Obs¹: Essa Fic é Yaoi contendo Lemon. Se não gosta, aconselho não ler...

Obs²: É claro que os personagens do Death Note não são de minha autoria.

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-Choco Bloody-

-Chocolate Sangrento-

Near então se aproxima de Mello, enlaçando seu pescoço com os braços. Olhando atentamente para o rosto do outro.

"—A cicatriz...? " – pergunta Near, notando agora mais de perto, que Mello já não possuía esta.

"—Te explico depois. " – responde Mello.

"—Mello eu te amo tanto... " – sussurra Near, de encontro ao ouvido de Mello deixando sua respiração quente tocar-lhe a pele deixando-a arrepiada.

Lentamente Near foi beijando o pescoço de Mello, causando-lhe arrepios. Este leva suas mãos as costas desnudas de Near, apertando cada pedaço de pele macia.

"—Você esta um pouco frio... " – fala Near beijando o ombro.

"—Então-Ahnnn..." – começa a falar Mello, mas para ao sentir leves mordidas em seu pescoço "—Aqueça-me."

As mãos de Near deslizam pelo corpo de Mello, adentrando na camisa deste, subindo-as e beliscando um de seus mamilos. Este começa a beijar o pescoço de Near, sentindo o leve pulsar de sua veia se alterando.

"—Near... " – sussurra Mello de encontro a pele, sentindo mais fome.

Na verdade Mello não andava se alimentando direito, ainda não gostava de caçar, então ficava em casa pensando em algum plano em quanto Matt ia se alimentar, para este dividir um pouco do sangue que fora roubado.

Mas sentir o corpo tão desejado de Near assim perto de si lhe causava arrepios de prazer. Fazia querer provar o sabor do sangue deste.

Mello se afasta um pouco de Near, olhando atentamente a face deste. Seus olhos brilhavam de um jeito que nunca pode imaginar que veria neste. Aquela linda boca, não agüentou sóvê-la.

Aproximou-se novamente tomando posse daqueles lábios macios, saboreando de uma forma pecaminosa e de uma certa forma até voraz a boca do outro.

Mas era isso o que Near sempre desejou, sentir o sabor de Mello,e faze-lo gemer de uma forma prazerosa. Queria possuir tudo que sempre teve vontade, desejava-o entregue aos seus toques, as suas caricias.

O beijo ia se intensificado cada vez mais, demonstrando o quanto um desejava o outro. Mello estava realmente perdido, sentia a língua quente de Near invadindo-lhe a boca enroscando-se com a sua. Não agüentou e mordeu o canto da boca deste com seu canino, causando-lhe um pequeno corte.

O prazer ao sentir o sangue de Near foi tão intenso, que não conseguiu conter um gemido. Afastando-se rapidamente em seguida dos lábios de Near, levando suas mãos a boca, tampando-a.

"—Mello...? " – o nome do outro quase saiu de forma gemida da boca de Near.

Mello simplesmente fechou os olhos, ainda envolto com o gosto do sangue do outro. Sentira pouco, mas fora algo tão deleitoso.

Near olhava confuso as reações de Mello, não conseguia decifrar o que estava acontecendo com este. Quaisquer chances de descobrir o que estava acontecendo desapareceram, quando Mello abre os olhos.

A cor de seus olhos estava de um vermelho tão vivo que parecia sangue, era hipnotizaste aquele olhar, deixava-o ainda mais preso a aquele ser. Aproximou-se de novo deste, levando suas mãos ao rosto.

"—Near... Estou com fome... " – sussurrou Mello.

Near sorri, começando a empurrar Mello de encontro a sua cama, sentando ambos nela. A mão de Near deslizava suavemente pelo rosto de Mello.

"—Isso é impossível... Mas eu acho que sei o que quer, pode tomar. " – fala Near virando o rosto e mostrando seu pescoço para Mello.

Este relutou, olhando o branquinho pescoço a sua frente. Não agüentou. Precisava sentir mais do sabor doce que possuía aquele sangue. Aproximou-se mais de Near, apreciando cada momento, depositando vários beijos no pescoço deste.

