CAPÍTULO 2 – GIVEN TO FLY
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He could have tuned in, tuned in
but he tuned out
A bad time, nothing could save him
Alone in a corridor, waiting locked out
He got up out of there, ran for hundreds of miles
He made it to the ocean, had a smoke in a tree
The wind rose up, set him down on his knee
Wave come crashing like a fist to the jaw
Delivered him wings, "hey, look at me now..."
Arms wide open with the sea as his floor
Oh, oh, oh, he's flying! Woah!
Whole! Woah!
Floated back down 'cause he wanted to share
his key to the locks on the chains he saw
everywhere
but first he was stripped,
and then he was stabbed
by faceless men, well... he still stands
And he still gives his love, he gives it away
The love he receives is the love that is saved
And sometimes is seen a strange spot in to the sky
A human being that was given to fly
He's flying! Woah!
Whole, flying! Woah...
Flying, woah...
Oh, woah!
X
- Elizabeth Zinnemann!
Uma garotinha loira senta no banquinho, enquanto uma bruxa alta e magra, lhe colocava na cabeça o chapéu seletor. McGonagall tinha contratado uma nova professora de Aritmancia. A profª Vector havia decidido se aposentar para montar uma família.
- Lufa-lufa! – o chapéu gritou, e a garotinha desceu do banco feliz.
Joanne Guiness era loira, e ao vê-la, os rapazes das quatro mesas no Salão Principal arregalaram os olhos.
A nova diretora, Professora McGonagall se levantou da mesa dos professores:
- Boa noite! Antes de começarem o jantar, tenho alguns anúncios.
Ron geme.
- Ronald, pára com isso.
- Estou com fome.
- A profª Vector decidiu se aposentar este ano, então gostaria de apresentar a nova professora de Aritmancia, a profª Joanne Guiness. – uma saraivada de palmas enche o salão.
- Ela tem nome de cerveja! – exclama Anne para o irmão.
Alguns garotos, mais exaltados, assoviam a elogiando.
– Se acalmem meninos! E voltando a dar aulas de Defesa Contra a Arte das Trevas, e ficando com a cadeira de Diretor da Casa da Grifinória, apresento Remo Lupin.
A mesa da Grifinória dá saltos de alegria. Os alunos ficam em pé, rindo, e gritando de felicidade.
- Não acredito! – diz Hermione.
- Por que ele não nos disse que voltaria? – pergunta Harry.
- Se ele queria fazer surpresa, conseguiu. – diz Ginny.
- Silêncio, por favor. – McGonagall pede. – Silêncio! Como sempre é dito todos os anos, a Floresta é totalmente proibida para alunos. E peço que os novos alunos fiquem atentos a lista proibida de Filch, e aos testes de quadribol realizado pelas casas.
Ron geme novamente.Não aguentava mais aquele papo.
McGonagall continua:
- Nosso amado diretor Dumbledore acalentou um sonho por muito tempo. E mesmo nos tempos de hoje, conseguimos colocar esse sonho em prática. Este ano, receberemos alunos de intercâmbio, como já fizemos no passado, durante o Torneio Tri-bruxo. Este ano, eles serão sorteados para nossas casas, e estarão interagindo conosco nas aulas, nas salas comunais e nos dormitórios. Espero que todos os alunos de Hogwarts demonstrem cordialidade e companheirismo. E mostrem que Hogwarts é tão especial, quanto suas ex-escolas.
Mais palmas se espalham no salão. A profª Guiness levanta o chapéu, tendo um pedaço de pergaminho na outra mão.
- Neveau, Isabella.
Isabella suspirou alto, e foi na direção do banquinho. Por um centésimo de momento, entrou em pânico, "como reagir diante daquilo?". Contou de 1 a 5, e respirou fundo, quando a professora lhe colocou o chapéu.
- ... He, he, isto é bem divertido. – disse o chapéu. – Mas também é muito fácil, Grifinória!
Ela sorri, e desce do banco, ao ouvir os urros vindos da mesa da Grifinória.
- Rowland, Anne!
