Capitulo dois:
Harry viu sua mãe desaparecer atrás de Snape, não estava entendendo mais nada do que acontecia naquele momento, queria saber o que estava havendo, tinha visto Snape socar seu pai, mas ainda não entendia nada. James olhou ao filho e sorriu com pena, tinha magoado completamente os sentimentos de Lily, agora sabia que a mulher jamais lhe perdoaria.
-O que foi isso pai? –perguntou Harry.
-Só estava fazendo o que era certo, tinha roubado o amor de Snape por tanto tempo, eu achei que era o momento adequado de devolver…
-É que talvez você seja louco? Você não devia ter mexido com os sentimentos de Snape desde o inicio! –exclamou Harry irritado com o que acabava de ouvir de seu próprio pai.
Harry se afastou de seu pai enojado. Foi ver seus amigos e descobriu Sirius consolando a família Weasley, estava enojado até com o próprio padrinho. Viu Ron e Hermione abraçados chorando um no abraço do outro. Tinha visto o corpo de Ginny entre os mortos, tinha ficado petrificado, jamais pensou que a garota fosse se descuidar e acabar sendo morta, mas no fundo tinha descoberto que Sirius tinha vingado a morte da garota, lutando com a louca de sua prima, no fim a bruxa levou a pior.
Harry tinha visto Remus Lupin se despedindo de Tonks que tinha levado a pior lutando com Dolov, Harry via como o licantropo estava com o coração partido, tinha certeza de que ele iria cometer uma loucura. Decidiu falar com ele, mas o mais velho foi embora sem ao menos falar com seus amigos que tinha voltado a vida, nada naquele momento lhe interessava, só queria ir embora e poder criar seu filho sozinho.
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Num lugar distante de Hogwarts Severus Snape acabava por chegar em sua casa, encontrou Lily parada em sua porta com um semblante muito sério. O homem queria ficar sozinho, tinha sobrevivido a morte, mas não achava que valia a pena recuperar ao amor de sua vida, já era suficiente a humilhação que James Potter e Sirius Black lhe fizeram passar. Lily sabia que Snape cometeria alguma loucura.
-Sabe que precisamos falar. –disse Lily.
-Não temos nada que falar, tenho certeza de que Potter deve estar rindo de mim nesses momentos…
-Pra falar a verdade professor, meu pai é um completo idiota, não acreditei muito no que ele fez em suas lembranças, mas agora entendo, meu pai foi um completo babaca. Eu gostaria que você fosse meu pai de verdade, sempre me protegeu. –disse Harry que tinha acabado de chegar, assim que tinha se despedido de seus amigos.
Harry se aproximou do antigo professor e lhe abraçou, afinal o homem merecia, ele era um ótimo pai a maneira dele. Lily sorriu ao ver como seu filho era carinhoso com seu único amigo. Severus estava assustado com tudo aquilo. Sabia que tinha que dar uma chance para Lily explicar o que quer que seja. Deixou que eles entrassem em seu lar, que não era muito, ainda não sabia o que fazer sabendo que tinha uma mansão melhor que aquela casa, ali tinha péssimas lembranças.
-Me separarei de James…
-Sabe que não precisa fazer isso, acabei me acostumando com o desprezo do mundo. –disse Snape se servindo de um copo de Whisky.
-Nada disso! –reclamou Lily tirando o copo de whisky das mãos de Snape. –Me separarei porque ele me fez a cabeça contra você naquela época, antes de tudo isso acontecer eu estava esperando você se declarar pra mim. Eu sempre soube que você era apaixonado por mim. –disse Lily segurando o rosto de Snape para que ele lhe olhasse nos olhos.
-Não vale a pena, você tem um filho com ele. –disse Snape olhando os olhos de Lily.
-Eu aceitaria você como meu pai Severus, James Potter foi muito cruel com você. Eu quero que você cuide de minha mãe. – disse Harry apertando o ombro do professor.
-Porque me aceitaria? –perguntou Snape decidindo se sentar.
