"Um presente, Sasori no Danna?"

Agradeço as pessoas gentis que deixaram reviews me incentivando a continuar isso aqui. O conteúdo desse tipo de fanfic deixa qualquer pessoa insegura. Muito obrigada e continuem comentando.


Os músculos definidos em seus braços e ombros estavam graciosamente a mostra pela posição que ele mantinha. Sangue escorria dos cortes mais profundos, pequenos rios vermelhos correndo por suas costas e pernas, pingando no chão. O cabelo loiro tinha se transformado na cor do de Sasori na altura das pontas, o que deixava rastros em sua carne ferida. Sasori encarou, bebendo famintamente da visão enquanto trabalhava. Aquilo era magnífico. Ele era.

"Deidara."

"...un?"

"eu tenho um...presente...para você."

"Um presente, Sasori no Danna? O que é,un?"

"Não está aqui." Sasori ergueu um pergaminho. Deidara tentou alcança-lo, e Sasori rapidamente o moveu para longe de seu alcance. "Não, não. Feche os olhos." Deidara fez o que lhe foi dito.

Sentindo fios de chakra se atando a seu corpo, Deidara abriu os olhos e fitou Sasori maliciosamente, erguendo uma sombracelha.

Sasori sorriu e usou os fios para dirigir Deidara até as pequenas câmaras onde prisioneiros eram mantidos e interrogados. Ele escolheu uma câmara vazia mais distante e entrou, trazendo seu parceiro com ele e fazendo-o andar até o centro do lugar. E removeu toda peça de roupa que ele estava vestindo.

"O que vai fazer comigo, Danna?" Deidara riu, enquanto suas mãos desfaziam as calças aparentemente por conta própria.

Sasori continuou em silêncio, suprimindo uma repentina necessidade de se apressar e transar com seu agora despido parceiro. Ele poderia fazer isso mais tarde. Agora não era hora. Ao invés disso, ele virou Deidara até suas costas ficarem para o mestre de marionetes, e ele encarou a parede distante. Isso removeu um pouco da tentação.

Deidara sentiu os fios o manipularem novamente, fazendo-o andar em direção a parede até toca-la. Seus braços foram erguidos, acima da cabeça, mais alto e mais alto. Agora ele podia apenas fracamente se sustentar sobre seus pés se se esticasse...

E então Sasori estava aqui, os fios de chakra se foram e os pulsos de Deidara foram fechados nas algemas que atavam prisioneiros contra a parede.

"Agora eu realmente quero saber o que você tem neste pergaminho, un," o loiro murmurou contra a pedra, sorrindo, olhos fechados. Sasori lambeu o pescoço de seu parceiro e foi recompensado com um gemido contido. Continuava sem falar, ele recuou até o outro lado da câmara e pegou o pergaminho. Deidara pôde ouvir quando seu Danna liberou o conteúdo, mas não importa o quanto tentasse virar sua cabeça ele não conseguia ver o que era.

Sasori tomou o cabo e considerou o "presente" por um momento. Ele ajustou sua postura e agarrou firmemente, elevou seu braço, mirou e atirou adiante.

´CRACK!

Deidara arfou e uma lívida linha vermelha instantaneamente se desenhou de lado a lado em suas costas. Aquilo era incrível.

Sasori ergueu o chicote novamente.

O enorme chicote aterrizou mais uma vez, chocando-se contra a machucada, tenra carne. Novamente Deidara gritou ante a insuportável combinação de dor e prazer, gemendo contra a fria parede de pedra. Aquilo era muito bom. Ele não sabia quão mais poderia suportar. Parte de si ansiava por liberdade, mas outra parte não queria que a tortura terminasse nunca.

"Sasori? Leader-sama quer falar com você."

"Então é melhor você se apressar... O que diabos está havendo aqui?"

Ambos o usuário de explosivos e mestre de marionetes praguejaram interiormente. Eles tinham companhia, em outras palavras Kisame e Hidan.

Sasori ignorou os visitantes e se voltou para o que estava fazendo antes de ser tão rudemente interrompido. Deidara não se achou capaz de falar.

"Ei, Sasori! Você..." Hidan cortou abruptamente sua sentença quando Deidara libertou um incontrolável, ofegante gemido conforme Sasori o golpeava novamente. Ele não seria capaz de agüentar muito mais.

Kisame saiu educadamente, mas Hidan hesitou.

Sasori mirou e deixou o chicote voar. Quando Deidara sentiu a dor ardente gritou com desespero. Estava muito próximo, ele precisava tanto daquilo que estava quase chorando incontrolavelmente contra a parede.

"Eu vou ao encontro de Leader-sama depois que eu cuidar desse desobediente. Insolente. Moleque," ele respondeu, pontuando suas palavras com rápidas, poderosas chicotadas. Deidara gritou como um animal.

Aquelas três últimas chicotadas tinham finalizado tudo, mergulhando-o num profundo mar de êxtase.

Hidan fitou imparcialmente o corpo do loiro estremecendo nas correntes. Sasori não deu indicações sobre seus sentimentos, mas estava apreciando a visão em seu interior.

Finalmente o corpo de Deidara pendeu exausto entre as correntes. Sasori cruzou o aposento e libertou-o. O ex-Iwa desmoronou em seus joelhos no chão, e o ruivo curvou-se a sua frente. Deidara levantou o olhar através da franja para seu Danna, e começou a rir ofegantemente.

"Sasori no Danna... isso foi... wow..." ele disse quietamente.

"É pra eu entender isso como que você gostou do seu presente?" Sasori riu.

"Sim, un."

"Eu tenho que ir ver Leader-sama agora."

"Não demore muito. Eu tenho ferimentos em minhas costas que precisam de... atenção, un," disse Deidara, com aquele seu lindo sorriso levemente torto.

Sasori beijou-o brevemente, então se levantou e deixou o local.

Deidara rastejou a curta distância até suas roupas e usou a blusa para se limpar, apenas deixando a sujeira que ele tinha feito na parede. Ele puxou suas calças e sapatos, pôs-se de pé com dificuldades sobre suas pernas ainda trêmulas e andou até a saída passando por Hidan.

"Eu não sabia que tinha isso em você. Você deveria pensar sobre se converter," Hidan disse, com uma incomum nota de admiração na voz.

"Pela última vez não."

"Tem certeza? Jashinismo seria perfeito pra você, falando sério."

Deidara pausou. "Sua religião não proíbe atos de prazer sexual?"

"Bem, sim, mas..."

"Esqueça."