Capitulo I

Capitulo I

N/A: ops tem uma coisa q eu esqueci de avisar no prólogo, essa ficc contem algum conteúdo adulto, portanto quem não gosta ou os pais não permitem não continue, porém aqueles que não se importam sigam a diante. Bjs

Quando Tiago potter se aproximou de Ingrid Morgan para dar-lhe o pesa-me pela perda

de seu único filho, a mulher se apoiou em seu peito e começou a chorar como se lhe tivessem

arrancado o coração.

Os demais presentes naquela casa de Brighton olharam com curiosidade. Aquele homem alto,

forte, bronzeado e de aspecto autoritário se parecia muito com... Não, não podia ser. Como ia estar

ali? Como ia ir o magnata grego da eletrônica ao funeral dê Connor? Alguém se deu conta de que

tinha uma limusine na rua e dois guarda-costas esperando na calçada. Então, começaram os

cochichos.

Com os olhos vidrados, Tiago esperou que Ingrid se repusesse um pouco.

- Podemos falar em particular?

-Continua empenhado em não manchar meu nome? - disse Ingrid levantando a cara. Tiago

ficou impressionado do sofrimento que viu refletido em seus traços, antes tão bonitos. Se deu conta

de que o amor que sentia Ingrid por seu filho ultrapassava ao que tinha sentido por seu pai,

também falecido.

- Connor se foi a um lugar onde meu passado já não pode envergonha-lo...-Ingrid o acompanhou a um elegante escritório e serviu dois copos. Sempre tinha sido delgada, mas agora estava magra demais, aparentava mais idade que os cinqüenta anos que tinha.

Tinha sido a amante de seu pai durante bastante tempo e muitos das poucas recordações felizes

que Tiago tinha de sua infância devia a ela e a Connor, que era cinco anos mais novo que ele.

Sempre o tinha tratado como o irmão pequeno que nunca teve. Converteu-se num estupendo

jogador de pólo que as mulheres, e também os homens, adoravam. Fazia um ano que Tiago não o

via.

- O mataram... - disse Ingrid.

Tiago não disse nada. Tinha ouvido que o acidente de carro que tinha sofrido seu irmão não

tinha sido um acidente, senão um suicídio, e sabia que não tinha maneira mais dolorosa de

perder um ente ser querido. Sabia que Ingrid precisava falar e que a escutar era o melhor do que

podia fazer por ela naqueles momentos.

- Eu de cara não gostava dela, Lílian Evans... Quando a conheci jamais gostei dela! - exclamou Ingrid com

amargura. –Me dei conta de que Connor estava apaixonado por ela quando deixou de me contar tudo.

Aquilo me doeu, mas tinha vinte e quatro anos, então não disse nada.

- Lílian Evans? - repetiu Tiago.

- Uma menina rica e mimada que desfruta do fato de poder enlouquecer os homens! Em só três meses,

Connor se apaixonou perdidamente por ela. Depois, sem prévio aviso nem justificativa, ela se cansou

dele. Deixou-o numa festa faz duas semanas... apresentou-se com outro... riu de Connor... Seus

amigos me contaram tudo!

Ingrid fez uma pausa para engolir a saliva com dificuldade.

- Connor lhe suplicou, mas ela nem ao menos atendia o telefone. O pobre não tinha feito nada. Não

pôde suportá-lo - soluçou Ingrid. - Não podia dormir, assim foi dar uma volta de carro no meio da

noite e se despedaçou contra uma parede!

Tiago a abraçou enquanto pensava com desgosto no que lhe acabava de contar. Supôs que

uma mulherzinha assim não lhe teria custado nada manipular Connor como se fosse de manteiga.

- Sei que vai me odiar pelo que vou te dizer

- Não digas tolices.

- Connor era teu irmão.

Tiago suspirou e olhou Ingrid nos olhos.

- Não... é possível - disse. Não queria que fosse verdade, já não se podia fazer nada.

