Esse cápitulo é um bonus, depois da cunfusão do telefonema, eu resolvi apimentar mais as coisas antes de proseguir com o roteiro da história.
Preciso de beta para qualquer uma das minhas histórias, quem quiser se candidatar... (Já to revoltada com o sublinhado que deu uma de encalhar aqui ¬¬')
Itálico é pensamento ou palavras que tenham um certo destaque. Por enquanto, só isso que vou usar.
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Biologia do amor
Por Dani Weasley Malfoy
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Cap. 2 – Lei de Murphy
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Nada é tão ruim que não possa piorá. Se algo pode dar errado, dará. (Lei de Murphy)
"Sinceramente eu não acredito na proporção do amor que Kami tem por mim. Falando sério, venho parar no local que eu achava que era o 'sonho profissional da minha vida' e descubro que é um poço de problemas, até ai tudo bem quando se esta fazendo o que gosta. Mas hoje, poutz! Se em três horas eu ainda tiver o 'sonho profissional da minha vida' eu já vou agradecer a Kami imensamente. Por quê? Bem, quantas pessoas já desligaram o telefone na cara do chefe e basicamente o mandou pastar continuam no emprego para ver o próprio contracheque? Anh... Deixa-me contar... que eu conheça.. unh... acho que... Anh... Ah! Já sei! NENHUMA! É, acho melhor arrumar minha caixa de papelão. E tenho que dizer que apesar de tudo não queria perder meu emprego e abandonar a ilha... Mas, como eu ia saber que o infeliz estava do outro lado da linha? E o Mi-kun também nem para avisar que o chefinho pretendia vir a ilha antes do tempo..."
#FLASH BACK#
Depois do incidente Miroku foi correndo ao escritório ligar para Taishou e tentar salvar as coisa, ao atender o telefone Taishou fora direto.
- Hinomoto venha me buscar no aeroporto o mais rápido possível.
- Sim senhor.
- Quando chegar quero conversar com a senhorita que atendeu o telefone antes. Entendeu Hinomoto?
- Sim senhor.
- Estou chegando, venha rápido.
Após isso Miroku desligou. Rin ouvira tudo, estava com a extensão da linha, colocou o telefone no gancho quase que em choque, imaginou que ali fosse o fim da linha para ela.
# FIM FLASH BACK#
Rin sentou na areia seca da praia próxima a areia que as ondas lambiam em movimentos repetitivos. Ela dobrou a perna e abraçou-as apoiando o queixo nos joelhos.
Ficou por um tempo que não saberia ao certo dizer quanto observando as ondas que iam e vinham.
Quando cansou daquela posição, deitou-se na areia e ficou encarando as nuvens em movimento no céu.
"Quer saber? Eu não deveria estar assim, não me arrependo do que falei! Não mesmo! Aquele Mauricinho mimado bem que merecia ouvir o que ouviu. Se tivesse que falar na frente dele falaria de novo. Se fosse demitida pouco me importo, da ilha Kagome cuidaria, estava apta ao papel, e depois de trabalhar em um projeto daqueles seria muito fácil conseguir um emprego, isso se o chefinho não encaminhar pessoalmente a carta de recomendação para qualquer outro lugar que eu queira trabalhar."
A morena fez uma careta após imaginar os elogios que Taishou faria a ela, de fato não seriam poucos.
Rin não sabia exatamente em que ponto o movimentar das nuvens e o barulho das ondas no mar ficaram tão convidativos a fechar os olhos. Por que não fecharia? Suas pestanas estavam tão pesadas...
Fechou os olhos, não sabia por quanto tempo ficou naquela calmaria, até sentir algo cutucar suas costelas.
Abriu os olhos assustada.
- Ei menino! Você trabalha no Instituto de preservação aquática?
- O que você disse?
Ela levantou em um salto.
- Perguntei se você trabalha no Instituto de preservação aquática – revirou os olhos – esta com a blusa de lá.
- Antes disso!
- Antes o que? – arqueou uma sobracelha.
- Você me chamou de MENINO!!
O rapaz não entendera nada, chegou a conclusão que as pessoas daquela ilha eram bem loucas.
- Eu tenho cara de moleque por acaso? – Rin tirou o boné que usava – ou você é tão baka que não reconhece uma mulher?
Ele rosnou e olhou para a mulher, até então menino a sua frente, ela usava um short caqui largo e uma blusa azul de manga e larga do projeto e tênis preto.
- Deve ter sido a sua ausência de curvas que me confundiu.
Rin arregalou os olhos não acreditando no que ouviu que turista mais cara de pau, como ousava a falar assim com ela? Ela fez a primeira coisa que venho em sua mente, pisou no pé do estranho com toda a força que podia. As feições dele se retesaram um pouco.
- Seu baka! – Rin chegou bem próxima do estranho e percebeu que ele era pelo menos uns vinte centímetros mais alto que ela – Tomara que morra perdido, não vou ajudá-lo de forma alguma.
