Capítulo 2. Edward Cullen
Acordei assustada, com a minha respiração ofegante. Não tinha dormido quase nada na noite passada por causa do meu nervosismo. Sentei-me devagar e olhei ao meu redor, vendo que minha mãe já havia se levantado. Arrastei-me em direção à sala, vendo que Renée não estava em lugar algum.
Preparei um café da manhã para mim, quando vi um bilhete dela, avisando que saiu, mas que voltava logo. Tomei meu café reforçado e fui ao banheiro, trocando de roupa e me preparando para sair. Decidi que iria ocupar a minha cabeça fazendo qualquer outra coisa e me fazendo esquecer o que ia fazer essa noite.
Estava fazendo muito frio lá fora, me arrumei colocando um casaco mais fino por cima de uma blusa de gola alta e o meu sobre tudo marrom que ia quase a altura do pé. Antes de sair deixei um recado para Renée avisando que quem ia sair agora era eu – faria as compras de casa.
Assim que tranquei a porta de casa, notei que estava bastante calmo já que a maioria das mulheres trabalhava à noite, era normal estarem dormindo essa hora. Fui cumprimentando as poucas que tinham e saí para o frio, encolhendo-me em meu enorme casaco. Fui ao supermercado que tinha aqui perto e comecei a minha sessão de compras. Deixei-as em casa, para tentar me distrair. Ia andar por aí.
Fiquei caminhando nas ruas do centro, olhando as lojas com seus manequins cheios de roupas chiques de frio, onde cada peça, por mais simples que seja, custava no mínimo duzentos dólares. Nunca pagaria tudo isso por uma peça de roupa. Continuei andando até me cansar de não fazer nada. Decidi que iria ver Jacob e Ângela, no The butter.
Ao entrar, vi Ang no caixa, atendendo um cliente. Fui até ela sem ver Jacob em parte alguma. Ela quando me viu, sorriu.
-Bella! – Dei a volta no balcão e fui abraçá-la. – Como é bom te ver!
-Também, Ang. Continue seu trabalho aí. Não vou atrapalhar. – disse, dando a volta novamente.
-Você nunca atrapalha Bella. – Ri dela. – Venha, vamos conversar. – Ang deu saiu de seu posto e pediu para que Jessica ficasse em seu lugar por alguns momentos.
Jogamos bastante conversa fora e Ang me avisou que hoje Jacob tinha à tarde de folga, mas à noite ele voltava. Lógico que contei a ela que eu tentei procurar emprego, mas não achei e que James não tinha me dado um, mas ocultei o fato de que não poderia ver Jacob, uma vez que estaria ocupada a noite.
Almocei por lá mesmo e só depois de duas horas, fui voltar para casa, encontrando uma Renée desesperada atrás de mim. Assim que pisei em casa, ela me abraçou com força, dizendo que ficou preocupada e com medo de que alguma coisa ruim tivesse acontecido comigo.
-Só fui almoçar com a Ang, mãe. – disse-lhe, soltando a minha bolsa no sofá e me sentando.
-Mas fiquei preocupada do mesmo jeito! – Berrou e se jogou ao meu lado no sofá. – Bella, comprei um celular para você – Estendeu-me um celular antigo, mas que funcionava direito.
-Para quê gastou seu dinheiro com isso? – perguntei enquanto analisava o negócio.
-Porque você precisa dele para... – Fez uma careta, quando eu entendi. – Para hoje. Assenti calmamente. – Você... Tem alguma pergunta para mim?
Olhei-a sem entender.
-Quanto a quê?
-Quanto a alguma dúvida sobre hoje à noite.
-Ah! – Pensei por um momento. – Tenho talvez um milhão e meio... – Ela ficou séria e pediu para que eu continuasse. – Bem... Não sei muito o como agir... Oh, não, mãe! Por favor... – Implorei, secando suas lágrimas, que teimavam cair.
-Não acredito nisso... – Chorou no meu ombro ao se sentar e eu apenas a abracei com força. – Minha filha seguindo o mesmo cruel caminho que eu...
-É temporário, mãe. Não vou ficar nisso, prometo.
