Oi Pessoas!
Eu não sei se tem alguém por aí.
Aqui pra mim ta tudo zerado.
Nenhuma visita, review ou alerta.
Não sei se é problema na atualização do Fanfiction ou se ninguém acessou mesmo. :(
Mas mesmo assim estou postando o segundo capítulo.
Antes
Edward
Ela tem gosto de mel. Doce e sensual.
Passei a noite dentro dela, fodendo repetidas vezes. Ouvindo com prazer sua respiração ofegante quando se arqueava pressionando os seios em meu tórax. De todas as mulheres que eu poderia ter escolhido, Isabella é a que está mais longe de ser meu tipo. Ela é pequena, ardente e teimosa. Boa de cama, ela é dedicada. Fode tão bem quanto é fodida.
Ela é a escolha certa.
Pressiono um charuto em meus lábios e olho fixamente para sua forma adormecida. Seu cabelo está espalhado sobre o travesseiro, seus lábios estão entreabertos e inchados por estarem fechados em volta do meu pau antes que fosse dormir. Suas mãos estão descansando sobre o seio e seus cílios escuros estão espalhados perto de sua bochecha. Enquanto a olho fixamente, sei que ela servirá. Ela será a esposa perfeita e vai se encaixar exatamente em meu plano assim como necessário.
Meu celular vibra na mesa ao lado da cama, o alcanço, e atendo enquanto me levanto e caminho para fora do quarto.
— Sim? — murmuro, tragando quando me aproximo do balcão.
— Ah, Edward .
Maldito Aro .
— Ligando neste momento, Aro . Deve ser urgente.
Ele ri.
— Ouvi dizer que você descobriu sobre a vontade de seu avô?
— E?
— Como é maravilhoso que aceite que você perdeu os negócios da família tão facilmente.
Eu bufo.
— Eu não perdi nada.
Ele fica em silêncio e então murmura:
— Você não tem uma esposa, Edward . Como, eu me pergunto, você vai conseguir passar por isso?
— Simples, encontrando uma esposa.
Ele engasga com alguma coisa, tosse e em seguida, rosna:
— Edward Cullen , jogador, procurando uma esposa?
— Há uma garota. — minto.
— Você acha que sou estúpido?
— Não sou completamente confiante em sua inteligência, Aro . Se você fosse, não teria acreditado honestamente que um simples pedido me impediria de conseguir o que quero.
— Você realmente acredita que alguma garota vai, simplesmente, cair em suas mentiras?
— Eu posso ser muito convincente, Aro .
— Um simples telefonema meu e ela saberá exatamente o que você está fazendo. Isto não vai funcionar, Edward . Vou me certificar disso.
Desgraçado. Ele está me coagindo, me forçando a tornar isto tão real que ela não será capaz de questionar, pelo menos até depois de casarmos. Se Isabella não acreditar que me importo com ela, nunca dirá que me importo.
E se ela nunca disser que me importo, perco toda-a-porra-do-negócio.
— Fique à vontade. A garota que estou saindo já sabe sobre o testamento. Você não é tão esperto quanto pensa, Aro .
É um blefe, mas tenho esperanças de que será o suficiente, por enquanto.
— Você não vai ganhar, Edward . — ele balbucia.
— Mas Aro , — zombo. — eu já ganhei.
Desligo o telefone, meu coração acelera. Seria fácil para eu recorrer a um acerto e conseguir Aro morto. Tenho os contatos, mas isso é muito arriscado e muito óbvio. Não tenho escolha; o único modo profissional de levar isto adiante é casando com Isabella . Preciso me manter à frente dos negócios, preciso de uma mulher no meu braço e eu preciso me tornar dono desta empresa.
Entro, fechando a porta. Então me arrasto na cama junto ao lado de Isabella .
Antes de fechar meus olhos, me admiro do quão fácil isso vai ser. Isabella parece ser do tipo que eu poderia convencer muito rápido. Ela não é do tipo de garota foda-e-largue.
Eu estou errado sobre isso.
Porque pela manhã, Isabella se foi.
AGORA
Isabella
— Duas semanas. — gemo, tomando outro gole de vinho tinto.
— Pare de reclamar. — murmura Jake . — Nós ficaremos com você aqui o tempo todo.
— Isso também significa que não receberei a minha foda noturna. — ressalto.
Alice gargalha, cruzando as pernas e inclinando-se para trás no sofá. Ela está usando um pijama de flanela rosa brilhante. Elegante.
— Não é engraçado, Alice .
— Jake , aí, poderia dar um jeito; nunca se sabe, talvez você possa convertê-lo.
Jake bufa e sorrio de orelha a orelha para ele.
— Ah, vamos lá,Jake. Eu tenho uma magnífica…
— Não diga a palavra. — Jake adverte, curvando os lábios em desgosto.
— Vagin…
— Eca! — Jake grita, tapando os ouvidos. — La, la, la, la.
Alice ri alto e se inclina para frente, pegando um punhado de castanhas de caju.
— Pelo bem de Jake , nos conte tudo sobre o Doce Edward .
— O que você quer saber? — eu sorrio, bebendo mais vinho.
— Ele continua sendo tão bom de cama, mesmo depois de todo esse tempo?
Dou uma piscadela.
— Oh, sim.
— Todos os dias, fazem esse tipo de coisa? — Jake pergunta, batendo levemente os dedos juntos, com um grande sorriso.
— A maioria dos dias. — começo. — Ele vem para minha cama a cada noite que…
— O quê? — Jake pergunta, perdendo seu sorriso.
Pestanejo.
— Querida. — diz Alice .
— O quê? — pergunto, confusa.
— Ele vem para sua cama?
Oh, meu Deus!
— Não é como você pensa; Edward é inquieto enquanto dorme. Ele se move muito, tem sonhos muito…
Isto é em parte uma mentira. Ele me disse que era inquieto enquanto dormia quando perguntei por que não dormíamos juntos, mas nunca presenciei isto por mim mesma. A coisa sobre o sonho provavelmente não é verdade. Fiz isso porque, caso contrário, me fariam questionar as coisas e não quero questionar as coisas.
— Então, vocês não dormem juntos? — Murmura Jake , cruzando os braços.
— Jake , não é como…
— Vocês são recém-casados. — Alice franze o cenho. — Não deveria importar se ele dá salto estrela enquanto dorme…
Engulo.
— Confie em mim. — protesto. — Está tudo bem.
Ambos olham céticos para mim, mas deixam passar.
— Me conte. Por que a Barbie foi em seu trabalho no outro dia? — Alice pergunta, mudando de assunto, o que sou grata.
— Eu não sei. Ele não disse nada. — eu dou de ombros.
— Ex? Perseguidora? Tia? — Jake ri.
Eu sorrio para ele.
— Você é louco.
— Louco e estarei aqui por duas semanas.
Deus me ajude. Edward estava fora e consegui que Alice e Jake ficassem em casa comigo por duas semanas.
Isto pode ficar interessante.
Isabella - Três dias sem você é muito tempo.
Edward - Você tem uma gaveta cheia de brinquedos sexuais.
Franzo a testa, mudando de posição na cama. Eu tenho uma gaveta cheia de brinquedos sexuais, eles são essenciais na minha vida, mas não comparados a ele.
Isabella - Eles não são tão bons quanto você.
Edward - Eu não imaginei que fossem, mas vão ter que servir.
Algo retorce em meu peito, mas afasto isto completamente. Houve várias ocasiões, desde que tenho vivido com Edward , em que duvidei dos seus sentimentos por mim. Me pergunto por que ele está aqui; me pergunto se estou louca. Isso faz algo doer no fundo do meu peito.
Isabella - Se eu usar um, você quer a foto?
Edward - Sim, preciosa.
E apenas com isto, minhas dúvidas desaparecem. Uma palavra. Precisamente apenas uma palavra e ele anula qualquer confusão, qualquer hesitação, e me faz perceber o quanto o quero.
Isabella - Vou conseguir isso.
Cinco minutos mais tarde, estou gozando baixinho com a boca aberta, gemidos escapam de meus lábios. Edward recebe a foto e a envia de volta como prova do quanto gostou da imagem. Então, ele me telefona e escuta ao telefone enquanto gemo seu nome.
— Porra, pare com esses gemidos ou vou explodir. — ele murmura ao telefone.
— Edward . — choramingo quando meu corpo arqueia.
— Porra.
Eu amo esse Porra. Eu amo sua boca suja. Inferno, eu o amo.
Deslizo o vibrador rosa por meu corpo e o desligo. Há silêncio do outro lado do telefone, então sussurro:
— Você está se masturbando, Edward Cullen ?
Ele bufa.
— Não.
— Aliviando a si mesmo por mim? Que romântico.
— Me masturbei ontem à noite. — ele murmura baixo. — Depois, esta manhã no chuveiro.
Oh cara.
— Pensando em sua doce boceta.
Meu corpo treme.
— Agora vou dormir, tenho que trabalhar.
Suspiro.
— Boa noite, Edward . — sussurro, sorrindo alegremente. — Eu te amo.
Ele fica em silêncio, como sempre faz quando digo isso. E ele responde do mesmo modo que respondeu desde o início. Ele nunca disse isso de volta. Acho que ele não sabe como, então por enquanto, não o forço.
— Eu sei que ama, Isabella .
Com isso, ele desliga.
Edward
Minha mão acaricia meu pau e minha testa pressiona a parede do chuveiro. Porra, sinto falta da buceta de minha esposa. A mulher me deixa louco, sempre feliz e animada, enxergando o melhor nas pessoas, mas ela tem um corpo delicioso. Ela também adora quando estou dentro de seu corpo. Eu amo o jeito que arranha minhas costas, deslizando todo seu corpo sobre o meu. Suave. Vale o anel que coloquei em seu dedo.
