Disclaimer: Cavaleiros do Zodíaco (Saint Seiya) não me pertence e sim a Masami Kurumada e a Toei Animation, por isso, faço uso apenas para entretenimento.

Conteúdo YAOI/LEMON (relação amorosa e/ou sexual entre homens). Se não gosta, por favor, não leia. Se gosta... pode continuar numa boa :3


~~~~~~~~~~~~~~~~ 30 minutos depois~~~~~~~~~~~~~~~~~~

Mascara já estava com os braços marcados de tanto tempo que havia passado com eles presos. Seu orgulho ferido, tinha sido desprezado completamente, por aquele que se intitulava o seu amore. Já estava cansado, mas ia fazer mais uma tentativa.

– Dite, amore mio, vem aqui, quero falar com você, por favor. – Mask falava em um tom audível em relação a sala onde estava o seu peixinho, e, logo este apareceu na porta do quarto.

– Sim Mask, o que quer dizer? – Afrodite apareceu com uma lata de refrigerante diet na mão.

– Por favor Dite, me solta daqui Amore, meus braços doem, eu só quero dormir, estou cansado. – Mask disse em tom choroso, esperando que o pisciano se compadecesse do seu estado. Mas o que recebeu em resposta, foi uma frase dura.

– Não sei se lembra do que eu disse, mas não vou me compadecer por você, não é do meu feitio .- Afrodite rebateu frio, estava decidido a dar um castigo ao seu amado, ou ao menos fazer com que aquele orgulho de macho alfa desmoronasse.

Completamente vencido, Mask viu ali a única forma de sair, tinha que ceder ao pedido de Dite, se não, não sairia dali tão cedo. Resolveu falar-lhe então:

– Dite, você promete não contar a ninguém?

– Do que está falando Amore? – Dite queria ouvir as palavras ditadas pelos lábios do seu italiano.

– Digo, se eu te deixar...você sabe...me comer. Você promete não contar pra ninguém?

– Hmmm...Não sei não, não ia ter graça. – disse Dite risonho.

– Porra Afrodite, eu já tô aqui te oferecendo meu cu, você ainda quer espalhar que me comeu é? – Mask já voltava a se irritar.

– Não, não Amore, eu estava brincando, não vou contar isso para ninguém. – Dite tornou a alegrar-se com o fato de Mask ceder, mesmo que tal ato tenha ocorrido pela pressão exercida por si, mas do que importava, ele tinha conseguido o que queria. Caminhou em direção a cama e sentou-se ao lado do canceriano.

– O que aconteceu? Vai ficar parado aí Afrodite? Me solta logo. – Mask já estava ficando impaciente.

Afrodite aproximou-se dos braços de Mask, vendo que esses já se encontravam machucados, e começou a soltar os nós que tinha feito, mas não sem antes fazer seu amado prometer que não ia fugir.

– Claro que não Amore, pode deixar.

Em questão de minutos, os dois começaram o amasso novamente, Afrodite começou a ficar excitado, então, pôs seu moreno na cama, forçando-o a ficar na mesma posição que tinha passado longos minutos, com o diferencial que desta vez, não estaria amarrado.

– Dite, você não quer repensar a ideia? – Mask estava receoso de admitir que sentia medo da situação que estava para acontecer.

– Não, eu não quero, você sabe a quanto tempo eu não pego ninguém? Te amo muito, mas eu também quero fazer escolhas aqui. – Dite já tinha planejado aquilo a muito tempo para voltar atrás agora.

– Está bem. – Mask fez uma expressão chorosa, mas manteve-se deitado enquanto Afrodite pegava novamente o lubrificante passava nos dedos.

– Não se preocupe Maskinha, vai dar tudo certo, não fique com medo. – Afrodite tentou acalmar seu amado.

Em seguida, Dite começou a introduzir o primeiro dedo dentro do seu amado, com bastante calma começou a move-lo ali dentro, ao mesmo tempo, que observava atentamente o rosto de Mask. Este, gemeu um pouco sentindo dor, mas que com as leves investidas do seu peixinho, logo pararam de incomodar.