Ingrid não podia parar de chorar e de justificar-se. Tiago a olhou como se não a tivesse visto

nunca. Disse tinha contado a Andros, seu pai, porque sabia que era um homem que detestava ver o nome de sua família misturado com escândalos.

- Se Andros o tivesse descoberto, teria me obrigado a abortar. Deixei-o e fui embora. Voltei aos

dezoito meses e lhe disse que tinha tido outra relação que não tinha ido bem. - Supliquei... até

que me aceitou de novo.

- Por que não me o disseste antes? - lhe gritou Tiago. Em matéria de segundos, a morte de

Connor tinha passado de ser algo muito triste a apertar-lhe, literalmente, o estômago. Sabia a

resposta a sua pergunta. Sabia que Ingrid não tinha dito nada por medo, porquê queria tanto seu pai como nunca ele havia querido ela e não queria perde-lo.

- Estou te contando porque quero que faça com que Lílian Evans se arrependa de ter nascido... -

confessou Ingrid com ódio. – É um dos homens mais ricos do planeta. Não me importa como o

faça isso.Tenho certeza que você tem contatos que de alguma forma pode fazer com que a castigue pelo que fez a Connor.

- Não - murmurou Tiago, um homem de um metro noventa e cinco, de olhos âmbar escuro. -

Sou um Potter e tenho honra.

Minutos depois, Tiago saiu da casa de Ingrid sem se importe com os curiosos que o

olhavam. Na limusine, serviu-se um whisky duplo. Estava pálido. Não duvidava de que Ingrid lhe

tinha contado a verdade. Connor... seu irmão pequeno, ao que só tinha visto algumas vezes em

alguma partida de pólo nos últimos anos. Pensou que poderia te-lo protegido de alguma

maneira. – Poderia te-lo ensinado como manejar a esse tipo de mulheres. Talvez

se teria inteirado Lílian Evans de que, pese a sua fama e a seus amigos ricos, Connor não

tinha fortuna e vivia do que ganhava no pólo? Talvez a adoração de perito mulherengo a tinha

aborreci- do? Seria uma mulher que colecionava homens como troféus?

Sentiu uma imensa pena por Ingrid, que, apesar de ter passado muitos anos na Grécia, não se

tinha inteirado de que um homem não fala de questões de honra com uma mulher.

Maurice Evans olhou pela vitrine da biblioteca e se virou para sua filha com fúria.

- O que você fez não tem desculpa. Lílian estava pálida como um giz e seu cabelo acobreado

brilhava como se estivesse em chamas.

- Não te pedi – murmurou. - Já te disse que... todo mundo comete erros... e eu cometi um erro

saindo com Connor.

- Há umas normas de comportamento e as você rompeu todas – continuou seu pai com dureza. -

Me da vergonha.

- Eu sinto muito - contestou ela, doída. – Sinto muito... muito.

- Um pouco tarde, não? O que não posso te perdoar é a vergonha pública que estás fazendo

passar a tua madrasta. Ontem à noite, Felicity e eu tínhamos que ter jantado com os Jurgen,

mas cancelaram o jantar com uma desculpa qualquer. Todo mundo diz que tua crueldade

acabou literalmente com o jovem Morgan e a nós nos começam a tratar como se fossemos qualquer...

- Papai...

- Hannah Jurgen queria muito bem a Connor, como muitas outras pessoas. Felicity se levou um

desgosto de morte quando cancelaram o jantar. Desde que os detalhes tinham começado a

filtrar-se na imprensa, Felicity não dormia!

Pálida como o leite, Lílian desviou o olhar com um grande nó na garganta. Poderia lhe

dizer que sua jovem e bela mulher, o centro de seu universo, não dormia porque temia que a

descobrissem; mas, que direito tinha de jogar a ser Deus com o casamento de seu pai? Que

direito tinha de falar e de destruir aquele casamento e a segurança do filho que ia nascer?

