CAP II – POV Leah

Rio de Janeiro, 20 de fevereiro de 2009

Sexta-feira – 15:00/ praia da Barra (posto 8)

_ Leah, me dá um cigarro, o Seth ta demorando._ Lince me pediu.

_ Porra, ele foi fabricar o cigarro? É o último!_ eu disse e dei a ela. Eu ia ficar sem cigarro agora.

_ Ai, vocês parecem duas chaminés! _ Emily reclamou._ Olha quem ta vindo ali, Leah!_ Emily e apontou. Era o Quill – que eu já não via há semanas. Eu não fui às duas primeiras semanas de aulas na faculdade. Antes do carnaval, o ano não começa pra mim.

O embry do lado dele. De bermuda, lindo... pareceu que o beijo estalou em mim de novo. Desde o aniversário do Quill que eu não o via.

_ Ei , meu anjo!_ Quill se aproximou e me beijou, no rosto, eu deitada na canga mesmo.

_ Cadê a sua dona, Quill?_ Perguntei rindo. Ele riu.

_ Carnaval, Baby, ninguém é de ninguém!_Ele disse e sentou na beira da minha canga. O Embry acendeu um cigarro.

Minha deixa... me levantei fazendo todo aquele charme de sempre.

_ Ei, você pode me dar um cigarro? Eu estou esperando o meu irmãozinho..._Eu disse a ele e ele sorriu aquele sorriso pra mim. Eu havia esquecido o poder que esse sorriso tinha. Mas me segurei. E me passou um cigarro.

Acender cigarro na praia é habilidade. E acender com o isqueiro na mão dos outros é a pior coisa que tem no mundo. Ele chegou mais perto, me "ajudando".

_ O que vão fazer hoje è noite?_ Quill perguntou sorrindo.

_ Hoje... Lapa! Só lá ou então... Pré carnaval em boate, o que é um lixo... Eu odeio._ Eu disse. Carnaval em boate? Fala sério...

_ Lapa?_Embry me perguntou._ Você gosta da Lapa?

_ Ela?_ Emily riu, eu não disse nada. Ta, já deu. Ele não vai ser direto. Eu vou desistir.

_ Eu vou pra Lapa hoje... Os meus amigos já viajaram – Ele me disse. Olhando diretamente pra mim.

_ A gente vai amanhã. O Sam ta trabalhando hoje!_ Lince disse e rolou os olhos. O Sam tava atrasando todo mundo. A gente ia pegar um puta engarrafamento amanhã. Mas ir antes, sem Emily ou sam, só com os pirralhos, não era o meu plano. Eu ia ficar lá "de cara" aturando chapação. A Lince tava pensando que eu era idiota. O Seth foi fazer missão, isso sim.

(n/a: "fazer missão" comprar drogas no morro)

Eram dois babacas, aqueles dois. Maconheiros!

_ Beleza, então a gente se encontra lá mais tarde._ Quill disse. E pegou o rádio dele pra falar com um monte de amigos dele.

Rio de janeiro, 20 de fevereiro de 2009

Sexta – feira – 2:20 – Lapa

"... Mulé gosta de dinheiro, quem gosta de P*** é bicha!.."

Eu realmente me cansava dessas músicas de carnaval... E mais, eu já estava chapada o suficiente. Várias doses de tequila, no calor escaldante. O povo não desanima... O Embry tá muito gostoso, só de bermuda, agora. O corpo dele era um achado. Puta que me pariu!

Andamos até a frente do Circo Voador*.

_ Caraca. Eu já to moída._ Anunciei. Ele me olhou.

_ Você é fraquinha._ Ele disse rindo de mim.

_ Não, querido. É que eu sei que amanhã o Sam vai querer viajar cedo e eu vou estar morta dormindo num carro._ Disse rindo e bebendo uma latinha de cerveja. Estava um calor da porra.

Nessa hora, o Seth e a Lince, já tinham fumado 20% do estoque que ele trouxe de onde ele comprava. Os dois mais chapados do que não sei o quê. O Quill estava pegando uma mina da faculdade. A Bella. Maior piranha. Eu realmente odiava essa garota.

E eu sobrei pro Embry. Apesar de ter mais uma penca de homens com a gente. O casal nojento: Jared e Kim e o irmão mais novo do Quill, que tinha a minha idade. Collin.

Mas o Embry não fodia e não saía de cima. Estava me secando há horas e não vinha pra cima.

_ Lince!_ Eu gritei. Estavam ela e o Seth no gramado, do outro lado dos arcos.

_ O que foi?_ Ele me perguntou

_ Eu quero ir ao banheiro, mas alguém tem que segurar a porta dessas budegas pra mim._ Eu disse a ele.

_ Eu vou._Ele disse rindo.

_ Tá...Lince!_ Voltei a gritar. Ele me puxou pelo braço.

_ Vem logo!_Ele me puxou.

Quase na Rua do Riachuelo e todo o bar que eu parava pra ir, ele me puxava.

Paramos numa das transversais da Rua do Riachuelo e ele me catou.