Logo, Afrodite introduziu outro dedo, ouvindo a intensidade dos gemidos de Mask aumentar um pouco, sempre com calma, apesar do que tinha feito, não queria machucar o seu amado.

Mask, sentindo o desconforto passar, logo começou a mover-se em direção dos dedos de Afrodite, este, percebendo sua intensão, acrescentou outro dedo e repetiu a mesma sequência anterior. Terminada a preparação, Afrodite retirou os dedos de dentro do seu amado, ouvindo este prender a respiração por alguns instantes.

– Ai Amore, é agora? – perguntou Mascara, apreensivo.

– Sim meu amor, é agora, mas se acalme, eu faço gostoso, prometo. – Dite acariciou o corpo do seu amado, e logo pegou novamente o lubrificante, passando desta vez em seu próprio membro, em seguida, endireitou-se no meio das pernas de Mask, olhando fixamente em seus olhos.

Começou a penetrá-lo o mais lento que conseguia, vendo no rosto do moreno uma expressão de dor. Parou por alguns segundos.

– Ai Dite, amore mio, está doendo pra caralho, pára por favor. – disse Mask choramingando.

– Você está desonrando a armadura que usa Maskinha, como pode, um cavaleiro de ouro, da patente mais alta, que já suportou as piores dores e passou pelos piores infernos, estar chorando por causa disso? – Dite disse isso completamente parado, fixando o olhar no seu amado.

– Agora você pegou pesado hem Dite, poxa. – ele realmente tinha pegado pesado, Mask, não iria sair como frouxo nessa história, mesmo que ninguém viesse a saber.

– Vai Dite, continua, me fode vai. – ao ouvir isso, Dite começou a movimentar-se dentro do moreno, lentamente, mas sem parar, fazendo-o gemer cada vez mais alto, sabia que em breve, ele não sentiria mais dor, e sim, prazer, então continuou estocando-o, iria mostra-lo como era gostoso ser comido.

–Ahhhhh... isso, ai Dite, eu nunca imaginei que iria dizer isso, mas...ahh...você fode gostoso. – Mask já não estava mais com tanto receio de sentir prazer sendo comido por outro homem, já que estava na chuva, era para se molhar, e ele tinha que admitir, que o que estava sentindo ia muito além do que imaginava ser.

Afrodite começou a arremeter-se com mais força dentro do italiano, fazendo-o gritar de prazer, este já se desfazia de qualquer pudor que sentia inicialmente, e só pensava em sentir prazer. Foi então que Mask começou a sentir as estocadas de Afrodite, tocando-lhe fundo, em uma região sensível e até ali inexplorada, sentindo um prazer indescritível, impedindo-o até de pensar.

– Ahh... Amore Mio, que gostoso, vai...mete mais forte amore...ahhh...- Afrodite, ao ouvir seu amado pedir-lhe dessa maneira, iniciou um ritmo frenético, sentindo o corpo abaixo de si suar, sabia que estava perto do seu prazer máximo, mas queria proporciona-lo primeiro ao seu italiano, então começou a masturba-lo no mesmo ritmo em que se arremetia contra ele, deixando seu amado completamente louco.

Mask não conseguia mais aguentar, então, segurando-se a cabeceira da cama, gozou em um gemido profundo, sujando assim, a si e ao seu peixinho com seu sêmen. Afrodite, vendo seu amado explodir em êxtase, saiu de dentro do italiano, masturbando-se postou-se diante da face do moreno, direcionando seu membro para perto da boca de Mask. Este, puxou ainda mais o seu peixinho pelo quadril, fazendo-o quase encostar o membro em sua face.

Logo Afrodite gozou forte, molhando os lábios do seu amado com sêmen, numa quantidade surpreendente para si. Abaixou-se devagar, beijando em seguida os lábios do seu amante, sentindo junto com ele, o próprio gosto.

Mask não acreditava no que tinha acabado de acontecer, tinha sido comido por um homem, mesmo este sendo o seu peixinho amado, ainda estava surpreso com o que tinha feito.