- Acha que uma mulher grávida pode viver assim, vendo como suas amizades lhe dão as

costas porque você tenha méritos próprios se tornado uma mulher vulgar?

- Só deixei a Connor. Não fiz nada de mais - contestou Lilian tremendo. Não estava

acostumada que seu pai lhe falasse com tanta frieza. Estava tão doída, que não

encontrava as palavras para defender - se.

- Não sou culpada de sua morte - jurou ferventemente. - Tinha problemas que não tinham nada

que ver comigo!

- Esta manhã, Felicity foi ao sítio para descansar - disse seu pai como se estivesse ditando uma

condenação. - Quero que volte a meu lado, onde deve estar, devo cuidá-la. Por isso tomei uma

decisão que de fato, teria que ter tomado faz tempo: vou deixar de pagar teus gastos e quero que te

vá embora daqui.

Lílian não pôde abrir a boca da comoção. Seu pai acabou de lhe jogar aos lobos por culpa de sua madrasta.

Olhou com incredulidade ao pai a quem tinha adorado desde a infância, ao pai a quem tinha

tentado proteger e evitar dor e humilhação, apesar de que sua própria vida se desintegrava.

Maurice sempre tinha sido um pai dedicado.

Sua mãe tinha morrido quando ela tinha cinco anos e nos quinze anos seguintes, até que se tinha

voltado a casar, tinha-se formado um vínculo muito especial entre pai e filha. No entanto,

desde que conheceu a Felicity, aquele vínculo vinha se rompendo. Felicity tinha se

encarregado de ser o mais importante tanto na vida de seu marido como em sua casa.

- Não o faço como um castigo, mas é óbvio que te mimei até limites insuspeitos e o único que

consegui é que não te importem nada os sentimentos dos demais...

- Isso não é verdade... - se defendeu Lílian, destroçada.

- Me temo que sim. Creio que é o melhor que posso fazer por você é obrigar-te a enfrentares sozinha o mundo real. Acabou-se não vai mais aos bailes de última moda e burlar-te das coisas

que realmente importam...

- Mas...

- Depois da morte de Connor, quem vai convidar-te a festas onde se fala de generosidade para

com os demais? - Tua presença num acontecimento de caridade faria com que as pessoas tivesse

náuseas!

Nesse momento, soou o telefone e seu pai lhe fez um gesto com a cabeça, dando por finalizada

sua conversa. Lílian queria morrer. Saiu do quarto e se dirigiu a seu apartamento, que

estava por trás da casa principal, nos antigos estábulos.

Esteve um momento sem poder reagir pelo impacto. Fazia dez dias que estava recebendo contínuas criticas e já não lhe ficavam lágrimas. Quinze dias antes tinha reservado uma semana de férias

com Connor em Bali. Não tinha podido nem dizer não, nem cancelá-las, com o seguintes

gastos. Nunca tinha tido que se preocupar com dinheiro, mas agora, de repente, sim.

E daí importava aquilo quando o homem pelo qual estava apaixonada tinha se envolvido com sua

madrasta? A doce e efusiva Felicity, tão lacrimogênea que chorava. Connor tinha se apaixonado

por ela até a medula, parecia o amor de sua vida e ela o tinha recusado, o que tinha feito que se

suicidasse.

- Não queria que sucedesse... - Não o pude evitar! - lhe tinha dito Connor sem importar-lhe

muito a dor que lhe estava infligindo com sua traição.

Aquele homem, que era seu melhor amigo, inclusive seu futuro marido... E não tinha feito mais

que a utilizar desde o princípio para esconder sua relação com Felicity. Lílian sentiu um tremor

dos pés a cabeça e se tampou a boca. Seus grandes olhos verdes olharam no espelho. Era

demasiado alta e delgada. Desde depois, não tinha as femininas curvas de Felicity, assim que

não era de estranhar que Connor tivesse preferido à ela.

E Connor? Sentindo náusea. Que preço tinha pago por ter uma relação com uma mulher casada!