Anne chacoalha o enorme cabelo roxo para o lado, e se senta no banco.
- Humm! Que cabeça embaralhada! – o chapéu em seguida ri. Anne dá um sorriso enviesado, como se não entendesse o que ele tinha dito. – Mas tem um espírito de alguém que vai brilhar! Grifinória!
Anne dá uma gargalhada sonora, e desce do banco.
- Esse chapéu é muito louco! – ela exclama alto.
Na mesa da Grifinória, Harry, Hermione, Ron e Ginny gargalham.
- Essa garota é pior que a Di-Lua! – diz Ron, vermelho de tanto rir.
- Rowland, Neil!
Neil, com a cara fechada de sempre, como se não tivesse mais nada o que fazer, anda rigído até o banco.
- Uh! Minha nossa! Mas sei o que fazer! Grifinória!
- Só dá Grifinória esse ano! – exclama Harry, no meio dos gritos.
- Pois é, se precisa de muita coragem pra voltar pra Hogwarts esse ano! – diz Ron.
- Winterbourne, Patricia! – a professora berra.
- Winterbourne? – pergunta Hermione.
- Foi o que ela disse. – diz Ginny.
Isabella levanta os olhos ao ver a garota com quem tinha brigado no trem. Ela levanta a cabeça como se reinasse absoluta ali. Como se nada mais importasse.
Patricia usava cabelos soltos, e podia-se ver a grande gargantilha com um pingente de diamantes em formato de cobra no pescoço. Devia ser de familía abastada para ter uma jóia daquela.
Patricia se sentou no banco, e Harry lembrou de Draco quando ele foi sorteado para a Sonserina. O chapéu mal lhe tocou a cabeça.
- Sonserina!
A mesa da Sonserina deu urras de felicidade, ao ver finalmente alguém do intercambio indo para a casa deles.
- Meu Deus, quando isso vai acabar? – pergunta Ron.
- Ai, Ron, você só pensa nisso? – Ginny o encara. – Tenha modos.
- Parece a mamãe falando.
Ginny bufa, e ia dizer algo, quando ouviu a voz novamente da profª Guiness.
- Wyler, Alex!
Alex sobe triunfante as escadarias que dão o acesso ao banco, e sorri para a professora. Ela lhe devolve o sorriso, e lhe põe o chapéu na cabeça.
- Bem... que cérebro magnífico! Algo realmente brilhante! Mas onde vou colocar você? Me parece bravo e impetuoso! Já sei! Grifinória!
Alex se levanta sorrindo, e pisca para a irmã lhe dando forças.
- Ah, Merlin! Ainda tem mais uma?
Ginny dá um tapa na cabeça do irmão.
- Wyler, Mellanie!
Mellanie também suspira alto, e anda desconfiada até o banco, como se ele fosse sumir ao sentar nele. "Mas todo mundo sentou, por que vai justamente acontecer algo comigo?"
- É tudo em dupla com esses estrangeiros? He, he. Um espírito inovador. Me parece que vai fazer muito sucesso aqui. He, he. Adoro esse tipo de gente. Grifinória!
Melanie sorri, aliviada. Ron geme.
- Ron, se você resmungar de novo, vou te dar um murro. – diz Harry.
- Tente.
- Agora que todos os alunos de intercâmbio foram selecionados, eu lhe digo bem-vindos. E, pra encerrar, bom apetite!
- Aleluia!
A farta comida de Hogwarts aparece na mesa. Ron imediatamente põe tudo o que tem na sua frente, no seu prato. Harry e Hermione se entreolham, e chacoalham a cabeça.
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- Hey, Mi? – começa Ginny.
- Diz. – Hermione responde.
- Por que você ficou impressionada com o nome Winterbourne?
Hermione que comia um enorme pedaço de torta salgada, olhou para Ginny, de olhos arregalados.
- Winterbourne é o nome de uma família riquissima que mora perto da minha casa.
- Jura? – diz Ron.
- É, só não sabia que eram bruxos.
- Mas você conhece essa familia? – pergunta Harry.