Mesmo assim, ainda sentindo o prazer de poucos momentos atrás, sorriu levemente, recebendo Dite em seus braços, no momentos em que este deitou-se na cama exausto. Mask sabia que tudo iria mudar a partir daquele dia, pois se tinha cedido uma vez, seu peixinho iria querer novamente, mas aquilo não era ruim, considerando o prazer que havia sentido, com certeza seria gostoso se tentassem de novo.

– E então Amore, o que achou? – Dite perguntou um pouco receoso.

– Bom, não foi tão ruim como eu achei que seria, mas mesmo assim, não conta para ninguém, não quero que saibam disso, entendeu? – Mascara admitiu que havia gostado, mas não queria que mais ninguém naquele santuário soubesse.

– Não se preocupe Amore, como eu havia prometido antes, não vou contar, fica frio. – Afrodite sorriu, beijando-o em seguida, fazendo estalo.

– Ahh, esse negócio de ficar frio não é comigo, talvez com o cavaleiro de aquário, mas não comigo. – Mask também sorriu, retribuindo o beijo.

–Hummm... o cavaleiro de aquário, aquele gostoso, é uma boa ideia...- Afrodite começou a provocar o moreno.

– AFRODITE, que fogo, não basta que eu te dê tudo o que você quer, eu repito, TUDO, você ainda não se contenta? – Mascara falou, já irritado novamente.

– Você não disse que nosso relacionamento era aberto Maskinha? – Dite sorriu, erguendo-se um pouco e olhando para o seu amado.

– Ora mas...eu não quero você com todo mundo...você é meu, ouviu? M-E-U. – Mask olhava para o peixinho, apontando para si e soletrando.

– Ai Amore, não seja ciumento, e além do mais, o Camus não ia querer mesmo. Você sabe que ele morre de amores pelo Milinho, nem preciso falar. – Afrodite disse fingindo-se triste.

– Ainda bem, porque se dependesse de você... – Mask falou engrossando a voz.

– Aiii Maskinha, nem termine essa frase, além do mais, eu te amo, você sabe muito bem disso, só estava brincando.

– Tá, tá certo, mas Dite, tenho uma coisinha a dizer. – Mask fez cara de coitado, fazendo o seu peixinho rir.

– O que foi Amore? – Dite falou prestativo.

– É que meu fundo dói, como eu vou sentar amanhã? – Mask fez biquinho, desta vez arrancando uma gargalhada do pisciano.

– Calma Mask, é assim mesmo na primeira vez, mas depois passa, pare de chorar Amore. Além do mais, você não vai ficar chorando toda vez que a gente fizer né? – Dite disse segurando o riso.

– O quê? Toda vez? Como assim Dite, quantas vezes você ainda quer fazer isso? – Mask não escondia o receio que sentia em tentar novamente.

– Uma vez..., a cada semana, o que acha? – Dite riu ao ver o moreno arregalar os olhos.

– O quê? Não, a gente ainda tem que conversar sobre isso, ouviu? – Mask falou, já imaginando a dor seguinte.

– Tudo bem, mas eu ainda quero, ok? – Dite disse, aconchegando-se nos braços do seu amore.

– Tá certo. – Mask respondeu fazendo bico. Talvez, quando o efeito do álcool passasse, ele se arrependesse do que havia feito, mas nada importava naquele momento, só queria dormir abraçado ao seu peixinho, o primeiro e único homem que deixou entrar na sua vida.

Passaram mais alguns minutos conversando, até que adormeceram abraçados, Dite, extremamente feliz por ter realizado o seu intento, e Mask, ainda um muito indeciso se iria querer aquilo de novo ou não. Em pouco tempo, amanheceu no santuário, a vida começava a tomar o ritmo frenético de treinos e combates, sempre sob a benção de Atena, mas dois cavaleiros não seriam vistos no treino daquele dia, pois estavam embriagados, embriagados de amor.

Eles até podem não parecer perfeitos, mas se amam e nada pode eclipsar esse sentimento.


Fim. Hm...espero messsmo que gostem, beijinhos