Como sempre, Chichi depreciava o marido e o humilhava, despejando toda a sua amargura ao perceber seu erro há anos atrás, quando...

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Após conversar com Vegeta no dia anterior, Goku estava na cama com Chichi montada sobre seu membro. Haviam acabado de fazer sexo e embora ele gozasse, não era algo pleno.

Somente tiveram relações, porque a chikyuu-jin assim queria, sendo que o sexo entre eles era escasso com o saiya-jin nunca se importando e agora, bem menos, após reconhecer que tinha uma ligação verdadeira com Yuri, fazendo-o agir quase como um robô na cama, ainda mais que o de costume.

Claro, sempre agira como um quando tinha relações com ela, sendo que era sempre a terráquea que o estimulava, enquanto ouvia depois e ás vezes, até antes, as diversas e costumeiras reclamações sobre ser um idiota, tapado, retardado, inútil, desperdício de espaço e tantas outras que sabia de cor e salteado.

Porém, não podia fazer nada. Não sentia desejo e nunca sentiu, enquanto que ela o "forçava", não só através de estímulos sexuais, assim como falando que era uma das obrigações do esposo e durante anos, encarou como sendo algo obrigatório e não natural.

Já, com Yuri, sentia sua libido ir para a estratosfera, sentindo em relação à ela um desejo intenso de fazê-la dele e de mais ninguém, assim como de toma-la, quase que com selvageria, fazendo-se sentir, intensamente, desejos nunca sentidos antes por ele em todos aqueles anos.

E naquele momento, sentia-se culpado, pois para ele e seus sentimentos, parecia que estava traindo Yuri, mesmo que não tivesse a marcado, enquanto que seu corpo suplicava pela in-ookami e somente ela. Assim como o seu coração e mente.

Além disso, amava treinar e lutar. Estava em seu sangue e somente quando lutava, sentia-se feliz, somando-se o fato de que havia herdado a natureza destrutiva, também. Ele sempre acabava destruindo o que tocava, sem desejar e muitas vezes pedindo desculpas, pois não fora intencional. Muitas vezes era chamado de retardado, atrapalhado ou o popular "desastre ambulante" pela terráquea, principalmente quando destruiu sem querer, algumas vezes, uma das paredes da casa, assim como o sofá novo que o sogro deu para o casal, quebrou a porta do micro-ondas novo, ao usar, sem querer, uma força maior que a normal e tantos outros desastres.

Ao se imaginar trabalhando, somente podia-se ver destruindo algo, sem querer e não durando em nenhum emprego. Além de que, se trabalhasse, não poderia treinar e lutar, o que realmente amava, adicionando-se o fato que a paz na Terra parecia não durar muito, enquanto que não sabia se algum inimigo poderoso poderia surgir ou não, sendo que seria difícil para este subjulgar o poder divino.

Desperta de seus pensamentos com Chichi saindo de cima dele, colocando seu penhoar e se dirigindo ao banheiro, falando com o costumeiro tom aborrecido:

– Após todos esses anos não consegue tomar a iniciativa, idiota? Tudo bem, que no início não sabia o que era sexo. Mas, mesmo agora, age como aquele menino inocente e retardado da noite de núpcias? Por que não pode ser como os outros maridos? A única coisa que sabe fazer é comer e lutar. Ou seja, é um imprestável e desperdício de espaço, conseguindo a proeza de ser um traste até na cama! Como me arrependo de ter me casado com um imbecil como você!

Goku apenas olhava, sentindo-se triste, adicionando-se a sensação de culpa que sempre tivera por não cumprir os seus votos de casamento, conforme sua esposa vivia-o lembrando.

Porém, tal pensamento de culpa parecia desaparecer, gradativamente, enquanto que uma parte dele, recém-descoberta, começava a sentir raivado modo como era tratado, acabando por cerrar o cenho, involuntariamente, fazendo Chichi se calar e arregalar os olhos, pois nunca o vira irritado com ela.

Porém, não se intimidou.

Apontou o dedo em riste e começou a disparar ofensas, enquanto observava que a postura ainda estava diferente e que de tão irritada, não ouvira um rosnado, até que uma in-ookami raivosa aparece na frente dela, mostrando os seus caninos alvos e pontiagudos, projetando todo o seu ódio e ira para com a humana, fazendo-a gritar de medo e se esconder atrás da porta do banheiro por mais patético que parecesse, pois, aquilo não era nada para um ser que podia, se quisesse, enfrentar um super saiya-jin 4 subjugando-o facilmente.

Como sempre, estava em uma postura agressiva, lutando contra o desejo de saltar sobre a humana e destroça-la, quando Goku se levanta e a segura pela cintura, falando na sua orelha em um sussurro rouco, sentindo o seu corpo reagir, imediatamente, como se tivesse recebido uma descarga elétrica apenas pelo aparecimento da jovem, fazendo seu membro despertar rapidamente, tornando-se ereto, enquanto surgia um desejo intenso de toma-la, tendo que lutar ferozmente contra a sua libido, se surpreendendo com o efeito dela sobre sua mente e corpo.

Ela estava tão irada, que não sentira algo roçando suas nádegas por cima de sua pele felpuda que cobria o seu corpo, nu por baixo, o que Goku notara, fazendo-o conter a força um gemido de prazer, além de duvidar que ela soubesse o que aquilo significava, lembrando-o de quando era jovem e não sabia nada sobre o sexo, até a noite em que Chichi o ensinou, embora desconfiasse que fora apenas pelo prazer dela.

Quando se unirem, ensinará á ela sobre o sexo, mas, para o prazer de ambos.

– Se acalme, por favor, Yuri.

– Eu acabei de voltar de um sistema solar vizinho a este e estava indo para as montanhas, quando ouvi essa desgraçada ofendendo você! Não irei permitir que ninguém o ofenda. Nem você e nem a Pan.

– Eu sei... Mas, peço, por favor, que controle sua ira. Os terráqueos são fracos demais.

– Mas... Mas... - ela tenta argumentar, até que sente algo rijo e olha para baixo com a face confusa.

– O que é isso? Nunca vi antes. É esquisito. Sou alienígena também e não tenho isso no meio das minhas pernas... Quer dizer, acho que não tenho. - fica confusa, tentando se lembrar se tinha algo assim .

Frente a algo novo que nunca vira antes, acaba se dispersando do motivo da raiva, pois estava surpresa e curiosíssima, se surpreendendo ao ver que parecia saltar, fazendo-a se afastar, enquanto aguçava ainda mais a sua vontade de saber o que era aquilo. Estava tão ansiosa e extasiada pela novidade, que dirige sua mão até o membro.

Porém, foi impedida de tocar por Goku, que a segura, a afastando, enquanto ela olhava para o alto, aborrecida, para depois ver o olhar diferente, que parecia mais escuro, assim como um sorriso estranho, embora que esta face, desconhecida a ela, a fizesse sentir calafrios prazerosos que se espalhavam por sua espinha, enquanto este falava roucamente, com a sua respiração se chocando na pele alva e acetinada ao se inclinar.

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