Me Encontrei em Você

Capítulo 2

Os primeiros dias de estágio na Tecelagem Mcniven tinham sido tranquilos. Julie tinha se mostrado bastante receptiva, assim como os demais colegas de trabalho de Jared. Em meio a tantos judeus, se sentia deslocado e às vezes até observado de maneira avaliadora, mas optou por relevar tudo isso e focar apenas nas suas atribuições, afinal, havia transformado toda a sua rotina para se adequar àquele emprego.

Aquele seria o seu primeiro dia de aula na Universidade de Nova York e Jared podia sentir suas mãos suadas, devido à ansiedade. Assim que saiu da tecelagem, passou no apartamento que dividia com Zach apenas para tomar um banho rápido e comer alguma coisa, para então se aventurar a utilizar a "singela" malha metroviária da cidade que nunca dorme. Acabou se atrapalhando e, por engano, pegando o trem que parava em todas as estações e não o expresso, como Zac havia lhe ensinado, e isso foi o suficiente para atrasá-lo.

Ao se aproximar da faculdade, de mochila nas costas, corria pela marquise do prédio tentando dar conta de suas pastas, casacos e todo o seu suor. Apesar do inverno rigoroso de NY, Jared nesse momento transpirava toda a sua ansiedade e nervosismo. Encontrou sua sala rapidamente, mas, para sua infelicidade, o professor já havia iniciado a aula.

Jared geralmente tinha muita facilidade em fazer amigos, sabia que não teria dificuldade em enturmar com os colegas, mesmo estando no último ano. Ainda assim, estava um tanto nervoso, então parou e respirou fundo antes de bater na porta e interromper a aula...

- x -

Jensen costumava ser muito reservado, afinal, ser Judeu significava se vestir como um, agir como um, e esse agir, implicava em hábitos no mínimo peculiares, destoando da maioria de seus colegas. Às vezes, quando sentia necessidade de extravasar um pouco, saía para beber com a turma, mas era o máximo de intimidade que se permitia ter com seus colegas de classe. Ainda assim, nessas raras ocasiões, acabava se sentindo deslocado entre eles, e como as bebedeiras na maioria das vezes eram marcadas as sextas-feiras à noite, Jensen geralmente acabava ficando de fora.

No fundo, sentia que seus colegas evitavam convidá-lo para os eventos, pelo simples fato de saberem que era Judeu. Isso, de certa forma, tornava as coisas mais fáceis e Jensen se sentia confortável com esta situação. Era um pouco solitário, mas pelo menos não precisava ficar arranjando desculpas ou se explicando cada vez que era convidado para sair, como acontecera nos primeiros semestres da faculdade.

No início era estranho, mas agora, no último ano, já não se importava mais em ser considerado "diferente". Gostava de se sentar na última fileira, alheio ao restante da turma, onde ninguém o perturbava. Até o dia em que um novo aluno apareceu, e Jensen jamais imaginaria o quanto ele iria mudar a sua vida...

Jensen fazia anotações em seu caderno, sentado como sempre na última fileira, de cabeça baixa, e ouvia o professor Morgan apresentando o novato para a turma. Não tinha nenhum interesse em conhecê-lo, então não se deu nem ao trabalho de levantar os olhos do papel. Continuou escrevendo, e tudo o que pode ouvir é que o rapaz era do Texas.

- Hey! – Alguém chamou sua atenção e Jensen finalmente desviou os olhos do caderno para observá-lo. – Será que eu posso me sentar aqui? – Apontou para a cadeira ao lado do loiro.

O garoto parado ao seu lado era moreno, alto - muito alto por sinal -, usava uma camisa xadrez e uma touca preta, mas o que chamou a atenção do loiro foi o seu sorriso... Parecia ser capaz de iluminar o mundo – Jensen observou.

- Estou te atrapalhando? – O sorriso se tornou um pouco mais tímido, mas ainda estava lá.

- Hã? Ah, claro, a cadeira está livre – Jensen sentiu seu rosto corar e ficou ligeiramente sem graça. Por que será que, com tantas cadeiras vagas na sala, o moreno fora se sentar logo ali? Jensen de repente ficou desconsertado, queria o seu sossego de volta.