Imprensando-me num carro. Eu nem resisti, mas também não disse nada. Eu estava sedenta, queria aquela boca em mim, por isso eu vim. Pra ele.

Ele colocou a mão embaixo da minha blusa. Onde eu vestia uma parte de cima de biquíni.

_ Ei, espera..._ Eu pedi, ele nem me deu atenção. Continuou abusando de mim ali mesmo. Que abuso...

O meu cabelo já estava solto de novo, na mão dele. E ele estava alisando os meus seios, ali no meio da rua. O biquíni tinha sido desamarrado. Quando, nem me pergunte.

Senti o volume crescente dele me sarrando e eu estava quente. A tequila fazendo todo o efeito agora. A mão que estava no meu cabelo saiu de lá e foi se enfiar debaixo da minha saia. Quem disse que eu era capaz de demonstrar algum desconforto com isso?

No meio da rua. E ele afastou as minhas pernas e enfiou o dedo em mim. Me dedando no meio da rua. Não tinha ninguém, mais ainda era a rua.

Soltou o beijo e beijou o meu pescoço. Eu respirando alto e apressada. Ele descendo a boca. pros meus seios. Agora as pessoas iriam ver!

Segurei a cabeça dele com as duas mãos

_ Pára!_ Mandei séria. Ele parou e tirou a mão de onde estava. A sensação de prazer interrompida bruscamente e engraçado pra quem assiste. Ele riu de mim.

_ OK! Vamos voltar._ Ele disse me puxando pela mão de novo. E eu poderia apostar como ele chupou o dedo que enfiou em mim, foi rápido o movimento. Mas que ele cheirou, eu vi. Safado!

Embry!

CAP II - POV EMBRY

Rio de Janeiro, 20 de fevereiro de 2009

Sexta-feira – 15:00/ praia da Barra (posto 8)

_ Olha lá, Quill._ apontei a minha princesa que estava deitada numa canga amarela. O corpo dela muito lindo no biquíni mínimo. Sim, ela me castigava. Todas as vezes que eu a via, eu sonhava mais ainda em comer ela todinha.

_ Ei , meu anjo!_ Quill cumprimentou ela com um beijo no rosto. Ele estava ciente de que eu queria a Leah de qualquer maneira. Ele iría voltar com a Claire assim que o carnaval acabasse. Sendo assim não tinha porque ele me atrasar só por causa de quatro dias.

_ Cadê a sua dona, Quill?

_ Carnaval, Baby, ninguém é de ninguém!_Quill respondeu a ela na maior naturalidade. Essa era amiga mesmo. Se fosse uma mulher pra ele querer pegar e namorar, ele nunca diria isso.

Ela ignorou ele ali. E se levantou vindo mais perto. Os seios dela no biquíni estampado e a parte de baixo não cobrindo nada. A barriga lisa. Como eu queria ver essas marquinhas...

_ Ei, você pode me dar um cigarro? Eu estou esperando o meu irmãozinho..._Ela sorriu levemente. Olhando a garota novinha que tava com ela. Eu cedi o cigarro usando o meu isqueiro pra chegar mais perto dela. O cheiro era inconfundível. O perfume... muito bom.

_ O que vão fazer hoje à noite?_ Quill perguntou sorrindo

_ Hoje... Lapa! Só lá ou então... Pré carnaval em boate, o que é um lixo... Eu odeio._ Ela disse e fez um daqueles biquinhos lindos dela, tudo o que ela fazia me dava vontade de agarrá-la. Controle-se... Você já viu o que acontece quando você ataca ela.

_ Lapa?_ Perguntei._ você gosta da Lapa?

_ Ela?_ a outra gata que tava com ela respondeu assim. E riu, a Leah ficou esperando... Ela fechou a cara e ia sentar de volta.

_ Eu vou pra lapa hoje... Os meus amigos já viajaram – Eu disse diretamente pra ela. O Jake e o Paul já tinham viajado. Eu ia amanhã.

_ A gente vai amanhã. O Sam ta trabalhando hoje!_ A novinha que tava com ela respondeu. Eu gostei dessa menina, ela falava demais.

_ Beleza, então a gente se encontra lá mais tarde._ Quill disse.

Rio de janeiro, 20 de fevereiro de 2009

Sexta – feira – 2:20 – Lapa

"... Mulé gosta de dinheiro, quem gosta de P*** é bicha!.."

Eu realmente me cansava dessas músicas de carnaval...

Mas com a Leah aqui, rebolando pra mim a noite toda, tava valendo.

Eu sinceramente não sabia o que estava me fazendo demorar tanto. Eu sabia que ela ia correr quando eu chegasse junto, talvez isso. Eu queria vê-la mais.

Paramos pra fumar perto do Circo Voador. O irmão dela e a novinha estavam chapados, fumaram um três baseados. Ele parecia bem novinho. A Leah não gostava disso, boa menina.

_ Caraca. Eu já to moída._ Anunciou, eu olhei pra ela. Nem tava.

_ Você é fraquinha._ Eu disse rindo dela.