-Mesmo assim, Bella! – Afastou-se, olhando com um misto de tristeza e raiva. – Não quero que se suje com isso! – Não sabia o que falar por isso me mantive quieta. Renée limpou suas lágrimas e seguiu. – Avisei à Emmett, o homem que pediu você para o irmão mais novo, que você não tinha nenhuma experiência e que era virgem ainda. Ele me prometeu que se encarregaria de avisar ao irmão para ter cuidado... Para não ir com tanta força, logo de início, uma vez que dói um pouco...
-Certo. – Tentei passar confiança e não mostrar o quanto eu realmente estava com medo.
-E quanto a o que fazer... Isso se aprende na prática. Será provável que vá pedir para você fazer algumas coisas... Precisa que eu diga quais são? – Olhou-me tristonha e eu lhe retribui o olhar com força.
-Não. Não precisa.
-Precisa se certificar que estão se protegendo, certo? – Assenti. – E o principal de tudo, Bella: Tome muito cuidado, em todos os sentidos. Tenha cuidado com o que vai falar, não pode irritá-lo de nenhuma maneira e tudo, simplesmente tudo que ele mandar, você tem que fazer.
Assenti mais uma vez, tendo ainda mais medo.
Minha mãe se levantou e foi até o quarto indo pegar alguma coisa, que voltou nas mãos. Eram algumas sacolas. Voltou-se a sentar do meu lado, tirando roupas de dentro delas.
-Comprei um lingerie mais sexy para você usar hoje à noite. Eles gostam disso. – Olhou-me para ver minha reação e eu me mantive impassível. – Também comprei roupas mais... Ousadas. Como as que eu tenho só que como você é mais magra e menor que eu, tive que comprar algumas.
-Claro. – Concordei, enquanto eu analisava as roupas.
Tinha uma blusa mais simples que não pude deixar de sorrir ao ver que minha mãe ainda se preocupava comigo, não querendo me ver nos mesmos trajes que ela usava para o seu trabalho. A blusa era branca com certos brilhos e era aberta nas costas, tinha um decote na frente, mais não era muito grande. Comprou uma calça para mim e não um micro short ou uma micro saia, a calça era skiny que parecia dar a impressão de ser de couro.
Olhei para aquelas peças em minhas mãos e olhei para minha mãe.
-Obrigada, mãe. – Ela sorriu forçada e eu a abracei novamente, com força. – Prometo que será temporário... Não fique assim.
-Oh, minha Bella! – Voltou a chorar e eu a fiquei consolando, até bater em nossa porta.
Renée secou suas lágrimas e se levantou a fim de ir abrir a porta. Nesse meio tempo fui guardando as roupas de volta na sacola.
-Renée, tudo bem? – Stefany estava na porta, com Morgan no colo, dormindo.
-Está... Não. – Minha mãe passou as mãos rapidamente no rosto, retirando suas lágrimas.
-Oh, amiga! O que houve? – Stefany entrou e me olhou rapidamente antes de voltar sua atenção à minha mãe.
Levantei-me e passei meu braço na cintura de minha mãe, encostando a minha cabeça em seu ombro. Ela apenas forçou mais um sorriso e colocou sua mão esquerda na minha cabeça.
-Bella irá trabalhar hoje. – disse ela.
-Oh! Mais isso não é bom? – perguntou nossa convidada.
-Seria se ela não estivesse indo trabalhar do mesmo modo que nós.
Stefany demorou seu olhar sobre mim e pude ver a pena nele, via que ela também não desejava isso a mim. Era algo que nenhuma delas desejava a alguém.
-Trabalhará essa noite? – Assentimos. – Mas... Bella não é virgem? – Assenti envergonhada ao mesmo tempo que minha mãe. – Oh, meu Deus! Conte-me tudo.
Stefany entrou, deixando Morgan no nosso quarto enquanto minha mãe contava toda a história para ela e mandou ir me arrumar. Assenti indo para o quarto pegar as roupas que tinha acabado de me comprar, entrando no banheiro logo em seguida. Fechei a porta e me encostei nela, pensando se valia mesmo à pena fazer isso.
Estava certa de que precisava de dinheiro para pagar minha futura faculdade de Literatura, mas não queria ter que fazer isso. Mordi meu lábio com força e fechei meus olhos. Gostaria de não ter que fazer, gostaria que a minha primeira vez fosse especial...