Connor... tinha morrido. Como podia odiá-lo? No meio de toda a dor, alegrava-se de não ter

feito o ridículo ao ter-lhe oferecido seu corpo em Bali. Teria saído correndo!

A senhora Baines apareceu na porta.

-Temo que teu pai me pediu que faça tua bagagem.

- Oh... - disse Lílian vendo como sua rosto coberto de lágrimas ficava mais pálida ainda. Tentou

recompor-se para que a mulher não se preocupasse. - Não precisa, já sou maior de idade, eu as

arrumarei.

- Jogar-te de casa não está certo - contestou a senhora Baines com força. Lílian se surpreendeu já

que, ainda que estivesse muitos anos com eles, aquela mulher nunca se metia em seus assuntos.

- Só é um mal-entendido familiar - disse Lílian encolhendo os ombros, agradecida por

aquela mostra de afeto, mas ao mesmo tempo envergonhada. – Vou tomar um banho.

Uma vez no banheiro, surpreendida pela conversa com a senhora Baines, Resolveu ligar para Jen, a única amiga que lhe restava.

- Jen, eu posso ir a tua casa um par de dias? Meu pai me jogou de casa.

- Está brincando?

- Não, estou falando serio. De fato, a governanta está fazendo minhas malas.

- Com toda as roupas que tens, a pobre mulher vai para longe. - Riu Jen. - Sim, pode vir

para cá. Assim saímos esta noite e você pode esfriar a cabeça.

Não estou para muitas festas.

- Tem que sair, mostre que não esta nem ai para o que dizem. Tem que sair à rua, defrontar aos fotógrafos e dizer-lhes: «sim, sou eu, e daí?» - exclamou sua amiga. - Deixou Connor, sim, mas só saiu com ele uns meses. Que culpa você tem de que se embebedasse e se despedaçasse? - adicionou sem uma pitada de tato.

Lílian se deu conta de que ficar na casa de Jen implicava um preço, mas o que podia fazer? Não

tinha dinheiro para ir a um hotel e o resto de seus amigos tinham deixado de chamá-la. Talvez

Jen, que sempre estava de bom humor, alegrasse-a um pouco. Talvez, sair uma noite a fizesse

esquecer o desespero que sentia.

- Trabalhar? - disse Jen como se a palavra lhe desse alergia. –você ? Em que? Fique em minha

casa até que teu pai se acalme. Assim como a mim te educaram para ser objetos decorativos

inúteis e converter-nos em esposas, assim não é culpa nossa.

- Pretendo ganhar-me a vida por meus próprios meios, - contestou Lílian com firmeza. - Quero

demonstrar a meu pai que não sou uma mimada...

- Claro que é. Não trabalhaste nunca em tua vida! Se começa a trabalhar, de onde vai tirar

tempo para ir à cabeleireira e à manicura, para ficar e comer com as amigas ou para escapar-te

uma semana a alguma praia tropical? Seria horrível.

A verdade é que soava fatal, mas, também não era verdadeiro que nunca tivesse trabalhado. Tinha

feito montões de trabalhos voluntários sem remuneração, sempre para organismos de caridade, e

tinha demonstrado que lhe dava de maravilha que os ricos afrouxassem o bolso. Outra coisa era

trabalhar para outros com um horário fixo e um misero salário. Isso nunca tinha feito, mas

podia tentá-lo... Quatro horas depois, não se sentia tão segura de si mesma. Estavam num bar de

moda, a só duas mesas de seus antigos amigos, que a olhavam como se a quisessem matar.

Tinha colocado um conjunto que não tinha que ter comprado e Jen se tinha aborrecido um pouco

quando lhe tinha dito que não queria beber álcool, senão suco de laranja. Assim que, por não

ofender a sua única amiga, ali estava bebendo vodka.

- Se uma amiga me diz que não quer beber, dá-me a impressão de que está tratando me como se

fosse superior - lhe disse Jen tomando uma Tequila Sunrise num abrir e fechar de olhos.