- Obrigado – Sorriu novamente, se ajeitando na cadeira. – A propósito, eu sou Jared. Jared Padalecki. – O moreno estendeu a mão que, mesmo com algum receio, Jensen apertou, demorando um pouco além do necessário. – E você é...?

- O quê? – O loiro não conseguia coordenar seus pensamentos.

- Qual é o seu nome? – Jared riu, divertido.

- É Jensen. Eu... eu sou o Jensen. Jensen Ackles. – O loiro se amaldiçoou por estar agindo daquela maneira. Era patético.

Voltou sua atenção para o que o professor dizia, tentando ignorar o moreno que parecia não conseguir parar quieto na cadeira. Evitou até mesmo olhar para o lado, para não dar margem a um novo e extenso diálogo com Jared.

Talvez Jensen até tenha se saído bem no primeiro dia, mas para a sua infelicidade – ou felicidade – todas as noites Jared entrava na sala e se sentava no mesmo lugar, ao seu lado. E mesmo depois de deixá-lo no vácuo e ignorá-lo várias vezes, o moreno não parecia disposto a desistir. Havia pelo menos mais vinte alunos na sala, pessoas interessantes, até algumas garotas loucas para ter um pouco daquela atenção que Jared dispensava a Jensen, e o loiro não podia entender por que o moreno tinha cismado justamente com ele.

Percebeu que dentro de poucos dias, Jared se tornara popular na sala. Ele era muito simpático, cheio de energia, sorridente e falante. Falante até demais, Jensen havia constatado. Mas mesmo tendo a atenção de todos e fazendo amigos com facilidade, Jared estava sempre ali, ao seu lado, lhe dando atenção e fazendo milhões de perguntas, como se a sua vida fosse algo realmente interessante.

Jared não era como os outros. Não deixava Jensen de lado por ser judeu, ou por ser reservado, ou por qualquer outro motivo. Como o loiro falava pouco sobre si mesmo, somente depois de duas semanas, em meio a uma conversa qualquer, ambos descobriram que trabalhavam na mesma empresa.

Jared não saberia dizer por que aquilo o tinha incomodado de alguma maneira, mas descobriu também que Julie, sua chefe na empresa, era a namorada de Jensen.

- O mundo é mesmo pequeno, não é? – Jared deu um meio sorriso, ainda processando aquela informação. – Vocês namoram há quanto tempo?

- Mais de três anos. Logo ficaremos noivos – Jensen sorriu timidamente.

- Uau! – Jared não sabia o que dizer, tinha sido pego de surpresa. Não que tivesse algo de errado, mas Jensen só tinha 25 anos, por que já estava pensando em se casar? O moreno então se amaldiçoou até mesmo por pensar aquilo, afinal, qual o problema de se casar com 25 anos?

- E você? Deixou alguma namorada lá no Texas? – Jensen brincou, querendo desfazer o clima estranho que havia se instaurado.

- Não. Meus relacionamentos nunca duraram muito. Eu só... Você sabe, ficava com uma garota aqui, outra ali...

- Oh, eu conheço o tipo – O loiro deu risadas. – Nós, judeus, costumamos namorar sério, sabe? – Coçou a cabeça, incomodado com o rumo da conversa.

- Eu imaginei. Bom, o pessoal está querendo ir para o bar depois da aula, você também vai? – Mudou de assunto, se sentindo um tanto aliviado.

- Não, eu... Eu preciso ir pra casa.

- Só uma cerveja, Jensen. Vamos? – O olhou fixamente, na esperança de conseguir convencê-lo.

- Não dá, cara. Eu preciso acordar cedo amanhã, e...

- Okay. Então eu também não vou.

- O quê? – Jensen arregalou os olhos. – Não! Claro que você vai. São seus amigos!

- Você também é meu amigo, Jensen. E se você não for, eu também não vou – Jared fez bico, sem nem mesmo perceber.

- Isso é golpe sujo, sabia?

- Por quê? Eu só não quero ir, ué! – Jared deu de ombros, emburrado.

- Está bem, eu vou! Mas só uma cerveja! – O loiro bufou, se dando por vencido.