Eu não a amo, mas ela está se revelando mais fácil de conviver do que eu pensava. Ela é estranhamente obediente e olha para mim como se os raios do sol saíssem da minha bunda. Eu sei que ela me ama; sei disso há muito tempo. Eu odiei os primeiros meses, porra como odiei, mas no fim isso não muda nada. Ela pode me amar tanto quanto quiser, se isso a faz feliz então que assim seja. Quero que ela seja feliz.
Eu não sou tão babaca.
Gemo profundamente quando gozo em minha própria mão. Já faz mais de uma semana desde que eu a tive, e porra, eu preciso dela. Afasto minha cabeça do azulejo frio, gemendo quando os últimos jatos se lançam na água. Estou cansado das camas de hotel, cansado da minha mão, cansado das porcarias dos chuveiros e da péssima alimentação. Uma vez que tiver localizado Lucas, o segundo encarregado, estou fora daqui.
Eu não sinto falta dela, de forma alguma. Tão cruel quanto isto seja, é bom ter tempo para mim mesmo. Contudo, estarei contente de voltar para casa e me enterrar profundamente dentro dela.
Definitivamente, essa é a parte que mais vale a pena.
Antes
Isabella
— Você não pode estar falando sério! — choramingo baixinho no telefone para Alice .
— Por favor, Bella , preciso disso urgentemente. Se eu aparecer nesta reunião sem isto, Edward vai ficar uma fera.
— Eu o abandonei. — sussurro com urgência. — Me arrastei para fora de sua cama pela manhã, deixei um bilhete e fugi. Eu não posso ser vista.
— Ele está em uma reunião. — ela insiste. — Terá ido embora. Será um: entrar e sair. Por favor, Bella , preciso disso.
Maldição. Ela quer que eu leve um pendrive que contém sua apresentação e ele está sobre a minha mesa. Ela o esqueceu esta manhã após sair correndo. Agora quer que o leve. Em seu local de trabalho, que ocorre de ser a maldita casa do Edward . Tenho que, supostamente, levar isso para dentro e não ser vista pelo homem do qual fugi às escondidas.
Nunca tinha fugido de alguém, mas eu não tinha escolha. Ele é muito perigoso para mim. Muito sexy. Muito intenso. Muito… Edward . Ele foi o melhor sexo da minha vida inteira. Deus, ele foi incrível. Sua boca, seu corpo, seu pau… tudo.
Então, eu me assustei e fugi. Não posso me dar ao luxo de ter alguém assim no meu mundo; simplesmente não há lugar nele para um homem tão incerto como Edward Cullen .
— Jesus, Alice — murmuro. — Tudo bem. Mas se ele estiver aí, eu vou ficar uma fera.
Ela murmura dez muito obrigada e desliga. É o meu dia de folga e tenho que ir para a casa do meu caso mais recente, depois de abandoná-lo três dias atrás, e rezar para que ele não esteja lá. Com um suspiro profundo, caminho até a mesa e agarro o pendrive. Então
coloco um casaco, pego as chaves do carro e dirijo até a casa de Edward .
Eu vejo o escritório de Edward pela primeira vez, mesmo tendo passado a noite em sua casa. Ficou claro na primeira noite que metade de sua enorme casa havia sido transformada em um escritório; só não sabia a extensão dela. No momento em que passo pela porta da frente, olho fixamente, completamente chocada por isto ser mesmo parte de sua casa. É enorme e muito bem definido, tanto que se parece como qualquer empresa normal.
Não há nenhuma forma de você acreditar que é uma casa.
A primeira coisa que você vê é uma bela mesa de recepção de pinheiro e uma jovem loira sentada por trás dela, o cabelo num coque firme, óculos colocado bem acima do nariz e digitando freneticamente. Acima dela está um conjunto de letras douradas amplas que soletram Cullen Machines. Tão peculiar quanto o negócio. Suponho que as coisas tenham sido construídas de alguma forma — sem máquinas, não há forma disso acontecer. Faz sentido.
Por trás da mulher há escritórios separados por divisórias, alguns com vidro, por isso você consegue ver direito dentro deles, e outros de alta segurança. Ao que parece a empresa tem dois andares, porque há um elevador inoperante no centro da sala. As pessoas estão atarefadas digitando, os telefones estão tocando e isto é, geral, num pequeno espaço movimentado. Movo meus olhos de volta para a recepção e me aproximo.
A loira olha para cima enquanto me aproximo e mostra um bastante falso, mas encantador sorriso.
— Como posso ajudá-la esta manhã?
— Estou aqui para deixar algumas coisas de Alice. — eu sorrio.
— Claro. Seu escritório é o último à direita.
Concordo com a cabeça e a agradeço. Dou um passo para longe da mesa e me apresso passando rapidamente pela fileira de escritórios.
Faço isto e no final viro à direita, abro e o encontro vazio. Maldição Alice !
— Posso ajudá-la?
Me viro para encarar um encantador, homem idoso. Ele tem um sorriso cordial e surpreendentes cabelos grisalhos. Seus olhos azuis me estudam e seu sorriso se amplia.
— Estou procurando Alice. Tenho algo para ela.
— É claro, ela está no andar de cima na sala de descanso.
Porra.
— Ah, você poderia, talvez, entregar isto a ela?
Ele acena com a mão.
— Suba, não há problema.
Droga.
Eu caminho para o elevador, com raiva. Aperto o botão do segundo andar, ainda chocada por haver um maldito elevador na casa de Edward . Eu entro quando as portas se abrem e espero enquanto me leva para cima. Quando caminho para fora, vejo outros escritórios. Há um grande com o título Sala de Conferência e outro enorme que tem, engulo em seco — Edward Cullen escrito com letras douradas na porta. Ando apressada por este até a sala em que posso ver pessoas entrando e saindo com comida e café.
Eu entro e vejo Alice imediatamente, encostada contra um balcão conversando com algumas garotas. Ela me nota e seu sorriso se amplia.
— Oh merda, me desculpe Bella . Não me dei conta que você chegaria aqui tão cedo.
— Aqui está o seu USB. — Digo, empurrando-o para ela. — Eu tenho que ir.
Ela sorri e me abraça, viro e me apresso para fora. Não tenho tempo para ficar aqui. Eu estou correndo em direção ao elevador, quando uma porta se abre e, não estou brincando com você, Edward e um grupo de homens saem. Eu escorrego com a parada, grito e então jogo minha mão sobre a boca quando aqueles lindos olhos focam em mim. Eu tremo. Ele treme e então faço algo incrivelmente estúpido.
Eu fujo.
Disparo para dentro do elevador, fechando a porta sem olhar para trás. Num instante estou no andar inferior, tremendo. Corro pelos escritórios até a recepção quando uma voz grave ecoa.
— Isabella , pare.
Maldição.
Corro para trás da mesa da recepção, me abaixando rapidamente. A garota loura olha para mim, sua boca abrindo e fechando. Eu pressiono o dedo em meus lábios, tentando convencê-la a ficar em silêncio. Ouço passos, a porta se abrindo, em seguida, fechando. Um momento depois, a mesma coisa acontece. Estou encarando o chão e apertando as mãos horrorizada, quando escuto o som de uma garganta sendo limpa.
Lentamente, eu olho para cima. Edward está olhando fixamente para mim, com os braços cruzados sobre o peito largo, sem expressões no rosto.
— Edward , — eu chio. — Oi. Eu estava, ah, pensei que havia um rato e…
— Um rato? — ele murmura.
— Você trabalha aqui. — digo, mudando de assunto. — Uau.
Ele ergue uma sobrancelha e me censuro mentalmente por ser tão estúpida.
— Levante-se, Isabella .
— Ok, certo. — murmuro, levantando.
Ele estende a mão pegando meu cotovelo. Então, me conduz de volta ao elevador, subindo para seu escritório. Cruzo com Alice quando saímos e sua boca cai aberta. Eu a olho ferozmente, um olhar verdadeiramente feroz, e que diz as coisas horríveis que vou fazer com ela. Ela simplesmente sorri, acena e desaparece. Cadela.
Edward fecha a porta do escritório e observo os arredores da sala. É muito profissional. Uma larga mesa de madeira, sofá, estantes, uma grande janela que vai do chão ao teto e seu próprio banheiro. Extravagante.
— Belo escritório.
— Obrigada pela trepada.
Eu encolho.
— A nota dizia — sua voz é como gelo, — Obrigada pela trepada.
Foi engraçado na época. Agora, Deus, agora parece que lhe paguei para me foder. Me viro, olhando-o com um sorriso encabulado.
— Ha ha. — forço um sorriso.
Ele olha ferozmente pra mim.
— Obrigada. Pela. Trepada.
— É evidente que você nunca teve alguém saindo às escondidas de sua vida, estou extremamente sentida por ser a primeira, no entanto estou realmente ocupada e tenho que…
— Pare de falar, Isabella .
— Ok.
Eu mordo meus lábios e olho para sua gravata. Azul escuro hoje. Quente.
— Você entrou em minha casa. Você me fodeu. Você saiu correndo antes que eu acordasse.
— Errado. — eu o corrijo. — Você me trouxe para sua casa, você me fodeu e depois, eu sai correndo.
O olhar que ele me dá me diz que não está achando o meu atrevimento nem um pouco engraçado.
— Você sempre fode homens e foge?
— Essa é boa, vindo do rei da foda fugitivo.
Os cantos dos olhos enrugam ligeiramente.
— Não sorria, Edward . — murmuro.
Sua expressão severa volta.
— Jantar, esta noite às sete.
Pestanejo para ele.
— É, isto não vai acontecer.
— Jantar…
— Edward , é sério. Foi divertido e tudo, mas…
— Esta noite. — ele continua.
— Edward ! — Choramingo. — Isto não acontecerá.
