Notas da Historia:
Obs. Os personagens pertencem à tia Steph, mas se fossem meus, há as possibilidades...
Obs. 100% Beward
Obs.Pov. Bella
Obs. Historia para maiores de 18 anos
Obs. Essa fic conterá Demônios, Anjos, gente chata e o que mais eu achar adequado a historia.
Primeiro Capítulo
O começo de alguma coisa, se é boa ou ruim, eu não sei dizer.
- Boa noite, Bells.
- Noite, Seth. - cumprimentei o jovem Policial que era todo sorrisos pra mim.
Se eu não tivesse abdicado 100% do amor, até daria uma chance para ele. Pois o rapaz era bonito, todo sorriso e de boa aparência.
Mas era aí que começava e terminava o meu interesse.
Desde que nasci, homens e eu não dávamos certo.
Sério, começou com o meu padrasto e daí em diante só foi ladeira abaixo. Se tinha um homem ruim por perto, ele ia me encontrar e eu iria gostar dele.
O único homem bom da minha vida havia sido meu pai, ele era um anjo, mas assim que ele se foi, nada mais deu certo.
Com um suspiro, fui servir café para Seth, enquanto anotava o seu pedido, eu o vi...
Revirei os olhos, se havia um homem que me irritava era aquele cara.
O que ele tinha de bonito tinha de irritante e demoníaco.
- Doçura aqui, café e quente. Você me serviu frio da última vez.
Rolei os olhos enquanto continuava atendendo Seth. Que Angela ou Lauren atendessem aquele cara.
- Então, está novamente no turno da noite?
- Sim, vou…
- Docinho, café, café, eu estou com sede. - o ignorei mais uma vez.
- Turnos da noite são horríveis, não é?
- Uh, sim… Bella se tem que ir…
- Bobagem, as outras meninas atendem.
- Certo. Então quando vai me deixar pagar o seu jantar? - ri cobrindo o meu rosto com o cardápio enquanto ele piscava.
- Doçura café, estou morrendo aqui!
Que inferno!
- Com licença, Seth.
Agarrei a minha garrafa e fui até ele, ele sorriu abertamente.
- Ah doçura, você por aqui. - grunhi uma boa noite e ele sorriu abertamente enquanto arqueava uma sobrancelha.
- Boa noite. senhor.
- Por que tanta formalidade? Chame-me de paixão que já tá bom.
- Senhor, vou servir o seu café e deixar o cardápio. Em breve uma das meninas virá atendê-lo, sim?
- Por quê?
- Uh?
- Porque uma das meninas e não você?
- Ah…
- Você está ocupada?
- Uh não…
- Então você me atende, doçura.
- Ai Deus... - resmunguei baixinho.
Ele estremeceu e estreitei os olhos, isso fez com que ele sorrisse largamente.
- Aqui. - lhe entreguei o cardápio. - Já volto.
- Não demore, docinho.
Oh homem inconveniente.
Fui até Seth sorrindo, ele fez mais algumas piadas, mais alguns flertes, enquanto eu anotava o seu pedido. Passei para o cozinheiro e fui ver o Sr. Diabo.
- Então, o que vai querer?
- Olha docinho, eu estou me sentindo injustiçado.
- Por quê?
- Eu quero ser tratado daquele jeito. - ele apontou para o Policial. E olhei para Seth.
- Como?
- Cadê os meus sorrisos e flertes? Eu quero!
- Pois não vai ter, diga logo o que o senhor quer.
- Você é durona, eu gosto.
- Que seja, o que quer?
- Mas essa atitude… tsci, tsci, tsci, precisa mudar, doçura. Assim nunca vai arrumar um namorado.
- Por quê? Você quer ser o meu namorado?
- Inferno, não. Eu só estou dando conselhos para o futuro. Uma boa moça como você, merece se casar, ter aquelas pequenas coisas que se parecem com você, sabe, aquelas coisinhas…
- Filhos?
- Essas mesmas. Case-se, tenha filhos e fique velhinha e tal.
- O senhor é estranho.
- Nem faz idéia, doçura. Agora sobre o meu café e meu flerte, eu quero com bastante açúcar. - ele piscou e rolei os olhos.
- Você é um idiota. Aqui está o seu café? O que mais vai querer? - o servi de mais café e esperei pelo seu pedido com o meu melhor sorriso.
Ele somente riu e pediu o de sempre. Torta.
Cada dia ele comia de um sabor diferente, começando pela de chocolate, morango, abobora até experimentar todas e voltar para a de chocolate.