-Por quê? Você ainda pergunta o porquê, eu respondo porque, você sempre me protegeu a sua maneira, aprendi muitas coisas com você. Mesmo quando você me ensinou oclumência, com um tempo aprendi a fechar a mente, aprendi muito com você, e não só oclumência, aprendi a arte das poções com seu livro intitulado "o príncipe mestiço". Eu te aceitaria mesmo que meus pais não tivesse voltado do além tumulo. –respondeu Harry sendo sincero.
Lily sorriu emocionada com o jeito que Harry tratava Severus. O próprio Severus não conseguia entender porque Harry lhe aceitava depois das humilhações que fez o menino passar em Hogwarts.
-Eu peço perdão…
-Você estava atuando, não tem nada que perdoar. –disse Harry se sentando ao lado do professor.
Lily sorriu, Severus tinha puxado Harry para um abraço apertado, afinal de contas, sempre tinha atuado como um pai substituto para o menino. Lily se aproximou e beijou os lábios de Severus, que ainda permanecia acalentando Harry. Severus ficou sem jeito, mas retribuiu ao beijo com carinho a mulher que amava com loucura.
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No castelo o ministro da magia ainda não conseguia entender como os mortos pela varinha de Voldemort tinha voltado a vida, e aqueles mortos que estava estirados no chão permaneciam deitados. Mais aos poucos, alarmado via que aquela magia que tinha matado o Lord das Trevas era uma magia poderosa que vinha dos antigos. Minerva tinha reconhecido a magia, mas ainda sim não saberia como ela surgiu, não tinha nenhum vestígio de onde ela surgiu. Minerva achou melhor expulsar todo mundo do castelo já que a guerra tinha acabado, precisava realizar o velório de uma das professoras do colégio, ainda era difícil ver como Pomona Sprout era levada para enfermaria onde permaneceria.
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James Potter e Sirius Black foram embora juntos do colégio. James estava arrependido de ter feito a vida de Severus um inferno quando estudantes de Hogwarts, queria remediar a situação, mas no momento deixaria que o destino seguisse o curso. James sabia que Lily estava com Severus naquele momento, e foi naquele momento que decidiu fazer uma coisa que nunca pensou que fosse fazer. Foi diretamente para o ministério da magia anular seu casamento com Lily Evans, também escreveu uma carta, dizendo a Lily que entregaria a guarda definitivamente para ela, pois ela tinha mais direito que ele. Sirius não sabia porque seu amigo fazia isso, mas aos poucos percebeu que era por causa de Snape. O animago sempre soube que James se desculparia com Severus se a guerra chegasse ao seu fim.
Viram como a coruja do departamento de matrimonio voava para seu destinatário, preso a pata estava uma carta com um selo do ministério. O homem que estava ali escrevendo sobre o cancelamento do matrimonio entre James Potter e Lily Evans via incrédulo como o homem parecia o jovem de antes. Parecia que nem tinha estado enterrado durante dezoito anos. Todo o mundo mágico tinha recebido a noticia de que magos que tinha sido mortos pela varinha de Voldemort tinha voltado a vida, nem Rita Skeeter conseguia explicar aquela estranha magia que tinha atuado naquele momento em que Voldemort tinha sido morto.
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Lily ainda permanecia na casa de Severus. Ainda estavam conversando quando uma coruja entrou pela janela que Severus tinha deixado aberta. Lily recebeu a carta e franziu o cenho ao perceber que era uma carta do departamento de matrimonio do ministério da magia. Tinha lido a carta rapidamente e percebeu que James foi bem mais rápido que ela. Harry leu a carta pelo ombro de sua mãe e leu que seu pai lhe entregava a guarda totalmente para sua mãe. Severus respeitou a leitura de Lily, se levantou e se dirigiu para a cozinha faria um chá à moda muggle, queria dar privacidade a Lily e Harry.