Jensen ficou com receio de se sentir deslocado, mas logo que chegaram ao bar, Jared se sentou ao seu lado e permaneceu ali pelo resto da noite. O moreno era praticamente o centro das atenções, sempre muito bem humorado e divertido, contagiava a todos com seu jeito alegre e empolgado de ser. Depois de algumas cervejas, Jensen também conseguiu se soltar um pouco mais e, para falar a verdade, não se lembrava da última vez que havia se divertido tanto.

- Não está sendo tão ruim assim, hã? – Jared tocou o ombro de Jensen, chamando a sua atenção. Aliás, isto era algo que o loiro havia estranhado muito no início, mas que já estava começando a se acostumar: Jared tinha a mania de tocar nas pessoas o tempo todo.

- Não, você tinha razão. Eu me diverti muito! – O sorriso do loiro era genuíno.

A noite estava sendo agradável para ambos e Jared estava gostando muito de conhecer aquele outro lado de Jensen. O loiro costumava ser muito reservado e falava pouco sobre si mesmo. Jared ficava cada dia mais curioso a respeito dele, o achava um tanto misterioso, mas tinha receio de acabar sendo invasivo ao fazer muitas perguntas. O fato de o loiro ser judeu, o tornava ainda mais interessante. Apesar de não ser muito religioso, Jared sempre gostara de aprender sobre o tema, conhecer outras culturas e este tipo de coisa.

Como o bar não ficava muito longe da residência de Jensen, ambos decidiram ir embora a pé, e aproveitaram o tempo juntos para conversarem um pouco mais.

- Eu fiquei curioso... – Jensen falou, depois de alguns minutos caminhando em silêncio. - Por que você decidiu deixar sua família e tudo o mais no Texas pra vir se aventurar em Nova York?

- Pode parecer meio louco, mas sabe quando você vê uma cidade e pensa: "É lá que eu quero morar"? Eu sempre tive esse sonho e há pouco mais de um ano o meu amigo Zach se mudou pra cá, e me convidou pra dividir o apartamento com ele. Eu só não larguei tudo na época porque é o meu pai quem paga a minha faculdade. Eu não podia e nem queria pedir pra que ele bancasse mais essa despesa pra me manter aqui, sabe? Mas quando o meu professor me falou sobre esse estágio, eu senti que era a minha chance.

- É a sua cara fazer isso – Jensen brincou. – Não sei se eu teria essa coragem.

- É diferente pra você – Jared ajeitou a mochila no ombro, enquanto falava. – Você tem uma namorada, família, emprego, religião... A única coisa que me prendia no Texas eram os meus pais e o meu irmão. E eles ficarão bem sem mim.

- Eu não sei, eu... Eu sempre tenho a sensação de que existe algo mais, sabe? Algo que eu ainda não tenha encontrado – Jensen pigarreou, se arrependendo de ter falado aquilo. – Eu sei que isso é ridículo. – Sorriu, sem graça, enfiando as mãos nos bolsos.

- Você também tem esta sensação? – Jared parou de caminhar, olhando para o amigo.

- Eu me aconselhei com o Rabino, há algum tempo, e ele me disse que pode ser pelo fato da minha vida andar bastante atribulada, com a faculdade e tudo o mais, que isso pode estar afetando a minha fé. E que quando eu me encontrar de verdade, quando eu me entregar à minha religião, esse vazio não irá mais existir.

- Você acredita realmente nisso?

- Pra ser sincero, eu não sei. Mas eu acredito que seja este o caminho, entende? Me desculpe, eu não quero ser daqueles amigos chatos que ficam te empurrando essas coisas goela abaixo. Eu sei que você tem outras crenças e que isso tudo deve parecer bobagem, então...

- Não. De jeito nenhum, eu não acho que seja bobagem. Muito pelo contrário, eu até te admiro muito por isso. E também por você estar sendo meu amigo, mesmo que eu não tenha as mesmas crenças que você – Jared falou com sinceridade. Desde o primeiro dia, sentira que Jensen era uma pessoa especial e só conseguia admirá-lo cada vez mais.

- Você é um cara legal, Jared. Eu fico muito feliz em tê-lo como meu amigo.

