N/Rbc: Bom dia a todos! XD Yeahhh! São 8:15 da manhã e eu estou postando um capítulo. E estou acordada desde as 6h. É... eu odeio acordar cedo, mas hoje eu simplesmente acordei, e fiz meu próprio café da manhã. E foi divertido. E depois de duas semanas de desespero, eu decidi que não vou mais ficar triste. Yeahhh! Então eu estou feliz. Mas é o seguinte: eu não escrevi muito nessas duas últimas semanas, e o que eu escrevi, não me deixou satisfeita o suficiente. Por exemplo, este capítulo. Eu tenho 4 versões dele. Exatamente. 4! Uma versão extendida, que conta com a participação do Scorpius. Uma versão mais Ginny. Uma versão mais Draco. E esta versão, que foi a que mais me agradou, embora não tenha agradado completamente. Talvez vocês não gostem tanto do capítulo, talvez gostem. Eu ainda prefiro, no geral, a fic "Five Places". Ah, neste capítulo, tem um quotezinho de uma fala do Draco da fic PERFEIÇÃO da Aninhoca. Huahuahauahau. Se não for dessa fic, é de outra dela... agora eu não to lembrando. XD
Mas olha uma notícia boa, que se vocês quiserem ler, provavelmente eu faça: uma fic sobre fases do relacionamento de Draco e Ginny. Totalmente M (totalmente mesmo). Mas é só se vocês quiserem ler algo M, do tipo muito M... do tipo muito M mesmo... eu diria MA... hauhauahauahauahuaha... enfim... é triste... às vezes a gente está numa fase M de escritora... ou MA que seja... kkkkkkkkkkkkk
Jane LeloupBlanc: então Jane... no final eles não acabam exatamente juntos. No final o Draco apenas dá primeiro passo e beija ela no vestiário... a fic volta pro começo, e tudo foi pensamentos da cabeça dele. Ele apenas quis ter certeza de iniciar o que ele idealizou. XD Tudo está acontecendo de verdade agora!
Lou Malfoy: nomes pouquíssimos criativos, huh? E eu adoro o modo como o Draco entende as frases deles... hauahuahauahaua... isso é tão Draco da parte dele, não?
Thaisa B.: querida, no dia que você descobrir por que o Draco tem que ser tão sexy você me avisa? Porque daí, talvez, eu posso dar um motivo pra ele fascinar tanto a maioria das mulheres... sério... huaahuahauahauahau.. e sim, a música é essa mesmo. Huahuahauaha... AMO AMO AMO essa música. E faz mais ou menos duas semanas que eu a ouço todos os dias, muitas vezes seguidas... XD
Rk-chan: então. No primeiro capítulo é ele sim que tá se formando. Porque como eu disse no final do capítulo, eu não sei a diferença de idade entre os irmãos Potter. Então, para mim, James tem 17/18 - idade para se formar, Albus tem 13 e Lily tem 11. Não é como se fosse ter muita importância no final das contas... é apenas para seguir o plot que eu idealizei... hauahauhaua
Dani Sly: Você é realmente parecida comigo Dani. Tanto no pouco que conversamos como na forma que você escreve reviews. Huahuahauahua. É sempre tão difícil responder as suas reviews, mas sempre muito bom lê-las e relê-las, e sorrir cada vez que faço isso. Você diz que quando crescer quer escrever os personagens como eu. Eu digo que quando eu crescer, quero escrever uma Libertação como você. Huahauahauhau. Essa não é uma resposta especial. Eu tenho uma resposta mais especial pra você no próximo capítulo de Sr. e Sra. Malfoy, mas eu creio que você vai ter que esperar até eu postá-lo. XD Espero te ver mais vezes no msn. XD Ahhh, e sim, a música tema da fic é Don't Go Away do Oasis. Perfeita até dizer chega. XD
Licca-Weasley-Malfoy: ahhh, eu realmente pretendia postar o capítulo antes... mas não tive tempo nem humor para isso. Me desculpe. XD Mas cá está o segundo capítulo, espero que goste dele mais do que gostei de escrevê-lo. XD
Five Steps To The Bed
Spoilers: Para este capítulo "Deathly Hallows".
Characters: Draco e Ginny
Rating: K-T - para este capítulo
Summary: Exatamente o que o título diz, de uma maneira bem sutil.