— Às sete horas. — Finaliza.
— Você é louco?! — Exclamo, cruzando os braços.
— Eu irei buscá-la.
— Jesus! — Falo bruscamente. — Você é louco.
— Tenha cuidado, Isabella . — adverte.
Eu estreito meus olhos para ele.
— Nós nos divertimos, realmente. Você foi magnífico na cama, mas não tenho tempo para encontros e certamente não tenho tempo para encontros com alguém como você.
— Belo vestido. — diz, se virando e me dispensando.
Minha boca cai aberta.
— Sério? — eu chio.
De repente, a porta se abre e dois homens entram.
— Escoltem-na para fora.
— Edward ! — falo rispidamente.
— Esta noite, Isabella . Não se atrase.
Então, apenas com isso, eu sou dispensada.
Edward Fodido Cullen .
AGORA
Isabella
— Ele já está de volta? — grito, pulando para cima e para baixo, de um lado para o outro.
— Ele acabou de chegar. — Alice ri. — Deacon ligou à meia hora atrás e avisou que ele estaria aqui, só vi o carro entrando pelos portões.
— Oh!
Me viro e corro para o pátio. Um carro longo e elegante está estacionando. Faz duas semanas desde que vi Edward e sinto falta dele. Nossa, como sinto falta dele. A porta se abre e vejo uma perna deslizar para fora. Meu coração bate mais rápido e começo a saltitar sobre meus pés novamente. Quando ele aparece totalmente fora, meu coração palpita. Lindo. Apenas magnífico. Como sempre, ele está vestindo um terno, e como sempre sem o paletó. A camisa branca está semidesabotoada, as mangas arregaçadas e ele está usando sua gravata vermelha favorita. Seu cabelo, desarrumado. Seu rosto, com a barba por fazer. Droga, ele parece delicioso. Tão fodidamente delicioso.
Seus olhos encontram os meus e estou correndo. Estou forçando minhas pequenas pernas a me levarem o mais rápido que puderem até ele. Quando me choco com ele, pulo em seus braços, jogando minhas pernas em torno de seu quadril e meus braços ao redor de seu pescoço. Eu pressiono meus lábios nos dele — não, isto é mentira, eu aperto os meus lábios nos dele e o beijo profundamente forte.
Ele geme, deixando cair sua bolsa no chão e nos gira voltando. Ele nos empurra de volta para dentro do carro e arranca sua boca da minha.
— Dê algumas voltas. — Rosna para o motorista, enquanto pressiona um botão para levantar a tela, de modo que não pudéssemos ser visto.
Então, ele volta para cima de mim novamente, lábios nos meus, dedos no meu cabelo. O carro se move e ele me desliza mais para trás no banco, moendo os quadris em mim.
— Depressa. — inspiro, alcançando sua calça. — Eu preciso de você agora.
Ele se apressa. Puxa o cinto para fora e depois desabotoa sua calça. Uma de suas mãos levanta minha camisa e pega meu seio, massageando suavemente. A outra levanta minha saia e desliza minha calcinha para o lado. Em seguida, seus dedos estão dentro de mim, profundos, quentes, duros e eu grito seu nome, empurrando meu seio contra palma de sua mão. Gemo profundamente, ele silva e sua boca se fecha em meu pescoço, chupando e mordiscando. Tudo ao mesmo tempo.
Ele penetra minha boceta com os dedos, entrando e saindo, deslizando através das minhas carnes úmidas até que estou gozando ao redor deles. Não me envergonho de quão rápido isso acontece, não, não totalmente. Considerando que ele tem estado fora por duas semanas, realmente não acredito que seja surpreendente. Ele desliza os dedos para fora e em seguida, leva-os aos meus lábios.
— Chupe.
Tão exigente.
Abro minha boca e chupo seus dedos longos e grossos, amando poder me provar, amando seus dedos em minha boca. Ele os retira me dando um olhar quente, então ele segura seu pau e rosna.
— Fique de quatro.
Eu faço o que ele manda, deitando de bruços. Ele me posiciona sobre minhas mãos e joelhos, depois segura meu queixo com força, tomando o controle de mim, enquanto empurra seu pau para dentro do meu corpo. Porra. Faz algum tempo e sinto uma deliciosa queimação quando estico ao redor dele. Ele murmura algo que não consigo entender muito bem, seus dedos apertam meu queixo enquanto a outra mão se fecha em volta do meu quadril.
Então, nós fodemos. Deus, ele me fode.
Ele me penetra tão profundo que meu pescoço é forçado para trás, seus dedos ainda fechados ao redor do meu queixo. Dói, mas, ao mesmo tempo, a sensação é tão incrível que não parece o bastante. Grito seu nome uma vez ou outra quando soca dentro de mim, me cavalgando com força. Gozo antes dele mais uma vez, todo o meu corpo treme com a liberação, minha pele formiga e minha boceta lateja por mais.
— Porra. — ele rosna e percebo o quanto senti falta de ouvir isso.
— Goza para mim. — choramingo. — Vamos, baby.
Com isso, me penetra mais uma vez e em seguida, ele está gozando. Não apenas posso sentir seu pau pulsando, seu corpo estremecendo, mas também posso ouvir seu rosnado grave quando se ordenha em meu corpo. Seus dedos lentamente largam meu queixo e ele solta meu quadril enquanto sai de mim. Eu caio sobre o banco, ofegante e feliz.
Edward bate levemente no vidro e ordena.
— Leve-nos de volta.
O carro retorna e eu me forço a levantar, me endireitando quando viro e olho para ele.
— Eu gosto de você com barba. — observo.
Seus olhos faíscam para mim quando ele levanta as calças.
— Eu vou tirar esta noite.
Eu franzo a testa.
— Eu disse que gosto.
Seus olhos se movem sobre mim novamente, então ele murmura.
— John disse que não foi trabalhar nos últimos dois dias. Você está doente?
Conversando para mudar de assunto.
— Não. — respondo. — Eu estava limpando e arrumando a casa para você.
— Temos limpadores, Isabella . Eu a pago para trabalhar e espero que trabalhe.
Meus olhos ardem. Ele esteve fora por duas semanas e essas são as boas-vindas que recebo. O carro estaciona e olho fixamente para ele. Eu sei que ele pode ver a dor no meu rosto, mas, como de costume, não mostra qualquer reação.
— Eu senti sua falta. — sussurro. — E isso é tudo que você tem a me dizer?
Ele estuda o meu rosto bem na hora que a porta abre. Ele se inclina para frente, fecha os dedos ao redor do meu queixo e me beija rapidamente. Em seguida, vai embora.
Ai.
ANTES
Edward
— Resolva isto, Ulio. — murmuro, tamborilando os dedos contra a mesa de pinho.
— Isso não é tão simples. — Ulio rosna. — Você está me pedindo para foder com um nome importante que entrou e decidiu que quer o seu lado da cidade para executar seus negócios através de…
— Então, foda com o nome importante. É o seu trabalho. Faça direito.
Ele murmura algo baixinho e eu sorrio, mesmo que não possa ver porque está do outro lado do telefone. Eu me inclino para trás na cadeira, cruzando as pernas. Estes homens - porra, você pensaria que eu estava pedindo para cortar as próprias pernas fora e arrastar seu rabo inútil por um deserto escaldante.
— Tudo bem, vou resolver. — resmunga. — Me fale sobre o capanga, Lucas.
— Ele está tomando meus empreendimentos, meu dinheiro e meus negócios.
Ulio bufa.
— Desgraçado.
— Ele entrou em meu mundo e pegou meus clientes. Estou fazendo o que tenho que fazer sem que o meu nome seja arrastado junto. Ele está falindo com meus negócios menores e não quero isso. Acabe com ele.
— Certo. — Ulio resmunga.
— Ótimo falar com você. — digo, desligando.
Eu me escoro na cadeira, passando minhas mãos pelo cabelo. Manter a gestão desta empresa e algumas relações com o tráfico, está sendo difícil. Sem mencionar ter de adicionar a merda de tentar convencer uma garota que ela é a única para mim. Eu nunca tive que correr atrás de uma mulher em minha vida; nunca tive que fazer qualquer porcaria amável para fazê-las acreditar que me importo. Agora tenho que fazer, porque se Isabella descobrir o motivo, estou fodido.
Ela é quente, então não vou esperar mais ou desistir do meu lugar.
Isto sempre foi meu.
E não estou disposto a compartilhar.
Isabella
— Eu estou horrível! — grito.
Alice revira os olhos.
— Pare de falar bobagens! Você está ótima.
Me viro e olho ferozmente para ela.
— Meu cabelo está horrível, estou um pouco queimada de sol e tenho certeza que há uma espinha crescendo debaixo da minha pele.
Alice coloca as mãos nos quadris, inclinando a cabeça para o lado e me dando um olhar exasperado.
— Seu cabelo está lindo, você está bronzeada, não queimada e não há nenhuma espinha. Pare de tentar se livrar do encontro com Edward .
— Ele é demais. — digo, minha voz suavizando. — Não posso conciliar um homem desses com trabalhar e cuidar de minha mãe.
Os olhos de Alice suavizam e ela coloca a mão no meu ombro.
— É bom aproveitar a vida, Bella . Você não tem que viver a vida somente trabalhando e cuidando de sua mãe. Saia; desfrute de Edward , porque ele está aqui para ser apreciado. Ele gosta de você, pelo que soube, nunca gritou para que uma mulher voltasse. Vá em frente.
Olho para ela e sei que no fundo está certa. Um sorriso lento se espalha por todo meu rosto.
— Então eu estou bem?
Ela me abraça e ri.
— Você está maravilhosa.
Agradeço a Deus por ter Alice .
— Você tem certeza de que está bem, mamãe? — sussurro, colocando uma mecha de cabelo atrás da orelha de minha mãe.
