Capítulo 1
Ari Poter estava de volta à casa de seus tios.
Só de voltar para lá ele já sentia de novo todo o ódio que ele tinha do lugar.
Os Duroslei eram os piores tios que alguém podia ter, pois além deles odiarem os bruxos eles ainda faziam de tudo para tornar a vida do garoto ainda pior.
Nesse momento Ari estava em seu quarto, se abanando com uma folha de sulfite para espantar o calor que sentia.
A janela estava trancada, graças às tábuas que seus tios pregaram nela, a porta estava fechada e o quarto tinha telhas de Brasilite, o que transformava-o em um inferno.
Ele queria estar na rua, ou até na sala da casa onde um Ar Condicionado vomitava ar gelado no ambiente, mas não, ele tinha que estar no seu maldito quarto.
Ari se levantou, abandonando a inútil tentativa de se refrescar abriu a porta do quarto.
Ele se dirigiu até a janela da sala e se enfiou nos cactos que povoavam o muro perto da janela.
Ignorando os espinhos ele aguçou os ouvidos para ouvir o Jornal Nacional.
Depois de crises nos aeroportos e aumento dos impostos (-- Espero que o pobretão aí do lado esteja ouvindo – Berrou tio Valter, se referindo ao vizinho), a separação de Gisele Bunchen com o Ronaldinho (-- Como se quiséssemos saber de seus detalhes sórdidos --- Resmungou tia Petúnia, sendo que acompanhara o caso em todas as revistas que conseguiu por as mãos) e finalmente do novo pronunciamento do Presidente.
Ari abriu os olhos, se chegara à pronunciamentos do Lula então não tinha mais nada de importante para se ouvir.
Ele se levantou e começou a andar a esmo pela rua.
Quando que as coisas começariam a acontecer? Quando Voudemorte sairia da toca?
Ele percebeu que chegara ao velho parquinho e se jogou em um dos balanços que seu primo e sua gangue ainda não tinham destruído.
Ele os via ao longe, seu primo Duda e os outros amigos da escola pública da cidade.
Duda era um playboizinho idiota que, com seus amigos, vandalizava tudo.
Ari já os tinha visto, vandalizando o parque, pichando muros e fumando nas esquinas.
Ele percebeu que eles vinham em sua direção e apertou nervosamente a varinha.
Estava de saco cheio de tudo isso e gostaria imensamente de lançar um bom feitiço no seu primo idiota.
Ele percebeu que a gangue parara, sem o ter visto, e trocara de rumo, parecia que iam para a casa de Duda, eles se despediram e Duda seguiu para casa.
Ari se levantou, se chegasse depois do primo ele estaria ferrado.
Horas depois seus tios lhe informaram que iriam sair e ele voltou a contemplar o teto de seu quarto.
Porque seus amigos não lhe enviavam mais cartas? Só recebera duas e ambas eram tão vazias que aumentavam as perguntas ao invés de respondê-las.
Ari ouviu um ruído no andar de baixo e se levantou.
Ladrões?
Ele abriu a porta do quarto e silenciosamente desceu.
É isso ai pessoal, tava de saco cheio de escrever fics sérias, e decidi que iria zoar um pouco com a história.
Decidi que ela se passaria aqui no Brasil, mas fiquem em dúvida se ela iria ser em Sampa ou no Rio, deu Rio.
Essa fic vai ter uns 10 capítulos, mas ainda não sei, só to escrevendo, sem planejar nada, nem nome eu decidi...
È isso ai, por favor, Comentem...