Warning: Linhas nostálgicas escritas abaixo. XD
Disclaimer: Harry Potter e seus personagens pertencem à JK e corporações associadas a ela, não a mim. Mas venhamos, os personagens, principalmente Draco e Ginny, se divertem muito mais comigo, não é verdade?
2. Say what you say - But say that you'll stay
"Achei que Malfoy's eram mais educados e não batiam a porta na cara de mulheres." – ela falou, com um meio sorriso, ao ver a cara surpresa de Draco por ela estar na porta da casa dele.
"Achei que Weasley's não batiam à porta de Malfoy's." – ele respondeu, abrindo mais a porta – "Entre. Se é isso que você veio fazer aqui, claro." – ela deu dois passos à frente.
"E por enquanto ainda é Potter." – ele quase sorriu.
"Eu no seu lugar não ficaria tão orgulhoso assim, Weasley." – ela fez uma cara estranha, mas ignorou o comentário dele.
Draco não tinha uma opinião formada sobre o Natal. Para ele era apenas mais uma época do ano como qualquer outra. Talvez mais fria do que as outras, mas ainda assim, uma época qualquer. Ele nunca esperara presentes dos pais, nem felicitações, nem qualquer coisa do tipo. Seu filho, Scorpius, por outro lado, quase fazia do Natal um grande evento.
O mais novo Malfoy gostava de sair na véspera de Natal e levar o pai consigo. Geralmente, ambos fugiam de Astoria nessa época do ano. Até aquele ano, quando eles não precisaram mais fugir dela, já que ela tinha fugido deles alguns meses antes.
O fato é que, naquele ano, Draco pretendia apenas sentar-se com seu filho e jantar no dia de Natal. E depois ambos iriam para seus quartos e dormiriam. E então Scorpius voltaria para Hogwarts na manhã seguinte. Se este fosse um ano qualquer, talvez eles fizessem isso.
Mas naquele ano, Scorpius resolvera passar o Natal no colégio e a Weasley apareceu na porta de Draco. Em questão de minutos ela entrara e devolvera o seu sobretudo. E em algum momento entre ela falar sobre ter saído de casa e estar praticamente separada de Harry e Draco ouvir o barulho de comida pronta na cozinha, Ginny fora convidada para jantar e, agora, estavam ambos sentados lado a lado na sala de jantar.
Draco ficava imaginando como aquela situação chegara a tanto. E quando cansou-se de imaginar a resposta, decidiu que não queria que fosse diferente.
x.x.x
"Sabe o que me intriga, Weasley?" – ele tentou começar, antes que o silêncio se tornasse incômodo.
"Além do fato de eu estar jantando com você?"
"Você disse 'por enquanto ainda é Potter'. Tem alguma coisa errada em tudo isso." – Ginny riu.
"É tão difícil assim de acreditar?"
"Eu não sei. Vejamos. Você é a princesinha que é apaixonada pelo herói desde os 11 anos, você se casou com ele, teve três coelhinhos, ficaram juntos durante uns 22 anos... tem alguma coisa errada nessa história. Onde está o 'e viveram felizes para sempre'?"
"Isto não é um conto de fadas, Malfoy. Eu não sou uma princesa e o Harry não é mais O herói. Eu saí de casa, James e Albus estão indignados com a minha atitude, Lily resolveu ficar em Hogwarts para o Natal, junto com o seu filho, inclusive. E eu estou num Hotel, ignorando todas as tentativas de Harry de falar comigo. Belo Natal este meu, huh?"
Draco ia falar alguma coisa, mas contentou-se em apenas fazer uma segunda garrafa de vinho aparecer sobre a mesa, quando viu que a primeira tinha acabado.
"Eu sempre imaginei que os Malfoy tinham elfos domésticos e nunca movessem muita coisa dentro de casa." – ela disse, aleatoriamente.
"Nós temos elfos domésticos. Mas eles estão trancados no porão." – Ginny olhou meio escandalizada para Draco, que imediatamente sacudiu a cabeça, ao que ela percebeu como sendo uma brincadeira. – "Vocês Grifinórios sempre acreditando em tudo."
"Então você está brincando, certo?"
"Uma vez Sonserino, sempre Sonserino, Weasley!"