Olho fixamente para ela em sua cadeira e me lembro da época em que era alta e graciosa. Ela parecia tão saudável, tão radiante, até que um dia teve uma dor de cabeça. Isto persistiu por meses, ela consultou vários médicos, até que finalmente conseguiu uma ultrassonografia. Ela tinha um tumor numa localização difícil. Passamos um ano acreditando que ele não poderia ser removido e que ela morreria, mas um médico disse que arriscaria. Ela estava num péssimo estado, sofrendo a ponto de não conseguir sair da cama e então decidiu que valia a pena o risco.
Ela teve o tumor removido, mas os nervos fundamentais foram danificados. Agora esforça-se com seus membros. Seu cérebro não envia os sinais de comunicação certos e ela tem dificuldade para mover seu corpo como faria normalmente. Ela fez uma fisioterapia intensa e outra operação para corrigir alguns danos, mas ainda não está bem o suficiente para viver uma vida normal. Ela vai precisar sempre de cuidados, mesmo que sejam poucos.
Isto não é o que ela queria, mas é isto que tem e não posso deixá-la sozinha.
— Eu estou bem, querida. — ela sorri, com a voz um pouco enrolada. Não é ruim, mas percebo. — Divirta-se.
Minha mãe é linda — mesmo estando nesse estado, ela ainda consegue fazer a minha vida linda. Ela cantarola as mesmas canções todos os dias. Ela sempre pede para que eu coloque flores e coisas brilhantes na casa, e está sempre me encorajando a sair e me divertir.
Mesmo fazendo grandes esforços com seus movimentos, é capaz de mexer suas mãos o suficiente para fazer coisas básicas, no entanto, quando não estou aqui, ela precisa de um cuidador.
Por isso, temos Sue .
Pago uma boa quantia para Sue , mas vale a pena.
— Sue vai chegar a qualquer momento e eu não vou demorar.
Ela estende a mão para mim, mas isso leva mais tempo do que deveria, então estendo a minha e seguro sua mão.
— Não se preocupe comigo. — diz lentamente e percebo que ela está cansada. — Por favor, Isabella .
— Eu sempre me preocupo com você. — digo, beijando sua bochecha. — Mas irei.
— Ele é bonito? — ela sorri.
Eu sorrio para ela. Minha mãe, mesmo agora, é incrivelmente bela. Eu gostaria que ela tivesse encontrado um homem que a amasse do jeito que merecia ser amada.
— Ele é atraente, mas sinceramente não o conheço.
Não vou dizer a minha mãe que vou sair com um jogador e que dormimos juntos na primeira noite em que nos conhecemos.
— Você irá. — ela sorri com alegria.
Eu rio com seu otimismo assim que Sue chega. Ela é uma pequena mulher mexicana muito engraçada, mas severa. Ela não deixa que mamãe exagere, mas, ao mesmo tempo, as duas têm um relacionamento incrível e fizeram uma amizade duradoura.
— Boa noite, Isabella . — diz Sue , beijando minha bochecha.
Ela está vestida com um vestido floral leve. Seu cabelo é curto, tocando seus ombros e seus olhos castanhos são livres de estresse e alegres. Ela sempre está feliz. Eu a amo por isso. Mamãe a ama por isso.
— Obrigada por ter vindo tão rápido. — sorrio abraçando-a.
— Não se preocupe com isso. — ela me interrompe, balançando o dedo para mim. — Agora vá, divirta-se.
As luzes do carro passam pela janela e meu peito se aperta.
— Ele chegou. — inspiro.
— Sue deveria sair, conhecer este homem e dizer a ele como tratar seu coraçãozinho? — pergunta Sue , estufando o peito.
Sorrio, beijando seu rosto.
— Não, obrigada Sue .
Abraço minha mãe e ela me dá um sorriso agradável.
— Divirta-se. Não tenha pressa.
Aceno para as duas e coloco a cabeça para fora. Há um Audi escuro estacionado na entrada da garagem. Não consigo enxergar seu interior, mas sei que pertence a Edward . Engolindo em seco, me aproximo e abro a porta. Eu suspiro com prazer quando meus olhos se prendem no belo homem no banco da frente. Ele está vestindo uma calça preta e uma camisa de botões branca. Em vez de gravata e paletó, está usando um colete. A camisa está dobrada até os cotovelos e ele parece, bem, com o paraíso misturado com o pecado.
— Edward . — digo sem fôlego.
Muito bem, Isabella .
— Isabella . — diz com a voz grave e rouca.
Droga.
Eu entro no carro, o couro frio do banco roça contra minhas coxas. Meu vestido preto é curto, mas não a ponto de mostrar a polpa de bunda. É decotado, mostrando o suficiente para ser sexy, porém elegante. Eu o complementei com um par de scarpin preto e deixei meu cabelo solto com alguns cachos.
Fecho a porta e me viro para Edward , o olhar que ele está me dando é ardente. Ele não precisa usar palavras — sua expressão está me dizendo exatamente o que quer fazer comigo.
— Então. — tomo fôlego — O que temos para jantar?
Seus lábios se contraem.
Sujo desgraçado.
— Não responda. — digo.
— Esta noite. — murmura, baixando os olhos para os meus lábios. — Você está devastadora.
Oh. Uau.
— Oh, obrigada.
Com isso, ele faz a volta e nos leva para jantar.
AGORA
Isabella
Bato na porta várias vezes, meus dedos estão trêmulos. Fecho meus olhos tentando me recompor. Eu estou magoada; Edward ficou fora por duas semanas e então, chegou em casa e simplesmente me descartou. Será que ele sente a menor falta de mim? Houve algum momento em que pensou em mim e desejou estar em casa, em meus braços?
Meu coração dói — dói porque algo no fundo de meu peito está me alertando, me dizendo que não estou vendo alguma coisa. Não consigo compreender. Edward poderia ter qualquer mulher que quisesse com o estalar de seus dedos, isso não é um exagero, então por que me escolheu e depois casou comigo, se ele não se importa?
— Querida.
Levanto a cabeça e vejo a minha mãe sentada em sua cadeira na porta.
— Mamãe. — sussurro.
— Oh Isabella , entre doçura.
Entro apressadamente, me abaixando e jogando meus braços em volta de seu pescoço. Ela me abraça apertado e então, ambas vamos para a cozinha.
— Você está horrível. O que está acontecendo?
— É Edward . — digo, sentando à mesa da cozinha e deixando minha cabeça cair em minhas mãos.
— Vocês dois tiveram uma discussão?
Eu suspiro, depois levanto meu olhar e olho para ela. Eu conto tudo o que está acontecendo com Edward e ela escuta, seus olhos estão brandos. Ela balança a cabeça de vez em quando, mas não diz nada até que termino.
— Eu só não sei o que pensar. — admito.
— Querida, talvez haja mais do que isto. Talvez algo ruim tenha acontecido? Talvez ele esteja estressado.
— Esta não é a primeira vez, mãe.
— Ele é ruim com você, querida?
— Não. — digo e é verdade. Ele não é ruim comigo; simplesmente não retribui meu amor. — Eu só não sinto que me ama, não faz sentido porque se casou comigo.
— Me deixe te dizer uma pequena coisa que aprendi sobre os homens como Edward . — ela começa. — Homens como ele lutam contra as emoções. Eles são inesperados e irritados por causa de suas vidas e como algumas coisas os influenciaram. Eles lutam para não demonstrar amor e às vezes, parecem frios para manter o controle.
— Eu sei. — sussurro. — Eu entendo — Só não sei o que poderia ter desabado em seu mundo tornando-o tão fechado.
— Você o ama, Isabella ?
— Mais do que deveria.
— Então fique ao lado dele. Converse com ele; veja se consegue fazê-lo falar, porque ele recua. Pode levar algum tempo, mas você é uma boa menina, Isabella . Se ele a ama, perceberá o seu erro. Casamentos podem ser difíceis — você apenas tem que encontrar uma maneira de lutar suas batalhas.
Sorrio, porque sei que ela está certa. Eu me inclino para a frente e a abraço novamente.
— Obrigado por escutar, mãe.
— A qualquer momento, querida. Não desista dele, ok?
— Ok, mãe.
Passei as próximas duas horas com ela, e depois de três cafés e dois biscoitos de chocolate, vou para casa pronta para o confronto cara a cara. Preparada para dissipar as minhas dúvidas. Preparada para acreditar que não sou louca e que Edward realmente me ama.
O cheiro de alho e tomate me invade no momento em que atravesso a porta da frente. Hum. Eu caminho em direção à cozinha e paro quando vejo Edward sentado no balcão, girando garfo em algum macarrão.
— Onde você estava? — pergunta, sem se virar.
Meu peito fica apreensivo. Quero acreditar que minha mãe está certa, quero me esforçar e lutar por esse homem que amo tanto, mas quando ele fala comigo nesse tom, com essa voz, é muito difícil acreditar que há qualquer esperança.
— Eu fui ver a mamãe.
— Como ela está?
— Bem.
Ele se vira e olha fixamente para mim, Deus, ele parece cansado. Ele balança a cabeça na direção do spaghetti, ainda sentado, misturado com molho na panela.
— Você fez isso? — pergunto entrando e levantando uma taça.
— Sim.
— Não sabia que você cozinhava.
Seus olhos cruzam com os meus.
— Há um monte de coisas que você não sabe sobre mim, Isabella .
— Como…? — incito-o.
Ele nega com a cabeça, levantando-se. Ele anda até o outro lado, deixando a tigela na pia. Então, caminha na minha direção. Sua mão avança, segurando minha nuca então ele me puxa para perto e roça os lábios nos meus. Meu coração dói e sei o quão frágil me deixa a partir desse único toque.
— Eu não coloquei cebola. — murmura, dando um passo para trás. — Eu sei que você não gosta.