Jen foi falar com alguém e Lílian se dirigiu ao banheiro. Olhou-se no espelho e se arrependeu de ter

deixado que sua amiga a convencesse para pôr aquele top branco e aquela saia tão curta.

Ainda que costumava comprar-se conjuntos atrevidos, depois mal os punha. Enquanto se

perguntava por que seria aquilo, ouviu a um grupo de garotas falando.

- Não me posso crer que Lílian tenha tido a pouca vergonha de vir aqui esta noite!

- Isso demonstra o quanto é má e cruel...

- Tom está advertindo a Jen que, se continua saindo com ela, corre o risco de ficar sem amigos.

- Como pôde tratar a Connor assim? Como divertido e bom que era...

Lílian se pôs vermelha como um tomate e sentiu um enorme desejo de chorar. Voltou à mesa e

bebeu um trago de um copo. Aquelas garotas tinham sido amigas suas. Já não eram mais. De

repente, todos a odiavam, quando fazia poucas semanas tinha tantos convites para sair que não

dava abundância. A única coisa que queria era ir para casa. O problema era que não podia ir-se para

sua casa e que Jen ia se aborrecer se lhe dissesse que não queria sair mais.

Sim, Connor parecia ser uma boa pessoa. Assim o tinha acreditado ela até que um dia tinha ido ao

sítio que tinham e o tinha encontrado dormindo com Felicity. Ao recordá-lo, lhe gelou o sangue

nas veias.

Tinha pensado convidar alguns amigos para passar o fim de semana. Como fazia tempo

que não iam, chegou a casa para ver como estava. Ao chegar, não viu o carro de sua madrasta.

Estava feliz, em sua nuvem, imaginando a surpresa que ia levar Connor quando lhe dissesse

que ia celebrar seu aniversário em Bali.

Estava nas escadas quando ouviu uns ruídos. - Eram uns gemidos. Tinha sentido medo. Em sua

ignorância, não suspeitou que o que estava ouvindo era um homem e uma mulher fazendo

amor. Supôs que era o vento e continuou subindo. Desde o corredor, viu com todo luxo de detalhes

a sua madrasta desfrutando com seu noivo numa cama. Felicity estava extasiada e Connor não

parava de ofegar, de dizer-lhe quanto a queria e que não poderia agüentar outra semana sem vê-la.

Lílian tinha ficado no lugar. Felicity a viu e se pôs a chorar.

Bem, sua madrasta ganhava a vida chorando. Chorava por tudo, inclusive chorava se o jantar

não estava perfeito.

Assim que não lhe custou muito pôr-se a chorar. Lílian chorou e gritou, muito, antes

de manda-los embora da casa. Depois, queimou os lençóis no jardim.

Nesse momento, no meio de suas recordações, chegou Jen e lhe disse que fossem dançar.

Tiago estava na parte de cima com o dono do local.

- Aquela que esta dançando ali embaixo... – disse o dono do local

Tiago sentiu um terrível asco. O fato de que aquela mulher estivesse em uma festa quarenta e

oito horas depois do enterro de Connor era um claro indício de como era.

- É muito alta, ainda que não muito bonita. - Não é meu tipo - adicionou o homem.

Ainda que precisava um rosto para aquele nome, Tiago não ia atuar ali. Não era seu estilo.

Ele devolvia os golpes de forma sutil.

Fixou-se numa mulher muito alta que estava dançando. Tinha o cabelo da cor do fogo

e lhe caía sobre os ombros. Observou-a jogar a cabeça para atrás e sentiu que lhe

Tencionava todos os músculos do corpo. - Tinha uma beleza rara e original, os olhos

grandes e uma boca de sonho. Para não falar de seu corpo, que ficava bastante descoberto

com o modelito que levava.

Tiago a olhou com desejo e pensou aquela noite não dormiria só.

- É essa... a loira...