Assim que terminou de ler Lily abraçou o filho. Logo Severus sentiu ao abraço de Lily pelas costas, sorriu, queria poder fazer Lily feliz, mas não era fácil, sendo que ele era o sinistro de toda aquela loucura. Nunca tinha amado outra mulher que não fosse Lily. Lily era para ele a única mulher de sua vida. Com ela queria ter tudo o que não queria ter com outra pessoa. Tirou a chaleira do fogo e abraçou Lily carinhosamente. Harry sorriu ao professor, queria que o homem fosse feliz, tirou um frasco do bolso e entregou ao professor.
-Suas lembranças. Acho que esta na hora de mudar sua vida, escrever uma nova historia. –disse Harry apertando a mão do professor.
-Obrigado. –respondeu Severus verdadeiramente agradecido com o que acontecia naquele momento.
-Acho que vou visitar meu pai. Severus acho que faria bem se fosse para outro lugar, tenho sensações estranhas aqui nesse lugar. –disse Harry se estremecendo e olhando para trás onde viu uma sombra.
Severus percebeu a sombra e foi atrás e o que viu lhe chocou a alma, para na sala estava sua mãe. Lily também olhava chocada com o que via. Harry reconheceu a mulher pelas lembranças de Severus, mas ainda não entendia como ela tinha sido ressuscitada.
-Voldemort teve haver com sua morte? –perguntou Severus com um pouco de ódio.
-Sim, Voldemort, matou me quando neguei te entregar, quando você ainda estava em seu quarto ano em Hogwarts, é por isso que as autoridades muggles prenderam seu pai. Tobias nunca foi o culpado. –respondeu Ellen abraçando ao filho. Severus desmoronou em um choro contido, ele amava sua mãe além de tudo.
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Num lugar bem distante de toda a alegria pelo fim da guerra, Remus Lupin acabava de aparecer na Austrália onde queria começar do zero, Tonks tinha sido a única mulher capaz que tinha conseguido chegar ao seu coração, mas agora ela tinha partido para um lugar distante dele e de seu filho. Antes de ir embora tinha ido buscar ao filho da casa de sua sogra, cuidaria do pequeno Teddy sozinho. Daria ao filho ao menos uma infância feliz.
Na Austrália Remus foi para uma antiga casa que seus pais lhe deixara no testamento. Ali poderia cuidar de Teddy sem problemas. Mal sabia ele que sua licantropia tinha cessada pela morte eminente de Fenrir Greyback pela magia estranha que tinha atuado naquele momento em que Voldemort estava sendo massacrado. Muitos bruxos das trevas naquela batalha tinha sido morta. Remus tinha sentido aquela magia estranha entrar dentro de si, tinha sentido a magia branca arrancar a maldição do lobo de seu corpo pela raiz.
Quando se viu diante de um espelho tinha se assustado com sua nova aparência, tinha ficado precariamente parecido com seu pai. Queria que Gregorius pudesse lhe ver agora, pois era completamente novo, nem parecia que tinha sido um lobisomem por anos. Assim que tinha entrado na casa de Andrômeda quase foi abatido com um feitiço mortal, mas Andrômeda tinha parado na hora ao perceber que se tratava de Remus. A mulher quase não lhe reconhecia por sua nova aparência, mas estava feliz por Remus poder refazer sua vida.
Ali na Austrália Remus queria poder começar uma vida do zero, voltaria ao seu antigo sonho, voltaria a ser um renomado pesquisador, ali naquela mansão que seus pais lhe deixou tinha deixado umas raras anotações, antes de voltar para a Inglaterra quando tinha se inteirado que Sirius Black tinha fugido da pior prisão dos bruxos. Mas com tudo aquilo acontecendo naquela época tinha descoberto que seu ex amante era inocente de todas as acusações que pairava sobre ele. Agora poderia voltar as pesquisas agora que não existia mais Voldemort.
Assim que entrou na mansão foi por um quarto, queria que o filho pudesse dormir seu sono tranquilo enquanto ele limpava todo aquele mofo do lugar. A cama foi a primeira coisa que limpou e então depositou seu filho de quase um ano na cama. Logo depois foi direto para os outros moveis do quarto, deixando o quarto completamente brilhante.
