Capitulo 1:

Seis meses se passaram desde o incidente na vila sem nome em Sophara, o ocorrido ficou famoso na área, diziam que aquele foi o dia em que a própria "Morte" passou naquela vila. Nesses seis meses o número de bandidos, ladrões e vendedores de escravos diminui consideravelmente, ninguém tem certeza do porque, mas alguns diziam que um homem apenas era o responsável disso, mas essa teoria era motivo de piada já que não importa o quão forte, um homem é só um homem.

Desta vez a estória se inicia em Ganeishire, no Reino de Isaac. Muita comoção parece estar acontecendo no orfanato da cidade, na frente do orfanato há uma mulher com uma espada na mão contra 9 homens. A mulher diz: "Saiam, ou minha espada será a última visão de suas vidas." dizendo assim ela toma posição de ataque. Um dos homens pega seu machado e diz: "Há, eu gosto de mulheres selvagens, venha que eu vou te pegar!", ele ataca de um jeito desengonçado e lento, a mulher calmamente se esquiva, "Eu lhe avisei..." ela diz e imediatamente depois realiza um golpe fatal no peito do inimigo com usa espada. "Então, quem é o próximo?" diz ela. Um dos homens se pronuncia: "Vadia, você matou ele!", três dos homens carregam suas bestas com flechas, "Há, quero ver o que você vai fazer agora!". A mulher diz: "Droga, bestas..." meio abalada e sem saber o que fazer, sem ter mais esperanças. "Agora Morra! Ahhhh!" um dos homens com a besta grita agonizando, nesse momento a atenção de todos vai para um homem que está atrás do que está agonizando, estava enfiando nas costas dele uma estranha espada verde escuro.

"Quem é você!" dois dos homens falam ao mesmo tempo, o homem com a espada verde escuro responde: "Eu? huh, eu sou...o terror de gente como você" e logo depois diz: "Vocês estão tão juntos, isso facilita tanto as coisas." Dizendo assim ele tira uma espada enorme de suas costas e com apenas um ataque horizontal, pega 3 dos inimigos, dilacerando-os totalmente. O único homem com uma besta que havia sobrevivido grita e atira uma flecha contra ele, a mulher grita desesperadamente: "Cuidado!". A flecha o acerta, por alguns segundos nada acontece, o arqueiro sentiu-se vitorioso e já ia se gabar quando o homem começou a rir, todos ficaram surpresos e não entenderam nada, "Isso é tudo? Você está brincando comigo? Vou fazer um favor para você mesmo." dizendo assim ele literalmente lança a sua espada gigante com apenas uma mão no arqueiro, que morre instantaneamente ao pesado furo em seu tronco e é jogoado vários metros atrás. Os outros 3 homens rapidamente consideram sua situação e correm, quando já longe dizem que ele vai se arrepender.

Ele pega sua espada tirando-a do peito de seu inimigo, e se vira para a mulher, que não tem palavras para o que viu: "Você está bem senhorita espadachim?", ela responde com exitação: "Sim...estou..." e o homem diz "Que bom, será que eu poderia perguntar-lhe seu nome?" a mulher diz rapidamente: "Claro! Eu sou...Aira...quem é você?" e ele responde: "Meu nome é Din, ninguém extremamente especial como você, princesa Aira da casa de Isaac.", Aira se surpreende: "Como você sabe disso? Quais são suas intenções?" diz ela nervosa. "Hahaha, acalme-se...você é a única garota de 16 anos no mundo que pode ser dita como uma mestre espadachim, e realmente só por isso seria estranho eu reconhece-lá, na verdade eu tenho um interesse especial em descendentes de Odo.", Aira arregá-la os olhos, visto que Din sabe tanto sobre ela: "E o que seria esse interesse especial?" ela diz. "Obviamente você já ouviu falar da espada Balmung não é? Mesmo não tendo sido presenteada com o poder para utiliza-lá concerteza uma espadachim da realeza de Odo sabe sobre ela." Aira fica ainda mais surpresa, vira-se em direção a porta e abre-a um pouco e diz: "Entre..." e seguindo as palavras de Aira, Din entra no orfanato.