"—Serei o mais delicado o possível. " – disse Mello, ainda beijando o pescoço de Near.

"—Confio em você. "

Mello sorri de encontro à pele do outro, abrindo sua boca e mirando no pescoço alvo. Suas presas se alongam e lentamente começa a força-las. Aos poucos elas atingem a veia mais próxima e a perfuram.

Um sangue quente e doce começa a escorrer até os lábios de Mello. Sentir o gosto do sangue nunca fora tão sublime, começara a ficar exitado apenas ao sentir o sabor deste. Isso era viciante.

Near se contorcia, mas não de dor, sentir as presas de Mello entrando em seu corpo fora de um prazer tão grande que estava a morder os lábios para não gemer alto. Necessitava de mais.

Então levou uma de suas mãos a cabeça de Mello, fazendo-o intensificar a mordida. Já a outra, levou ao membro deste, começando a massageá-lo fortemente, ainda por cima da calça.

Não tinha como agüentar aquilo, era prazer demais para Mello. Este não sabia se gemia por causa do sublime sangue de Near ou pela deleitosa massagem em seu membro. Acaba por largar o pescoço do outro, não agüentando tanto prazer reunido. Gemia cada vez mais alto, de encontro ao pescoço do outro.

"—Que adorável... " – sussurrou Near, parando o que estava a fazer.

Mello respirava pesadamente, seu corpo todo reagia ao sangue de Near, apesar de ter tomado pouco, estava completamente saciado. O sangue deste era algo que nunca tinha provado.

"—Ainda está com fome? " – pergunta Near, fazendo um suave carinho na cabeça de Mello.

"—...Não. "

"—Então é minha vez agora. "

Near se afasta um pouco, levando suas mãos a camisa de Mello, as retirando em instantes. Agora podia explorar melhor o corpo do outro. Lentamente forçou-o de encontro ao colchão, beijando-lhe o peito, deixando marcas por este. Estava maravilhado com os gemidos de Mello, e estava proposto a faze-lo gemer cada vez mais.

"—Nhnnnn... Neaarrr " – gemia Mello.

Near para as caricias ao sentir a mão de Mello adentrar-lhe a calça, causando-lhe um arrepio de prazer.

"—Sem nada por baixo...? " – pergunta safadamente Mello "—Não sabia que um garotinho como você dormia assim. "

"—Mello, você ainda me trata como uma criança... " – falou Near, tirando a mão de Mello de onde estava "—Eu vou lhe mostrar o quanto eu cresci. "

Mello surpreende-se com a frase, mas surpreende-se mais ainda com o ato seguinte de Near. Este se abaixa, parando em cima do feche da calça, abrindo este com os dentes. Near estava com uma cara tão depravada olhando-o, que se perguntou como nunca notara como ele era tão sexy.

Lentamente o fecho e aberto, e Near termina de tirar as calças de Mello, largando-as ao lado da cama junto com a camisa.

O olhar predador que Near possuía ao olhar o corpo quase totalmente desnudo de Mello, fazia este ficar extremamente corado.

"—Pa-Para de me olhar assim... " – pediu Mello virando o rosto, e escondendo-o com o braço.

"—Mello... Não tem como fazer isso, você é lindo. " – responde Near, passando ousadamente a mão pelo peito de Mello.

A mão de Near apertava levemente cada pedaço de pele do Mello, descendo sua mão vagarosamente em direção ao membro deste. Até que chega a borda da cueca, começando a retira-la, mas Mello impede isso.

"—Uma pergunta... Por acaso sou EU que vou ficar por baixo? " – pergunta alarmado Mello.

"— 97 por cento, que sim. " – responde Near, voltando a puxar a cueca.

"—Por que diabos eu tenho só 3 por cento de chances de não ser o passivo? "

"—... "

"—Fala. "

"—Certo, se você não achar prazeroso o que vou fazer, nos trocamos. " – propõe Near, já terminando de tirar a cueca.

"—Certamente eu não irei achar iss-Ahhhnmhhm! "

Near nem espera Mello terminar sua frase, abocanhando com gula seu membro. Mello se esquecera de tudo, sua mente vagava apenas no prazer que a boca de Near proporcionava.

