente bater contra meu rosto. Mordeu o lábio inferior, mudando a direção do olhar para o azulejo negro do chão.
O atendente chegou e fizemos nossos respectivos pedidos, tendo um incômodo silêncio assim que esse saiu. Eu aproveitei para encarar seu rosto e desenhar suas características na minha memória. Os semi-cachos, os olhos emotivos castanhos, o fino nariz, as bochechas coradas, os lábios avermelhados convidativos...
"E você não está feliz?" Ela perguntou de súbito, voltando a me olhar.
"Bom, eu estaria mais infeliz se estivesse com ela, nunca senti nada por Tanya, apesar de termos ficado juntos por muito tempo." Admiti sinceramente, soltando um longo suspiro.
"Então você nunca amou ninguém?" Perguntou incrédula, me fazendo ficar descompassado.
"Como?" Pisquei repetidas vezes, vendo-a corar acentuadamente, colorindo as bochechas.
"Nunca sentiu nada por ninguém?" Repetiu, tomando um pouco de ar. "Antes de se casar?"
"Eu nunca fui de passar de mulher em mulher." Expliquei, vendo-a levantar uma sobrancelha. "No dia anterior ao meu casamento eu estive com uma mulher que me fez sentir algo diferente." Relembrei, amargurado.
"E então...?" Ela mordeu o lábio inferior, apertando os dedos sobre a mesa.
"E então no dia seguinte eu acordei, ela não estava lá, eu não sabia como encontrá-la." Apertei meus lábios numa fina linha. "Eu sequer sei seu nome."
Meu expresso chegou, assim como o chocolate quente dela também, cortando nossa conversa. Ela apertava os dedos nervosamente, me deixando intrigado e confuso.
Novamente o incômodo silêncio, e então eu resolvi me pronunciar. Queria saber muito dela, queria estar presente de alguma forma, poder saber mais sobre o que a impressionante mente dela escondia.
"Você ama o pai do seu filho?" Instiguei, levando a xícara clara à minha boca, bebendo um gole do café.
"Sim... não! Eu quero dizer..." Os olhos castanhos se inquietaram, confusos. "Eu conheci-o no colegial, confesso que o amei um dia." Os dedos apertaram-se contra a xícara escura do chocolate quente, levando a cerâmica aos lábios avermelhados. "Ele fez muita coisa errada, hoje não sinto nada por ele."
"Acho que compreendo." Franzi o cenho, incomodado. Bella não era o tipo de garota que merecia um namorado ruim, a ponto de precisar fugir dele. Eu só me perguntava o que ele fez a ela. Na verdade, eu nem queria imaginar pra não me sentir mais enraivecido.
"Não vamos demorar." Ela ditou, ajeitando-se na cadeira. "Você ainda tem que jantar em casa."
"Eu não me importaria se você fosse comigo." Convidei, abrindo um meio sorriso.
"Outro dia, Edward." Mordeu o lábio num ato corriqueiro, dando o último gole no chocolate quente.
"Vou interpretar isso como um convite." Ri levemente, vendo-a revirar os olhos e então inevitavelmente sorrir de um jeito gracioso, me deixando arrebatado.
"Um convite, então." Concordou, pegando a bolsa. "Quer me acompanhar até o táxi?"
"De forma alguma." Franzi o cenho e puxei minha carteira do bolso, aproveitando para me levantar. "Eu te levo em casa."
"Eu moro longe, muito longe." Ela deu ênfase no 'muito', prolongando a palavra, me fazendo rir. "E além do mais, eu não posso andar com estranhos." Brincou.
"Ouch!" Fingi ofendido, escorregando uma nota para o café, a deixando sobre a mesa. "Estranho, huh?"
"Não, não é verdade." Admitiu, começando a andar em direção à porta. "Eu não quero incomodar mais, está ficando tarde."
"Mais um motivo para eu te levar em casa." Abri a porta pra ela, começando a andar pela rua, orgulhoso por só tê-la ao meu lado.
"Oh céus! Você é impossível." Revirou os olhos castanhos, erguendo as mãos. Concordei com um aceno de cabeça, rindo mais.
