A Minha Verdade
By Baby Moon
Capítulo 2: Encontros
Respondendo as reviews:
-0 Iummy-chan 0-: Na verdade, não é a minha primeira história não. Tenho várias, mas no canal, é a minha primeira, sim. Sim, foi a primeira a comentar, e agradeço muito. Agradeço novamente, para mim, é muito importante ler isso. Respondendo as seu P/S.: Conhece sim. Eu posto em outro lugar, mas não com esse nick. Você conhece ele. Pois eu tenho uma história sua, adicionada em meus favoritos. Não precisa se desculpar. Espero não demorar muito com os capítulos, só demoro mesmo, quando não tem como escapar de certas coisas. Beijos. Até o próximo capítulo.
MariInha: Ficou curiosa? Acho que deixei muitos mistérios. Eu não quis ir logo ao ponto, mas em cada capítulo, vou mostrando um pouquinho de cada um. Sim, o casal é Inuyasha e Kagome. Estava pensando em botar Sesshoumaru e Rin, mas vou deixar para outra história. Pretendo não demorar em nenhum capítulo. Irei demorar mesmo, só quando não conseguir fugir de certas obrigações. Obrigada, fico muito feliz em estar agradando. Beijos. Até o próximo capítulo.
Aline Cristina: Obrigada mesmo pelo comentário, amiga. Vou tentar ao máximo para não demorar. Muitos Beijos. E quando der tempo, eu leio sim. Só por enquanto que estou tendo problemas em certas coisas. Mas arrumo um jeito. Até a próxima.
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Em algum lugar, num sol poente e a beira do mar, duas crianças brincavam. Quando o céu já se mostrava escurecer, o sol dormir, e á lua reinar. Melody, uma menininha de olhos azuis claros, longos cabelos pretos e com uma aparência angelical, olhava a majestosa lua cheia aparecer. E fechando os olhos, perguntou ao garotinho que estava ao seu lado.
- Yuri, será que a mamãe e o papai, sabem aonde nós estamos? Aquele homem diz que eles nos abandonaram, mas sabe? Eu sinto aqui dentro... que eles vão voltar, e nos salvar daquele monstro.
O garotinho, chamado Yuri, possuia lindos olhos caramelados, longos cabelos acinzentados e assim como sua irmã gêmea, tinha uma doce aparência.
- Não sei maninha. As vezes, sinto que em toda noite de luar, eles ficam pertinho da gente. Esse cara, está mentindo, nossos pais estão vivos, mas foram enganados pelo mesmo. Vamos esperar eles, tenho certeza que irão descobrir tudo e vão vir nos buscar logo.
"Sinceridade e verdade ou falsidade e mentira. Qual dos lados você prefere. Não responda ainda. Pense. Reflita. A vida é uma surpresa."
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Em um prédio, no último andar, uma mulher olhava a movimentação das ruas através de uma varanda. Com a mala pronta, pensamentos em ordem, e rumo decidido.
- Seja o que Deus quiser!
Dizendo isso, rumou para o quarto e pegou suas coisas. Saindo de seu apartamento, este que estava carregado de lembranças. Umas dolorosas, outras felizes.
- Prometo, pela minha alma, que irei resgatar vocês.
E partindo assim, para sua busca, esta que era almejada á muito tempo. Poderia muito bem, avisar á seus amigos, o porque daquilo. Mas se o fizesse, concerteza, eles iriam avisar a ele. O pai das crianças seqüestradas. Aquelas, que também lhe pertenciam, porém, ela era a única á saber da verdade. Seus filhos estavam vivos. E o seqüestrador lhe avisara, se alguém mais soubesse, ele mataria os frutos dela.
- Perdoe-me, Inuyasha! Não posso falar-te nada por enquanto. Espero que você me entenda.
"As vezes, as omissões são feitas para proteção. Mas, e se elas depois vierem como traição. Só os verdadeiros sentimentos, é que entendem."
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Na ala de embarque, de um aeroporto, dois homens terminavam de conversar. O mais novo, iria voltar para o Japão. Sua terra natal.
- Deixo tudo nas tuas mãos, Myoga. Qualquer problema ou dúvida, ligue para mim. Cuide-se, meu amigo.
- Muito obrigado, meu jovem. Proteja-se. E se encontrar a Kagome, de um abraço nela, por mim.
Soltando-se do abraço, Inuyasha dirigiu-se até a entrada do portão, o qual levaria-o até o avião. Sentando-se na poltrona, abriu a sua maleta e pegou seu notebook. Abriu uma pasta cheia de fotos. Fotos de um passado remoto. Uma delas, mostrava uma linda paisagem, uma montanha e um sol nascente, e na frente, quatro pessoas. Ele, sua bela amada, e seus dois filhos, tendo na época, dois anos.
- Já faz três anos... Três longos anos, de tormento, saudade, e solidão. Porque você fugiu? Como sinto saudades suas, minha doce... Kagome.
"Não pense sempre com a razão, siga as vezes seu coração, sem se perguntar o porque de estar fazendo aquilo."