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Dias e meses se passaram, toda a comunidade magica estava feliz em poder respirar um ar completamente puro. O fim da guerra tinha feito que muitos bruxos das trevas fossem presos. Nem os aurores conseguiam entender quando sentiram aquela magia estranha atuando no julgamento desses bruxos malignos. Muitos daqueles bruxos tinha sido brutalmente mortos pela magia.
Rufus queria saber de onde vinha essa magia muito poderosa que fazia ate os magos brancos ficarem de cabelo em pé. Nem Dumbledore que estava dentro de um quadro entendia, a ele não tinha visto nada igual, aquilo para ele era tão irreal tudo aquilo. Para muitos tinham alguém por trás de toda aquela magia macabra eram o que muitos definiam.
Com um tempo Lily e Severus que tinham sido trazido a vida, começaram a pesquisar sobre aquela magia, pois ambos tinha conhecimento da magia antiga, por ter prestado atenção ate na aula mais chata do universo. Lily, Severus, Ellen e Harry tinham embarcado numa jornada louca para descobrir mais sobre toda aquela magia estranha. Juntos foram para diversos lugares do mundo ate se perderem no meio de um incêndio que acontecia na Irlanda.
Severus salvou Harry de ser atingido por uma haste que voava do edifício que pegava fogo, literalmente estava sendo devorado pelas chamas. Os bruxos daquele lugar olhava a chama consumindo ao prédio. Os feitiços de aquamenti parecia que não funcionava. Harry agradeceu ao padrasto, se levantou do chão e olhou para o prédio consumido em chamas, tinha ouvido um choro de lamento do prédio. Severus olhava como seu filho adotivo entrava entre as chamas, queria chamar ao garoto de volta, mas o fogo barrou sua passagem. Lily começou a chorar de medo pela loucura de seu filho.
Ellen tinha conjurado uma mangueira e colocado no poste de agua que tinha no outro lado da rua e então abriu com um esforço, logo a água jorrava para o prédio. Os bruxos ficaram admirado pela mulher conseguir jogar água no fogaréu. Lily em prantos via como seu filho voltava com um pequeno embrulho em seus braços, tinha visto um escudo completamente diferente em volta de seu filho.
-Harry seu menino louco! –disse Lily puxando ao filho longe do fogo.
-Sua mãe tem razão, o que levou a cometer essa loucura? –perguntou Severus um pouco bravo.
-Não sei papai. Algo me fez ir ate lá. –disse Harry encarando ao embrulho em seus braços.
-Deixe me ver. –pediu Lily.
Lily examinou ao bebê que Harry tinha salvado, o menino não tinha nenhum arranhão e muito menos tinha sido sufocado pela fumaça, depois se lembrou do escudo, tinha percebido que aquela magia estranha tinha protegido ao pequeno bebê. Harry tinha abraçado Severus não queria que o homem ficasse bravo com ele por ter cometido aquela loucura.
-Essa magia é totalmente estranha ela atua salvando quem precisa ser salvo. Muitos comensais foram mortos por ela. Descobriremos sua origem certo. –disse Severus sorrindo a Lily que cuidava do pequeno.
-Sim. –respondeu Lily.
-Papai, esse escudo que veio comigo, quando cheguei ao bebê, o menino não parecia que estava vendo as chamas. Ele estava no chão quando o encontrei encarando um corpo sem vida de uma mulher. Acho que era sua mãe. O que vamos fazer com o menino? –perguntou Harry ainda abraçado a Severus.
-Teremos que ver se tem família vivia…
A magia do lugar fez com que o fogo queimasse a mangueira que Ellen segurava, nisso Lily percebeu que a magia do momento atuava protegendo ao bebê de ser entregado para os estranhos da família do pequeno. Naquele momento Lily decidiu ficar com o bebê como se fosse seu filho. E então a magia entrou no corpo do menino. Severus não entendeu, mas sorriu quando Lily beijou a testa do menino.