Com isso, ele desaparece pelo corredor.
Meu coração transborda de amor.
Ele prestou atenção. Eu só disse uma vez que não gostava de cebola e foi logo no início.
Talvez mamãe esteja certa; talvez ele só precise de tempo.
ANTES
Isabella
— Oh meu Deus. — gemo, fechando os olhos e lambendo meus dedos — sim, lambendo-os.
Quando abro os olhos, Edward está me observando com o chocolate derretido, com um olhar quente novamente. Droga. Eu mordo meu lábio inferior e desvio o olhar. Eu quase tenho um orgasmo com a comida, o macarrão que servem neste restaurante italiano é incrível e ele olha, fascinado, como se eu fosse a primeira mulher que já viu em sua vida e só agora descobriu que tem um pênis.
— É bom, não é? — diz, estendendo a mão por cima da mesa e passando o dedo sobre meu lábio inferior. Ele retorna-o com um pouco de molho e lentamente, de modo sedutor, desliza-o para dentro de sua boca.
Deus.
Esse cara é de matar.
— Sim. — sussurro, observando seus lábios se curvarem ao redor do dedo quando ele suga o molho.
Humm.
— Me diga algo sobre você, Isabella . — diz, com a voz rouca.
— Tenho certeza que você sabe quase tudo sobre mim.
Forço meus olhos para longe de seu rosto, seus lábios, apenas dele em geral porque quase machuca olhá-lo. Ele é impressionante.
— Então me diga algo que eu não sei. Você tem irmãos?
Meus olhos demonstram algo e ele deve conseguir ver a dor em meu rosto, porque estreita seus olhos.
— Não. — sussurro.
Ele me estuda, depois murmura:
— Isso te machuca.
Dou de ombros e olho para a minha comida. Sua mão vem por cima da mesa e segura meu queixo, levantando-o.
— Isabella .
— Me diga alguma coisa sobre você. — digo, puxando minha cabeça para fora de seu controle e forçando um sorriso falso em meu rosto.
Ele estreita os olhos, mas não insiste. Acomoda-se na cadeira, me observando enquanto fala.
— Sem irmãos; bem, diretamente, de qualquer forma. Eu tenho um meio-irmão. Meu pai está morto. Minha mãe está morta. Meu avô acabou de morrer.
Jesus.
— Eu sinto muito, Edward .
Ele dá de ombros.
— É a vida, Isabella .
— E o seu meio-irmão? Vocês são próximos?
Ele nega com a cabeça.
— Não. Meu pai se casou com a mãe dele muito tempo depois que a minha morreu. Eu nunca gostei dele e ele nunca gostou de mim. Não lamento. Ele é egoísta, mimado e nunca vai crescer na vida sozinho.
Deus, ele é tão… ressentido.
— Então, você não tem outros parentes?
— Tenho alguns primos. Ninguém que seja próximo.
Pobre homem. Eu morreria se alguma coisa acontecesse com a minha mãe.
— E seu trabalho. Você o ama, obviamente?
Ele inclina a cabeça para o lado.
— Sim, Isabella , eu o amo.
O modo que diz isso… estranho.
— Você o administra?
— Sim.
Concordo com a cabeça.
— Venha aqui.
Eu pestanejo e então, gaguejo.
— O quê?
— Venha aqui.
Minhas bochechas aquecem quando ele curva um dedo para mim. Meu corpo, este pequeno traidor, obedece e levanta, aproximando-se. Ele me senta ao seu lado e me torno plenamente consciente de cada centímetro dele. Deus. Sua mão encontra minha coxa e ele me vira em sua direção, deixando seu rosto muito próximo ao meu.
— Não estou escondendo nada aqui. Eu estou sendo verdadeiro e disse que estou interessado. Eu não faço joguinhos. Não faço caçadas. Eu consigo o que quero e o que quero é você.
Oh Deus.
— Você não me conhece. — sussurro.
Ele levanta um dedo, passando pela minha bochecha. Meu corpo estremece.
— Eu conheço o bastante.
— O bastante para quê?
— Para saber que quero você na minha cama mais do que uma vez.
Eu balanço minha cabeça, quebrando o contato visual.
— Eu não posso, eu… não posso. Homens como você… simplesmente não posso.
— Me diga por quê. — ele rosna, mergulhando o rosto no meu pescoço e pressionando os lábios nele. Meus olhos se fecham, e maldição, se não quero me entregar e me desfazer nele.
— Porque minha mãe… ela precisa de mim por perto com frequência. Não tenho tempo.
— Sua mãe ficará bem. — murmura contra minha pele. — Vou me certificar disso.
— Eu trabalho muito. — protesto ofegante. — Não há espaço na minha vida para encontros.
— Você vem para minha casa depois do trabalho, ou irei para a sua. Simples.
— Edward . — gemo, quando ele desliza sua língua acima de meu pescoço e sua mão desaparece por baixo do meu vestido, roçando minha calcinha.
— Encharcada. — diz rouco. — Apetitosa.
— Edward , por favor. — imploro fracamente.
Ele desliza seus dedos para dentro da minha calcinha e começa a acariciar. Puta merda. Meus dedos fecham em torno de seu bíceps e tento empurrá-lo, mas sou tão bem-sucedida quanto seria se Edward fosse uma parede de tijolos. Não se move. Ele permanece aninhado em meu pescoço, fazendo minha pele arrepiar, enquanto seus dedos acariciam minha boceta.
— Sua boceta está molhada, Isabella . Asseguro que… — rosna em meu ouvido. — …enquanto você estiver comigo, ela vai ficar desse jeito.
Isto é uma promessa.
Isto é uma promessa tentadora.
— Edward , você não entende.
— Eu não preciso entender.
Jesus.
Ele molha seus dedos e então, desliza-os para dentro de mim. Nossa.
— Edward , pare.
— Não, Isabella . — diz com a voz grave.
— Mais vinho, senhor?
Meu corpo paralisa quando escuto a voz da garçonete. Edward levanta a cabeça de meu pescoço e olha para ela; Graças a Deus, ela não consegue ver que seus dedos estão dentro de mim.
— Por favor. — ele ronrona.
Utilizando-a como um pretexto, me afasto, sabendo que ele não vai lutar para me impedir por causa de nossa posição sexual. Seus dedos deslizam de mim e me desloco, de modo que ela não possa ver o que está acontecendo quando me mexo no assento. Edward me lança um olhar de aviso, mas me levanto mesmo assim.
— Eu preciso usar o banheiro.
Me viro e saio às pressas, esbarrando nas pessoas da frente até chegar ao banheiro. Paro, hesitando, e então decido simplesmente que não consigo lidar com isso. Um homem como Edward é perigoso para mim. Não tenho tempo nem paciência para me apaixonar por alguém como ele. Ele iria me destruir. Me esmagar. Pegar minha vida em suas mãos e torcê-la até que não reste nada, além de algo patético e inútil.
Não posso deixar que isso aconteça.
Em vez de entrar no banheiro, eu saio pela porta dos fundos. Não sei como ele percebe que eu não voltaria, ou como consegue sair antes de mim — tudo o que sei é que estou correndo na direção de um táxi, meu peito apreensivo, quando um braço forte envolve minha cintura, me puxando contra um peito duro. Eu me contorço, apenas fazendo o braço me apertar.
— Eu posso suportar ser enganado uma vez. — ele rosna em meu ouvido. — Não posso lidar com isso uma segunda.
— Você não estava me ouvindo. — grito, frustrada. — Eu não sou um brinquedo, Edward . Eu estou destruída; não sou algo bonito e brilhante que você pode manter por perto até que se canse. Eu tenho uma mãe, Edward , que teve um tumor cerebral e os médicos cometeram erros em sua cirurgia. Ela vive a vida em uma cadeira, numa maldita cadeira que é tão fodida que estou surpresa que não tenha tido um acidente, mas não posso conseguir uma nova, mesmo com as horas absurdas que trabalho, porque estou pagando por seus cuidados e uma porrada de dívidas por causa da cirurgia. Eu estou te pedindo — não, estou te implorando — não me faça seu brinquedo. Escolha outra pessoa. Qualquer pessoa.
Seu braço aperta em torno de mim, estou ofegante por causa do momento, e termino com o meu falatório. Eu espero, o silêncio nos rodeando. Ele me segura por um longo, longo momento, seu braço firmemente ao redor da minha cintura, seu hálito quente contra a minha orelha.
— Isabella . — ele finalmente murmura.
— Eu trabalho muito. — sussurro, meu corpo cedendo. Ele me sustenta de pé. — Para um chefe que é um completo babaca.
— Isabella .
— Minha mãe quer que eu tenha uma vida. Eu não posso ter uma vida.
— Isabella .
— Então, você aparece e eu quero você. Eu não o conheço, mas quero você.
Ele desiste de tentar dizer o meu nome e me gira tão rápido que quase perco o equilíbrio. Seu braço envolve minha cintura e me aperta, minha frente sendo esmagada contra seu peito. Em seguida, abaixa a cabeça e me beija. Meus olhos se fecham, minhas pernas permanecem penduradas, e eu retribuo o beijo. Retribuo o beijo porque eu quero, porque eu preciso, mas acima de tudo, porque ele não está me permitindo fazer outra coisa e eu aceito isso.
Lentamente, ele começa a caminhar para trás. Meu corpo atinge a lateral de um carro e em seguida, minha perna está em torno de seu quadril e ele está puxando minha calcinha para o lado. O frenesi assume o controle e eu estendo a mão, desafivelando seu cinto. Manuseio desastrada, conseguindo abrir suas calças e colocar a mão dentro, encontrando seu pau. Ele silva contra a minha boca e empurra os dedos dentro das minhas profundezas, me penetrando, me preparando.
— Me foda. — imploro. — Eu só preciso que… me foda.