E este apenas intensificava mais e mais, apreciando com satisfação os gemidos roucos de Mello.

"—E então... gosta? " – pergunta maliciosamente Near, dando pequenas lambidas na ponta do membro do outro.

"—...nhnn... "

"—Espere que vai melhorar. " – fala Near, levando dois de seus dedos a boca, lambendo-os.

"—Por que diabos parou? " – grunhiu Mello.

Near não falou nada, apenas continuou a lamber seus dedos de forma lenta e calma.

"—Near... " – a voz de Mello saiu quase em um tom de aviso.

"—Vejo que parece estar ansioso para isso... " – falou Near com sua típica e inexpressível voz.

Isso fez quase Mello pular em cima do pescoço do Near, de tanta raiva que sentiu, mas essa idéia desapareceu em um instante, quando sentiu Near recomeçar o que estava fazendo antes, deixando-o alucinado de prazer.

"—Isso...Hmnhmm " – palavras desconexas começavam a deixar a boca de Mello involuntariamente.

Near sorriu ainda saboreando aquela parte extremamente sensível de Mello, deslizando suavemente sua mão pela perna desse, vez ou outra a arranhando levemente.

"—Hummm Near... Isso mais...Hummmmm "

Lentamente a mão de Near foi deslizando para cima, para o lugar onde com certeza estaria dentro em poucos minutos.

Mello arqueou as costas involuntariamente, tentando fugir da invasão que começava a sentir.

"—Calma... " – repetia Near em quanto o lambia fervorosamente e deslizava seu dedo indicador no interior de Mello.

"—D-Doi... " – choramingava Mello.

"—Você vai gostar... Só tenha calma e relaxe. "

Então Mello fez como Near pediu, relaxando, concentrando-se na boca, na língua de Near que o torturava impiedosamente mas de uma forma tão prazerosa que apenas queria ser mais e mais torturado dessa forma.

"—Hmnhm " – Mello nem notara que começara a gemer baixo.

Os gemidos, os baixos e lamuriantes gemidos que Mello deixava inconscientemente sair, estavam deixando Near alucinado. Era claro nos gemidos o quanto Mello estava gostando de tudo.

Lentamente retirou seu dedo de dentro de Mello, escutando um leve reclamar vindo deste, mas não ligou.

"—Quer mais...? " – perguntou Near em quanto passava suavemente seu dedo na entrada de Mello.

"—Maldito... "

"—Estou esperando... Quer mais? " – perguntou novamente, enfiando só a ponta de seu dedo.

Mello estava delirando ente ao toque de Near, mas ainda não tinha coragem de admitir isso.

"—... " – Near ficou em silencio, esperando a resposta de Mello.

Esperaria a noite toda se fosse preciso, apesar estar já um pouco ofegante e querendo um alivio. Decidiu por brincar um pouco com Mello, faze-lo perder a razão a ponto de gritar para ser possuído.

Lentamente Near se afastou, sobre o olhar de Mello, retirou sua própria calça, mostrando não haver mais nada por baixo.

"—Hmmnhm " – Mello gemeu de antecipação, ao ver Near olhando-o com um olhar predador.

Near deitou-se em cima de Mello, tomando posse de seus lábios, em um calmo e suave beijo.

"—Near... " – sussurrou em quase um gemido Mello, ao sentir Near morde-lhe o pescoço.

Instintivamente Mello entrelaça sua perna ao redor da cintura de Near. Esse ato fez seus sexos roçarem, fazendo ambos gemerem roucamente, principalmente Near que estava realmente precisando de um alivio.

"—M-Mello... "

Near quase que deixa seu pequeno plano de lado, possuindo Mello naquele mesmo instante. Mas sabia agüentar, calcularia certinho para que ambos tivessem o que queriam essa noite, e faria de tudo... Até agüentar Mello chocando-se contra seu quadril, lançando-lhe vertigens de prazer.

Controlando-se conseguiu se soltar de Mello, virando este de costas.

"—Como!? " – falou Mello espantado, não entendendo como Near conseguira fazer isso.