Deu língua para ele e saiu andando. Ele apenas estreitou os olhos e a viu se distanciando dele, era mais uma pessoa que ele teria para conversar quando chegasse ao instituto.
Rin decidiu ir para o pequeno vilarejo que tinha na ilha, se aquele louco resolvesse segui-la, não iria diretamente ao instituto, não daria esse gostinho a ele. Tinha idéia de dar umas voltas no vilarejo até ter a certeza que ele não a estava seguindo e só depois iria para o instituto.
Ela estava muito irritada, andava pisando duro e com uma expressão de raiva no rosto. Todos que a conheciam no vilarejo passavam assustado por ela, ninguém tinha nem coragem de falar. Sabiam que quando ela estava assim melhor nem falar nada, sair de perto.
"Que dia maravilhoso!" pensava ela nas coisas que lhe aconteceram, tudo em menos de seis horas. John passando mal e com certeza terá aquele cheiro maravilhoso de carniça podre por pelo menos uma semana no instituto, descobre que seu chefinho iria visitar o projeto antes do tempo, e ela sem saber de nada manda o cara ir pastar, logo depois vem àquele turista confundindo-a com um menino.
"Desgraça pouca é bobagem" suspirou exausta pensando nas coisas que lhe acontecera naquele dia. "De brinde até o final do dia estarei desempregada com uma sensacional carta de recomendação em mãos. Nem o inferno vai me empregar"
Depois de andar o que considerou ideal para despistar o turista se ele a estivesse seguindo rumou para o instituto. Miroku, Sango e Kagome estavam a porta do cercado do John com cara de preocupados. Rin correu até eles imaginando que algo ruim acontecera ao John.
- O que houve com John? – perguntou a se aproximar deles.
- Com John? – Kagome perguntou confusa – Nada.
- Então por que essas caras? – Miroku, você não tinha que buscar o chefinho no aeroporto da costa e trazê-lo para a ilha? – ela perguntou desconfiada.
- Nem fale isso a ele Rin-chan – Sango disse decepcionada.
- O que houve, ele decidiu não vir?
- Não é isso Rin, Miroku foi buscá-lo no continente, mas não o achou por lá e o celular dele não esta recebendo ligações. – Sango mexeu no cabelo, estava nervosa.
- Ele deve ter voltado então.
- Não Rin, pelo que eu perguntei no aeroporto o senhor Taishou desembarcou do seu jatinho particular e após esperar um tempo pediu informações de como chegar a ilha.
- O que só pode indicar que ele veio para cá. – Kagome apontou para a ilha.
- E eu perguntei no porto sobre um homem com as características dele, é meio difícil de não notá-lo sabe. Disseram que ele embarcou na barca que vinha para cá.
Rin imaginou um cara bem gordo, só podia, para chamar tanta atenção. A verdade é que ela nunca tinha visto Taishou. Só Miroku o conhecia ali.
- Deduzimos que ele está por ai andando... – Sango levantou dois dedos – no vilarejo ou na praia.
- Relaxa logo ele encontra.
- Assim esperamos.
Rin olhou para a cara de preocupação dos três, ela pouco se importava, queria mais que ele vagasse por ai e morresse perdido, que nem aquele turista que encentrará mais cedo. De repente Rin arregalou os olhos.
- Miroku? – perguntou receosa.
- Unh? – ele respondera vago.
- Como exatamente é o senhor Taishou?
- Ele é alto.
- Tipo uns vinte centímetros mais alto que eu?
- Por ai...
- Que mais? – Rin perguntou desesperada.
- Bem... – Miroku pareceu pensar – Ele tem olhos dourados, cabelo prata longo...
- Uma lua na testa e dois riscos em cada bochecha? – perguntou em um fio de voz.
- É isso mesmo Rin! – ele respondera contente, até que sua feição mudou estranhando a exatidão de Rin – Como você sabe Rin?
Miroku a olhava inquisidor, Kagome e Sango também a encaravam esperando uma resposta. Ela engoliu a seco.
- É que... Bem... eu... ai... então! É... foi! – ela sorriu sem graça.
- Rin o que aconteceu? – Miroku tinha um olhar mortífero e um tom ameaçador – e fale direito!
Sango e Kagome assentiram preocupadas com o que Rin poderia ter aprontado dessa vez.
- Eu estava na praia dormindo, sabe, pensando na vida e tudo o mais, o barulho das ondas, a calmaria do local sabe? Fizeram-me dormi, estava realmente sono...
- Rin! Pare de enrolar e diga logo o que você fez! – Miroku perguntou em tom de desespero.
- Eu? Nada... – ela deu um passo atrás.
- Rin... – Mirou falou em tom de aviso, dando um passo a frente.
- Eu estava dormindo na areia ele chegou cutucando as minhas costelas e me chamando de menino, eu dei um fora nele e falei que por mim ele morria sem achar o instituto. – ela falou de uma vez só fechando os olhos e pondo as mãos na frente do rosto como se quisesse se defender de um ataque – Pornto, falei! Fim!