Comeram em silêncio. Não um silêncio incômodo. Era um silêncio quase normal. Vez ou outra Draco olhava para a Weasley. Mas não dizia nada. Os joelhos deles se esbarravam de vez em quando sob a mesa e ficavam juntos durante uns minutos até que algum deles se afastasse um pouco, para depois de alguns momentos, se tocarem novamente. Draco não percebia seu gesto quase automático de encher a taça de vinho dela cada vez que ela terminava. Nenhum dos dois parecia perceber, de fato, o que acontecia.
"Eu preciso ir." – Ginny falou e tentou levantar-se. Draco a segurou antes que ela perdesse o equilíbrio.
"Não desse jeito, Weasley. Espere a bebida parar o efeito, ok?" – ele guiou-a até o sofá e os dois sentaram-se no tapete novamente, encostados no sofá e de frente para a lareira.
"Seu filho é um bom garoto. Ele cuida da minha filha na Sonserina, não sei se você sabe disso. Bem diferente de você na idade dele." – Draco apanhou a garrafa de vinho e encheu sua taça. Ginny, sem perceber, fez o mesmo.
"E era um imbecil." – ele comentou – "E honestamente, eu ainda acho que sou um." – Ginny riu graciosamente e bebeu de uma vez o que ainda havia na sua taça – "Você não deveria se envolver com um imbecil." – ela gargalhou dessa vez, e apenas ignorou o último comentário dele.
Ela estendeu a taça vazia para Draco e olhou esperançosa para ele.
"Eu não vou te embebedar, Weasley." – ela fez uma cara de profundo desgosto e tomou a garrafa das mãos dele.
"Ótimo, então eu me embebedo sozinha." – ela encheu a taça novamente.
"Ok, isso é por sua conta. Eu não posso interferir na suas decisões." – Ginny gargalhou.
"Você já se imaginou ao lado de uma Weasley bêbada?" – ela perguntou, enchendo tanto a sua taça como a dele.
"Você não gostaria de saber essa história." – ela olhou curiosa para ele.
"Vamos lá, me conte."
Ela fez uma cara de cachorrinho pedinte e Draco sentiu os pés dela enroscarem-se aos seus. Ela parecia fazê-lo sem perceber, pois sequer olhou para os pés. Draco sentiu os pés dela imensamente gelados e achou que seria falta de cavalheirismo impedir que ela esquentasse os próprios pés enrolados aos seus, por isso deixou como estava. E apreciou bastante o toque dela.
"Na minha fantasia eu te encontrava no bar porque o Potter estava tendo um caso com alguma vadia" – Ginny olhou imediatamente para ele – "hei, essas eram suas palavras, não minhas. Potter e sua vadiazinha. Eu te levei pra sua casa, porque você estava incrivelmente bêbada."
Ginny olhava para Draco. Seus olhos ardiam, assim como sua face. Ela sentiu uma enorme vontade de rir. E também de abraçar-se a Draco. Os olhos dele brilhavam quando ele olhou para ela, e os lábios dele se moviam com certa firmeza enquanto as mãos dele faziam gestos que provavelmente ele não percebia.
"E o que acontecia depois?" – ela perguntou quando ele parou de falar. Apenas porque ela não queria que ele parasse de falar. A voz dele e o jeito como ele falavam eram agradáveis.
"Como assim?"
"Você disse 'na minha fantasia'. E com fantasia alguém sempre quer dizer que haverá algum tipo de envolvimento romântico." – Ginny pensou ter visto Draco ruborizar, mas quando deu por si, ele estava apenas olhando intensamente para ele.
"Eu te levava pro quarto. O seu quarto." – Ginny riu, tomando mais um gole do seu vinho.
"Era disso que eu estava falando."
"E você tirava a roupa."
"Ok, não tão rápido."
"E eu, como cavalheiro que sou, virava de costas, me privando de olhar." – Ginny gargalhou mais uma vez – "Você me perguntou se eu ficava desconfortável ao olhar mulheres nuas."
"Você fica?" – ela não se conteve – "Oras, vamos lá. A minha eu da sua fantasia sabe a resposta. Eu também quero saber."
"Você está começando a não falar coisa com coisa." – ele comentou – "O que quer dizer que provavelmente não vai se lembrar da nossa conversa pela manhã, e isso eu também disse pra você na minha fantasia. Mas eu disse isso logo após você..."