Uma sirene longa preencheu as ruas e eu olhei em volta, vendo o pânico se formar. Meu coração disparou ferozmente e num reflexo envolvi Bella em meus braços, vendo-a entrar em pânico. O chão começou a movimentar-se embaixo dos nossos pés e eu logo entendi a situação, procurando algum lugar coberto seguro, apenas encontrando letreiros e coberturas de vidro, descartando minhas chances de abrigo.
Eu precisava tirar Bella de perigo, e rápido. Num impulso coloquei-a de costas para o chão, dobrei suas pernas e braços e coloquei-me sobre o corpo dela, apoiando meus joelhos em cada lado do quadril, sentindo minha barriga ser pressionada contra a barriga gestante dela, enquanto minhas mãos se apoiavam no cimento frio, ao lado dos ombros ela.
Encaixei meu rosto sobre o dela, fechando os olhos com força, esperando que nada de ruim acontecesse a ela. A proximidade do meu nariz com seu cabelo fez com que eu sentisse o cheiro de morangos que eu tanto me lembrava, dando sinais de que eu estava enlouquecendo; não era possível. Senti algo pesado contra minhas costas e meus braços falharam, quase traindo-me e jogando meu peso contra o de Bella.
Forcei meus músculos e me mantive firme, sentindo os gritos ficando cada vez mais longe e minha consciência me abandonando. Uma frase fixa rondava em meus ouvidos, me fazendo ficar cada vez mais lento; 'Então você nunca amou ninguém?'
É claro que amei. Amei aquela mulher que eu sequer sei o nome e jamais vi a face, amei porque ela me fez sentir vivo. Se essa era a minha hora, eu tinha que ter a chance de um pedido, certo?
Eu quero reencontrar a moça com quem eu dormi na véspera do meu casamento, a moça com que fez meu coração bater... de verdade.
Fim do Cap 1 =D
Entããão... Fiquei imensamente feliz pelas reviews, mesmo!(E já vou respondê-las hihi) Quanto à fanfic, eu estou escrevendo nela desde o começo do ano e ainda não terminei, mas ela tem nove capítulos no word até agora. É beem melosa mas a história é bem bonita, o Edward é muito especial nessa história e a Rosalie desempenha um papel essencial.
A fic será desenvolvida ora pelo ponto de vista do Edward - como esse capítulo 1 -, ora pelo ponto de vista da Bella. Eu esclarecerei ao começo de cada post, mas dá pra perceber.
Vocês verão xD haha.
A fic será postada semanalmente - espero - e os capítulos são grandinhos, por isso eu deverei terminar de postá-la em um tempo curto. Espero mesmo que vocês gostem, leiam e mandem reviews, porque essa é a fanfic de minha autoria que eu mais gosto! *-*
Enfim. O capítulo 2 será postado dia 23/12/10 porque irei viajar no natal e ano novo =) não deixem de acompanhar.
Vamos às reviiiews *-*
Ana Krol: Bem-vinda Anaa =D o próximo capítulo tá aqui, espero que tenha gostado. Beijos e boas festas =*
Twibelo: Que booom que adorou a fic *-* fico feliz com isso. Espero que goste desse capítulo curtiiinho e espere pelos próximos que prometem! Beijos e boas festas =*
Liza02222: Primeira que favoritou a fic =D HAHA. Obrigada pela review, tomara que goste do capítulo. Beijos e boas festas =*
Sam Moscovitz: Valeeeu por passar e mandar a review *-* que bom que gostou! Beijos e boas festas =*
Natalocas: Ô se promete! HAHA promete e MUITO! O primeiro capítulo já esclareceu um pouco o que se passou depois do casamento do Edward e mais coisas se esclarecerão. Obrigada pela review, beijos e boas festas pra vc =*
Boa semana pra vcs, gente! O natal tá chegando, hora de se empanturrar na ceia tá aí =D HAHA.
Beijos =*
Nina
(Clicar nesse botãozinho aqui de reviews não dói, e ainda faz uma ficwritter feliz =D)