Rolei os olhos para o seu pedido e fui pegar.
Logo ele estava atazanando outra das garçonetes e só rolei os olhos. Era assim quase toda noite, também.
O que ele tinha de bonito, tinha de irritante.
Voltei a atender os meus clientes regulares, brincando com um, ouvindo os problemas de outro e até alguns conselhos, inúteis, mas ainda assim, conselhos.
Quando deu 3h da manhã, já estávamos vazio desde mais de meia hora, então a chefia deu o expediente por encerrado.
- Ah graças a Deus, os meus pés estão me matando - resmungou Lauren sentada em uma das cadeiras, enquanto tirava um dos saltos massageando o pé.
- Para de usar salto.
- Me recuso. - Ângela rolava os olhos e ri das duas.
Era a mesma conversa todos os dias.
- Ah Bella, quer ir com a gente amanhã fazer compras?
- Uh… acho que não vai dar. - murmurei fingindo olhar algo na minha bolsa.
Pelo canto de olho, vi as duas se entreolharem, mas já estava acostumada, pois eu sempre achava uma desculpa pra fugir de qualquer interação com elas. Na verdade, com qualquer um.
Honestamente, eu não confiava nas pessoas, além do que, eu preferia ficar só. Não havia melhor companhia do que a minha.
Bufei para mim mesma.
Isso não passava de um monte de baboseiras. Eu tinha era medo mesmo. De confiar. De deixar alguém entrar e me machucar mais uma vez.
Forcei um sorriso.
- Desculpe meninas, fica para a próxima.
- Claro, sem problemas.
- Quem sabe na próxima...
Elas sorriam e sorri de volta. Mas nós três sabíamos que não haveria uma próxima...
Já fazia uns 6 meses que eu trabalhava ali e todas as vezes que elas me convidavam, eu sempre arranjava alguma desculpa. Não que elas fossem más ou algo assim, eram ótimas. Mas pra que fazer amizades quando eu ia acabar indo embora mesmo, em poucos meses?
Depois que o chefe nos dispensou, vi o namorado de Ângela a esperando dentro do carro, enquanto Lauren ia com o ficante da semana que a esperava em sua moto. Pelo menos era uma moto dessa vez. O último veio pegá-la em uma bicicleta. Sim, ainda dávamos boas risadas do ocorrido.
Enrolei melhor o meu cachecol para me proteger do frio e passei a andar, a minha casa não era longe, mas ainda teria que pegar um ônibus. Já o ponto era a alguns minutos da lanchonete, apenas. Era uma caminhada rápida, só não gostava que a rua fosse escura e silenciosa. Sempre que saia tarde não se via viva alma na rua por quase todo o caminho, o que tornava a caminhada mais e mais longa.
Cheguei ao ponto e felizmente o ônibus chegou comigo.
A viagem para casa foi rápida, desci do ônibus e andei os poucos metros até a pizzaria La Bella, sim, uma coincidência infeliz. O dono adorou quando me deixou alugar o pequeno quarto em cima dela.
Disse que era o destino. Eu não me ligava muito nessas coisas de destino, mas me interessei pelos 20% de desconto que ele me deu no aluguel, tudo devido a estranha coincidência.
A pizzaria já estava fechada quando cheguei, tirei a minha chave para a porta lateral, que dava para a grande escada que levava ao segundo andar.
Ao entrar, tranquei a porta no cadeado de cima e de baixo, empurrei o trinco. Coloquei a chave sobre o balcão que dividia o cômodo em dois, separando o quarto da cozinha.
Sim, o apartamento era terrivelmente pequeno a esse ponto.
Arrastei-me para o meu colchão, sem cama, só um colchão mesmo, já me jogando no mesmo.
Observei a minha mala aberta no canto com poucas roupas e o cesto do outro lado quase transbordando. Teria que ir a lavanderia amanhã.
Virei-me para o outro lado, encarando a pilha de livros e sorri. Era a minha única regalia.
Eu já devia ter comprado uma cômoda ou uma cama, quem sabe um fogão, mas qual era o propósito? Eu acabaria mudando em breve mesmo. Então preferia gastar o meu suado dinheiro em livros. Eram muito mais fáceis de levar quando tivesse que partir as pressas.
Agarrei o primeiro da pilha e sorri. A caminho da sepultura, vampiros sempre foram os meus favoritos.
Folheei as páginas até achar a uma parte que gostava e passei a ler até cair no sono.
[...]
- Preste atenção doçura, isso é muito importante.
- Sim, senhor. - ele riu.