Ele pega seu pau da minha mão, o conduz entre nós, e faz exatamente isso. Ele afunda dentro de mim, profundo e duro, fazendo com que meu corpo estremeça de prazer. Meus mamilos endurecem quase dolorosamente e eu arqueio contra ele. Seus dedos agarram meus quadris, ele me aperta com tanta força que sei que vou encontrar hematomas de manhã. Ele me fode com força, batendo meu pequeno corpo contra o metal do carro.
— Edward . — eu grito.
— Porra. — grunhe.
Seu pau penetra profundamente, entrando repetidas vezes, mais e mais forte, até que ambos estamos ofegantes, agarrados, rosnando os nomes um do outro. Então eu gozo, gozo tão forte que minha visão embaraça e meu grito se prende em minha garganta. Edward monta minha buceta, me fodendo ao longo do meu prazer, até que também encontra sua libertação com um urro. Meu rosto cai em seu peito e seguro com força seu terno, prendendo-o a mim, perguntando por que diabos ele achou que eu era boa o suficiente para lutar por mim?
— Por que eu? — sussurro.
Ele aperta meu quadril.
— Se não fosse você. — murmura. — e fosse outra garota, ela provavelmente também faria esta mesma pergunta agora. Por que ela seria boa o bastante, Isabella ? Por que ela seria a melhor escolha? Não há resposta para isso. Apenas é.
O que posso dizer?
Absolutamente nada.
AGORA
Edward
Seu rosto se torna um azulado feio quando aperto meus dedos em torno de sua garganta. Tenho-o contra a parede, com as pernas penduradas, seus dedos agarram meu pulso tentando tirá-lo à força. Eu me aproximo, expondo os dentes perto de seu rosto.
— Não vou perguntar novamente: — rosno. — Onde Lucas está?
— Eu não… — ele chia. — Eu não sei.
— Você sabe. Você está repassando o dinheiro sujo dele e fazendo isso parecer legal, pegando meus clientes e o escondendo. Me diga o que diabos você sabe?
— Eu… Eu…
Levanto o punho e golpeio seu nariz. Um estalo repugnante ressoa e ele grita, o sangue enche sua boca aberta. Eu o empurro tão forte que a parte de trás de sua cabeça bate na parede.
— Agora. — rosno. — Me diga onde diabos ele está.
— Eu não sei! — Ele grita novamente. — Não tenho notícias dele há vários dias.
Eu o solto. Posso dizer por sua expressão que ele está dizendo a verdade. Porra. Outro beco sem saída. Lucas está me evitando e sei o porquê. Ele está bagunçando meus negócios, metendo o nariz em meus clientes e no meio de coisas onde não deveria estar. Ele não me quer seguindo seus passos, mas para o azar dele, eu já estou.
— Diga a ele que Edward está procurando por ele. — digo, olhando para seu corpo. — Lamentável.
Então me viro, desaparecendo pelo beco.
Isso está sendo mais difícil do que eu esperava.
Isabella
— Oh meu Deus, você está linda. — grito, abraçando Irina .
Ela se afasta com as mãos sobre meus ombros.
— Assim como você. Como consegue encaracolar seu cabelo desse jeito?
— Com muita dificuldade. — rio.
Ela dá risada assim como Leah e Rose ao se juntarem a nós.
— Isabella . — Rose sorri, jogando os braços em volta de mim. — Quanto tempo sem te ver.
Eu aperto-a.
— Obrigada por terem vindo hoje à noite.
— Precisávamos de uma noite fora. Eu fiquei feliz quando você sugeriu isso.
Concordo com a cabeça, voltando minha atenção para as outras pessoas. Eu acabei de conhecer Maddox, Sam e Emmett , os membros dos Jokers' Wrath MC. Sam está com Leah , ele é muito quente, um motociclista surpreendente com cabelos escuros e olhos deslumbrantes. Maddox está com Irina e é alto, enorme e assustador. Ele também é extremamente atraente. Emmett está com Rose e ele é grande cabelos longos e olhos castanhos. Essas garotas tiveram sorte.
Volto minha atenção para Edward .
Assim que o faço.
— Edward parece bem esta noite. — Rose brinca no meu ouvido.
Eu rio baixinho, enganchando meu braço com o dela.
— Bem? Vamos pegar uma bebida.
— Concordo plenamente.
Nos dirigimos ao bar e pedimos doses. Irina e Leah se juntam a nós, mas nenhuma está bebendo, então Rose e eu zombamos delas. Nós estamos brincando e rindo sobre as besteiras do acaso. Um conjunto de braços musculosos circulam ao redor de sua cintura e levanto os olhos para ver Emmett debruçando sobre ela, com o rosto em seu pescoço.
— Baby, você está se comportando, não está?
— Sim. — ela dá uma risadinha.
— Este é o seu primeiro?
Ela ri novamente.
— Não, querido.
Ele beija o pescoço dela e meus olhos deslizam por cima deles até Edward , que está rindo com Maddox. Ele nem sequer está olhando para mim. Não acho que tenha se virado em minha direção uma única vez. Meu coração dói, provavelmente induzido pelo álcool. Eu gostaria de poder afastar esta sensação de vazio, mas não posso; Eu o amo tanto, quero que ele faça essas coisas comigo.
Coisas normais.
Quero que ele me chame de baby, apenas uma vez. Quero que fique na minha cama. Quero que me pergunte quantas bebidas tomei. Quero que ele olhe ferozmente para os homens que se aproximam, como Maddox tem feito com Irina pela última hora.
— Dança comigo, Isabella ! — Rose sorri de orelha a orelha, dando um beijo na boca de Emmett antes de me puxar para a pista de dança.
Talvez Edward me note agora.
O álcool toma conta de minha cabeça, fazendo tudo girar, me fazendo rir mesmo quando não quero. Rose e eu dançamos, balançando e rebolando nossos quadris e jogando as mãos no ar. Um jovem dança por perto durante a quinta música e coloca as mãos em meus quadris. Parte de mim quer afastá-lo — a outra parte bêbada e estúpida, quer ver se Edward vai perceber.
Eu o deixo dançar comigo, segurando meus quadris, movimentando meu corpo com o seu. Rose me dá um olhar confuso e seus olhos procuram por Edward mais de uma vez. Quando olho para
ele, está me observando com sua mandíbula cerrada, mas não se move. Nem uma vez. Nem mesmo por um segundo. Meu coração se parte em pedaços lentamente e isso machuca. Deus, como machuca.
Eu afasto o homem e fujo do meio da multidão, para a noite fria. Rose está em meu encalço e quando paro, ela esbarra em mim. Eu giro com meus olhos cheios de lágrimas e meu coração dolorido.
— Querida. — diz, colocando as mãos sobre meus ombros. — Você está bem?
Eu nego com a cabeça.
— Você viu, Rose ; viu com seus próprios olhos. Ele não se importou.
— Eu...
— Não me diga que se importou; ele não se importou.
— Ele pareceu bastante irritado, querida.
Balanço minha cabeça negando e uma lágrima cai.
— Querida. — murmura, me envolvendo num abraço.
— Você poderia pedir a Irina para me levar para casa?
Ela se afasta e olha para mim.
— Você não quer pedir a Edward ?
— Não. — digo com firmeza. — Eu só quero ir embora.
— Ok, eu vou chamá-la.
Dez minutos mais tarde, Irina chega.
Meia hora mais tarde, estou encolhida na minha cama com o coração dolorido.
ANTES
Isabella
— Faça o que eu pedi! — Carl urra.
— Estou fazendo. — digo, fechando os olhos e tentando me acalmar.
— Você pergunta por que tem que trabalhar tanto. Se você fizesse o seu trabalho direito, não estragaria tudo, portanto, não teria que fazer a mesma coisa novamente.
Estragasse tudo. Estragasse tudo.
Eu não erro, maldição, eu vivo e respiro este trabalho, fazendo tudo o que esta doninha quer e não importa o quanto tente, ele se torna mais abusivo com o passar dos dias da semana.
— Eu disse que ia fazê-lo, Carl, e vou.
— Você é patética. — murmura, cruzando os braços sobre o peito flácido. — Eu poderia ter uma assistente pessoal melhor. Eu só a mantenho, porque sinto pena de você.
Ele me diz isso com bastante frequência, também.
— Se sua mãe não estivesse doente, você não estaria aqui. Lembre disso, Isabella . Você é meramente… medíocre.
Medíocre.
Meus olhos ardem. Normalmente sou muito insolente e sarcástica, mas hoje estou cansada. Estou cansada porque minha mãe teve uma noite difícil, a cabeça doía e ela chorava muito. Fiquei ao seu lado durante esse tempo. Depois, há Edward . Um homem com quem tive três encontros e que está, por alguma razão, tentando me convencer que vale mais do que aparenta. Ele é perigoso — eu sei que é perigoso, mas isso está me parando? Não.
Me viro e saio do escritório antes de cair em lágrimas de uma forma patética. Isso apenas serviria de estímulo à raiva de Carl. Está na hora da minha pausa, e embora eu provavelmente não tenha muitos minutos para isto, estou tirando. As lágrimas queimam abaixo das minhas pálpebras enquanto saio pela porta da frente do enorme edifício para a rua movimentada. Neste momento, esbarro numa forma dura e magnífica que reconheço de imediato pelo cheiro.
Edward .
— Isabella . — diz, colocando as mãos nos meus braços e me afastando.
Levanto os olhos até ele e pisco as lágrimas de volta. Ele estreita os olhos.
— Você está chorando.
— Não.
— Mentira. — ele rosna. — Não minta.
— Meu chefe está sendo um idiota, isso é tudo.
Seu rosto se ilumina.
— Seu chefe é Carl Kaco, correto?
Eu pestanejo.
— Você o conhece.