Ginny mal conseguia conectar as palavras que Draco dizia. Os olhos dele estavam fixos nos dela e ela sentia seu rosto queimar. Ela tentava não sorrir, mas ficava impossível com o vinho fazendo efeito. Ela aproximou um pouco o seu rosto do dele e sentiu a respiração dele em seu rosto. Então ela fechou os olhos antes que ele terminasse de falar e aproximou ainda mais seu rosto do dele. Apanhou os lábios dele como se não pudesse evitar de fazê-lo. E ela realmente não podia, nem queria evitar beijá-lo. Imaginou, por um instante, que queria tê-lo feito assim que Draco deixou-a entrar na mansão. Pegou-se pensando que a devolução do sobretudo era apenas uma desculpa para ir até a casa dele. Para vê-lo. E ela não sabia por quê.
Ela sentiu a língua dele em seus lábios e permitiu-se beijá-lo mais profundamente. Ela começara o beijo. Não iria recuar. Então ela envolveu o pescoço dele com os braços e sentiu a mão dele em sua cintura, trazendo-a mais para perto. O corpo dele moldou-se ao seu próprio, e ela se sentiu confortável. Tão confortável como não se sentia há muito tempo.
Podia ser por causa do vinho. Ou do calorzinho agradável da lareira. Ou dos pés dele quentinhos esquentando os seus. Mas ela imaginava que ela se sentia bem por causa de tudo. O vinho. A lareira. Os pés dele. O corpo dele perto do seu. O beijo. Principalmente o beijo.
Quando eles se afastaram, Ginny lhe sorriu, e pegou-o olhando curioso para ela. Os olhos dele brilhavam ainda mais.
"E o que mais você disse, Malfoy?"
"Você não precisa passar o Natal sozinha, Weasley. Quero dizer..." – ele falou, sem poder desviar seus olhos dos dela. A face dela estava vermelha e ela respirava rapidamente. Os lábios dela sorriam.
"Foi isso que você disse na sua fantasia?"
"Não. É isso que eu estou dizendo agora pra você. Ninguém deveria passar o natal sozinho, especialmente você."
"Você está me chamando para passar o Natal com você?"
"Em palavras fáceis, sim. Mesmo que, caso você não tenha notado, a Mansão Malfoy não seja o melhor exemplo de clima natalino." – Ginny riu, diante da falta total de decoração natalina – "Mas mesmo assim... você não deveria passar o Natal sozinha."
"O que você quer que eu diga, Malfoy?"
"Diga o que disser." – ele sussurrou e levou seus lábios até próximo ao ouvido dela – "Mas diga que fica."- ela sorriu para ele e apenas deu-lhe um beijo no canto da boca.
"Você disse que eu não devo me envolver com um imbecil."
"Você também não deveria levar em consideração o que um imbecil fala. Pelo menos não a maior parte das coisas que ele fala." – ela riu graciosamente.
"Você está com sono? Porque eu estou." – ela sorriu, fechando os olhos e fazendo um gesto afirmativo com a cabeça.
"Espere um minuto. Eu volto logo."
Draco voltou cerca de dez minutos depois. Parou na frente dela e estendeu-lhe a mão, ajudando-a a se levantar.
"Você está me levando para o quarto, Malfoy." – ela observou, bastante sonolenta, e riu enquanto Draco abria a porta.
"Eu estou te levando pro seu quarto, Weasley."
"Eu tenho um quarto na sua casa?" – ela perguntou, bastante aérea, mas com uma cara de profunda felicidade. Draco abriu a porta de um dos quartos e deixou que ela entrasse.
"Meu quarto é este da frente, caso você precise de algo." – ele foi até ela e, por um instante, pediu com olhar, permissão para beijá-la. Quando eu passei a pedir permissão para beijar uma mulher? Draco pensou e sacudiu a cabeça.
Ela apenas fechou os olhos em resposta e inclinou um pouco a cabeça, e então sentiu os lábios dele contra os seus.
"Boa noite, Ginevra." – ela tremeu ao som do seu nome. Nunca o seu nome tinha soado tão bem. Weasley!
Ela viu Draco sair e então olhou novamente o quarto. Sentou-se na cama e só então reparou que havia um embrulhinho e um cartão.
"Para manter seus pés aquecidos.
D."
Ginny riu ao olhar as pantufas vermelhas e macias dentro do embrulho.
N/Rbc: como eu disse... não tão bom, mas eu gosto do final. XD
E olha que legal: eu descobri como bota essas linhazinhas enooormes... hauahauahuahauahauahau... isso vai facilitar tanto as coisas. XD