- Não. Só de nome. Vivem viajando, longe, em outras casas, em outros países.
- Você vai cumprimentar a garota? – pergunta Ginny.
- Melhor não. Era ela que estava brigando no trem. Consegue imaginar eu chegar nela e dizer que somos vizinhas? Depois de eu ameaçá-la com uma detenção?
Os quatro ouvem uma sonora gargalhada. Olham para o lado e vêem Luna se acabar de rir, ao lado de Anne. Anne a olhava, num meio sorriso, como se não entendesse o que a garota tinha achado de tão engraçado.
Neil olhava para a irmã, com os olhos franzidos, parecendo constrangido. Ele olhou para o outro lado, suspirando alto, e encontrou os olhos de Ginny, que desviou o olhar.
Ele baixou a cabeça, a chacoalhando, completamente entediado.
Ao lado dele, Mellanie contava para Luna e Anne, sobre sua escola nos Estados Unidos.
-... e então, a gente corria por todo o lugar.
- Como uma... competição? – dizia Anne.
- É. Meu irmão mais velho tem uma Luxus 600. A vassoura de maior velocidade da atualidade. Ele é campeão nacional na categoria de maratona.
- Não sabia que existia outros esportes. – dizia Luna.
- É, tem um monte.
Isabella assistia as garotas novas conversarem, com uma pontada de inveja. Queria estar ali também, conhecendo gente nova, trocando informações, sabendo mais do colégio novo.
Suspirou alto, triste. Olhou ao redor, e viu a mesa da Sonserina, e um grupo de garotas olhando para a mesa da Grifinória. Trix estava lá, ao lado de uma garota de nariz arrebitado e cabelos curtos. As duas riam abertamente, apontando para os grifinórios.
Isabella chacoalhou a cabeça, e suspirou.
"Quero ir embora daqui!", desejou.
Alex olhava a mesa, depois de comer tudo o que podia, e viu a irmã, com os olhos brilhando e rindo abertamente.
- As coisas aqui são bem diferentes. Principalmente agora. – diz Luna.
- Por que? – perguntam Anne e Mellanie juntas.
- Ué, vocês não sabem? Nós estamos em guerra.
- Ah é! – diz Anne. – Me falaram.
- As coisas são tão ruins assim? – pergunta Mellanie.
Harry, Ron, Hermione e Ginny que observavam a conversa, se aproximam mais, querendo ouvir a resposta de Luna.
- Cada vez pior. – responde Luna. – As pessoas estão morrendo adoidado. Você ouviu a diretora falar sobre o nosso amado diretor? Pois é, ele foi assassinado a menos de quatro meses.
Mellanie e Anne abrem a boca de terror.
- Tá falando sério? – pergunta Mellanie, olhando para o lado, pegando os olhares do quarteto.
Luna confirma com a cabeça.
- E você não sabe o pior. – começa Luna, adorando fazer suspense. Anne e Mellanie se aproximam, querendo ouvir mais. – O assassino... foi um professor.
As duas dão um gritinho de horror.
Várias pessoas nas mesas ao redor as olharam.
Anne tem um olhar de choque e diversão.
- Mas isso tá parecendo filme trouxa!
Luna ri.
- A gente ri pra não chorar. – ela diz, parecendo mal.
- Mas ninguém fez nada? – começa Mellanie. – Tipo... ninguém impediu, ninguém tentou fazer alguma coisa?
Luna discretamente olha para Harry e os outros. Ele, que ouvia tudo, devolveu um olhar triste.
- Tentamos. A todo custo. Mas... – ela disse algo que ninguém pode ouvir.
- Mas o quê? – pede Anne, querendo saber o restante.
Luna levanta os olhos para as duas, e disse, como se fosse algo difícil de fazer.
-... foi impossível.
Mellanie e Anne se entreolham, percebendo que Luna estava mal com aquela conversa. As duas pegaram os olhares dos outros, e suspirou.
- Olha, - começa Anne. – as coisas vão melhorar.
Luna a olha, interessada no que ela diria.