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Um castelo obscuro, escondido entre os montes de árvores, porém perto do mar. Um homem, de aparência jovem, porém já tendo uma idade avançada, estava nos seus quarenta anos.
- Ela está a caminho, sabia que não iria perder a chance de recuperar seus doces e amados filhos. Tola, muito tola, Kagome, por achar que eu lhe entregarei essas crianças. Quero seu corpo e coração, e principalmente, ver a dor e sofrimento de Inuyasha.
"A maldade tem seu preço, aqueles que provam do seu veneno, nunca mais podem largar, e pagam muito alto."
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Num hospital, ás altas horas da noite, próximo do aeroporto, um casal discutia certos pontos da relação, e de certas atitudes da melhor amiga deles.
- Miroku, tenho muito medo, ela estava bastante determinada, mas... o que será que Kagome irá fazer naquele lugar? O porto foi fechado á muito tempo.
No tempo que conversavam, saíram também do local, e começavam a caminhar. Já estando em frente a entrada principal do estabelecimento aéreo, pararam e por um simplesmente virar e observar, viram uma figura conhecida, á qual não aparecia em torno dos três anos. O homem, parecia perdido, ou pelo menos, era o que se via, pois estava olhando de um lado ao outro.
- Sango, aquele homem ali, de sobretudo negro, não é o Inuyasha?
Ela que não dera muita importância ao que tinha visto, voltou-se para olhar o namorado e logo em seguida, observar o ponto que ele mostrava.
- É mesmo. Também, se não for, é irmão gêmeo. E pelo que sei, Inuyasha não tem. Só possui um, que é o Sesshoumaru. Mas ele está morando na América.
"Preocupação, culpa e piedade, são os piores sentimentos que alguém possa ter. Confie nas palavras daqueles que te amam, e te querem bem."
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O mesmo homem que acabara de chegar na área principal do aeroporto, estava tentando lembrar de alguma coisa de anos atrás. Mas parecia que tudo tinha mudado. Pelo menos, ali dentro. E indo em direção á porta. Viu um casal. Os quais, não eram totalmente estranhos.
- Será que é possível? É muita coincidência... é o Miroku e a Sango?
E Inuyasha foi até o casal, quando saiu pela porta, não conseguia acreditar, seus dois melhores amigos, ali, na sua frente, depois de tanto tempo. E depois de tantas coisas. E perguntou, meio incerto.
- Miroku? Sango? São vocês mesmo?
Os dois demonstravam o espanto surpreso, mesmo assim, continuaram com a compostura.
- Há quanto tempo, meu amigo! Você mudou hein?
Miroki foi o primeiro á falar, e depois... uma longa conversa se instalaria, já sendo o mais normal, pois não se viam á tempos, e precisavam botar as novidades em dia. E, principalmente, ele precisava saber dela, da sua amada Kagome.
- Verdade! Você também mudou. Oi Sango! Tudo bem com vocês?
- Sim, estamos bem, já tem algum lugar para ficar? Pois se não tiver, podes ficar lá em casa, temos um quarto de hóspedes.
- Não tenho não. Muito obrigado pela cortesia, irei aceitar. E... como está... ela?
Inuyasha perguntou agonizado, não agüentava mais ficar sem saber dela. Precisava, mais do que nunca, dela perto de si. E tirar certas coisas á limpo. Nenhum dos dois respondeu. O que o deixou mais nervoso.
- Vamos para a nossa casa! Lá conversaremos melhor, e explicaremos certas coisas á você. Tudo no possível.
Sango havia respondido, mas não adiantou muito. Porque tanto suspense? Era só dizer: ela está bem ou ela está doente, qualquer coisa. Tudo menos deixar ele sem respostas, e com mais perguntas.
"Até onde é sábio esconder a verdade? E proteger aquele que te quer feliz."
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Kagome estava chegando perto do local combinado. "Perto do porto abandonado, na saída estratégica, o rastro dos teus filhos estará, espere uma pessoa, á qual... você reconhecerá. Até logo, minha Princesa." Depois disso, não teve mais nenhum contato, e o que ele quis dizer com: "...você reconhecerá". Se não parasse de surgir tantas perguntas e sem respostas. Ela enlouqueceria.
- Quanto tempo mais esse "conhecido" irá demorar... estou ficando sem paciência. Mas, por Melody e Yuri, eu terei forças e... muita coragem.
E alguns minutos depois, alguém chegou atrás dela, muito perto, e sussurrou.
- Cheguei, K-chan!
Aquela voz, não era desconhecida. Á conhecia. E, quando o ser, disse o seu apelido, este que só duas pessoas tinham mania de falar. Era seu eterno amor, Inuyasha. E a outra pessoa era... Virando enfim, deu de cara com ele. O Feito a fez tremer, e conseguir dizer só uma palavra.
- Você!!!
"Tenho medo de te encarar novamente, pois se você me usou no passado, concerteza me usará novamente. Para você. Não existe perdão."