Senti uma lágrima escorrer pelo meu rosto. Sequei-a com raiva de mim mesma por estar sendo imatura e por não enfrentar meus dilemas de frente, por isso, por um momento, decidi que iria parar de pensar e simplesmente seguir. Sim, era o que eu ia fazer. Entrei para debaixo do chuveiro quente e fiquei ali parada por alguns instantes. Só fui perceber que a água quente estava deixando meu corpo muito vermelho depois. Liguei um pouco da fria e me foquei no meu banho.
Depois de pronta, voltei para a sala, encontrando Stefany ainda conversando com a minha mãe. Ao me aproximar as duas se calaram e não pude deixar de ver minha mãe limpar uma lágrima que escorreu sorrateiramente em seu rosto. Me senti ainda pior.
-Vamos te maquiar. – Ela se levantou e foi pegar suas maquiagens no quarto, deixando-me sozinha com Stefany que me olhava com pena.
-Bella, não faça isso, por favor. – disse-me com tristeza no olhar.
-Eu tenho se quiser entrar na faculdade e um dia me formar, Stefany. – Ela negou e minha mãe voltou, me chamando para me sentar no sofá, assim fiz. – Precisa mesmo disso? – Fiz uma careta.
Elas sorriram de leve.
-Tem. – disse minha mãe, simplesmente. Pegou seus pinceis e iniciou a sessão maquiagem. – Pronto. – disse ao terminar. Eu apenas olhava em seu rosto, ainda triste, provavelmente não acreditando no que eu iria fazer.
Ela olhou em seu relógio de pulso, se levantando, batendo de leve na minha perna para que eu fizesse o mesmo. Pus-me de pé quando vi o que ela estava vestindo. Usava uma camiseta branca sem nada, e um jeans.
-Não vai trabalhar hoje? – perguntei.
-Não. Cancelei os meus encontros. – disse, indo até a parte da cozinha e mexendo nas gavetas.
-Por mim? – Ela assentiu. – Mãe... – Reclamei.
-Tome. – Jogou-me alguma coisa, que imediatamente caiu no chão, por causa da minha falta de coordenação.
Abaixei-me para pegar, vendo como aquilo parecia uma lata de refrigerante.
-O que é isso? – Voltei a analisar.
-Spray de pimenta. – Assim que ela falou, vi no rótulo e eu a olhei em questionamento. – Nunca se sabe o que eles vão tentar. – Deu de ombros e eu coloquei a lata na bolsa. – Vamos. Está pronta? – Acho que nunca vi minha mãe tão séria e fria do modo como eu a via agora. Isso era... Estranho.
Assenti e nos despedimos de Stefany que apenas olhava toda a movimentação. Renée me contou que encontraríamos Emmett em um bar da esquina perto do nosso prédio. Coloquei meu casaco e saí junto dela, melhor, atrás dela, porque nem ao menos me esperava. Estava com raiva de mim, devia imaginar que isso iria acontecer.
Quando chegamos, ele ainda não estava lá. Sentamos em uma das mesas e minha mãe pediu uma vodka. Olhei-a sem entender.
-O quê? – perguntou.
-Você está bebendo. – Afirmei debilmente.
-Estou. Vou precisar pelo o que você vai acabar fazendo essa noite. – Bebeu a dose em um gole, seguindo de uma careta.
-Não acredito que está fazendo is... – Fui interrompida quando vi um homem alto, loiro, bastante musculoso tocar nas costas da minha mãe, chamando sua atenção. Ela o olhou por cima do ombro, vendo quem era e se pôs de pé em questão de segundos.
Levantei-me também.
-Renée. – Cumprimentou o homem que imaginava ser Emmett pela descrição de minha mãe. Ela não mentiu quando disse que era um homem bonito.
-Como vai, senhor? – perguntou casualmente.
-Senhor não! – Riu o enorme homem, mostrando suas covinhas. – Não sou velho sou? – Riu mais ainda e, pela primeira vez seus olhos pousaram em mim, sorrindo-me gentilmente, antes de voltar sua atenção para Renée. – Emmett, por favor.
-Claro. Sim, desculpe Emmett. – Corrigiu, me indicando. – Essa é a minha filha, Isabella.
-Bella. – Corrigi envergonhada ao pegar sua mão, em um cumprimento.
-Prazer em conhecê-la, Bella. – disse-me Emmett. – Bem, vamos? – Olhou para nós duas.
Olhei rapidamente do rosto de Emmett para o da minha mãe, comprovando que seu sorriso havia sumido, mas forçou um, colocando a mão nas minhas costas e me abraçando levemente. Sussurrou na minha orelha.