-Oba um irmãozinho! –disse Harry feliz.
Lily riu da atitude do pequeno Harry. Ela simplesmente adorava quando seu filho agia daquele jeito, parecia que tinha voltado a ser uma criança de quatro anos. Percebeu que Severus estava com medo.
-Te ensinarei Sev. Você será um bom pai, para quando tenhamos os nossos. –disse Lily carinhosamente para o homem.
-O que esta querendo dizer com isso? –perguntou Severus assustado.
Por ter passado quase um ano e meio, Severus e Lily tinha se casado com a benção de Harry que queria que sua mãe fosse feliz. Severus e Lily já tinha consumado seu casamento há meses, Severus sabia que podia ter a possibilidade de ser pai a qualquer momento, mas para ele era ainda estranho.
-Que dentro de oito meses você vai ser pai de gêmeos. –respondeu Lily depositando ao bebê que tinha salvado no colo de Severus para que ele se acostumasse.
-Merlin, gêmeos? –perguntou Severus um pouco assustado, estava esperando um filho e não dois da mulher que amava com loucura.
Harry sorriu, sua mãe tinha realmente refeito a vida dela ate ter filhos com Severus ela já estava tendo. Harry sabia que seu pai biológico tinha voltado a trabalhar no ministério da magia no departamento de aurores. Assim como Severus, Harry sabia que James tinha refeito a sua vida nesse ano que tinha passado. Mais ainda não sabia o que o homem fazia depois do trabalho.
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Austrália sete horas da manha.
Remus estava arrumando sua maleta, agora que era reconhecido no mundo por ter descoberto a cura para a pior doença do mundo, varíola de dragão. Muitos dos bruxos que sofriam com isso foram salvos. Mesmo não gostando de poções, Remus estudava e fazia pesquisas e sempre tinha resultados favoráveis para o bem da humanidade. A magia que atuava ao redor do mundo tinha ajudado Remus quando ele não obtinha o resultado desejado. Olhou para o filho que estava brincado com seus brinquedos, o menino estava prestes a completar dois anos.
Com um tempo tinha se acostumado coma magia cuidando de seu filho enquanto estava trabalhando, meses antes tinha contratado uma baba para cuidar de Teddy, mas a magia estranha não deixou que a mulher chegasse perto de Teddy e acabou que Remus percebeu que a magia protegia e cuidava de seu filho completamente melhor que ele. E foi nesses meses que tinha descoberto que James Potter tinha se divorciado de Lily e refeito a vida. Assim como Lily tinha refeito a vida com Severus.
Saiu de casa e foi ao trabalho no hospital queria fazer um novo teste da nova poção que tinha criado e esperava que essa fosse o resultado definitivo para a cura de outra doença. Muitos dos curandeiros não sabia como tinha surgido aquela doença, mas ela atacava a maioria das pessoas que praticaram maldades contra o mundo. Mas elas já tinha sido punidas e libertadas depois de cumprirem suas penas em Azkaban.
Remus não entendia aquela magia para ele era estranho ver uma magia atacar aquelas pessoas depois delas se redimirem com o mundo por tamanha barbaridade.
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Severus estava segurando Lewis o bebê que Harry tinhas salvo do incêndio na Irlanda, tinha se acostumado a carregar ao bebê por todos os lados em que iam para investigar a magia. Harry também ajudava, sempre quis ter irmãos. Lewis era um garoto muito agitado, mas Severus e Lily tinham conseguido atender ao menino. Ellen achava engraçado ver seu filho cuidando de Lewis com tanto carinho. Era ate estranho para o próprio Severus se ver cuidando de um bebê, mas aos poucos ele tinha pegado o jeito e aprendido a cuidar e amar o menino.
Lily já estava no sexto mês de gestação e estava feliz por estar tudo bem com a gravidez. Harry tinha ficado feliz ao ver que a magia do mundo protegia a gravidez de sua mãe. Esperava que acorresse tudo bem no final. Afinal sua mãe merecia ser feliz. Harry tinha ido visitar seu pai biológico certo dia e descobriu seu pai na cama sendo dominado por seu padrinho, tinha ficado assustado nunca soube que seu pai gostava desse tipo de coisa.
