Oi! Tudo bem? Como prometido esse capitulo é um pouco maior (1449 palavras. Eu me esforcei!)
Tentei ser rápida mas se demorei, peço que compreendam.
Revi a fic, mas se encontrarem erros me desculpem.
As personagens pertencem a Rumiko Takahashi.
Boa leitura!
Era atual
Inuyasha saiu do poço e dirigiu-se para a casa de Kagome. Ao entrar, viu Souta e perguntou:
– Cadê a Kagome?
Souta apontou para o fundo do corredor. Inuyasha olhou para o sítio indicado e viu algo se aproximando da entrada, onde ele estava. É então que ele percebeu quem é e viu Kagome correndo pelo corredor com uma mala de primeiros socorros numa mão e o outro braço carregado com pacotes de ramen.
– Saia do caminho, Inuyasha! Está atrapalhando!
Inuyasha ficou a olhar para ela, sem se mexer, parado na entrada. Foi então que Kagome parou, se apercebeu da inesperada presença do hanyou e perguntou, admirada:
– Inuyasha? O que está fazendo aqui?
– Como você estava a demorando muito, eu decidi vir te buscar. - Inuyasha se aproximou dela e pegou em todo o ramen que ela tinha, a deixando só com a maleta dos remédios.
Kagome agradeceu e os dois foram juntos para o quarto dela enquanto que Souta foi para a sala, continuar seu jogo de vídeo.
Já no piso de cima, colocaram tudo no chão e Kagome começou a arrumar sua mochila para voltar para a Sengoku Jidai. Quando tudo estava pronto, Kagome tentou levantar seu saco e coloca-lo aos ombros mas este não se mexeu um centímetro.
– Deixa que eu levo. - disse Inuyasha se aproximando e colocando a pesada mochila nos ombros.
– Obrigada Inuyasha! - agradeceu Kagome, sorrindo.
Inuyasha desviou o olhar e coçou a cabeça.
- Ah! Não é nada de mais… - respondeu, meio sem graça e começando a corar – Além disso, você é desastrada mesmo, e ia acabar por deixar cair tudo!
– O quê?
– É que você sempre acaba por tropeçar onde o chão é liso ou então nos próprios pés.
– Eu não sou desastrada, mas você é um presunçoso! Sempre achando que é superior a todos! - gritou Kagome.
– Eu não sou presunçoso! - se defendeu Inuyasha – Só estou a dizer a verdade! Enquanto que você não passa de uma fraca e simples humana, eu, um dia, serei um youkai completo!
– "Fraca e simples humana"? - perguntou Kagome, cada vez mais sem acreditar no que ouvia, mas muito brava.
– É! Nem sequer consegue levantar um saco como este ou o levar sem o deixar cair.
Kagome parou e se calou de repente.
– Inuyasha… - chamou com muita calma.
– O que é? - perguntou bruscamente.
– Por favor, pousa a mochila no chão. - continuou Kagome.
– Ah? Porquê? - perguntou o hanyou, curioso.
– Faz isso… - pediu a colegial, estranhamente calma.
– Es-está bem…
Inuyasha pousou o saco no chão e olhou para Kagome. No entanto, em vez de ver a Kagome calma de há pouco, viu uma completamente diferente, cheia de raiva, olhando para Inuyasha com fogo nos olhos e chamas à sua volta.
– Inuyasha… - começou Kagome.
– Ka-Kagome…?- murmurou o hanyou, com medo do que pudesse vir aí.
– SENTA!
*CAPOF
Inuyasha foi de cara no chão.
– Mas que?-
Inuyasha tentou começar a reclamar, mas logo foi cortado pela Kagome.
– Senta, senta, senta, senta, senta, senta, senta, SENTAAAAAAAAAAAA
*CAPOOOOOF
Inuyasha voltou a ir de cara no chão, sem poder fazer nada. Então ouve Kagome falar e, com muito esforço, olhou para ela. A colegial olhava-o de cima, com ar de superioridade e um olhar de desdém.
– E então, Inuyasha? Quem é o ser inferior agora?
Inuyasha nem teve tempo de responder porque Kagome logo continuou:
– Agora, se não se importa, a humana simples e fraca vai passar.
Com muito esforço, Kagome conseguiu pegar na mochila e logo a começou a arrastar, em direção às escadas.
Inuyasha já se tinha posto de pé e ia começar a resmungar com Kagome, quando a viu se desequilibrar e cair das escadas.
– Ahhhhhh!
– Kagome!
Sem pensar duas vezes, Inuyasha correu para ela, saltou do topo das escadas para o chão e conseguiu agarrar Kagome, pondo uma mão nas costas dela para a apoiar, de forma a ficarem de frente um para o outro, e a outra segurando a mochila.
– Vê como você é… - ele ia dizer "desastrada", mas depois lembrou-se da discussão de há pouco e decidiu ficar calado.
– Ahhhhh… Inuyasha…? -perguntou Kagome.
– Sim?
– Obrigada por me ter apanhado, mas… já pode me largar?
Inuyasha reparou que ainda estava a segurar nela e a largou rapidamente, corando um pouco. Depois, hesitante, disse:
– Kagome…?
– Huh?
– Me desculpa por te ter chamado desastrada. Eu não tinha nada que-
– Não, Inuyasha. A culpa foi minha. Eu não deveria ter gritado com você daquela forma.
– Não se preocupe mais com isso agora, Kagome. - disse, mais aliviado – Vamos logo embora?
– Claro! - respondeu ela, com um sorriso no rosto. Depois gritou para a família – Adeus. Já estou indo!
– Tome cuidado! - respondeu a mãe.