-Cuide-se. – Quando nos afastamos sorri.
Emmett me esperou pacientemente enquanto me despedia dela. Assim que passei por minha mãe, ele me indicou o caminho de seu carro. Estranhamente, senti que podia confiar naquele enorme homem, e não entendia por quê. Seu carro era bem bonito, com bancos de couro, fiquei fascinada com a beleza dele, nunca tinha andado em um assim.
Deu a volta no carro e assumiu o volante, ligando o aquecedor.
Mais uma vez estranhei a minha confiança inesperada e forcei uma conversa com o homem.
-Bem... – Iniciei e o vi prestar a atenção em mim. – Tem algo que eu deva saber sobre o seu... Irmão, certo?
-Certo. – Sorriu. – Bem, o nome dele é Edward Cullen, sou seu irmão, Emmett Cullen – Olhou brevemente para mim e sorriu. – Ele está no oitavo semestre de medicina, tem vinte e dois anos e não tem tempo para nada, por isso, como o bom irmão que sou... – Não pude deixar de rir da sua cara, ele era engraçado e parecia realmente confiável. – Queria lhe dar um dia de folga.
Fiquei quieta, apenas absorvendo suas palavras.
-Vocês são parecidos? – perguntei sem pensar, sentindo o meu rosto ganhar uma coloração vermelha sangue que não passou despercebido por Emmett, que riu alto, me deixando ainda mais sem graça.
-Lógico que não! Sou o mais lindo da família!
-Ego grande o seu, não? – Calei-me ao ver a besteira que eu tinha dito, mas mais uma vez ele me surpreendeu, rindo mais alto ainda.
-Talvez... – Piscou para mim. – Mas deixe-me perguntar, quantos anos tem mesmo?
-Dezoito.
-Certo. E é virgem ainda? – Assenti envergonhada. – Por que decidiu fazer isso?
-Tenho que arranjar algum jeito de me sustentar na faculdade, então... É isso. – Abaixei minha cabeça, olhando para as minhas mãos serem esmagadas uma na outra.
-E precisa ser com isso? – Olhei-o e ele olhava sério para a rua. – Aposto que não era o que sua mãe desejava para você.
-Não... Não era. – Mordi o lábio, voltando a olhar para a rua. – Não tinha outro jeito. Não consegui arranjar emprego algum...
-Entendo. – Ficou em silêncio, mas logo voltou. – Sua mãe parecia preocupada e triste.
-É... Ela realmente não quer o mesmo para mim. Lutou muito na vida para conseguir me criar com seu trabalho e não deseja o mesmo futuro para mim.
-Logicamente. – Vi onde estávamos chegando, uma vez que Emmett estava reduzindo a velocidade. Estávamos no centro universitário e notei que ele dirigia em direção aos apartamentos do campus. – É aqui que irá estudar depois que conseguir o dinheiro, ou vai se mudar? – perguntou, fazendo uma curva.
-Não vou me mudar, seria aqui onde eu irei estudar.
-Um pouco longe da sua casa, não?
-É, mas... – Dei de ombros. – Fazer o quê?
Ele sorriu e começou a estacionar o carro. Descemos, quando senti o palpitar acelerado do meu coração começar. Ao subirmos as escadas do prédio, vi que tinha um enorme número de apartamentos. Nos corredores escutávamos de tudo, brigas, conversas altas, festas, e... Gemidos? Sim, eram gemidos.
Não pude deixar uma careta não aparecer em meu rosto. Emmett riu e indicou a porta de onde vinham os gemidos.
-Esses aí estão se divertindo! – Riu mais. – Sabe Bella... Posso te chamar de Bella, certo? – Assenti sem deixar de segui-lo. – Sabe na minha época de faculdade, era isso todas as noites! Uau! Era ótimo! – Ri da sua empolgação. – Pena que agora sou casado... E muito bem! Não tenho do que reclamar. – Ele parou. – Chegamos. Pronta? – Olhou-me e eu assenti temerosa. Sorriu-me como uma espécie de "boa sorte" e tocou a campainha.
Encostei-me do lado da porta, sem querer ser vista logo de cara. Escutei a porta ser destrancada e o meu coração saltou. Engoli seco e me ordenei a ficar tranqüila. Emmett abriu um sorrisão e os braços.