- Sei que... entrei de... pára-quedas nessa história, mas... eu tenho a intuição... de que tudo vai acabar bem.
Mellanie sorri para Luna, que sorri de volta.
- Que bom! – exclama Luna.
Harry olha para os amigos, e sorri.
- Isso é que eu chamo de otimismo! – ele exclama.
Na mesa da Sonserina, Trix conversa animadamente com Pansy, que puxava seu saco abertamente. Parece que ela encontrou uma líder, agora que Draco estava longe.
- Então aquele ali é o Harry Potter? – ela pergunta, observando ele e os outros.
- É. – responde Pansy. – O estúpido herói Potter e seu amigos.
- Ao lado dele tá aquela monitora ridícula.
- Quem? A Granger?
- É, acho que é esse o nome dela. – diz Trix.
- Ela fez algo pra você?
- Ela veio dar uma de gostosa lá no trem. "Eu sou monitora!" – ela berra, imitando uma voz diferente. – E quem é os dois ruivos do lado deles? A garota e o rapaz?
- São os pobretões Weasley. Traidores de Sangue.
- Weasley... acho que já ouvi esse nome.
- Bom, parece que o pai deles é do ministério.
- É? Não, acho que não é daí que conheço esse nome. Bom, não importa. O Potter e a monitora são namorados?
- Não. – responde Pansy. – Ele namora a ruiva, Weasley.
- É mesmo? Nós poderíamos brincar com eles, o que você acha?
- Como assim?
- Poderíamos separar os dois.
- Mas com que propósito?
- Diversão, srta. Parkinson. Diversão. Eu e meu meio-irmão fazíamos isso de monte no meu antigo colégio.
- Você tem um meio-irmão?
- Tenho.
- E por que ele não veio pra cá com você?
- Sebastian... tem coisas mais importantes pra fazer agora. – ela diz isso sorrindo.
Pansy olha para a mesa da Grifinória e vê Harry e Ginny sorrindo um para o outro.
- Pensando bem... seria legal fazer um pouco de intriga nesse colégio.
- Sabia que você era a pessoa ideal pra me ajudar. – ela também olhando os grifinórios, vê Isabella comendo bolo de chocolate. – Olha ela ali. A mestiça nojenta. Ela era de Beuxbatton... Minha prima Danielle estuda em Beuxbatton. Vou pedir a ela alguma informação desta garota. Algo bem sujo e podre.
Pansy olha para a nova amiga. "Ela é pior que Draco!"
Anne e Melanie se levantam da mesa seguindo Hermione, que ensinaria o caminho do Salão Comunal aos primeiranistas e ao pessoal do intercâmbio.
Ao passar por Ginny, Anne não resiste:
- Eu ia te perguntar ontem, é que eu esqueci. Mas eu adorei a cor do seu cabelo. Que tinta que você usa?
- Não uso.
- É de verdade? É lindo.
- Obrigada. – diz Ginny.
Neil passa por ela, olhando atentamente. Ginny baixa a cabeça e sorri, sem graça para Luna, rindo de Anne.
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No salão Comunal da Grifinória, Harry, Ron, Hermione e Ginny conversam perto da lareira espalhados no chão. Ginny estava deitada sobre o tapete, com seus cabelos vermelhos esparramados. Harry encostado no sofá, via as várias nuances de vermelho que o fogo o faziam produzir.
Hermione tinha a lista de materiais proibidos de Filch nas mãos, enquanto Ron estourava carvões com a varinha.
- O que acharam do pessoal do intercambio? – pergunta ele.
Ginny sorri.
- Aquela Anne é um barato. Totalmente fora da realidade.
Os quatro riem.
- O irmão dela parece bem ranzinza. – diz Hermione.
- É. – diz Ginny. – Não gostei do jeito que ele...
Ela fica muda. Não quer terminar a frase. "Que ele me olha".
Harry a olha, interessado.
- Que ele...?
- Nada. – ela chacoalha a cabeça. - Impressão minha.
- Esse ano vai ser divertido. – diz Ron.
- Só se for pra você. – diz Harry. – Esqueceu do que tenho que fazer?