-Pai? –perguntou incerto, sabia que aquele momento não era adequado para perguntar, mas estava chocado.
-Harry! –respondeu James empurrando Sirius para longe.
-O que é isso? –perguntou Harry sem entender.
-Harry… quando conheci sua mãe, algo mexeu comigo, mas naquela tempo eu estava tendo um caso com Sirius, muito antes de entrar em Hogwarts. Sirius é meu primo, portanto seu tio. Sirius é dois anos mais velho que eu e foi com ele que eu aprendi sobre essas coisas, e foi com ele que eu soube qual era a melhor casa em Hogwarts. Um dia eu disse a Sirius que eu queria ter filhos e ele me ajudou a conquistar sua mãe, mas eu nunca quis magoar sua mãe, então eu dei um basta na relação que mantinha com Sirius e fiquei com ela. –respondeu James envergonhado.
-Agora que se divorciou dela resolveu voltar sua relação com ele? –perguntou Harry ele não sabia o que estava sentindo naquele momento.
-Sim, mas foi estranho Harry, quando eu estava morto, Sirius teve um caso com Remus, mas quando ele foi te resgatar no véu, Remus tinha terminado com ele, por ser infantil demais. Conheço você Sirius sei bem que eu estou certo. –respondeu James olhando feio para Sirius que olhava indignado para o marido.
-Estraga prazeres. –resmungou Sirius se vestindo.
Harry estava envergonhado de ter atrapalhado seu pai naquilo.
-Pai, acho que estou apaixonado. –disse Harry de repente.
-O quê? –perguntou Sirius chocado.
-Que bom pequeno, e quem é a dona? –perguntou James dando um peteleco em Sirius pelo grito.
-Remus. –respondeu magoado, pois não sabia onde o outro se enfiou.
-Vá atrás dele Harry, ele merece ser feliz também. –disse James abraçando o filho.
-Mas papai é seu amigo e eu não sei onde ele se meteu. –disse caindo de joelhos chorando.
James entendeu a aflição de seu filho, mas estava feliz mesmo assim, pois sabia que Remus não machucaria seu filho, mas tinha o fato de que eles não sabia onde Remus estava vivendo. Sirius se perguntava a mesma coisa. Ate James se lembrar do profeta diário do dia anterior que tinha mostrado uma reportagem na Austrália.
-Harry vá atrás de Remus na Austrália, ele vive lá. –James disse depois de lembra da reportagem.
-Porque tão longe? –perguntou Harry.
-Porque uma vez ele me disse que tinha uma casa lá, disse que tinha uma vida lá quando teve que voltar para essa guerra insana. – disse Sirius ao se lembrar de que Remus vivia feliz lá antes de voltar para ser professor.
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Remus naquele momento estava voltando para casa depois de mais um dia de trabalho árduo no hospital, ele era um dos residentes um dos melhores medibruxos que existia no local, pois era o único que via a melhor nas pessoas. Aquela magia estranha lhe protegia ali dentro do edifício, lhe protegia das más intenções dos pacientes. Era por isso que agora atuava na ala destinada a crianças doentes. Tinha curado quinze crianças de uma doença terrível, essas crianças já estavam em casa com seus pais.
Remus entrou em sua casa, encontrou seu pequeno filho brincando com seus brinquedos tranquilo, tinha percebido que a magia do lugar protegia bem seu filho. Agradecia por aquela magia proteger seu filho sem ter alguém por perto. Naquele momento sentiu saudades de seus amigos, mas sabia que Sirius tinha voltado para sua antiga relação com James. Sabia que Lily tinha se casado com Severus, ele queria saber de Harry.
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Nota autor:
Espero que vocês gostem do capitulo, muito grande para o meu gosto, mas é o que há para ser dito, espero vocês nos reviews
Ate breve nos próximos capítulos.
Ate