Near nem se deu ao trabalho de responder a pergunta, apenas limitou-se a beijar a nuca de Mello.

"—Near... " – chamou baixinho o nome do outro.

"—Sim...? "

"—Pare de me torturar...nhmm " – pediu em um gemido, ao sentir Near começar a morde-lhe a nuca.

"—Não. "

Mello tentou se virar, mas parou rapidamente o que estava fazendo ao sentir o dedo de Near voltar a preenche-lo, fazendo-o arquear ente ao movimento rápido que Near fez.

A brincadeira apenas estava começando, e Near estava realmente disposto a deixar Mello louco. Louco por ele.

"—Não sei se devo te satisfazer... " – fala Near movendo lentamente, extremamente lento, seu dedo no interior de Mello

"—Você... Maldito... " – reclamou Mello.

Mello estava realmente lindo para Near, ofegante, com seus cabelos bagunçados e espalhados pela cama, a boca aberta por onde tentava puxar o ar e também o xingava varias coisas que não escutava.

"—Me diga o que quer que eu faça. " – a voz de Near saiu rouca, de encontro ao ouvido de Mello.

"—...nhmmm... " – Mello estava de olhos fechados a morder o lábio inferior, tentando reprimir o que queria dizer.

Um pequeno filete de sangue escorreu da boca de Mello, de tão forte que estava mordendo. Isso deu a Near uma ótima e maliciosa idéia.

Levou sua outra mão a boca, mordendo com força a ponta de seu dedo indicador, o suficiente para criar um corte. Viu o vermelho do sangue manchar seus dedos, e levou-os para boca de Mello.

Este abriu o olho, sentindo um cheiro doce povoar seus pensamentos, e se depara com a mão de Near a sua frente, com sangue escorrendo de um pequeno ferimento em seu dedo. Os olhos de Mello brilharam novamente em tom vermelho, e este levou sua mão a de Near, puxando-a para sua boca, sugando-lhe o sangue que lhe fora oferecido.

Near sorriu, vendo que Mello caiu na armadilha, retirou seu outro dedo de dentro dele, acrescentando outro e enfiando logo em seguida, de uma forma voraz. Pode sentir Mello gemer e sugar com mais força o corte que fizera na mão.

Impiedosamente, movia seus dedos dentro de Mello, mas sorria satisfeito, vendo que este estava quase dopado pelo seu sangue.

"—Mello... " – Falou retirando ambas as mão de onde estavam, virando Mello para cima.

Era uma visão realmente bela, Mello com aquele olhar vermelho, assim como a boca que estava manchada com seu sangue. Não agüentou só ver aquela boca convidativa abaixou-se e tomou-a, em um beijo voluptuoso demonstrando o quanto realmente estava precisando de Mello.

Afastou-se ofegante, olhando Mello nos olhos. Este estava intoxicado de tanto prazer, realmente Near era extremamente quente.

"—Near...Me possua... " – finalmente Mello admitira o que queria dês que pulou para dentro do quarto de Near.

Near suspirou satisfeito, beijando-lhe novamente a boca, deslizando para o pescoço aonde dava leves chupadas sorvendo o gosto do outro, extremamente satisfeito pela leve fragrância de chocolates que este possuía.

"—Fazei você gritar de prazer. " – anunciou Near.

Este se moveu, arrumando-se, colocando as penas de Near sobre seus ombros. Olhando uma ultima vez para o rosto de Mello, fecha seus olhos em seguida, não agüentando o prazer ao adentrar em Mello, vagarosamente, sentindo a resistência do apertado canal massagear-lhe o membro, que estava implorando por alivio.

"—Hum... Melloooo " – gemia Near.

Após a lenta e prazerosa penetração, Near espera ofegante Mello se acostumar com o volume dentro dele.

Este respirava pesado de olhos fechados, esperando que a dor parasse e pudesse sentir o prazer de ter Near assim, possuindo-o.

Near sabia o que fazer para deixar Mello relaxado, então mordeu novamente o dedo que estava machucado pela mordida antiga, fazendo o sangue começar a sair novamente.