Hermione e Ron trocaram olhares.
- Claro que não, Harry. – diz ela.
- Sabe que iremos com você. – diz Ron, determinado.
Ginny olha aquilo, entristecida.
- Eu vou dormir. – diz ela, se levantando.
- Não, Gin, fica! – pede Harry, alcançando sua mão.
- Não, é melhor vocês continuaram com seus planos sem mim por perto. – diz ela, ácida, se soltando da mão dele e subindo furiosamente as escadas.
- Ela não se conforma em não poder ir. – diz Hermione.
- Por que ela não me diz nada? Por que não me interpela pra saber qualquer coisa? – diz Harry.
- Porque ela não quer implorar pra ir, ou mendigar um pouco da sua atenção, Harry. – diz Hermione.
- É isso o que ela quer dizer? – Ron levanta as sobrancelhas.
- Ela não se acha no direito de questionar qualquer coisa.
- Mas isso é besteira! – diz Harry. – Ela sabe que eu...
- Que você deixaria ela ir? – Hermione interrompe. Harry a olha curioso. – Claro que não.
- Mione, Ginny tem que entender que tudo que estou fazendo é por ela. Por... por... por amá-la tanto...
Hermione e Ron trocaram olhares, e sorriem, cúmplices. Hermione sabia o sentimento de Harry era mais profundo do que parecia ser.
- Harry, ela está tentando ajudar de outra maneira. Compreenda.
Harry balança a cabeça, confirmando.
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- Oi. – diz Hermione, entrando no dormitório.
Ginny entretida na arrumação do seu malão, se vira.
- Oi. – ela responde.
- Você ficou chateada com a história lá embaixo, Gin?
- Não, claro que não.
- Gin...
- Mione... esquece, tá? Eu já deveria ter me acostumado.
- Acostumado com o que?
- A não me meter entre o Trio Maravilha.
- Gin, não, por favor.
- Olha, Mione, as coisas são diferentes agora. Achei que agora tendo o Harry mais perto, eu seria inclusa no grupo de vocês. Participar das conversas, dos planos, dos segredos...
- Segredos?
- Mas isso nunca vai acontecer, não é? Eu vou ser sempre esquecida, sempre deixada pra trás.
- Isso não é verdade. Harry só está pensando no seu...
-... bem? No meu bem? Por que nunca ninguém me pergunta nada? Por que todo mundo decide tudo por mim? Estou... furiosa com isso.
- Harry não quer que você se machuque, e a única maneira de fazer isso, é afastando você do perigo.
- Tsc, você acha que se eu ficar aqui em Hogwarts, ou em casa, vou estar longe do perigo? Lugar nenhum é seguro, Mione. Nem Hogwarts. Lembra do que aconteceu em junho? Com o castelo infestado de Comensais?
- As coisas são diferentes agora?
- São mesmo? Sem Dumbledore são mesmo?
- Você não tem que pensar assim.
- Tenho certeza que você pensaria assim se tivesse que ser deixada pra trás. – diz ácida e furiosa. Ela joga o malão no chão, e se deita, fechando as cortinas da cama.
Hermione baixa a cabeça, e suspira.
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Melanie e Anne conversam sussurrando em cima da cama de uma delas.
- Jura? – Mel pergunta, e Anne confirma com a cabeça. – Quanto?
- Três libras.
- Mas você vai conseguir fazer isso aqui dentro?
- Claro, fazia na minha outra escola.
- Mas aqui os monitores pegam no seu pé vinte e quatro por dia.
- Vamos ver. Você já usou?
- Nunca. – responde Melanie. – Você me ensina?
- Claro. Seu irmão não vai reclamar?
- Não, ele não precisa saber.
- Sua prima não é aquela... monitora... chefe?
- É, mas... relaxa. A gente vai conseguir manter isso em segredo.
Elas olham Isabella sentada na cama, olhando pela janela.
- Oi, você é Isabella, né? – pergunta Melanie.
- Sou.
- Eu sou a Mel, e essa é Anne.
- Olá.