- x -

Depois de mais três semanas, Jared já se sentia bem adaptado à empresa. Foi buscar os relatórios na impressora e, ao passar em frente à sala de Julie, que estava com a porta aberta, não pode deixar de se sentir curioso em relação àquela mulher. Ela era bonita, mas não tinha nenhuma beleza incomum, apesar de Jared saber que Jensen não era o tipo de homem superficial, que escolheria uma mulher apenas pela beleza física. De repente, ficou curioso por saber mais a respeito dela, de como ela e Jensen se conheceram, do que tinham em comum. A mulher ruiva que agora era sua chefe, era muito inteligente, focada no trabalho, talvez um pouco séria demais – característica que identificara na maioria dos judeus - mas era uma pessoa agradável.

- Agradável? – Jared se perguntou mentalmente. Desde quando classificava uma pessoa como "agradável"? Estaria sendo implicante?

Convivendo em meio a tantos judeus, Jared tinha aprendido a admirá-los. Eles pareciam viver em seu próprio mundo, sem se importar com o que os outros pudessem pensar à respeito. Eram movidos pela fé, algo que Jared nunca havia presenciado com tanta intensidade. E não era apenas fé em seu Deus, o qual chamavam de "D'us", mas também tinham muita fé nas pessoas. Pelo menos nas que faziam parte do seu grupo, de sua comunidade.

A curiosidade de Jared só aumentava a respeito daquele povo. Quando Jensen falava sobre sua religião, na maioria das vezes respondendo às inúmeras perguntas de Jared, o moreno podia perceber um brilho especial em seus olhos, e se aquilo era tão importante para o seu amigo, então era algo que merecia a sua atenção e respeito.

- Acho que as suas impressões já terminaram – Julie tirou Jared dos seus devaneios, com um sorriso divertido no rosto. Isso fez o moreno corar, pensando há quanto tempo deveria estar ali parado, divagando sobre o assunto.

- Claro – Sorriu sem graça, pegando os papéis na impressora.

- Me acompanhe até a minha sala, Jared. Faz tempo que não conversamos – Julie pediu gentilmente e Jared a seguiu, curioso para saber o que ela queria. – Sente-se, por favor – Apontou para a poltrona em frente a sua mesa.

- Obrigado – Jared se sentou e ficou esperando pelo que ela tinha a dizer, ligeiramente ansioso.

- Eu soube que você e o Jensen são colegas de classe – A ruiva sorriu, mas Jared sentia-se sendo analisado o tempo todo.

- Sim. Que coincidência, não é? – Forçou um sorriso, não querendo demonstrar seu nervosismo perante ela. Na verdade, nem ele mesmo entendia por que estava se sentindo tão intimidado.

- Eu não acredito em coincidências. Sabe, eu não sabia muito a seu respeito além do que constava em seu currículo e, claro, das boas impressões que o senhor Mark Pellegrino me passou sobre você.

- Algum problema?

- Não. Claro que não... Só fiquei curiosa quando o Jensen me falou que você deixou sua família no Texas, sem ter nenhum vínculo familiar por aqui. Não sente falta dos seus pais, Jared? – A ruiva entrelaçou os dedos das mãos e apoiou os cotovelos sobre a mesa, o encarando.

- Eu ligo pra eles quase todos os dias e, na verdade os meus pais recém se aposentaram e estão numa fase de querer curtir a vida, sabe? Estão aproveitando o tempo livre para viajar e fazer coisas que não podiam fazer antes. Eu sei que eles estão bem e estão felizes, então não tenho com o que me preocupar - Jared sorriu ao falar sobre seus pais, apesar de ter achado estranho o fato de Julie estar perguntando sobre eles. Afinal, por que diabos ela queria saber a respeito de suas raízes?

- Certo. E você é religioso?

- Eu... os meus pais são católicos, portanto, eu fui batizado na igreja católica, mas não sou exatamente... praticante – Agora Jared se sentia em um interrogatório.