"—Um presente pra você. " – fala passando o dedo ensangüentado nos lábios de Mello.

Mello sorri, lambendo os lábios, saboreando aquele sangue que o tinha deixado viciado, a mercê daquele que o possuía. Relaxou mais, sentindo-se embriagado com o pouco sangue que sentia em seus lábios.

Near notou que este estava mais relaxado, até sentia um leve mexer do outro, como se estivesse querendo mais. O sangue que dera não era muito, não teria problemas com anemia ou algo dom tipo, parecia que mesmo pouco de seu sangue satisfazia Mello, tendo ótimos efeitos nesse.

Então lentamente começa a mover-se recebendo do outro um lindo gemido, não de dor mas sim de prazer. Esse gemido foi o maximo que Near pode suportar, estava se contendo por cauda da pequena brincadeira, mas ao escutar esse lamuriante gemido, perdeu a razão. Deixou o pudor de lado e começou a investir em Mello com volúpia, escutando mais gemidos vindo da boca deste.

"—Ne-Near... Ahnnn….hummm… "

Mello balançava sua cabeça de um lado para o outro, agarrado ao lençol da cama com tanta força que este já estava rasgando. Aquele prazer era totalmente novo.

"—Ahhhnnn Nearrrr… "

Gemeu mais alto, ao sentir Near começar a masturba-lo no mesmo ritmo quase insano que o estocava. E ainda sentia o doce gosto desse na boca, deixando completamente entregue a loucura do momento, querendo apenas sentir mais desse deleitoso e arrebatador prazer que Near o levou.

"—Bom-humm…Near…ahnnmm…Vo-você é tão... " – tentava falar Mello, mas a única coisa que saia de sua boca eram gemidos cada vez mais altos.

"—Vo-você é maiss... Hummmm " – agora foi a vez de Near tentar pronunciar algo, mas estava muito envolto nos prazeres para fazer uma frase coerente.

Gemidos lânguidos preenchiam o quarto em que os dois estavam. Finalmente depois de tempestuosos tempos conseguiram se entender, e agora tudo o que um possuíam pelo outro era o mais puro amor misturado com um desejo insano de ambos.

Mello já estava completamente perdido nos prazeres, sabia que não iria agüentar por muito mais tempo tudo o que sentia. Gemeu alto, arqueando as costas e rasgando mais ainda o lençol do colchão, não agüentando quando Near mudou um pouco o ângulo estocando-o fundo, bem fundo tocando-lhe um ponto que para ele fora o ápice de tudo.

"—AAAhhhhhhhhnnhnnnmm! Nearrrr! " – gemeu Mello, entregando-se a tudo, gozando forte na mão que o manipulava habilmente.

"—Meellooooo!! " – os gemidos e a face de Mello em completo extasi, fora demais para Near também que investiu mais forte gemendo alto e gozando dentro deste.

O ar de ambos parecia ter simplesmente desaparecido dos pulmões. Tudo em volta estava nublado pelo turbilhão de emoções e prazeres do momento.

Calmamente Near saiu de Mello, deitando-se ao lado deste, puxando-o para que descansassem juntos. Os poucos minutos que ficaram normalizando suas respirações, tentando voltar a realidade parecerem séculos. Tranqüilamente Near, já recuperado de tudo que ocorrera, beija de leve a bochecha de Mello, ouvindo reste uma linda risada.

"—O que foi? " – perguntou Near, arrumando os cabelos bagunçados de Mello que teimavam em cobrir seus olhos.

"—Eu nunca pude imaginar, nem uma vez se quer que você fosse tão ardente na cama assim. " – responde Mello, rindo baixo.

"—Isso é só por que era você que estava em meus braços. "

Mello parou de rir em um segundo, passando a corar violentamente.

"—Mello... "

"—Sim? "

"—Por favor... Não suma mais desse jeito... " – pede Near com uma voz tão baixa que fez doer o coração de Mello.

"—Desculpe... Mas não sei se poderemos sempre nos ver... "

"—... " – Near suspirou triste "—Por que...? "

"—Eu tenho que fazer uma missão antes, e nem sei por onde começar. "

"—Eu ajudo. " – fala Near sentando-se e olhando firmemente nos olhos de Mello.