- Senhor, você me mata quando me chama assim amor.
- Senhor, faça logo o seu pedido?
- Doçura, seja paciente. Ser tão irritadinha é uma péssima qualidade numa moça tão bonita.
- Claro, claro. Então o que o senhor quer?
- É sério, vamos parar com esse papo de senhor, chega até a me dá calafrios. - ele estremeceu para deixar claro o seu ponto.
- Senhor… - comecei e ele negou com o dedo.
- Não vem, não. Edward.
- Edward?
- O quê?
Esse nome era muito… nada a ver com ele.
- Não gosta?
- Não, quer dizer, tanto faz senhor.
- Ah, lá vem o senhor de novo. Que seja, me traga o de sempre, você está muito chata hoje.
- Como quiser, senhor.
Com certeza ele que estava de mau humor.
Depois de fazer o seu pedido, aproveitei que ele estava de mau humor e pedi para uma das meninas levar o seu prato, assim pude me concentrar nos meus clientes regulares. Meu humor até melhorou com o passar das horas.
- Ai meu pobre coração. - Lauren parou ao meu lado se abanando.
- Tá passando mal?
- Sim, estou a ponto de entrar em combustão e queria que aquele pedaço de mau caminho apagasse o meu fogo. - gemeu me fazendo rir.
- Eu não acho que ele seja bombeiro. - murmurou Ângela se aproximando enquanto se apoiava no balcão.
- Isso são detalhes.
- Mas tem razão, aquele é um pedaço de mal caminho.
- De quem vocês estão falando, afinal? - perguntei olhando em volta.
Lauren apontou para a mesa do Sr. Diabo.
- Lá com o seu namorado.
- Ai credo! - as duas riram sabendo como eu odiava aquele cara.
Ok não ódio, mas ele realmente me irritava.
- Que seja! Mas o cara que está com ele… oh meu Deus… - ela se abanou de novo fazendo eu e Ângela rirmos.
- Já jogou o seu charme?
- Oh inferno, sim. Mas acho que ele é gay.
- Os bons sempre são. - concordou Ângela e bufei.
Claro que essa era a única explicação para Lauren, nunca que o cara não estava afim dela. Ele tinha que ser gay ou casado, essa era sempre as únicas opções viáveis.
- E quanto a Edward? - assim que o seu nome saiu dos meus lábios, ouvi uma raspagem de cadeira e vi que ele olhava em nossa direção.
Pisquei um pouco surpresa com seu olhar. Parecia tão… intenso. Seus olhos verdes estavam tão intensos que eram visíveis de longe. Ele arqueou uma sobrancelha como se soubesse que tinha falado dele, como se isso fosse possível.
Pigarreei olhando para longe, aquele cara realmente me incomodava.
- Quem é esse?
- O amigo do "bombeiro gay". - ela bufou.
- Aquele cara não é humano, só isso a dizer. - ela agarrou a sua jarra de café e saiu rebolando.
Olhei para Ângela que riu.
- Ele freqüenta aqui tem quase um ano e acredite, ela fez muitas jogadas nele, mas nenhuma colou.
- Oh, verdade? - sorri sem saber por que. Pelo menos ele tinha bom gosto.
- Sim. Acredite, ela tentou muito mesmo.
- E não usou a desculpa do gay?
- Sim, mas ele a frustrou, aparecer com uma mulher.
- Oh! - meu sorriso morreu.
- E ela tentou usar a desculpa dele ser fiel, mas no dia seguinte, ele já tinha outra mulher.
Agora eu tinha uma carranca.
Porco!
Todos os homens eram iguais.
Sem perceber as minhas mudanças de humor, Ângela continuou falando e apesar de ele não me interessar nenhum pouco, eu voltei a prestar a atenção, estranhamente curiosa sobre aquele homem estranho.
- Mas o mais esquisito é que era como se ele soubesse o que Lauren tinha dito dele e quisesse provar que ela estava errada. Estranho, né?
- Uh, sim muito estranho.
Murmurei voltando a olhar pra ele e o vi rindo para o seu amigo grandão, uma grande e gostosa risada alta e feliz.
Ele realmente era um homem estranho.
Irritantemente bonito.
Alguém com aquela personalidade perturbada não devia ser tão bonito. Era um desperdício.
Alguém chamou Ângela e voltei ao trabalho também, tudo que envolvia aquele homem não me interessava.
Trabalhamos pelo resto da noite sem interrupções, então foi tranqüilo. Seth veio de novo, brincamos e flertamos como de costume, ele quase, quase me fez repensar sobre a minha idéia de não namorar, aquele sorriso dele era tentador demais.