-Irmãozinho! – Entrou, e eu imaginei que ele o havia abraçado.
-Emmett... O que está fazendo aqui? – Me surpreendi com o som de sua voz. Era uma voz de homem muito bonita e firme, mas ali tinha uma pontada de cansaço.
-Que isso? Não posso fazer uma visita?
-Pode, só... O que quer? Estou cansado.
-Ahh! Te trouxe um presente, para você se divertir e... Se cansar mais um pouquinho.
-Emm... – Emmett o interrompeu.
-Quieto. É bom! Você vai gostar! – disse ela animadamente.
Merda! Ainda dá tempo de eu fugir...
-Bella. – Escutei ele me chamar.
Respirei fundo antes de me mexer. Quando me virei para a entrada do apartamento, dei de cara com o rosto sorridente de Emmett, me indicando. Meus olhos caíram em cima do dono da bela voz, que sustentava um olhar confuso.
Emmett só podia ter brincado com a minha cara quando disse que era o mais bonito da família. O irmão era muito mais bonito, ao meu olhar, sua expressão de cansado e desleixado, com seus cabelos dourados em uma enorme bagunça, apenas o tornava ainda mais atraente. Seus olhos eram fundos e em um tom magnífico de verde. Vestia uma calça de moletom verde musgo, junto com uma camisa velha e larga, cinza.
-O que significa isso? – perguntou ele sem tirar os olhos sobre mim.
FIM DO CAPÍTULO!
N/A: Ok, sei que o final ficou tosco, mas era para continuar. Tinha ficado grande demais o capítulo e, por isso resolvi fazer dois ;D
Bem, people, o Edward apareceu! Sempre lindo e gostosão, como sempre ;P Não apareceu bem como eu prometi, mas APARECEU! hahaha
Posso garantir uma coisa! Muitas emoções no próximo capítulo! Já escrevi, então não acho que demoro a postar, só preciso de RAZÕES para me fazer postar, do tipo, reviews! :D Contem-me o que acharam! Quais são os palpites para a reação de Edward... Essas coisas e aposto que ninguém acerta! HAHAHA' Mentira, acho que acertam, mas não muitas pessoas ;]
Vamos aos agradecimentos! (MORRI AO DESCOBRIR QUE EU CONSEGUI DEZ REVIEWS NO PRIMEIRO CAPÍTULO! :O OBRIGADA!)
*Agatha* Ounnn que bom que gostou, fico realmente feliz que tenha gostado dessa idéia meio maluca minha ;D Beijinhos e até o próximo capítulo! ;*
** Vou continuar sim! :D Obriga pela review de incentivo! Obrigada mesmo! Beijinhos e até o próximo capítulo! ;*
*Hebe'Lima'C.* :DDDDDDDDD! Obrigada! Vou continuar e espero que continue gostando do rumo que ela irá levar ;] Beijinhos ;*
*Isa Stream* Que bom que gostou! Estou MEGA empolgada agora ;D E outra! Espero pelas atualizações da sua fic "Me deixe te amar", podemos fazer uma troca! Você posta eu posto! HAHAH Brincando! ;P Beijinhos e obrigada! ;*
** Vou continuar sim! Obrigada! ;D Beijinhos e até o próximo! ;*
*Ariel* EBA! Obrigada! ;D Vou continuar sim, além do quê quero saber que rumo seguir por causa de vocês, leitoras! ;] Beijinhos e até o próximo!
*Gibeluh* hahaha Sim, ela ainda é virgem ;] Fico feliz que tenha gostado da idéia inicial e espero que assim continue! ;D Beijinhos ;*
*Ana Alice Matos* Ounn obrigada por você sempre gostar das coisas que eu escrevo! Sério, obrigada mesmo! ;D Até! Beijinhos ;*
*Nicaele* Que bom que gostou! Eu demorei? Não, né? Dois dias ;P hahah Beijinhos! ;*
*gby00* Hahaha Pode deixar ;P Ninguém além do Edward! Prometo! ;D Ebaaa! Estou feliz que tenha gostado! Muiito! Beijinhos ;*
Agradecimento especial à minha Beta reader: Patica! Que ia falar aqui, mas como ela enrola bastante, deixa para o próximo! HAHAH
Beijinhos e até o próximo! ;*
Lina Furtado.