"—Eu não preciso de sua ajuda. " – fala Mello em um tom meio raivoso.

"—Deixa de ser convencido. "

"—Convencido eu!? " – Mello senta-se em um impulso "—Ai... " – mas arrepende-se de ter feito isso, ao sentir uma certa dor em uma certa área.

"—... " – Near desviou seu olhar de Mello, começando enrolar seus cabelos.

"—Desgraçado... "

Mello levanta-se da cama, enrolando o resto da fronha em sua cintura, começando a catar suas roupas.

"—Aonde vai? " – pergunta Near levantando-se também.

"—Isso não te intereça! Eu vou conseguir resolver tudo sem a sua ajuda. " – responde vestindo suas roupas.

"—Mello... por que você sempre é assim? "

"—Eu vou te superar! Você vai ver. "

"—Pare com essa disputa infantil e abra o olha pra realidade! " – grita Near de raiva pela primeira vez em sua vida.

"—Nossa, não sabia que possuía sentimentos. "

"—Mello, esta louco? Você sabe o que acabou de acontecer nesse quarto!? " – Near estava realmente perdendo sua compostura .

"—Sim. Eu me alimentei de você e você me comeu. " – fala Mello em um tom sombrio.

"—Mello... Por que continuo sem te entender... " – falou Near cabisbaixo.

"—Você já não entendeu que eu te amo? " – Mello aproxima-se mais de Near "—Eu o amo. Sua voz, seu cheiro, seu olhar... E seu sangue. "

" Como ele pode me deixar mais confuso ainda? " – pensa Near.

"—Mas saiba de uma coisa. " – fala Mello, próximo ao ouvido de Near "—Eu vou supera-lo. "

Near estava em choque, pensou que se conseguisse fazer com que Mello admitisse que op queria, não teria o risco de perde-lo de novo... Mas notou amargamente que estava errado.

Mello, já vestido, da as costas para Near e ruma em direção a janela, mas antes de alcançar esta, sente os braços de Near circulando-o a cintura.

"—Eu te amo! "

"—Eu sei. " – Mello afastou os braços de Near de si e pulou para fora da janela, desaparecendo no meio das trevas da noite.

--.--.--.xXx.--.--.--

"—Nossa, você demorou. " – fala Matt, ainda sentado no sofá, vendo que Mello acabara de chegar.

"—Vai se lascar! " – falou raivoso Mello.

"—Nossa, que bicho te mordeu? " – Matt falou rindo, andando lentamente até Mello.

Matt parou na metade do caminho, analisando o jeito desleixado de Mello. Parecia que tinha ido parar no meio de um furacão.

"—Mello, aconteceu alguma coisa? " – pergunta meio preocupado.

"—Isso não te intereça nem um pingo! " – reclamou passando pelo Matt.

"—Você esta com o cheiro do Near. " – afirma Matt.

De raiva Mello pega Matt pelo pescoço, erguendo-o do chão. Este estava assustado e confuso pela reação do amigo. Não entendendo o que tinha acontecido, só sabia que Mello tinha ido ver o Near.

"—Não. Ouse. Falar. No. Nome. Daquele. Desgraçado. " – falou pausadamente, ainda erguendo Matt pelo pescoço.

"—...Ta... " – falou com um esforço Matt, sentindo logo depois Mello soltar-lhe.

Matt ficou realmente confuso, vendo Mello rumar para seu quarto, trancando-se em seguida neste.

" Será que Near esta bem...? " – pensou Matt.

Apressadamente saiu do local, correndo em extrema velocidade pela escuridão da noite. Rumando para onde Near estava, com medo que Mello em algum momento de loucura tivesse feito algo contra esse.

Chegando no local, apenas pulou para dentro do quarto.

"—Mello? " – pergunta tristemente Near.

"—Não... É o Matt. "

"—Então você também não morreu... "

Near estava sentado na cama, já vestindo sua calça, brincando com alguns bonecos. Matt olhou bem para Near, não notando nada de diferente. Mas se não era isso o que teria deixado Mello daquele jeito?