– Não se esqueça dos amuletos!- gritou o avô.
– Tchau mana! Adeus irmão-cachorro! - se despediu Sota.
Inuyasha voltou a pôr a mochila em suas costas e os dois se dirigiram para a porta, a abriram e saíram para o exterior, em direção ao poço. Entraram no pequeno templo e desceram as escadas.
– Vamos? - perguntou Inuyasha.
– Sim! - respondeu Kagome.
E saltaram os dois juntos para dentro do poço, voltando 500 anos atrás no tempo.
Era Feudal
Inuyasha saiu do poço, pousou a mochila no chão e inclinou-se para dentro do poço para ajudar Kagome a sair de lá.
Quando já estavam os dois fora do poço, ouviram alguém os chamando. Se viraram os dois para trás e viram Shippou correndo para eles.
– Oi! Kagome! Inuyasha!
– Shippou! - disse Kagome sorrindo enquanto abria os braços e Shippou saltava para o colo dela.
– Ah, Kagome! Porque você demorou tanto?
– Vamos andando! Conversam no caminho até à casa da Kaede velhota. - interrompeu Inuyasha.
Assim, os três começaram a percorrer o caminho para se encontrarem com Sango e Miroku: Kagome à frente com Shippou nos braços e Inuyasha atrás, carregando a mochila e pensando "Porque eu tenho que carregar as coisas todas e aquele pirralho vai no colo dela, sem levar nada?"
Entretanto, Kagome e Shippou continuavam conversando:
– Eu tive que ir buscar mais remédios e comida. Por isso eu demorei um pouco mais. Mas agora estou de volta!
– E trouxe algo para mim?- perguntou Shippou ansioso.
"Interesseiro" pensou Inuyasha, continuando a andar, mas sem dizer nada.
– Trouxe sim! - respondeu Kagome.
– Ahhhhh! Que bom!
Nesse momento chegaram à cabana da velha Kaede. Miroku olhou para a porta e exclamou:
– Oi senhorita Kagome!
– Oi Miroku! – respondeu Kagome. Depois olhou em volta, mas não viu Sango em lado nenhum – Cadê a Sango?
– Está atrás da cabana, brincando com Kirara.
Enquanto Kagome falava com Miroku, Sango entrou na cabana.
– Estou aqui, Miroku. Porquê? - depois viu Kagome e acrescentou – Kagome! Que bom que você já voltou!
– Era Kagome que procurava por você. - disse Miroku, respondendo à primeira pergunta de Sango.
– Kagome? O que queria? - respondeu Sango, admirada.
– Lhe dar isto. - respondeu, entregando para ela um pequeno embrulho. Sango o abriu e viu em suas mãos um lindo gancho de cabelo, todo de metal, com uma flor rosa, alta e fina, no centro e pequenos botões à volta em tons de roxo e violeta.
– É… é lindo! Muito obrigada, Kagome! - agradeceu Sango, a abraçando.
– Que nada Sango! - respondeu Kagome, rindo. Depois se soltou do abraço, foi até à sua mochila, pegou uma coca-cola de lá e a entregou para Miroku.
– Muito obrigado! - ele agradeceu.
– Este é para o Inuyasha.
Kagome deu para ele um pacote extra grande de batatas fritas. Inuyasha abriu o saco e tirou de lá uma batata. Ao ver o tamanho delas, disse:
– AH! Batatas enormes só para mim! - e começou a devorar as batatas.
– E por fim, para o Shippou!
Ao receber o pacote que Kagome lhe oferecia, o pequeno youkai raposa não perdeu tempo em o abrir e comer uma daquelas coisas fofas e doces.
É verdade, o nosso Shippou tinha acabado de provar marshmallows. E tinha adorado!
– É tão bom! Muito obrigada, Kagome! - disse ele com a boca cheia.
– Ainda bem que gostou!- respondeu ela, sorrindo.
Depois de todos estarem prontos (as batatas e marshmallows comidos, a coco-cola bebida, o gancho guardado e tudo preparado para partirem), o grupo retomou a sua viagem em busca dos fragmentos da joia.
Continua no próximo capítulo…
Obrigada por terem lido! E então? Gostaram? Se sim envia review, se não envia review também, pode ser? Reviews motivam um autor a escrever e nao custa muito. É só para saber se leu e gostou! Muito obrigada! (outra vez XD) Por ter lido e por ter gasto seu tempo com minha humilde fic!
Nos vemos no próximo capitulo!
Beijos e até lá
Babb-chan
Respostas às reviews:
Priy Taisho: Temos de parar nestes momentos se queremos motivar as pessoas a ler!
Por nada! Voce mereceu! Espero que esse seu pressentimento seja verdadeiro ^^
Primeira a comentar, primeira a quem eu respondo :P
Que me diz deste capitulo? Gostou?
MissFF: Ainda bem que gostaste! Nao te preocupes que este capitulo ja chegou e o proximo nao demora!
Eu ADOOOOOORO por te curiosa! Beijos!
Guest: Vai ter que ler para saber ^^ Obrigada! Nunca pensei que minha ideia pudesse ser assim tao boa! *.*
Eu vou sempre postar mais! So até ao fim da fic xD
O que achou deste capitulo? Obrigada por acompanhar a fic e por ter mandado review!
DafnyChaan: Oi! Muito obrigada *começando a corar mas com sorriso estupido na cara*
Se quer tanto saber vai ter que ler! Mas prometo nao demorar para revelar :3
Aquilo que eu nao quero é matar minhas fas de curiosidade (ainda tenho que me habituar a ideia de fas. Eu...? Fas...? UAU...)
Obrigada por ter lido e mandado review! Gostou deste capitulo?