- Rin! – Kagome e Sango gritaram em uníssono.
Ela abriu os olhos para ver três pessoas com olhos do tamanho de pires a sua frente.
- Você o que...?
- Isso que você ouviu Mi-ku, ah! Ainda pisei no pé dele! – disse com orgulho.
- QUE? – Miroku gritou desesperado, Rin encolheu-se novamente.
- Mas ele que começou me chamou de menino.
- E você pisa no pé dele só por isso? – Kagome perguntou enquanto Sango tentava fazer Miroku se acalmar que a essa altura já estava vermelho e soltando fumaça pela orelha.
- Posso dizer em minha defesa que pela segunda vez no dia não sabia que era o chefinho? – Rin levantou o dedo como se fosse uma criança com medo de pedir para ir ao banheiro no meio da explicação da professora.
- Mesmo assim Rin! Você tem que controlar esse seu gênio, você não poderia tratar assim ninguém.
- Mas que culpa eu tenho se meu gênio se descontrolou duas vezes hoje, e essas duas vezes foi com ele?
- Se ele chegar aqui, ele vai te matar Rin. Soube que Taishou tem pouca paciência – Miroku falou olhando para Rin, agora com certa pena.
Ela engoliu a seco. Mas, depois pensando melhor falou convicta.
- Quer saber? Se ele não morrer tentando chegar aqui, o que seria muito bom na verdade, não to nem ai para ele. – Miroku, Kagome e Sango que estavam a sua frente arregalaram os olhos, Rin sorriu com reação que causará neles – Para mim ele é um Mauricinho metido a empresário. Papai deixou tudo para ele, e ele quer brincar de ser importante, mas quando cansa deixa na mão de um bando de assessores e sai de férias com qualquer vagabunda da vez – Miroku, Sango e Kagome estavam vermelhos e com os olhos cada vez mais arregalados – Mas, para ele não achar que é um idiota e ficar com a consciência pesada manda uma quantia para cá da qual nem da para pagar os custos do projeto direito. Mas se duvidar nem é ele que separa esse dinheiro, por que o baka esta ocupado demais olhando para o próprio umbigo. Espero que morra procurando o instituto.
Kagome, Sango e Miroku estavam com os olhos arregalados, bocas escancaradas, quase roxos e estáticos. Rin sorriu em triunfo.
- Ora, ora... Veja só se não é o moleque da praia.
Rin congelou os olhares dos três a sua frente juntos não chegavam ao dela. Ela abriu a boca para falar mas decidiu fechá-la, percebeu que naquele dia já falara demais. Queria que um buraco se abrisse no chão e ela caísse. Reconhecia bem aquela voz, era do 'turista' da praia e agora ela percebera, no homem ao telefone. Por coincidência essa voz pertencia ao seu chefinho que falava com ela agora, mas ela não tinha nem coragem de virar para encará-lo após tudo que disse naquele dia.
Com certeza ele teria muito mais coisas a acrescentar em sua carta de recomendação.
Era certo que ela estava demitida. Fato!
Estava ferrada. Muito ferrada. Fato!
xXx
Eu nem esperava receber tantas reviews dessa historia em um dia só xD emocionada
Respondendo as reviews:
Uchiha Haru: Eu também gostei bastante, no começo achei uma personalidade muito agressiva, mas depois fiquei apaixonada e decidi investir, e deu certo mesmo. Nossa, leitora fiel? Quanta emoção, espero que a fic continue merecendo tantos elogios.
Kagome Juju Assis: É de fato a Rin é doidinha, e ela esta apenas começando com as loucuras dela. Ainda não tenho um roteiro em mente do final da fic (em geral as coisas vão surgindo e eu vou escrevendo) mas espero manter esse estilo até o fim.
Pamela cesar: É, ela não sabia, e agora também não. Mas digamos que o jeito impulssivo dela rendeu uma grande encrenca para ela (só não sei ao certo ainda qual xD).
Luh: Espero que a leitora nova vire leitora assidua. Espero que a minha fic possa proporcionar isso.
anna kurara: Verdade, do jeito que o Sesshy é, deve estar soltando fogo pelas ventas, mas só não sei ainda o que ele fará. Mas a minha imaginação insana logo pensará em algo e o capítulo virá dentro em breve.
Mickelle: Realmente ficou cômica, eu tinha uma idéia de continuação do primeiro capitulo que diria melhor a reação dela, mas no meio do caminho eu tive uma idéia nova, ressaltei ainda mais a confusão (sou má musuhsauasosauo)
Agradeço também a todos que leram e não deixaram reviews (da preguiça, eu sei) Espero que continuem lendo.
Agradecimento especias a Uchiha Haru e Alma Wheathearwell que adicionaram a fic a suas favoritas. Espero continuar merecedora de tal ato.
Quem tiver algo a dizer, fique a vontade para mandar reviews. Até o proximo cápitulo.
Acho que é só. (Tomara que não esteja esquecendo de nada)
Kissus!