Edward ri amargamente.
— Conheço, está tudo bem. Me deixe ter uma palavra com ele.
— Edward , não. — grito, agarrando seu braço com força.
— Você trabalha mais de 50 horas por semana. — ele começa.
— Edward .
— Com um salário-mínimo.
— Por favor. — eu imploro.
— Ele a trata como um cachorro, sei disso porque eu o conheço.
— Edward .
Ele inclina, se aproximando com uma expressão dominante. Sua feição está rígida e não permite qualquer argumento. Isso me assusta, mas controlo isto.
— Você está aqui fora chorando e isso só me leva há um único palpite sobre quem fez isso. Eu vou ter uma palavra com ele.
— Edward . — suplico, segurando seu o braço. — Este trabalho é tudo o que eu tenho. Se perdê-lo…
— Você o perde e te darei um.
Com isso, ele entra. Eu encontro um banco no parque e descanso minha cabeça em minhas mãos, me forçando a parar de chorar. Às vezes, viver é difícil, normalmente luto contra essas dificuldades, mas hoje me sinto fraca, patética e incapaz de desenterrar lá do fundo a única Isabella que pode enfrentar o mundo com um sorriso.
Ela apenas não está aqui.
Edward
— É bom ver você, Carl . — murmuro, entrando no escritório do chefe idiota de Isabella .
Não me entenda mal, sou um idiota quando preciso ser, mas nunca mandei minhas garotas para a rua chorando, nem as faço trabalhar a quantidade de horas que ela trabalha, por um salário semelhante ao que recebe. Eu sei tudo sobre Carl , incluindo o que gosta de fazer nos fins de semana. Ele se esqueceu que sou um homem ruim. Se esqueceu de que posso destruí-lo.
Ele se lembrou agora; Eu sei que se lembra porque seu rosto fica pálido e ele gagueja:
— O que você está fazendo aqui? Como conseguiu entrar?
— Estou aqui para termos uma conversa. — digo, inclinando contra a porta.
— Saia daqui, Edward . Ligarei para a segurança e…
— E o quê? — rio amargamente. — Nós dois sabemos que, se eu quiser, você não vai sair desta sala. Estou aqui para falar sobre Isabella .
Sua cara muda em desgosto.
— Isabella ?
— Sim, Isabella . Minha noiva.
Ele pisca. Eu mantenho meu rosto sem expressão. Ele não precisa saber que não chegamos a esse ponto… Ainda.
— Isabella é a sua… sua…
— Estava passando por aqui. — digo, fechando a porta e caminhando casualmente em sua direção. — Perceba, até que encontrei minha noiva lá fora, chorando.
— Eu não…
— Ainda não terminei, Carl . — digo, fuzilando-o com um olhar intenso que faz sua boca fechar. — Como eu estava dizendo, encontrei minha noiva lá fora chorando. Não é a primeira vez. — Minto. — Na verdade, sei exatamente como você a trata. Também sei as horas que você a faz trabalhar e por um salário-mínimo, que ambos sabemos ser patético, mesmo vindo de um lixo como você.
— Eu sou o chefe. O que faço não é da sua…
— Espero que você não diga que isto não é da minha conta. — Eu dou um passo me aproximando e ele tropeça para trás. — Porque Carl , destruirei você.
— Você não pode entrar aqui e me ameaçar, Edward Cullen !
— Eu posso e estou, você fará o que mando.
— Eu vou chamar a polícia e…
Eu gargalho alto.
— E o quê? Vá em frente; me diga. Quero dizer, não podemos dizer a eles que você fazia parte do contrabando de drogas no exterior, podemos?
Seu rosto fica vermelho e ele cerra os punhos.
— Quero dizer, o que isso faria com seus negócios?
— Você deixou claro o que pretende, Edward . — ele rosna. — Me diga quais são as suas exigências e dê o fora do meu escritório.
Então eu me movo, envolvendo os dedos ao redor de sua garganta e empurrando-o contra a parede. Seu corpo gordo cambaleia enquanto ele tenta se libertar, os dedos puxando os meus, tentando conseguir libertar seu pescoço. Seu rosto se torna vermelho e ele começa a arfar por ar.
— É simples. Você vai pagar mais dinheiro a esta garota e diminuir as horas de trabalho. Vai tratá-la com respeito. E você vai promovê-la para uma posição muito, muito distante de você.
Ele está tão vermelho, que é quase roxo. Eu o liberto e ele cai no chão numa pilha.
— E então?
— Temos um acordo. — ele engasga.
— Eu irei me certificar de que você está cumprindo esse acordo. — digo, endireitando meu terno. — Bom dia, Carl .
Com isso, eu saio.
Isabella
Estou brincando com meus dedos, juntando-os, quando Edward sai. Ele caminha com passos largos, o rosto cuidadosamente sem expressão. Eu pulo, correndo na direção dele.
— O que você fez?
— Esclareci as coisas.
— Esclareceu as coisas como?
Seu olhos demonstram algo, mas ele não faz qualquer tentativa para se explicar.
— Edward ?
Ele se aproxima.
— Está resolvido, Isabella .
— Edward . — começo, mas ele me interrompe quando envolve sua mão ao redor do meu pescoço e me puxa para perto. Nossos rostos estão separados por alguns centímetros e os seus olhos são intensos, tão intensos que minha respiração fica presa na garganta.
— O que está feito está feito. Vá trabalhar. Termine o dia.
— Edward .
— Até, Isabella .
Com isso, ele me solta e se vira, indo embora.
Argh!
AGORA
Isabella
Eu escuto o carro parando e as luzes iluminam meu quarto. Ele está em casa. Eu giro para o lado, encolhendo numa bola. Meu coração dói; dói porque ele não me defendeu. Ele não tentou intimidar o homem com que eu estava dançando. Ele não demonstrou nada. Absolutamente nada. Desejo não amá-lo tanto. Desejo que isso não doesse. Desejo por um segundo ter coragem para ficar zangada com ele.
Eu olho fixamente para a porta do quarto, no momento em que a porta da frente se fecha.
Sei o que tenho que fazer, no momento que escuto as chaves baterem no balcão; Eu sei.
Saio da cama e ando até a porta, girando a tranca. Então retorno a cama e fecho os olhos quando ele para na minha porta. Eu ouço porta sacudir e meu coração se enche com raiva. Engulo e uma lágrima desliza pelo canto do meu olho.
— Isabella ?
Deus.
— Abra a porta.
Eu pressiono o rosto no travesseiro e ouço quando ele a sacode mais uma vez.
Em seguida, ele vai embora.
Vai embora.
Meu coração não consegue mais aguentar.
Eu estou num sono profundo quando a porta estremece novamente. Está muito escuro lá fora e sei que é Edward . Ele a sacode por alguns instantes e em seguida, abre. Mantenho os olhos fechados quando sinto a cama afundar. Os dedos de Edward deslizam sobre meu quadril e eu aperto meus olhos, dor irradiando do meu coração e ardendo em minha alma.
— Eu sei que está acordada, preciosa. — ele murmura.
— Não me chame assim. — sussurro. — Saia, Edward .
— Você está com raiva de mim.
Eu bufo.
— Como você é observador.
— Por quê?
Eu giro, seus dedos permanecem em meus quadris, fazendo pequenos círculos.
— Sério? — sussurro. — Por quê?
— Sim, Isabella . Por quê?
— Havia um homem me tocando.
Ele fica em silêncio.
— Sim, havia.
— E você estava lá e assistiu. Me deixe perguntar uma coisa, Edward , por que você se casou comigo?
Mais silêncio.
— Você não pode sequer responder, não é? Você não pode responder porque não significo nada para você, nada. Por que diabos você casou comigo? Desperdiçar meu tempo? Me fazer amar você? Me fazer sua esposa? Quando tudo o que queria era sexo?
— Isabella .
— Foda-se, idiota. Ele estava me tocando. — Minha voz se ergue. — Ele estava com as mãos num corpo que é seu e você não se importou.
— Eu odiei. — ele rosna.
Eu hesito.
— O quê?
— Odiei isso, mas sabia o que você estava fazendo. Eu sabia que você estava tentando me irritar porque estava chateada.
— O quê? — digo novamente.
— Porra, Isabella . Você estava me testando.
— Saia.
— Não.
— Edward .
Ele se debruça, me virando de costas e seu corpo abaixa sobre o meu. Eu grito com raiva, empurrando seu peito, mas ele não se move.
— Pare de lutar contra mim, Isabella . — ele silva.
— Talvez devesse ter lutado por mim. Talvez seja melhor para todos se eu for embora!
— Não.
A palavra sai áspera, mas tão real, tão cheia de profundidade, que minha boca se fecha. Sua boca encontra meu pescoço e ele me beija suavemente. Deus o amaldiçoe. Maldito. Seus dedos sobem por meus lados, sua boca se move ao longo do meu corpo e sei que ele está levando a melhor sobre mim. Ele está ganhando. Está me derrotando. Está me fazendo perdoá-lo com cada toque.
— Me diga que me ama, Isabella . — ele exige com voz rouca.
— Não. — gemo enquanto sua boca desliza abaixo do meu pescoço.
— Diga, Isabella .
— Dizer algo que você se recusa a me dizer? Não! — grito.
Sua boca encontra meu seio e ele o chupa através da minha camisola. Minhas costas arqueiam para fora da cama.
— Isabella . — adverte.
— Vá se foder, Edward Cullen .
Ele rosna, um som baixo e mortal, mas não vou desistir. Não vou dizer o que está tentando me forçar a dizer. Não esta noite. Mesmo que eu sinta isto, em cada centímetro do meu corpo, ele não destruíra essa barreira.
— Você vai me perdoar. — ele cantarola contra a minha pele.
— Não.
— Sim.
Ele vence a batalha.