Tiago olhou na direção que lhe assinalava o homem e viu a uma loira baixinha com um

Seios fartos. Assim que essa era a bruxa pela que Connor tinha perdido a cabeça. Não o

impressionou o mínimo.

Viu que as duas mulheres falavam entre si e não lhe agradou, mas pensou melhor e lhe

encantou. Ao chegar à mesa, Jen se voltou para Lílian.

- Tenho estado pensando que... bom, que não sei se é muito boa idéia que fique em minha casa...

- Te disseram algo? - perguntou Lílian, doída.

- Olha, sinto muito o que está passando contigo, mas tenho que pensar em mim e não quero...

- Que te tratem como a mim? - lhe gritou Lílian. Jen assentiu.

- Será melhor que vá para um hotel e não deixe te verem muito. Passa para recolher tuas coisas

amanhã. Já verás como dentro de uma semana as pessoa já falarão de outra coisa- disse Jen

levantando-se e indo-se à mesa onde estavam todos os demais.

Durante uns segundos, Lílian temeu ir-se abaixo e pôr-se a chorar a diante de todos. Preferiu voltar

à pista do baile, onde, ao menos, não a viam.

Deixou-se levar pela música e se pôs a dançar. Seus olhos foram repousar sobre o homem que

estava na galeria. Era alto, de cabelo escuro e tremendamente atraente.

Estava em seu grupo porque todas as mulheres o estavam olhando e devia de sentir como um

menino numa brincadeira. Lílian se deu conta de que a estava olhando. Olhou-lhe as pernas, e

seguiu subindo até o peito. Ao chegar ali e ver que estava plana e que tinha a cara coberta de

sardas, desviou o olhar.

«A história de minha vida», pensou Lílian.

Sentiu uma imensa vontade de chorar e desejou que aquele homem se fosse até ela e a tirasse

dali.

Envergonhada de si mesma por ser tão débil, dirigiu-se ao bar.

De repente, sentiu uma mão sobre a sua.

- Convido eu... - lhe disse uma voz ao ouvido.

Lílian girou surpresa e se surpreendeu ainda mais ao comprovar de que era o homem da

galeria. Era mais alto do que parecia e tinha uns maravilhosos olhos. Era muito homem, demasiado

homem.

Alucinada, viu-o chasquear os dedos em direção a alguém.

- Tenho sardas... - murmurou Lílian por se não se tinha dado conta.

- Me encantaria contá-las - sorriu ele. Lílian sentiu que aquele sorriso entrava em seu maltratado coração e lhe devolvia a vida.

- Te agradam as sardas?

- Amanhã te digo - contestou Tiago.

N/a: E ai pessoal, espero que tenham gostado do primeiro capitulo, mais me digam a verdade com uma amiga com essa tal de Jen quem precisa de inimigos ñ é verdade...hehehehe... só para esclarecer umas coisas, caso ñ tenham percebido ele confundiu a loira com a ruiva, logo ele ñ sabe q ela é Lílian Evans. Vamos as reviews, eu pretendo responder todas nos capitulo ñ individualmente nos e-mails.

Thaty: obrigado por ler, comentar e favoritar a ficc, eu tb adoro os livros dela. Continue lendo e comentando. Bjs.

Anggie: Adorei saber q vc tb acompanhar mais uma de minhas loucuras, obrigado por ler, comentar e favoritar. Bjs e espero mais comentários. rs.

Worn Dress: Ai está o primeiro capitulo um dia de atraso... rsrs... eu ia postar semana q vem pq eu ainda ñ tinha terminado, mais vi seu comentário e resolvi antecipar, gostei q tenha cometado e favoritado. Continue lendo e comentado. Bjs.

Quero agradecer tb venescence por ter favoritado a ficc, mais confesso q tb queria q vc comentasse, bom mais eu espero q comente nesse. Bjs

Aí pessoal meu niver dia 25 já to avisando duas semanas com antecedência para dizer q quero reviews de presente...muitas...façam uma autora feliz e aperte aquele botãozinho roxo ali embaixo...bjs