Quando fomos dispensadas, me despedi das meninas e passei a ir para o ponto, coloquei os meus fones e deixei uma música qualquer me acompanhar, não estava realmente prestando atenção, apertei o meu casaco, me abraçando enquanto cantarolava com a música…
- Olá. - arfei parando abruptadamente quando um dos meus fones foi arrancado.
- Seth? Uh, oficial. - ele riu.
- Te assustei.
- Ah um pouco. O que faz aqui? - olhei em volta e não havia viva alma na rua.
- Meu turno acabou mais cedo e resolvi ir pegar uma fatia de torta e ao ver a lanchonete fechada, o seu chefe disse que vocês acabaram de sair e quis tentar a sorte. - ele sorriu abertamente, me fazendo rir.
- Oh, ok. Mas eu já vou para casa.
- Posso te acompanhar até o ponto?
Por algum motivo hesitei, esse era Seth o Policial que brincava comigo e flertava quase todas as noites, ainda assim…
Balancei a cabeça negando. Eu, com certeza, estava imaginando coisas.
- Claro. Até o ponto parece bom.
Ele sorriu indicando o caminho e voltamos a andar.
Andamos em silêncio por alguns minutos, sempre que eu o olhava, ele sorria ato que me fazia rir e esconder o rosto em meu cachecol.
Comecei a avistar o ponto e vi meu ônibus chegando, me virei para Seth para avisar que tinha que correr, mas ele agarrou o meu braço antes que eu tivesse a chance.
- Uh Seth…
- Espere o próximo. - ele sorriu e tentei me soltar dele.
- Amanhã nos falamos Seth, eu preciso ir.
- Vamos ficar conversando mais um pouco, sim?
- A...amanhã Seth, o oni… - tentei mais uma vez me soltar e ele me puxou mais forte para ele.
- Você sempre bancando a difícil, hein? - ele riu e dessa vez foi de um jeito estranho… muito estranho, na verdade.
- Seth?
- Toda inocente e pura, me provocando. Sempre provocando.
- Eu… Eu sinto Seth se te dei a idéia errada… - ele riu mais asperamente, seu sorriso antes bonito ficando meio assustador agora.
- Ah, eu tenho certeza que não entendi errado, vadia. Te entendi muito bem. Todos aqueles sorrisinhos eram só um pedido pra isso.
- Olha Seth você entendeu errado. Era só brincadeira, eu não… nunca… - tentei me soltar e seu aperto ficou mais doloroso.
- Eu já disse que entendi. Vamos parar com os joguinhos, ok?
Ele me puxou contra um beco me empurrando contra a parede, gemi ao bater as costas na parede.
- Por favor…
- Você vai implorar querida? Assim não vai ter graça.
- Você é um Policial não faça isso. - ele riu alto enquanto passava a mão por meu rosto só para agarrá-lo enquanto o apertava, chorei com a dor, o que pareceu diverti-lo, o fazendo apertar mais.
- Não faz idéia do que eu sou, Bella.
Arfei quando o olhei melhor, mesmo estando no escuro eu podia vê-lo.
Estava acontecendo de novo.
Ele me encontrou.
- Hora de ser uma boa vadia. - ele riu e fechei os olhos sabendo que era o meu fim dessa vez.
Mas o golpe nunca veio... só o grito assustador que não era o meu, mas o dele... Abri os olhos só para encarar o vazio. Agachei-me, pois as minhas pernas tremiam tanto que parecia que iam quebrar.
Afundei o rosto em meu joelho soluçando baixo, esperando o meu corpo parar de tremer.
Sabia que tinha que ir. Ele podia voltar ou o que o fizera gritar, podia vir, mas eu não conseguia me mover.
Não podia…
- Vai ficar aí a noite toda, doçura?
Ergui a cabeça de repente ao ouvir aquela voz. Encarando-me enquanto fumava um cigarro e sorrindo ainda por cima, estava ele.
Edward?
N/A: Oláaaaaaaaaaaaa povooo pervoooo
Quem quer viver no pecadooo?
O que acharam da fic nova?
E o que acham desse Edward?
Devilward?
divoo
doido
Perfeito
todas as opções acima?
quem quer mais?
comenta muitão que semana que vem tem mais \o/
agora sobre duvidas sobre a fic vou respondendo aos poucos
sobre cap, uma vez por semana, na sexta, mas dependendo do meu humor posso postar antes nunca se sabe ;)
agora me vou
fuiiiii
querem agarrar ele?