Lá dentro há muitas crianças, em torno de 12. Uma outra mulher se aproxima e diz: "Obrigado Aira, denovo você nos ajuda, eu não sei como nos podemos lhe retribuir...", Aira imediatamente fala: "Por Favor, não se preocupe com isso, você é minha melhor amiga, além do mais, dessa vez, devemos tudo a este homem." Olá, sou Din, muito prazer." a mulher para por um tempo, pensando e diz: "Oh grande cavaleiro, o prazer é todo meu ^^ Eu sou Kristine, por favor não se juntaria a mim para tomar um pouco de chá?", Aira diz logo: "Kristine!" com um tom enfurecido. "É o mínimo que posso fazer pelo nosso salvador" e pensa *Além de vir em conta ele ser bonito, forte e extremamente estiloso.*. Din meio sem graça responde: "Ah, eu aceito, se não for muito incomodo é claro." Kristine dá um sorriso e responde: "Claro que não, espere só um pouquinho, vem Aira, me ajude ^^", Aira bota a mão na cara por um momento "Tudo bem, mas pare de me envergonhar...", "Ah Din, vai demorar um pouco, mas a casa é sua ^^" diz Kristine. "Obrigado, mas tenho algo a fazer lá fora, eu volto a tempo para o chá" diz Din, virando-se. Kristine fala "Ok, mas não vá fugir ^^", Din responde: "Não se preocupe.", e sai do orfanato.

Lá fora ainda há os corpos dos 6 homens, que Din enterra num mesmo buraco feito por ele, após isso feito caminha a retornar para o orfanato, pouco antes de chegar a porta ouve uma voz de garoto: "Senhor Espadachim! Por favor me ouça", Din se vira e vê um garoto de uns 14 anos, loiro e magro. "Sim? O que foi?" diz Din, o garoto responde: "Senhor, eu sou um ladrão do mesmo grupo que esses homens que você acabou de enterrar, mas por favor me ouça até o fim, antigamente a única coisa que faziamos era roubar de pessoas bem ricas, mas hoje em dia tudo mudou, eles matam, estupram, vendem crianças como escravos e muitas outras coisas horríveis, e eles vão vir amanhã a tarde aqui para pegar as crianças do orfanato e vende-las como escravos, Deus lá sabe o que vai fazer com as duas mulheres!São em torno de 90, o senhor tem que tirar eles daqui!" o menino perde o folego de tanto falar, Din chega próximo ao menino e diz: "Qual o seu nome garoto?", ele responde: "É...Dew, senhor" Din, dá um sorriso: "Dew, você é um jovem muito corajoso, só de vir falar aqui comigo sobre isso já é muito perigoso, concerteza eles não vão lhe perdoar. Mas não se preocupe, amanh]a tudo estará acabado, me diga onde estão os seus antigos companheiros, marque aqui no meu mapa.", Dew não fala nada só marca a localização no mapa. "E o que eu faço agora senhor?", Din responde: "Tome esse dinheiro e compre um cavalo e provisões, vá para o Reino de Verdane, lá é mais seguro do que aqui.", Dew sorri enquanto pega o dinheiro: "Sim senhor, mas senhor...o que você vai fazer com a localização do esconderijo deles?", Din responde "Não se preocupe, pela manhã 500 homens armados irão lá e acabarão com eles.", e Din pensa *Ou pelo menos 1 que vale por 500*, Dew responde "Senhor! Muito obrigado, nunca vou me esquecer do senhor, um dia eu também farei boas ações como você, senhor! Adeus!" e assim Dew parte.

Din se despede e pensa *Tomara que você não tenha que fazer coisas boas do mesmo jeito que eu, menino...Espero que nada dê errado, agora só resta esperar o amanhã, hoje eu tomarei chá com elas e tenho de perguntar para Aira sobre a Balmung.* Após os fatos Din faz caminho de volta ao Orfanato.