- Você veio de onde?
Isabella suspira.
- Beauxbatton.
- É na França, né? – pergunta Anne.
Isabella confirma com a cabeça.
- Você gosta de música trouxa? – pergunta Melanie.
- Um pouco.
- Eu adoro. Principalmente rock n'roll. No meu colégio, eu e minhas amigas formamos uma banda de rock. Mas a gente era tão ruim que não foi pra frente.
- Legal. Já eu gosto de música eletrônica. – diz Anne. – Adoro sair de balada e dançar.
- Eu não vou muito, mas gosto de dançar também.
Isabella suspira e se deita.
- Boa noite. – ela diz triste.
- Vem conversar com a gente.
- Estou cansada. Amanhã nós conversamos.
- Então, tá. – diz Melanie. Ela se vira para Anne. – Tenho uma idéia. Que tal a gente fazer uma bagunça nesse colégio, hein?
- Tipo o que?
- Sei lá, botar bomba no banheiro.
- Ou pintar as paredes das salas de aula.
Elas gargalham, olhando para o lado pra ver se nenhuma garota do dormitório pode ouvir.
- Ia ser divertido.
- Vamos fazer essa escola não esquecer da gente.
- Yeah! – diz Anne, levantando a mão para Melanie bater.
Isabella virada para a janela, sorri divertida.
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"Minha querida prima Danielle,
preciso de ajuda. Gostaria de saber qualquer coisa podre de uma aluna que esteve em Beauxbatton ate junho desse ano. O nome dela é Isabella Neveau. Ela está fazendo intercâmbio em Hogwarts assim como eu. E ela já demonstrou ser uma inimiga a altura. Preciso saber tudo, "tudo de podre no reino da Dinamarca." Não me importa o que seja. Não me importa como consiga essa informação. Faça o trabalho sujo que tiver que fazer.
Mil beijos, e agradeço antecipadamente. Obviamente você irá lucrar com isso.
Com carinho, Patrícia.
PS: Diga a Sebastian que as forças de coalizão acham que podem ganhar. He, he, he."
- Você não perde por esperar, mestiça! – diz ela alto, colocando a carta na perna de uma coruja.
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N/A: Bom, gente. Taí o capitulo dois. Espero que tenham curtido. O meu Pepe ainda tá avariado. E minha net só volta dia 20, até lá, só postando na lan.
Como sempre, por favor, espero as rewiews!
aHaHaarrkggçlakaçklefajlkjkloAGRADECIMENTOS a Lari e Victoria. As únicas que lerem. Nem a Lis, Dani e a Lê que tem personagens que são eles na historia, não leram. Eu devo ser péssima escritora.
E ah, vocês duas, leiam minhas outras fics: "Selvagem", "O Presente de Ginny" e "Harry Potter's Friends".
AQUI VAI A TRADUÇÃO DE "GIVE TO FLY":
Capaz de Voar
Ele
poderia ter se acertado, acertado, mas ele não se
acertou
Tempos difíceis, nada poderia salvá-lo
Sozinho
num corredor, esperando, trancado
Ele saiu de lá, correu
por centenas de milhas
Foi até o oceano
Fumou em uma
árvore
O vento se levantou, colocando-o de joelhos
Uma
onda surgiu quebrando como um murro no queixo
Entregando-lhe asas,
"Ei, olhe para mim agora..."
Braços bem abertos
tendo o mar como chão
Oh, oh, ohhh...
Ele está..
voando! Woah!
Inteiro! Woah! Oh...
Ele flutuou de volta
para baixo porque queria compartilhar
sua chave para os cadeados
nas correntes que ele viu em toda parte
Mas primeiro ele foi
despido, e então foi ofendido
Por homens descarados, bem...
Ele ainda está de pé.
E ele ainda entrega seu amor,
ele simplesmente o entrega
O amor que ele recebe é o amor
que está salvo
E às vezes é visto um ponto
estranho no céu
Um ser humano que é capaz de
voar
Voando! Woah...
Inteiro! Voando! Woah...
Voando
Woah...
Oh Woah...