- Bom, você já deve ter percebido que os judeus tem hábitos bastante peculiares. Nós já tivemos problemas com outros funcionários que não conseguiram se adaptar. Não se preocupe, eu não tenho nenhuma reclamação sobre você, muito pelo contrário, eu notei que você é bastante respeitador e que tem certa facilidade em se relacionar com as pessoas daqui – Julie falou ao ver que Jared estava incomodado com o rumo da conversa.

- Foi um pouco difícil no início, mas enfim, é apenas uma questão de adaptação ao diferente. Isso tudo é muito novo pra mim.

- Eu entendo. Da mesma maneira, o Jensen tem passado por muito estresse na faculdade. O fato de ele ser o único judeu na sua turma dificulta bastante. As pessoas geralmente não entendem os nossos costumes e acabam... – Julie fez uma pausa. - Discriminação seria uma palavra forte demais, mas você convive com o Jensen, mesmo que por pouco tempo, já deve ter percebido o que ele tem passado.

- Ele parece não se importar muito. Pelo menos é a impressão que eu tive. Ele se isola um pouco, mas eu acho que ele até gosta que o deixem quieto na maior parte do tempo.

- Eu e o Jensen pretendemos nos casar assim que ele terminar a faculdade. Ele já te falou que o grande sonho dele é algum dia se tornar Rabino?

- Não – Jared engoliu em seco, se dando conta de que talvez não conhecesse quase nada sobre o homem a quem considerava um grande amigo. Sentia-se tão próximo dele que às vezes se esquecia do fato de que viviam em mundos completamente diferentes. – Ele nunca me falou sobre isso.

- Eu só queria que você entendesse a minha preocupação. Eu tenho medo que ele acabe se desviando do seu caminho, e com isso acabe se tornando alguém infeliz.

- Eu... é... - Jared não precisava que Julie fosse mais clara. Sabia exatamente que aquilo era uma espécie de aviso. Pelo fato de não ser judeu, provavelmente ela não aprovava a sua amizade com Jensen e tinha medo que ele, Jared, acabasse desviando o loiro do seu caminho. – Eu não acho que você precise se preocupar com isso. O Jensen sabe bem o que quer.

- Isso me deixa mais tranquila – Sorriu de um jeito forçado, sem conseguir esconder sua desconfiança. – Você pode voltar para os seus afazeres agora.

Jared saiu da sala de sua chefe com o coração apertado. Não sabia exatamente por que aquela conversa o tinha afetado tanto, mas de repente se deu conta de que o que estava sentindo era uma espécie de ciúme. E isso era engraçado, porque nunca sentira ciúmes dos seus amigos antes. Gostava muito de estar com Jensen, de conversar com ele, mesmo que essas conversas fossem, na maioria das vezes, monólogos de si mesmo diante de um Jensen sempre ouvinte e risonho. Aliás, fazer Jensen rir era um dos seus passatempos favoritos na faculdade. O que o entristecia era perceber que não via aqueles sorrisos do amigo quando ele estava com Julie, ou com seus amigos judeus, ali na empresa. Internamente, às vezes desejava que Jensen abandonasse aquela religião, mas então sentia vergonha de si mesmo, ao se dar conta do quão egoísta eram os seus pensamentos.

Continua...


Resposta às reviews sem login:

Sabrina: Eu e Marina somos suspeitas pra falar, mas acho que sim, você irá gostar! Rsrs. Pois é, Jensen terá que conviver com esse pecado enooorme perto dele... tadinho! Tomara que ele se perca, né? Rsrs. Obrigada por comentar!

Luluzinha: Olá! Sim, o tema é difícil e bem polêmico, mas estamos tentando abordá-lo da melhor maneira. Ambos viverão um conflito interno futuramente, principalmente o Jensen, mas a relação deles é muito linda, você irá gostar. Eu e Marina estamos surtando muito aqui! Rsrs. Obrigada por comentar!

Crisro: Oi! Bem vinda de volta! Rsrs. Religião é mesmo um assunto complicado e Jensen irá viver um grande conflito interno. Sim, a Julie é a atriz que fez a anja Ana, mas não fique com raiva dela, tadinha! kkkk. Obrigada por comentar!

Ana Pps: Olá! Só podemos adiantar que a fanfic está ficando muito linda! Esperamos que continue curtindo. Obrigada por comentar!