Me faz perdoá-lo com sua boca entre as minhas pernas.
Em seguida, com seu pau dentro de mim profundamente.
E volto ao ponto de partida.
Absolutamente apaixonada por ele e perdendo outra parte de minha alma.
ANTES
Isabella
— Isabella ! — minha mãe chora baixo ao telefone.
— Mãe? O que está errado? Aconteceu alguma coisa?
— Sim, alguma coisa, com certeza, aconteceu. Isabella , não sei por que você fez isso por mim. Eu sei que você não pode fazer isso, querida.
Hein?
— Mãe, você vai ter que repetir tudo novamente. Eu não sei sobre o que está falando?
— A cadeira de rodas.
A cadeira de rodas?
— O que aconteceu? Ela quebrou?
— Isabella . — ela diz suavemente. — A nova.
A nova?
Que nova?
— Eu não entendo. Não comprei uma cadeira de rodas.
— Você… você não comprou?
— Não, mãe.
— Então quem foi? Há uma nota na caixa, me deixe ver.
Ela arrasta os pés, então um momento depois, arfa.
— Mãe? — grito. — O que foi?
— Ela… Ela diz… Espero que isso torne sua vida mais fácil. E.
Oh meu Deus, Edward .
— Edward . — eu inspiro.
— Eu pensei que vocês dois não fossem algo tão sério, Bella ?
— Nós não somos.
— Então…
Eu disse que trabalhava duro e não podia pagar por isso. Ele deu a ela. Te disse que meu chefe era um idiota. Ele consertou isto. Edward está tentando me provar que vale o meu tempo e eu estou começando a acreditar nisto.
— Mãe…
— Oh Isabella . — ela sussurra antes que eu possa protestar. — É incrível. Não posso… Eu estou tão feliz.
Ela está feliz.
Meu coração dói, sei que não posso argumentar e tirar isso dela. Também sei que de alguma forma Edward planejou isso, então estou em dívida com ele. Parte de mim quer dever a ele; a outra parte está com medo. Isso, porém — isso faz meu coração palpitar. Hoje foi, com certeza, um dos melhores dias da minha vida. Quando retornei ao trabalho meu chefe pediu desculpas, aumentou meu salário e reduziu minha carga horária.
O que Edward fez o mudou.
E ao fazer isso, ele mudou a minha vida.
Eu levanto minha bolsa e digo baixinho ao telefone,
— Eu tenho que ir, mãe, mas vou ajudá-la a montar, assim que estiver em casa.
— Oh, é elétrica! — ela grita.
Com um sorriso, desligo o telefone e aceno para um táxi.
Em seguida, vou para a casa de Edward .
— Edward está? — pergunto, inclinando o quadril contra a mesa da recepção.
— Ele está em uma reunião. — a recepcionista murmura. — Não vai demorar muito.
— Alice está?
Ela estreita os olhos.
— Existe alguma razão para você estar aqui?
Oh, alguém não gosta de mim. Ela não é a mesma recepcionista que conheci da última vez que estive aqui. Talvez ela seja uma das ex-amantes de Edward . Isso não me surpreenderia.
— Bem. — digo, sorrindo para ela. — Eu estava com Edward ontem à noite, ou para ser mais precisa, na cama dele, por isso estou aqui para vê-lo.
— Você e o resto do país. — diz ela, com crueldade.
Definitivamente uma vaca.
— Ele me disse para vir aqui. Se você não gosta, pode discutir isso com ele. Vou ver Alice .
Com isso, passo direto por ela e subo para o escritório de Alice . Ela está sentada em sua mesa ao telefone, mas quando entro ela termina a ligação e salta, andando com pressa e jogando os braços ao meu redor.
— O que você está fazendo aqui? — pergunta, se afastando.
— Estou aqui para ver Edward .
Ela estreita os olhos e depois, coloca as mãos nos quadris.
— Por quê?
Eu sorrio para ela.
— Nada que seja da sua conta, senhorita.
— É da minha conta se você estiver indo ao seu escritório, local que me permite escutar, a propósito, com a intenção de fazer sexo.
— Ele comprou uma cadeira de rodas para mamãe.
Ela pisca algumas vezes.
— Edward Cullen comprou uma cadeira de rodas para sua mãe?
Concordo com a cabeça.
— Sim.
— Por quê?
— Eu não sei.
— Edward é um jogador.
Meu peito aperta, mas balanço a cabeça concordando.
— Parecia dessa forma.
— Ele não compra. — ela se inclina para perto e sussurra. — cadeiras de rodas.
Franzo meus lábios.
— Bem, ele comprou.
— O que você fez com ele?
Eu rio baixinho.
— Eu não faço ideia.
Um grupo de homens passa por nós e Alice acena para eles.
— Este era o grupo da reunião. Ele está livre.
Meu coração começa a bater intensamente enquanto me arrumo.
— Vejo você depois.
— Fique com sua calcinha, querida.
Saio do escritório rindo e dou de cara com Edward . Ele está parado na porta, de braços cruzados, vendo os homens irem embora. Quando me percebe, seus olhos observam os meus contornos e seu rosto se transforma em desejo. Oh Deus. Sorrio, incapaz de me conter. Um sorriso enorme, radiante e cheio de gratidão.
Então caminho em direção a ele com as pernas trêmulas. Sabendo o que farei quando chegar lá e sabendo que não deveria. Não consigo parar, mesmo se quisesse. Ele comprou uma cadeira de rodas para a minha mãe. Ele mudou sua vida de uma forma que acho que nem imagina. Quando o alcanço, minha mão ergue, envolve-se ao redor de seu pescoço e puxo-o para baixo. Seus lábios encontram os meus e o beijo com tudo o que sinto. Eu o beijo de forma tão ardente que ele geme fundo em sua garganta.
Ele dá um passo para trás, enganchando o braço ao redor da minha cintura e me puxando para dentro da sala. Ele nos gira, chuta a porta e me prende contra ela. Minhas costas pressionam contra a madeira fria e seu corpo pressiona contra o meu. Eu o beijo até quase ficar sem fôlego e ele responde com muita intensidade. Ele demonstra profundidade, paixão e beleza. No frenesi, eu rasgo sua camisa, abaixando-a e deslizando minhas mãos por seu abdômen delicioso.
Ele geme baixo e puxa minha saia para cima, arrancando seus lábios dos meus. Ele enterra a cabeça no meu pescoço, beijando enquanto seus dedos deslizam subindo pelas minhas coxas, fazendo pequenos arrepios aparecerem em todos os lugares que toca.
— Você recebeu um aumento de salário? — murmura em meu ouvido.
— Sim. — eu inspiro quando seus dedos encontram minha boceta.
— Sua mãe recebeu a cadeira?
— Deus, sim.
— De nada.
Gemo quando desliza os dedos para dentro de mim. Ele os empurra profundamente, enquanto a outra mão trabalha em seu cinto. Ele se livra, desliza os dedos em minhas profundezas e engancha minha perna em torno de sua cintura. Então, agarra seu pau e penetra lentamente minha boceta dolorida. Gemo quando ele me preenche, minha cabeça cai para trás e meus dedos agarram seus braços.
— Apertada, doce boceta. — ele rosna contra o meu pescoço.
— Jesus. — eu tomo fôlego.
Ele começa a me foder contra a parede, com força e profundo. Seu pênis me destrói, pouco a pouco, com cada uma de suas estocadas fortes. Sua boca devora meu pescoço, suas mãos agarram minha bunda e ele me fode de uma maneira que nunca havia sido fodida. Meus quadris e bunda estão saltando em seu pau quando ele pega o ritmo, usando minha bunda para conduzir seus impulsos.
Então, alguém bate na porta.
— Porra. — ele inspira, reduzindo suas estocadas, mas não parando completamente. Em seguida, ele rosna. — O quê?
— Edward , o próximo grupo de homens para a reunião chegou.
A recepcionista. Péssimo momento, senhora.
— Edward . — eu sussurro.
— Shhh. — ele murmura, então grita. — Estarei lá em dez minutos.
— Você quer que eu prepare a apresentação?
Ele desliza seu pau para fora, em seguida, me penetra novamente, me fazendo gemer em seu peito.
— Sim.
— E a recepção da manhã? Quem está organizando?
— Diga a ela para ir embora. — sussurro em seu ouvido. — Deus. Edward . Eu preciso que você me foda com mais força.
Ele me mostra um sorriso travesso raro e meu coração faz mudança súbita e completa de direção. Ele inclina meu quadril, afastando-o da porta um pouco e continua me fodendo enquanto responde. Meus mamilos endurecem contra o paletó, e Deus, eu quero gozar.
— Alice sabe. — ele grita. — Agora, se não se importa?
— Certo. — diz ela. — Desculpe.
Ele volta o rosto para mim novamente e recomeça a me foder com força. Gozo depois da segunda estocada profunda e meu corpo treme em torno dele.
— Sim. — grunhe.
Em seguida, ele está gozando também. Ele diminui suas estocadas jogando a cabeça para trás e apertando a mandíbula. Ele ordenha a si mesmo usando o meu corpo, gemendo com cada tira e empurra. Em seguida, lentamente me abaixa e me endireito.
— Eu nunca disse obrigada. — sussurro.
Seus olhos mostram algo aos meus.
— Pensei que era isso o que você estava fazendo.
Eu sorrio timidamente.
Ele me estuda.
Então, se afasta, seu rosto demonstra alguma coisa que não compreendo muito bem.
— Eu tenho que ir para a reunião. — ele me informa.
— Eu sei.
— Jantar esta noite, às sete.
É uma ordem. Estou feliz em recebê-la.
— Ok.
Ele se vira para mim, me puxa em sua direção, me beija intensamente e então, vai embora.
Acho que acabei de me apaixonar por ele.
Beijos e até