_ Não, querido. É que eu sei que amanhã o Sam vai querer viajar cedo e eu vou estar morta, dormindo num carro._ Ela disse rindo e bebendo uma latinha de cerveja. Eu me segurei pra não perguntar pra onde ela iría. Eu não ia dar esse mole, mas se ela disse Arraial**, eu ia ficar atormentado a ir até ela de qualquer maneira.

_ Lince!_ Ela gritou, que raio de nome idiota era esse?

_ O que foi?_ perguntei a ela.

_ Eu quero ir ao banheiro, mas alguém tinha que segurar a porta dessas budegas pra mim. _Ela me disse explicando. Ela estava bem falante, chapada. Bebeu umas oito ou dez doses de tequila. Amanhã ia passar mal com certeza.

Eu não era o pai dela, ela sabia o que estava fazendo.

_ Eu vou._Eu disse rindo.

_ Tá...Lince!_ Voltou a gritar. A mina que ela tava chamando estava do outro lado dos arcos, chapada.

_ Vem logo! _ Era agora. Eu ia pegar ela agora. De qualquer maneira.

Arrastei ela pra Rua do Riachuelo, lá no final, onde já não tinham bares. Eu podia levar ela a algum lugar melhor pra isso, só que eu já sabia que ela ia murchar. Eu só precisava tocar nela um pouco.

Uma rua deserta e era essa. Enconchei ela no carro que estava estacionado. Ela nem resistiu. Eu senti no beijo que ela estava mais que a fim de mim.

Enfiei a minha mão embaixo da blusa dela. Biquíni...mole pra nós...

Abri a parte de cima do biquíni dela e alisei os seios. Eu estava ficando muito excitado com aquilo, mais um pouco e eu ia acabar carregando ela pra um motel de qualquer maneira.

_ Ei, espera..._Ela me disse gemendo. Não era pra eu respeitar isso. Ela me queria e eu queria ela, muito.

Imprensei-a e a vi estremecer, sentindo o meu membro rígido nela. Ela queria mais. Eu podia dar mais aqui, sem problemas.

Tirei a mão do cabelo dela. Uma mão nos seios a outra desceu e se enfiou no meio das pernas dela. Eu sabia que ela não ia resistir. Ninguém estava vendo.

Afastei as pernas dela e senti ela molhadinha. Deixei entrar e sair, ela gemendo no beijo, eu queria ouvir isso.

Beijei o pescoço dela, ela ainda gemendo. Eu estava perdendo o controle. Desci a minha boca. Eu ia chupar os seios dela. Quando ela pegou a minha cabeça com as mãos me fazendo olhá-la.

_ Pára!_ Ela ordenou. Realmente ela estava certa. A gente estava no meio da rua. Eu tirei a minha mão de onde estava e vi ela fazer aquela careta linda de quando se é interrompido. Eu quase ri. Ela ficava linda de qualquer jeito. O meu amigo totalmente animado dentro da bermuda. Mas eu não podia fazer nada quanto a isso.

_Ok! Vamos voltar._Puxei ela pela mão.

E nós voltamos. Eu não pude evitar provar o gosto. Foi rápido. E eu senti o cheiro também. Torturei-me sozinho com isso. Não a culpa ainda era dela, afinal o cheiro era dela.

Chegamos no circo voador de volta. O Quill tinha sumido, o irmão dela estava no mesmo lugar com a namorada dele, bebendo.

_ Eu vou embora, tchau!_Ela me disse. E antes que ela fosse eu a puxei pra mais um beijo. Eu não sabia quando a veria de novo. Dessa vez eu não ia demorar tanto. Eu ia dar um jeito de me encontrar com ela.

_ Tchau, Leah!_ Eu disse soltando ela, rápido. Antes que ela fizesse isso.

Ela nem me respondeu e foi embora. Pegou o irmão pelo braço e fez sinal pra um táxi.

Passei o rádio pro Quill. Estava indo embora. Eu ainda tinha uma viagem amanhã e um carnaval inteiro pela frente. Mas em breve. Muito em breve. Eu ia ver a Leah novamente. Ah, se ia...

Leah...

[Circo Voador*– casa de show carioca, localizada na Lapa.]

[ Arraial **Arraial do cabo, cidade da Região dos Lagos /RJ]

N/A: Gente, eu sei que esse cap ficou pequeno. Mas o próximo vem melhor, ok?

Embry é uma coisa... to apaixonada, quem souber de mais CALLWATER por ai me avisa que eu to lendo!

Um beijo

Aguy

N/B: OMG, EMBRY PEGAEL? *¬*' [/aquelas bem puta, né? rs]
Gente, e esse cap todo babante, heim? Me matou '-'
Aguy, desculpa a demora ._. O cap já tava comigo há SÉCULOS .-.
Mas só parei agora, pelo bem da I Tried, então eu sei que você me perdoa, né? rs

Enfim... Arrasou *_*
To louca pelo proximo, s .-.

Bjo galere! E não se esqueçam de comentar, claro (h)

BL