"—Near... Você está bem? " – pergunta Matt aproximando-se, querendo averiguar melhor.

"—Não... Eu estou péssimo. "

"—Mello te fez algo? " – fala Matt, sentando-se na beirada da cama.

"—Eu sou um tolo... " – fala baixinho Near.

"—Por que? "

"—Pensando bem... ELE é um tolo. "

"—Near, não sei se sabe, mas esse tolo te ama. " – fala Matt com seu típico sorriso.

"—Eu sei... E ele sabe que eu também o amo. "

Matt fica sem palavras, por um momento quando viu Near pensou que este poderia ter rejeitado o amor de Mello, mas pelo que constatou agora era que os dois se amavam.

" Isso ta ficando complicado... " – pensa Matt.

"—Matt. Como vocês conseguiram escapar da morte? " – pergunta Near, sem tirar o olhar dos bonecos espalhados na cama.

"—Mello conheceu um vampiro milenar, e em troca de transformar-nos em vampiros, ele pediu para fazermos algo para ele. "

"—E o que seria? "

"—Mello não lhe contou? "

"—Se eu estou perguntando, é obvio que não. "

"—Ele quer que agente procure o bofe dele. " – falou Matt rindo logo em seguida.

"—... Se era só isso por que Mello surtou daquela forma...? "

Matt finalmente esta pondo as idéias no lugar, já estava notando o que acontecera com Mello. Lentamente levanta-se da cama.

"—Near, pode parecer fácil, mas até agora nos dois não achamos o paradeiro desse cara. " – fala Matt andando em direção da janela "—O Mello pode não ter admitido que precisa de ajuda, mas eu sim. Precisamos realmente de sua ajuda Near. "

"—... "

"—Eu vou lhe passar secretamente as informações que conseguimos coletar, assim Mello não desconfiará de nada. "

"—E se não conseguirem achar o tal cara? " – pergunta Near levantando-se.

"—Nos morremos. " – responde Matt, pulando pela janela.

Near fica parado em choque. Essa noite foi extremamente caótica. Primeiramente descobrira que vampiros existiam, que não eram só lendas inventadas pelas pessoas que buscavam a eternidade.

Depois, o melhor de tudo, era que Mello seu único amor estava vivo e que este o amava. Mas para completar a noite, notara que Mello ainda era infantil o suficiente para não aceitar sua ajuda, querendo apenas ele ser o numero um.

Voltou para a cama, estranhamente não possuindo nenhum sono, apesar de estar muito cansado. Voltou a brincar com seus bonecos, tentando por a mente no lugar, e tentar entender Mello. Só sabia de uma coisa, este o amava.

"—Mello... "

Near olhava para a janela, a espera que em qualquer momento Mello pudesse pular para dentro de seu quarto, mas sabia que pelo menos no momento esse sonho seria impossível.

Esperaria até Mello acalma-se de novo, esperaria ansioso no momento em que o teria nos braços novamente, gemendo e gritando pelo prazer que apenas ele poderia proporcionar.

Sabia que Mello voltaria a vê-lo, quando necessitasse desesperadamente sentir seu sangue escorrendo pela garganta.

CONTINUA...

20/09/08

Nota da autora:

Nossa... Esse capitulo eu realmente demorei ( Ç.Ç ) Mas eu tenho um motivo, era que tinha que fazer um bando de preparativos para a feira de ciências da minha escola ( XD ) Finalmente ela acabou ( \o/ )

Esse capitulou foi bem tempestuoso ( XD )

Nem sei o que me deu na cabeça de fazer isso com o Near.

Bem... Tomaram que tenham gostado de ver o Mello submisso ao sangue do Near ( ¬ )

E também o Near sendo o seme.

Huhuhuh

Nossa... Eu realmente surtei fazendo esse Cap ( D )

Agradecimentos:

Muitíssimo obrigada pelos comentários, fiquei extremamente contente notando que gostara do Mello sendo um vampirinho.

Tomara que gostem do lemon, espero Reviews.

By: Toynako